Foram encontradas 625 questões.
Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão.
Texto I
Honestidade
O tema da honestidade tem sido abordado transversalmente dentro dos estudos sobre moral e ética, de Sócrates a Platão. O
filósofo alemão Immanuel Kant, já na era moderna, vinculou o conceito a uma esfera maior, de organização da sociedade, em que a
honestidade está associada ao respeito ao que é particular, público e coletivo. Assim, ser honesto é “praticar o que é racionalmente
correto ainda que ninguém esteja observando” e “preservar-se dos conflitos de interesses para não se deixar contaminar pelas tentações
individuais”, como definiu Patrícia Elisabeth Ferreira em sua dissertação de mestrado apresentada à faculdade na Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) em 2018.
A honestidade é um valor partilhado. Ou seja: o modo como o outro a exerce (ou não) impacta mais as pessoas do que se
imagina. É o que a psicologia define como “intersubjetivação dos valores”, um conceito que estuda fenômenos sociais. Isso significa
que quanto mais situações desonestas vivenciamos no dia a dia, mais acreditamos que o ato desonesto compensa.
Eu tinha 11 anos, ali pelo começo dos anos 2000, quando um técnico da NET ofereceu ao meu pai os canais de tevê por
assinatura. Bastava lhe pagar 50 reais, que ele puxaria o fio do apartamento do vizinho e poderíamos assistir a todos os canais sem pagar
nada. Meu pai recusou, falou que era errado. Ele já sabia que outros porteiros aceitavam o trambique, mas não quis compactuar. Eu
queria assistir aos canais de desenho – Cartoon Network, Fox Kids, Nickelodeon – que tanto ouvia falar quando brincava com outras
crianças, filhas de moradores. Meses depois, minha mãe ligou para a Central da NET, escolheu o plano mais barato e o técnico veio
instalar corretamente sem puxar fio de nenhum lugar.
Fonte: Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/vale-a-pena-ser-honesto-no-brasil/. (Fragmento). Data da consulta: 04 jul. 2025.
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Texto I
Honestidade
O tema da honestidade tem sido abordado transversalmente dentro dos estudos sobre moral e ética, de Sócrates a Platão. O
filósofo alemão Immanuel Kant, já na era moderna, vinculou o conceito a uma esfera maior, de organização da sociedade, em que a
honestidade está associada ao respeito ao que é particular, público e coletivo. Assim, ser honesto é “praticar o que é racionalmente
correto ainda que ninguém esteja observando” e “preservar-se dos conflitos de interesses para não se deixar contaminar pelas tentações
individuais”, como definiu Patrícia Elisabeth Ferreira em sua dissertação de mestrado apresentada à faculdade na Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) em 2018.
A honestidade é um valor partilhado. Ou seja: o modo como o outro a exerce (ou não) impacta mais as pessoas do que se
imagina. É o que a psicologia define como “intersubjetivação dos valores”, um conceito que estuda fenômenos sociais. Isso significa
que quanto mais situações desonestas vivenciamos no dia a dia, mais acreditamos que o ato desonesto compensa.
Eu tinha 11 anos, ali pelo começo dos anos 2000, quando um técnico da NET ofereceu ao meu pai os canais de tevê por
assinatura. Bastava lhe pagar 50 reais, que ele puxaria o fio do apartamento do vizinho e poderíamos assistir a todos os canais sem pagar
nada. Meu pai recusou, falou que era errado. Ele já sabia que outros porteiros aceitavam o trambique, mas não quis compactuar. Eu
queria assistir aos canais de desenho – Cartoon Network, Fox Kids, Nickelodeon – que tanto ouvia falar quando brincava com outras
crianças, filhas de moradores. Meses depois, minha mãe ligou para a Central da NET, escolheu o plano mais barato e o técnico veio
instalar corretamente sem puxar fio de nenhum lugar.
Fonte: Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/vale-a-pena-ser-honesto-no-brasil/. (Fragmento). Data da consulta: 04 jul. 2025.
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Honestidade
O tema da honestidade tem sido abordado transversalmente dentro dos estudos sobre moral e ética, de Sócrates a Platão. O
filósofo alemão Immanuel Kant, já na era moderna, vinculou o conceito a uma esfera maior, de organização da sociedade, em que a
honestidade está associada ao respeito ao que é particular, público e coletivo. Assim, ser honesto é “praticar o que é racionalmente
correto ainda que ninguém esteja observando” e “preservar-se dos conflitos de interesses para não se deixar contaminar pelas tentações
individuais”, como definiu Patrícia Elisabeth Ferreira em sua dissertação de mestrado apresentada à faculdade na Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) em 2018.
A honestidade é um valor partilhado. Ou seja: o modo como o outro a exerce (ou não) impacta mais as pessoas do que se
imagina. É o que a psicologia define como “intersubjetivação dos valores”, um conceito que estuda fenômenos sociais. Isso significa
que quanto mais situações desonestas vivenciamos no dia a dia, mais acreditamos que o ato desonesto compensa.
Eu tinha 11 anos, ali pelo começo dos anos 2000, quando um técnico da NET ofereceu ao meu pai os canais de tevê por
assinatura. Bastava lhe pagar 50 reais, que ele puxaria o fio do apartamento do vizinho e poderíamos assistir a todos os canais sem pagar
nada. Meu pai recusou, falou que era errado. Ele já sabia que outros porteiros aceitavam o trambique, mas não quis compactuar. Eu
queria assistir aos canais de desenho – Cartoon Network, Fox Kids, Nickelodeon – que tanto ouvia falar quando brincava com outras
crianças, filhas de moradores. Meses depois, minha mãe ligou para a Central da NET, escolheu o plano mais barato e o técnico veio
instalar corretamente sem puxar fio de nenhum lugar.
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O tema da honestidade tem sido abordado transversalmente dentro dos estudos sobre moral e ética, de Sócrates a Platão. O
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honestidade está associada ao respeito ao que é particular, público e coletivo. Assim, ser honesto é “praticar o que é racionalmente
correto ainda que ninguém esteja observando” e “preservar-se dos conflitos de interesses para não se deixar contaminar pelas tentações
individuais”, como definiu Patrícia Elisabeth Ferreira em sua dissertação de mestrado apresentada à faculdade na Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) em 2018.
A honestidade é um valor partilhado. Ou seja: o modo como o outro a exerce (ou não) impacta mais as pessoas do que se
imagina. É o que a psicologia define como “intersubjetivação dos valores”, um conceito que estuda fenômenos sociais. Isso significa
que quanto mais situações desonestas vivenciamos no dia a dia, mais acreditamos que o ato desonesto compensa.
Eu tinha 11 anos, ali pelo começo dos anos 2000, quando um técnico da NET ofereceu ao meu pai os canais de tevê por
assinatura. Bastava lhe pagar 50 reais, que ele puxaria o fio do apartamento do vizinho e poderíamos assistir a todos os canais sem pagar
nada. Meu pai recusou, falou que era errado. Ele já sabia que outros porteiros aceitavam o trambique, mas não quis compactuar. Eu
queria assistir aos canais de desenho – Cartoon Network, Fox Kids, Nickelodeon – que tanto ouvia falar quando brincava com outras
crianças, filhas de moradores. Meses depois, minha mãe ligou para a Central da NET, escolheu o plano mais barato e o técnico veio
instalar corretamente sem puxar fio de nenhum lugar.
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Ao abordar as tendências pedagógicas na prática escolar, Libâneo (2014, p. 2) assevera que “a educação brasileira, pelo menos nos
últimos cinquenta anos, tem sido marcada pelas tendências liberais, nas suas formas ora conservadora, ora renovada. Evidentemente
tais tendências se manifestam, concretamente, nas práticas escolares e no ideário pedagógico de muitos professores, ainda que estes
não se deem conta dessa influência. [...] A ênfase no aspecto cultural esconde a realidade das diferenças de classes, pois, embora
difunda a ideia de igualdade de oportunidades, não leva em conta a desigualdade de condições”.
Fonte: LIBÂNEO, J. C. Tendências Pedagógicas na Prática Escolar. Disponível em https://praxistecnologica.wordpress.com/wpcontent/uploads/2014/08/tendencias_pedagogicas_libaneo.pdf. Acesso em 29/08/2025. (Adaptado)
Considerando a abordagem das tendências pedagógicas por Libâneo e o excerto apresentado, é CORRETO afirmar que:
Fonte: LIBÂNEO, J. C. Tendências Pedagógicas na Prática Escolar. Disponível em https://praxistecnologica.wordpress.com/wpcontent/uploads/2014/08/tendencias_pedagogicas_libaneo.pdf. Acesso em 29/08/2025. (Adaptado)
Considerando a abordagem das tendências pedagógicas por Libâneo e o excerto apresentado, é CORRETO afirmar que:
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