Magna Concursos

Foram encontradas 30 questões.

3574188 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:

Rivonildo é o auxiliar de farmácia mais participativo da unidade básica de saúde em Caxagônia do Sul e é conhecido por saber de tudo que se passa no seu posto de trabalho. Ele foi convidado a participar da reunião da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT), que busca a padronização de um novo agente cardiovascular. Rivonildo, inquieto, fez um importante alerta à equipe sobre os critérios que devem ser priorizados. Entre esses critérios, o auxiliar de farmácia evidenciou que se deve

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3574187 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:

As farmácias de manipulação ganham, cada vez mais, espaço no mercado nacional, sendo responsáveis pela preparação de medicamentos específicos, de acordo com a necessidade individual de cada paciente. Nessas farmácias, a água utilizada deve atender aos padrões de qualidade necessários para a garantia da eficácia e segurança dos medicamentos. Em sendo assim, a água purificada para atender tais requisitos deve ser obtida por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi Diretor de redação

“A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.

Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.

Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”

A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.

Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.

A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.

A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.

Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado]

Neste parágrafo, existem

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi Diretor de redação

“A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.

Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.

Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”

A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.

Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.

A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.

A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.

Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado]

Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava [1] contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia [2] mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era [3] negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia [4] que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.

Em relação aos verbos em destaque,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3488040 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:
A farmacocinética é o estudo do movimento do fármaco dentro, através e fora do corpo, envolvendo várias fases até desencadear o efeito terapêutico. Em relação a essa cinética, a desintegração e dissolução correspondem à fase
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3488039 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:
Considere a prescrição a seguir.
Ceftriaxona 1000mg, diluir em 3,5 mL de água bidestilada e injetar.

Considerando que a dose foi calculada corretamente e o medicamento está adequado ao caso do paciente, a farmácia deve
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3488038 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:
O objetivo principal da Assistência Farmacêutica será sempre a promoção do uso racional de medicamentos essenciais para toda a população. Para qualificar a gestão da Assistência Farmacêutica nas três esferas do SUS e contribuir para a ampliação do acesso aos medicamentos e da atenção à saúde prestada à população, foi desenvolvido pelo Departamento de Assistência Farmacêutico do Ministério da Saúde o sistema
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3488037 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:
Um paciente dá entrada na unidade básica de saúde com crise asmática, e o médico prescreve salbutamol para seu tratamento. Todavia, todos são avisados que há um desabastecimento momentâneo do medicamento e que, na farmácia, há outra opção de broncodilatador de curta duração. Nessa situação, o salbutamol pode ser substituído por
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3488036 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:
O propranolol é o representante mais típico, mais amplamente acessível e utilizado, dentre os betabloqueadores, para a prevenção de enxaqueca. Assim como qualquer medicamento, ele pode provocar efeitos adversos. Por isso seu uso deve ser monitorado, sendo o principal parâmetro a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3488035 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
Provas:
Rivotrilo é dono de uma pequena farmácia na região metropolitana e decide fazer uma viagem sem rumo. Como ele é dono do local e conta com ajuda de familiares para tocar seu estabelecimento, decide fechálo temporariamente. De acordo com a lei 5991/73, para evitar o cancelamento da licença do seu estabelecimento, ele não deve deixar de funcionar por mais de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas