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928683 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Sobre a Frequência Cardíaca.
I. A resposta da frequência cardíaca a uma carga de exercícios pode ser usada como indicador de sobrecarga imposta ao sistema cardiorrespiratório.
II. A frequência cardíaca aumenta linearmente com a intensidade do esforço e com o aumento do consumo de O2.
III. Durante exercício físico de intensidade constante, em geral, a frequência cardíaca estabiliza-se e não varia, exceto se a intensidade do esforço diminuir.
IV. Fatores emocionais, nervosismo e apreensão podem afetar a frequência cardíaca em repouso ou durante trabalhos leves ou moderados.
Concluímos que a(s) afirmativa(s) correta(s) é(são):
 

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928682 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
De acordo com o geógrafo Jurandir Ross, o relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas, que são:
(Fonte: ROSS, Jurandyr L. Sanches (org).
Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995, p 52).
 

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928681 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Ponha um tubarão no seu tanque
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar.
Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante um ambiente desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.
Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
“Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”.
A.D.
O texto lido foi escrito:
 

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928680 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Considerando o emprego, de acordo com a norma-padrão da língua, do acento indicativo de crase, analise as frases abaixo.
I- As aulas terão início às 19h. À três alunos doentes na sala de aula, que deverão faltar.
II- Iremos à São Paulo, no próximo final de semana, assistir à uma peça de teatro.
III- Os professores deveriam prestar mais atenção às reuniões pedagógicas, pois são momentos únicos de interação e estudo.
IV- À partir do próximo ano, todos deverão usar jaleco em sala de aula.
Está(ão) correta(s) a(s) frase(s):
 

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928679 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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O trânsito nas grandes cidades
O trânsito tem sido um dos motivos de maior estresse para a população das grandes cidades brasileiras. Dificilmente um motorista está satisfeito e tranquilo andando de carro. É tensão pura. Se houver um pequeno descuido, ainda rola uma baixaria ou mesmo uma agressão.
Muitos são os fatores que faz com que isto aconteça, entre os quais podemos destacar: o grande número de carros, ruas ou avenidas estreitas, antigas, de uma época em que não havia tantos automóveis circulando, motoristas estressados, falta de transporte coletivo em quantidade e qualidade suficiente e principalmente a falta de educação, tanto de motoristas quanto de pedestres.
O que se vê são disputas pelo espaço. Cada um querendo passar na frente do outro. Não há respeito pela preferência e muito menos generosidade para ceder passagem a quem quer que seja.
Os acidentes são diários, muitos causando mortes ou danos irreparáveis. Se alega alta velocidade e com isto, a cada dia, novos controladores de velocidade são colocados nas ruas, multando quem devia e quem não devia. Muitas vezes uma pessoa, correta na maneira de dirigir, por ultrapassar um ou dois pontos do limite permitido leva uma multa e muitos que andam em alta velocidade, mas que conseguem diminuir no sinal, saem tranquilos e ainda riem dos demais.
É comum ver, no trânsito, motoristas fazendo inúmeras manobras erradas ou mesmo andando em velocidade fora do normal, mas como não há um policial por perto, nada acontece e ele continuará sua cruzada de transgressões.
Por outro lado é comum ver pedestres atravessando a rua com o sinal verde, numa demonstração de descaso total com a legislação. Isto também não é correto e precisa ser corrigido. É preciso fazer campanha também para o pedestre, mostrando o que eles fazem ao atravessar uma rua. Talvez isto mostre que eles precisam respeitar mais os sinais e com isso evitar acidentes.
Por tudo isso o trânsito virou uma preocupação permanente, tanto para as autoridades, quanto para os motoristas e pedestres. Todos reclamam, mas poucos agem corretamente. Mesmo em zonas com menos movimento os problemas mais comuns são pessoas estacionando em ruas com pouca largura o que dificulta a passagem ou uma manobra.
É preciso uma mudança de atitude. Os carros são um meio para transporte e não uma máquina para fazer de cada motorista um super homem. Somente com reeducação e com educação para os jovens nas escolas esta situação será modificada. É preciso começar já, bem como, cada mais, ser melhorado o transporte coletivo, pois só assim o problema será resolvido.
O trânsito não pode virar um meio de morte ou de aborrecimento para o cidadão. Ele deve ser sim o meio de transporte que facilita a vida das pessoas.
Disponível em: www.viveresaber.com.br
De acordo com o texto lido, coloque (V) para o que for verdadeiro ou (F) para o que for falso nas afirmativas abaixo e em seguida assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) Pedestres e motoristas estão despreparados para uma convivência social harmoniosa.
( ) O pedestre coloca a própria vida em risco.
( ) O motorista está se transformando em sério perigo para a sociedade.
 

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928678 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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A origem da agrimensura
Desde as mais antigas civilizações, monumentos gigantescos, templos sagrados, pirâmides, teatros, anfiteatros, aquedutos ou pontes foram construídos.
Em torno destas obras magistrais podemos imaginar as operações topográficas necessárias ao arquiteto, para estabelecer os planos que permitiriam a realização prática da obra.
Estabelecer as direções, medir as distâncias, estimar as alturas, mas também delimitar as parcelas dos terrenos, traçar as estradas e caminhos, construir canais para irrigação ou mesmo transporte de água, foram muitas das aplicações da agrimensura.
Os mais antigos vestígios da aplicação da agrimensura, remonta ao Antigo Egito através de papiros e pinturas em monumentos ou tumbas funerárias, as quais ensinam-nos a aplicação desta profissão.
A agrimensura é uma das mais velhas artes praticadas pelo homem. Os registros históricos indicam que essa ciência se iniciou no Egito, Heródoto (1400 a.C.) descreve em seus apontamentos, os trabalhos de demarcação das terras às margens do Nilo.
O agrimensor era um funcionário confiável nomeado pelo faraó com a tarefa de avaliar os prejuízos das cheias e restabelecer as fronteiras entre as diversas propriedades.
A propriedade era um bem respeitado pelos egípcios. Roubar a terra de alguém era um dos crimes imperdoáveis. Como todo ano o rio Nilo inundava as terras apagando as marcas físicas de cada propriedade, surgiu tal necessidade de medir o território de cada pessoa. A medição de terras auxiliava também na arrecadação de impostos de áreas rurais.
Posteriormente, os Etruscos e Gregos também utilizaram estes procedimentos. Os Etruscos, por sua vez, dão as operações de agrimensura uma conotação religiosa, as quais os romanos seguirão num primeiro tempo.
Os gregos desenvolvem as técnicas de agrimensura nas grandes construções públicas (construção de canais, túneis, aquedutos etc.) e nos deixam numerosos escritos tais como a "dioptra" ou "métrica" de Héron de Alexandria, os quais nos dão uma ideia bastante precisa do alto conhecimento da geometria e das técnicas dos agrimensores gregos.
Disponível em: http://www.amiranet.com.br
Observe o uso da crase nas frases abaixo.
I- O auxiliar compareceu à reunião no horário marcado.
II- Preferiu ficar em casa à sair com os amigos.
III- Sentou-se à mesa para refazer as planilhas.
Está(ão) correto(s):
 

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928677 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Sobre a erisipela, é INCORRETO afirmar:
 

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928676 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Feed Sem Back!
Nada de novo, de original, no título desse artigo! Muitos empregam-no, quando desejam se referir, de forma divertida, às dificuldades de muitos gestores quanto ao exercício das críticas ao comportamento e desempenho dos seus colaboradores. Há outras formas de expressão divertida, substituindo o “feed” por algumas palavrinhas que não ouso aqui registrar.
Vamos fazer algumas correções na interpretação do termo, a começar pela prática equivocada de confundir “feedback” com avaliação. Não são sinônimos: “feedback” é percepção, um retorno dado à fonte original sobre como seu comportamento está sendo percebido. Avaliação é um ato de emissão de juízo, uma comparação entre o objeto da avaliação em si com um parâmetro aceito como referência. A percepção, portanto, não pode ser entendida como emissão de juízo, muito menos como verdade definitiva: ela pode estar errada! Ademais, percepção é algo muito pessoal, não sendo difícil encontrarmos dez percepções diferentes sobre um mesmo comportamento, em dez pessoas manifestando-se a respeito!
A segunda correção se refere ao fato de que dar um “feedback” não significa “soltar o verbo” e despejar ácido sobre uma pessoa. É preciso, em primeiríssimo lugar, que se tenha a concordância da pessoa: ela deseja ouvir o que se pretende dizer para ela? A forma da emissão da percepção sobre o comportamento da pessoa deve ser sempre afinada com as regras elementares de educação e cortesia.
E há outro aspecto muito importante a ser considerado na arte (isso mesmo, uma arte!) de fornecer algum “feedback” às pessoas: não confundir a assertividade com a grosseria. Assertividade é uma forma de emissão de uma opinião com autenticidade, sem rodeios, direto ao ponto como se diz na linguagem do cotidiano, o que não significa uma permissão implícita para tratar a sensibilidade das pessoas com a gentileza troglodita. Há direitos naturais e sagrados a serem respeitados nos relacionamentos com as pessoas, dentre os quais aquele que estabelece o respeito como princípio e a elegância como vetor da qualidade do processo de comunicação. Reiterando o que já foi dito no parágrafo anterior: que tal perguntar à pessoa se ela concorda, dá a devida permissão para que lhe seja fornecido um “feedback”? Pode ser que ela não esteja num dia de harmonia emocional, ou que tenha coisas mais importantes para pensar ou, simplesmente, não queira ouvir absolutamente nada a respeito dos seus comportamentos.
E onde entra o “sem back” do título desse artigo? Quantas vezes, eventualmente, negamos à pessoa “fidebecada” (com o perdão dos dicionaristas!) o direito de pronunciar-se, defender-se e mostrar as suas razões? Sem o “back” o “feedback” fica trôpego, caricato e deriva, perigosamente, para a crítica que magoa, faz a pessoa sentir-se o “vice-tróço do subtréco”, isso quando não provoca reações agressivas e a troca de insultos e assemelhados, do que parece estar farta a Humanidade.
E a terceira correção diz respeito ao princípio de que é implícito o “feedback” do “feedback” ou seja: a pessoa em foco pode manifestar-se quanto à qualidade, oportunidade e elementos de aprendizado que percebeu e captou de tudo que foi dito sobre ela.
Finalizando, às vezes é melhor não dar “feedback” algum, deixar que as pessoas aprendam sobre si mesmas por conta dos inevitáveis retornos do mais implacável e justo dos observadores das nossas condutas: a Vida!
Texto adaptado
Benedito Milioni
Releia o penúltimo e o último parágrafos do texto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I- Deve-se compreender que o “feedback” do “feedback”, mesmo não sendo claro, revelará às pessoas o quanto aprenderam e as motivará a fazer o melhor.
II- O “feedback” nem sempre é o mais aconselhável, pois, às vezes, as pessoas obtêm conhecimento através da própria vida.
As afirmações I e II são, respectivamente:
 

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928675 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Ponha um tubarão no seu tanque
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar.
Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante um ambiente desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.
Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
“Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”.
A.D.
De acordo com o texto, os japoneses:
I- foram desafiados a fazer algo diferente.
II- por viverem novas situações não desistiram de comer o que mais gostavam: peixes frescos.
Os itens I e II são, respectivamente:
 

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928674 Ano: 2015
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura à criança e ao adolescente o direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Assinale a alternativa INCORRETA em relação a este direito estabelecido pelo ECA.
 

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