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- FundamentosFrações e Números DecimaisFrações
- ÁlgebraEquações de Primeiro GrauProblemas do Primeiro Grau
Num canil em que havia alguns cães foi retirado um terço do total. Em seguida foram adicionados 6 novos cães. Após um mês, devido a uma infecção, metade dos cães morreram e logo depois nasceram 4 filhotes ficando o canil com 16 cães. A soma dos algarismos do número de cães que havia no canil inicialmente é igual a:
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Numa fábrica de chocolate três máquinas iguais funcionando simultaneamente produzem 945 barras em um intervalo de 45 minutos. O número de barras que é produzido com duas dessas máquinas num período de meia hora é igual a:
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Observe a sequência a seguir:
(H, 8 ) ; ( M, _ ) ; ( E , 5 ) ; ( _ , 20 ) ; ( Q, 17 )
As lacunas na sequência correspondem respectivamente a:
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Durante uma semana um canal de televisão exibirá 3 filmes inéditos sendo que pelo menos 2 deles sejam estrangeiros. Sabe-se que dos 10 filmes inéditos disponíveis para a escolha 6 são estrangeiros e 4 são nacionais. De quantas maneiras os filmes poderão ser escolhidos?
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No dia em que ganhou um cofre Maurício colocou no mesmo 25 centavos. No dia seguinte colocou 50 centavos e continuou a colocar 25 centavos a mais em relação à quantia colocada no dia anterior até que o cofre ficou cheio e com um total de R$ 75,00. Quantos dias Maurício gastou para encher seu cofre?
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‘Handle with care’ (Manuseie com cuidado)
Certamente você já viu a frase que acompanha o aviso “Fragile” em embalagens que chegam do exterior. Duas mãos espalmadas circundam uma caixinha e a etiqueta diz: “Handle with care”. Manuseie com cuidado.
Uma querida amiga que mora na Suécia me mandou um e-mail essa semana dizendo que muitas pessoas deveriam ter este adesivo grudado no próprio corpo. Eu diria que não apenas muitas: todas. Afinal, nada mais frágil que um ser humano.
Costumamos tratar com delicadeza as crianças por seu tamanho e inocência, e os velhos, por sua vulnerabilidade física e também por respeito, mas quando se trata da vastíssima parcela da população que se situa entre esses dois extremos, passamos por cima feito um trator desgovernado. A ideia geral é: adultos sabem se defender.
Alguns sabem, outros menos. Todos nós recebemos vários trancos da vida e acabamos desenvolvendo alguma resiliência e capacidade de se regenerar, mas isso não quer dizer que não há dentro de nós algo que possa quebrar de forma irreversível.
E quebra mesmo. Espatifa de forma a impedir a colagem dos cacos. “Handle with care.”
Há por aí campanhas pregando mais gentileza e mais educação, e assino embaixo, naturalmente. Mas isso tudo tem um caráter superficial, induz apenas a gestos e atitudes corteses, como esperar alguém sair do elevador antes de a gente entrar ou dar bom dia a quem cruza por nós. Isso é tratar bem, não tratar com cuidado.
Tratar com cuidado significa se colocar no lugar do outro e dimensionar o quanto uma estupidez pode machucar. Significa levar em consideração as dificuldades de alguém a fim de não exigir demais de seus sentimentos e posicionamentos. Significa compreender que a comunicação é fundamental para o entendimento e a paz, e que atitudes bruscas podem ser mal interpretadas. Significa honrar o laço construído e não colocar na intimidade a desculpa para agredir – agressões não podem virar hábito da casa.
O que cada pessoa leva dentro? Sonhos que podem parecer bobagem para os outros, mas que são sagrados para ela. Traumas que ainda não foram superados e que doem a cada vez que são lembrados. Vergonhas inconfessas. Feridas que custaram a cicatrizar e que basta um cutucãozinho para reabrirem. Desejos que não merecem ser ridicularizados. Necessidade de ser amado e aceito. Uma parte da infância que nunca se perdeu.
As pessoas gritam e rugem umas para as outras, quando não fazem pior: ignoram umas às outras, como se todos fossem feitos de pedra, como se todos estivessem protegidos por plásticos – bolha, como se a blindagem fosse geral: é só mirar e atirar que não dá nada.
Dá sim. Pode não parecer, mas todo ser humano é um cristal.
(Martha Medeiros – Revista O Globo – 14/12/2014.)
O sinal indicativo de crase é obrigatório, de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa, na palavra destacada em:
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‘Handle with care’ (Manuseie com cuidado)
Certamente você já viu a frase que acompanha o aviso “Fragile” em embalagens que chegam do exterior. Duas mãos espalmadas circundam uma caixinha e a etiqueta diz: “Handle with care”. Manuseie com cuidado.
Uma querida amiga que mora na Suécia me mandou um e-mail essa semana dizendo que muitas pessoas deveriam ter este adesivo grudado no próprio corpo. Eu diria que não apenas muitas: todas. Afinal, nada mais frágil que um ser humano.
Costumamos tratar com delicadeza as crianças por seu tamanho e inocência, e os velhos, por sua vulnerabilidade física e também por respeito, mas quando se trata da vastíssima parcela da população que se situa entre esses dois extremos, passamos por cima feito um trator desgovernado. A ideia geral é: adultos sabem se defender.
Alguns sabem, outros menos. Todos nós recebemos vários trancos da vida e acabamos desenvolvendo alguma resiliência e capacidade de se regenerar, mas isso não quer dizer que não há dentro de nós algo que possa quebrar de forma irreversível.
E quebra mesmo. Espatifa de forma a impedir a colagem dos cacos. “Handle with care.”
Há por aí campanhas pregando mais gentileza e mais educação, e assino embaixo, naturalmente. Mas isso tudo tem um caráter superficial, induz apenas a gestos e atitudes corteses, como esperar alguém sair do elevador antes de a gente entrar ou dar bom dia a quem cruza por nós. Isso é tratar bem, não tratar com cuidado.
Tratar com cuidado significa se colocar no lugar do outro e dimensionar o quanto uma estupidez pode machucar. Significa levar em consideração as dificuldades de alguém a fim de não exigir demais de seus sentimentos e posicionamentos. Significa compreender que a comunicação é fundamental para o entendimento e a paz, e que atitudes bruscas podem ser mal interpretadas. Significa honrar o laço construído e não colocar na intimidade a desculpa para agredir – agressões não podem virar hábito da casa.
O que cada pessoa leva dentro? Sonhos que podem parecer bobagem para os outros, mas que são sagrados para ela. Traumas que ainda não foram superados e que doem a cada vez que são lembrados. Vergonhas inconfessas. Feridas que custaram a cicatrizar e que basta um cutucãozinho para reabrirem. Desejos que não merecem ser ridicularizados. Necessidade de ser amado e aceito. Uma parte da infância que nunca se perdeu.
As pessoas gritam e rugem umas para as outras, quando não fazem pior: ignoram umas às outras, como se todos fossem feitos de pedra, como se todos estivessem protegidos por plásticos – bolha, como se a blindagem fosse geral: é só mirar e atirar que não dá nada.
Dá sim. Pode não parecer, mas todo ser humano é um cristal.
(Martha Medeiros – Revista O Globo – 14/12/2014.)
Os termos sublinhados nas alternativas a seguir possuem o mesmo valor semântico, EXCETO em:
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‘Handle with care’ (Manuseie com cuidado)
Certamente você já viu a frase que acompanha o aviso “Fragile” em embalagens que chegam do exterior. Duas mãos espalmadas circundam uma caixinha e a etiqueta diz: “Handle with care”. Manuseie com cuidado.
Uma querida amiga que mora na Suécia me mandou um e-mail essa semana dizendo que muitas pessoas deveriam ter este adesivo grudado no próprio corpo. Eu diria que não apenas muitas: todas. Afinal, nada mais frágil que um ser humano.
Costumamos tratar com delicadeza as crianças por seu tamanho e inocência, e os velhos, por sua vulnerabilidade física e também por respeito, mas quando se trata da vastíssima parcela da população que se situa entre esses dois extremos, passamos por cima feito um trator desgovernado. A ideia geral é: adultos sabem se defender.
Alguns sabem, outros menos. Todos nós recebemos vários trancos da vida e acabamos desenvolvendo alguma resiliência e capacidade de se regenerar, mas isso não quer dizer que não há dentro de nós algo que possa quebrar de forma irreversível.
E quebra mesmo. Espatifa de forma a impedir a colagem dos cacos. “Handle with care.”
Há por aí campanhas pregando mais gentileza e mais educação, e assino embaixo, naturalmente. Mas isso tudo tem um caráter superficial, induz apenas a gestos e atitudes corteses, como esperar alguém sair do elevador antes de a gente entrar ou dar bom dia a quem cruza por nós. Isso é tratar bem, não tratar com cuidado.
Tratar com cuidado significa se colocar no lugar do outro e dimensionar o quanto uma estupidez pode machucar. Significa levar em consideração as dificuldades de alguém a fim de não exigir demais de seus sentimentos e posicionamentos. Significa compreender que a comunicação é fundamental para o entendimento e a paz, e que atitudes bruscas podem ser mal interpretadas. Significa honrar o laço construído e não colocar na intimidade a desculpa para agredir – agressões não podem virar hábito da casa.
O que cada pessoa leva dentro? Sonhos que podem parecer bobagem para os outros, mas que são sagrados para ela. Traumas que ainda não foram superados e que doem a cada vez que são lembrados. Vergonhas inconfessas. Feridas que custaram a cicatrizar e que basta um cutucãozinho para reabrirem. Desejos que não merecem ser ridicularizados. Necessidade de ser amado e aceito. Uma parte da infância que nunca se perdeu.
As pessoas gritam e rugem umas para as outras, quando não fazem pior: ignoram umas às outras, como se todos fossem feitos de pedra, como se todos estivessem protegidos por plásticos – bolha, como se a blindagem fosse geral: é só mirar e atirar que não dá nada.
Dá sim. Pode não parecer, mas todo ser humano é um cristal.
(Martha Medeiros – Revista O Globo – 14/12/2014.)
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo.
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‘Handle with care’ (Manuseie com cuidado)
Certamente você já viu a frase que acompanha o aviso “Fragile” em embalagens que chegam do exterior. Duas mãos espalmadas circundam uma caixinha e a etiqueta diz: “Handle with care”. Manuseie com cuidado.
Uma querida amiga que mora na Suécia me mandou um e-mail essa semana dizendo que muitas pessoas deveriam ter este adesivo grudado no próprio corpo. Eu diria que não apenas muitas: todas. Afinal, nada mais frágil que um ser humano.
Costumamos tratar com delicadeza as crianças por seu tamanho e inocência, e os velhos, por sua vulnerabilidade física e também por respeito, mas quando se trata da vastíssima parcela da população que se situa entre esses dois extremos, passamos por cima feito um trator desgovernado. A ideia geral é: adultos sabem se defender.
Alguns sabem, outros menos. Todos nós recebemos vários trancos da vida e acabamos desenvolvendo alguma resiliência e capacidade de se regenerar, mas isso não quer dizer que não há dentro de nós algo que possa quebrar de forma irreversível.
E quebra mesmo. Espatifa de forma a impedir a colagem dos cacos. “Handle with care.”
Há por aí campanhas pregando mais gentileza e mais educação, e assino embaixo, naturalmente. Mas isso tudo tem um caráter superficial, induz apenas a gestos e atitudes corteses, como esperar alguém sair do elevador antes de a gente entrar ou dar bom dia a quem cruza por nós. Isso é tratar bem, não tratar com cuidado.
Tratar com cuidado significa se colocar no lugar do outro e dimensionar o quanto uma estupidez pode machucar. Significa levar em consideração as dificuldades de alguém a fim de não exigir demais de seus sentimentos e posicionamentos. Significa compreender que a comunicação é fundamental para o entendimento e a paz, e que atitudes bruscas podem ser mal interpretadas. Significa honrar o laço construído e não colocar na intimidade a desculpa para agredir – agressões não podem virar hábito da casa.
O que cada pessoa leva dentro? Sonhos que podem parecer bobagem para os outros, mas que são sagrados para ela. Traumas que ainda não foram superados e que doem a cada vez que são lembrados. Vergonhas inconfessas. Feridas que custaram a cicatrizar e que basta um cutucãozinho para reabrirem. Desejos que não merecem ser ridicularizados. Necessidade de ser amado e aceito. Uma parte da infância que nunca se perdeu.
As pessoas gritam e rugem umas para as outras, quando não fazem pior: ignoram umas às outras, como se todos fossem feitos de pedra, como se todos estivessem protegidos por plásticos – bolha, como se a blindagem fosse geral: é só mirar e atirar que não dá nada.
Dá sim. Pode não parecer, mas todo ser humano é um cristal.
(Martha Medeiros – Revista O Globo – 14/12/2014.)
“Costumamos tratar com delicadeza as crianças...” (3º§) “Delicadeza” é uma palavra formada por derivação
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‘Handle with care’ (Manuseie com cuidado)
Certamente você já viu a frase que acompanha o aviso “Fragile” em embalagens que chegam do exterior. Duas mãos espalmadas circundam uma caixinha e a etiqueta diz: “Handle with care”. Manuseie com cuidado.
Uma querida amiga que mora na Suécia me mandou um e-mail essa semana dizendo que muitas pessoas deveriam ter este adesivo grudado no próprio corpo. Eu diria que não apenas muitas: todas. Afinal, nada mais frágil que um ser humano.
Costumamos tratar com delicadeza as crianças por seu tamanho e inocência, e os velhos, por sua vulnerabilidade física e também por respeito, mas quando se trata da vastíssima parcela da população que se situa entre esses dois extremos, passamos por cima feito um trator desgovernado. A ideia geral é: adultos sabem se defender.
Alguns sabem, outros menos. Todos nós recebemos vários trancos da vida e acabamos desenvolvendo alguma resiliência e capacidade de se regenerar, mas isso não quer dizer que não há dentro de nós algo que possa quebrar de forma irreversível.
E quebra mesmo. Espatifa de forma a impedir a colagem dos cacos. “Handle with care.”
Há por aí campanhas pregando mais gentileza e mais educação, e assino embaixo, naturalmente. Mas isso tudo tem um caráter superficial, induz apenas a gestos e atitudes corteses, como esperar alguém sair do elevador antes de a gente entrar ou dar bom dia a quem cruza por nós. Isso é tratar bem, não tratar com cuidado.
Tratar com cuidado significa se colocar no lugar do outro e dimensionar o quanto uma estupidez pode machucar. Significa levar em consideração as dificuldades de alguém a fim de não exigir demais de seus sentimentos e posicionamentos. Significa compreender que a comunicação é fundamental para o entendimento e a paz, e que atitudes bruscas podem ser mal interpretadas. Significa honrar o laço construído e não colocar na intimidade a desculpa para agredir – agressões não podem virar hábito da casa.
O que cada pessoa leva dentro? Sonhos que podem parecer bobagem para os outros, mas que são sagrados para ela. Traumas que ainda não foram superados e que doem a cada vez que são lembrados. Vergonhas inconfessas. Feridas que custaram a cicatrizar e que basta um cutucãozinho para reabrirem. Desejos que não merecem ser ridicularizados. Necessidade de ser amado e aceito. Uma parte da infância que nunca se perdeu.
As pessoas gritam e rugem umas para as outras, quando não fazem pior: ignoram umas às outras, como se todos fossem feitos de pedra, como se todos estivessem protegidos por plásticos – bolha, como se a blindagem fosse geral: é só mirar e atirar que não dá nada.
Dá sim. Pode não parecer, mas todo ser humano é um cristal.
(Martha Medeiros – Revista O Globo – 14/12/2014.)
Em todas as frases a seguir transcritas do texto, as formas verbais estão flexionadas no mesmo tempo, EXCETO:
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