Foram encontradas 177 questões.
Considerando-se a equação de 2º grau abaixo, assinalar a alternativa que apresenta o resultado da soma das raízes dessa equação:
2x² + 3x − 5 = 0
2x² + 3x − 5 = 0
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Uma pesquisa de opinião foi conduzida em uma cidade para avaliar a preferência dos residentes por três tipos diferentes de restaurantes: italiano, chinês e mexicano. Os resultados mostraram o seguinte:
Restaurantes italianos: 260 votos. Restaurantes chineses: 420 votos. Restaurantes mexicanos: 160 votos.
Se essas informações fossem representadas em um gráfico de setores (gráfico de pizza), haveria três setores representando os tipos de restaurantes. Qual é o ângulo central do setor correspondente aos restaurantes chineses?
Restaurantes italianos: 260 votos. Restaurantes chineses: 420 votos. Restaurantes mexicanos: 160 votos.
Se essas informações fossem representadas em um gráfico de setores (gráfico de pizza), haveria três setores representando os tipos de restaurantes. Qual é o ângulo central do setor correspondente aos restaurantes chineses?
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Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil
A guerra, inegavelmente, instaura repercussões
profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta
situação é caracterizada por uma extrema violência que
acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica,
sexual, além de privações e o abandono, configurando um
ambiente de profunda angústia para todos os que nela se
veem envolvidos.
A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo
severas consequências de natureza emocional, notadamente
marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade,
medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em
comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e,
ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de
habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
Cabe ressaltar, de forma enfática, que é
absolutamente impraticável preparar uma criança para as
vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável
demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças
em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a
conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação,
com especial atenção para as notícias de guerra que
frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
Não obstante, para crianças mais maduras, situadas
na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável
adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade
da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a
discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida
de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para
explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da
criança a respeito do conflito armado, permitindo,
igualmente, uma reflexão sobre valores humanos
fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
Abordar o tema da guerra e suas nefastas
consequências apresenta, portanto, uma oportunidade
ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a
colaboração e a participação em atividades de cunho
comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto
bélico.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
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Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil
A guerra, inegavelmente, instaura repercussões
profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta
situação é caracterizada por uma extrema violência que
acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica,
sexual, além de privações e o abandono, configurando um
ambiente de profunda angústia para todos os que nela se
veem envolvidos.
A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo
severas consequências de natureza emocional, notadamente
marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade,
medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em
comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e,
ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de
habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
Cabe ressaltar, de forma enfática, que é
absolutamente impraticável preparar uma criança para as
vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável
demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças
em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a
conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação,
com especial atenção para as notícias de guerra que
frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
Não obstante, para crianças mais maduras, situadas
na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável
adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade
da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a
discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida
de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para
explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da
criança a respeito do conflito armado, permitindo,
igualmente, uma reflexão sobre valores humanos
fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
Abordar o tema da guerra e suas nefastas
consequências apresenta, portanto, uma oportunidade
ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a
colaboração e a participação em atividades de cunho
comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto
bélico.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
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Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil
A guerra, inegavelmente, instaura repercussões
profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta
situação é caracterizada por uma extrema violência que
acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica,
sexual, além de privações e o abandono, configurando um
ambiente de profunda angústia para todos os que nela se
veem envolvidos.
A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo
severas consequências de natureza emocional, notadamente
marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade,
medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em
comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e,
ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de
habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
Cabe ressaltar, de forma enfática, que é
absolutamente impraticável preparar uma criança para as
vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável
demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças
em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a
conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação,
com especial atenção para as notícias de guerra que
frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
Não obstante, para crianças mais maduras, situadas
na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável
adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade
da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a
discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida
de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para
explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da
criança a respeito do conflito armado, permitindo,
igualmente, uma reflexão sobre valores humanos
fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
Abordar o tema da guerra e suas nefastas
consequências apresenta, portanto, uma oportunidade
ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a
colaboração e a participação em atividades de cunho
comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto
bélico.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
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Por volta de 1500, uma miríade de comunidades indígenas habitava o que atualmente é o Estado nacional brasileiro. Acerca deste tema, analisar os itens abaixo:
I. Os povos que não pertenciam ao tronco linguístico Tupi eram conhecidos como Tapuias.
II. No litoral, poucos povos, como Charrua, Goitacá, Aimoré e Tremembé, não eram de origem tupi-guarani.
III. Independentemente da relação de aliança ou inimizade com os colonizadores portugueses, os povos Tupis sempre permaneceram unidos nas disputas territoriais e militares.
Estão CORRETOS:
I. Os povos que não pertenciam ao tronco linguístico Tupi eram conhecidos como Tapuias.
II. No litoral, poucos povos, como Charrua, Goitacá, Aimoré e Tremembé, não eram de origem tupi-guarani.
III. Independentemente da relação de aliança ou inimizade com os colonizadores portugueses, os povos Tupis sempre permaneceram unidos nas disputas territoriais e militares.
Estão CORRETOS:
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Entre o fim dos anos 1980 e início da década de 1990, o Brasil viveu um período de grande instabilidade cambial e monetária, e o Plano Real foi formulado para solucionar estes problemas. De acordo com este contexto, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
O Plano Real foi consolidado em ___________ durante o governo do Presidente __________. Antes da nova moeda (o Real), ocorreu a transição para a Unidade Real de Valor (URV), que substituiu o ___________.
O Plano Real foi consolidado em ___________ durante o governo do Presidente __________. Antes da nova moeda (o Real), ocorreu a transição para a Unidade Real de Valor (URV), que substituiu o ___________.
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A Primavera dos Povos ocorreu em 1848, ano que pode ser considerado como efervescente e marcante para a História mundial. Com relação a este contexto histórico, assinalar a alternativa INCORRETA:
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Os conflitos político-militares não se configuram como algo recente na História da humanidade; pelo contrário, eles existem desde a Antiguidade. Os embates entre Roma e Cartago ficaram conhecidos como as:
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No século XIX, em um contexto de afirmação da autonomia da História, uma corrente historiográfica se destacou pela percepção de que a História não deveria seguir cegamente os pressupostos científicos das ciências da natureza, compreendendo que o historiador escreve a partir de seu ponto de vista. Alguns de seus autores, como Droysen e Dilthey, a partir da segunda metade do Oitocentos, chegaram à aderir a certo relativismo histórico. A corrente em questão é o:
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