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Foram encontradas 30 questões.

3574660 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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Considere o trecho a seguir.

O comportamento suicida vem ganhando impulso em termos numéricos e, principalmente, de impacto, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O DataSUS divulgou um dado preocupante sobre o Brasil: “nos últimos 20 anos os suicídios subiram de 7 mil para 14 mil, mais de um a cada hora, sem contar os casos que não foram notificados. O número é maior do que mortes por acidentes de moto no mesmo período.”

(Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/mortes-por-suicidio-no-brasil-superam-acidentes-de-moto/. Publicado em 23 de julho de 2022).

As equipes de saúde necessitam estar preparadas para identificar o risco de comportamento suicida bem como acolher indivíduos que tentaram praticar o suicídio. Nesse processo, é importante que o profissional de saúde, incluindo o técnico de enfermagem, utilize técnicas de comunicação, que

 

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3574659 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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A avaliação da vitalidade do recém-nascido na sala de parto é fundamental para determinar as suas condições de nascimento e aferir a frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor. Além disso, identifica-se também a necessidade de sua reanimação. Nesse processo de avaliação, um dos instrumentos utilizados é a escala de

 

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Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi Diretor de redação

“A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.

Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.

Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”

A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.

Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.

A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.

A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.

Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado]

Neste parágrafo, existem

 

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Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi Diretor de redação

“A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.

Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.

Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”

A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.

Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.

A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.

A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.

Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado]

Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava [1] contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia [2] mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era [3] negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia [4] que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.

Em relação aos verbos em destaque,

 

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3488001 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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As instâncias gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS), em todos os seus níveis, têm a obrigação de garantir a atenção integral à saúde, que inclua a assistência à concepção e à contracepção, num contexto de respeito aos direitos sexuais e aos direitos reprodutivos. No que se refere particularmente à atenção em anticoncepção, esta pressupõe a oferta de informações, de aconselhamento, de acompanhamento clínico e de um leque de métodos e técnicas anticoncepcionais. São considerados apenas métodos anticoncepcionais de barreira
 

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3488000 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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Segundo o caderno de atenção básica Nº 32, elaborado pelo Ministério da Saúde (2013), que trata da atenção ao pré-natal de baixo risco, uma das atribuições do técnico de enfermagem no pré-natal é
 

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3487999 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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Na Unidade de Terapia Intensiva, o técnico de enfermagem é responsável pela realização do balanço hídrico dos pacientes, que consiste na anotação de todos os volumes infundidos, eliminados e o cálculo parcial (a cada 6 horas) e total (nas 24 horas).
Em sendo assim, analise o caso a seguir: paciente grave, em uso de dieta enteral a 42ml/h, recebendo noradrenalina a 20ml/h e hidratação venosa a 63ml/h, apresentou diurese de 500ml durante a manhã. Ao realizar o preenchimento e o cálculo do balanço parcial para as 6h do turno matutino, o técnico encontrou o resultado de
 

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3487998 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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No suporte avançado de vida cardiovascular, durante as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) realizadas em um paciente adulto com parada cardiorrespiratória (PCR), o técnico de enfermagem deve administrar, preferencialmente, por via endovenosa
 

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3487997 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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Paciente J. M. S., 76 anos, internado na enfermaria clínica com quadro de diabetes descompensada. Ao realizar a visita para aferição dos sinais vitais, a técnica de enfermagem o encontrou com rebaixamento do sensório e irresponsivo aos comandos verbais e à dor. Ao realizar o teste de glicemia capilar, identificou o resultado de 30mg/dL. Esse resultado evidencia uma
 

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3487996 Ano: 2022
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Maxaranguape-RN
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Uma das estratégias adotadas no Brasil no contexto da COVID-19 foi a Campanha Nacional de Vacinação, que se iniciou em 18 de janeiro de 2021. O esquema vacinal foi ampliado para todos os trabalhadores de saúde, com recomendação, por meio da Nota Técnica Nº 37/2022, da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à COVID-19 do Ministério da Saúde, de uma segunda dose de reforço, a ser administrada
 

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