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913898 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
TEXTO 1: Fábulas
As fábulas são histórias contadas há muitos anos em várias partes do mundo. Elas servem para transmitir uma moral, isto é, um ensinamento ou um conselho.
Esopo foi um escravo grego que viveu há cerca de 2500 anos e que tinha o dom de criar histórias, a maioria delas continham personagens animais que agiam como seres humanos. Por meio dessas histórias Esopo criticava comportamentos humanos que considerava errado.
O escritor francês La Fontaine inspirou-se em Esopo para escrever suas fábulas.
TEXTO 2: A cigarra e a formiga
Num dia ensolarado de verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga que por ali passava, vinha fadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
– Por que não fica aqui a conversar um pouco comigo, em vez de se cansar tanto? – perguntou-lhe a Cigarra.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu e foi-se embora.
Quando o inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as formigas tinham muita comida porque haviam guardado no verão. Distribuíam o alimento diariamente entre si e não tinham fome como ela.
A Cigarra foi à casa da formiga e lhe disse:
– Querida amiga podia emprestar-me um grão que seja, de arroz, de farinha ou de feijão? Estou morrendo de fome.
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
Moral da história:
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Jean de La Fontaine
TEXTO 3: A raposa e a cegonha
Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu a sopa num prato raso. Claro que a Raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre Cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a Cegonha voltou para casa morrendo de fome.
A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava a seu gosto, mas a Cegonha não disse nada.
Quando foi embora, a Cegonha agradeceu muito a gentileza da Raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.
Assim que chegou, a Raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a Cegonha podia beber sem o menor problema. A Raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra.
Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “ Não posso reclamar da Cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
Moral da história:
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Esopo
Com base no texto 3, responda a questão.
A Raposa convidou a Cegonha para jantar porque queria:
 

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De acordo com a Resolução nº 4, DE 13 de Julho de 2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica -, são etapas correspondentes a diferentes momentos constitutivos do desenvolvimento educacional, a Educação Infantil compreende:
 

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913894 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Os Verdadeiros Campeões
Os campeões de verdade são pessoas que têm um modo diferenciado de pensar e de enxergar a vida. Sua mente funciona de maneira a traçar claramente todos os seus objetivos, planejar e executar de modo que alcancem suas metas, independente das dificuldades que surgirem pelo caminho.
O que faz um profissional conseguir realizar suas metas quando tantas pessoas desistem? Um talento extraordinário, uma entrega total e irrestrita? Seria ainda muita dedicação e estudo, muita superação de seus próprios limites, uma mistura de dom e capacitação?
Qual é, afinal, o segredo dos campeões?
Ser campeão, na verdade, é um estilo de vida embasado em uma forma especial de lidar com tudo, seja na vida profissional, pessoal ou nos relacionamentos. O segredo dos campeões é ter Mente de Campeão.
Muita gente pensa que a garra resolve tudo, ou que a dedicação é suficiente para fazer você chegar ao topo, ou que o comprometimento é fundamental para ter sucesso na vida. Mas nada disso, isoladamente, é suficiente para moldar um verdadeiro campeão. Os segredos para fazer-se um campeão vão muito além disso, transcendem a todos os conceitos isolados e implicam em ter um modo de pensar voltado para a vitória, para o sucesso, o tempo inteiro.
Para a maioria das pessoas, a visão de uma conquista é somente o momento do aplauso, mas a vitória é consequência de um objetivo bem definido e muito trabalho. Quando você tem um objetivo bem definido e coloca toda a sua energia nele, o resultado dessa dedicação acaba aparecendo de modo espetacular.
O grande mestre Osho conta, em um de seus livros, que todo ano ele assistia a um concurso de rosas que existia em sua cidade natal. E que ano após ano um militar sempre ganhava o prêmio da rosa mais formosa.
Um dia, seguiu o homem até sua casa e resolveu conversar com seu jardineiro para descobrir o segredo de rosas tão lindas.
E o homem explicou:
O segredo é escolher o botão mais bonito e depois cortar fora todos os outros porque a roseira tem uma quantidade limitada de seiva para os botões. Se eu deixar todos os botões, nenhum deles receberá a quantidade necessária de alimento para atingir todo o seu esplendor.
É assim que funciona a mente de um campeão. Uma vez tendo definido seu objetivo, concentra suas energias no seu foco de ação. E então, com garra, determinação, uma estratégia clara, trabalho consistente e muita competência superior, o campeão sobe ao lugar mais alto no pódio.
Os vencedores também não perdem tempo com crises existenciais. Eles decidem, planejam e realizam. Eles sabem que “querer não é poder”, mas, sim, que “fazer é poder”.
Um campeão sabe que a derrota ou a vitória já está dentro de cada pessoa. Parece incrível, mas os maiores destruidores de nossos sonhos somos nós mesmos. Meu professor de judô, quando eu era criança, costumava dizer: “Roberto, a luta não é decidida no tatame, mas na sua maneira de ir ao combate. Quando você levanta-se para ir ao tatame, já decidiu o resultado da luta. O pior adversário está dentro de você!”.
Por isso, os campeões agem na certeza. Eles entram no jogo da vida com a própria vida. Vão inteiros, analisam a situação e arriscam tudo. Como você sabe, numa luta, vence aquele que tem mais competência, mas que também coloca a própria vida na mesa.
O campeão nunca se permite estar pela metade em algo que se propõe fazer. Ele vai inteiro em busca da realização da sua meta, da concretização do seu sonho.
Roberto Shinyashiki
Analise as afirmativas sobre o segredo dos campeões (§ 2,3 e 4), coloque (V) para verdadeiro ou (F) para falso, em seguida assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
( ) Empenhar-se na realização de alguma coisa em todos os aspectos da sua vida, ou seja, no profissional, no pessoal e nos relacionamentos.
( ) Apenas demonstrar o compromisso com o trabalho.
( ) Superar seus próprios limites, envolvendo-se em pensamentos positivos o tempo todo.
 

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913892 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
TEXTO 1: Fábulas
As fábulas são histórias contadas há muitos anos em várias partes do mundo. Elas servem para transmitir uma moral, isto é, um ensinamento ou um conselho.
Esopo foi um escravo grego que viveu há cerca de 2500 anos e que tinha o dom de criar histórias, a maioria delas continham personagens animais que agiam como seres humanos. Por meio dessas histórias Esopo criticava comportamentos humanos que considerava errado.
O escritor francês La Fontaine inspirou-se em Esopo para escrever suas fábulas.
TEXTO 2: A cigarra e a formiga
Num dia ensolarado de verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga que por ali passava, vinha fadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
– Por que não fica aqui a conversar um pouco comigo, em vez de se cansar tanto? – perguntou-lhe a Cigarra.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu e foi-se embora.
Quando o inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as formigas tinham muita comida porque haviam guardado no verão. Distribuíam o alimento diariamente entre si e não tinham fome como ela.
A Cigarra foi à casa da formiga e lhe disse:
– Querida amiga podia emprestar-me um grão que seja, de arroz, de farinha ou de feijão? Estou morrendo de fome.
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
Moral da história:
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Jean de La Fontaine
TEXTO 3: A raposa e a cegonha
Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu a sopa num prato raso. Claro que a Raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre Cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a Cegonha voltou para casa morrendo de fome.
A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava a seu gosto, mas a Cegonha não disse nada.
Quando foi embora, a Cegonha agradeceu muito a gentileza da Raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.
Assim que chegou, a Raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a Cegonha podia beber sem o menor problema. A Raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra.
Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “ Não posso reclamar da Cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
Moral da história:
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Esopo
Em todas as alternativas temos palavras invariáveis quanto ao gênero, EXCETO em:
 

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913891 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Esse trânsito que maltrata
Fumaça, fuligem, ruído de motores, tédio, cansaço, carros e ônibus que andam lentamente: assim é o trânsito nas cidades grandes. Principalmente nas primeiras horas da manhã, quando as pessoas se dirigem ao seu local de trabalho e, no fim da tarde, quando dele estão voltando.
Além do tempo perdido, do gasto excessivo de combustível e do aumento da poluição, esse trânsito maltrata as pessoas: a ansiedade de chegar logo acusa acidez no estômago; ficar sentado muito tempo causa dores nas articulações; inalar poluentes dá sonolência, dor de cabeça e problemas respiratórios.
Todos são prejudicados: os que estão confortáveis em seus automóveis e, mais ainda, os que estão espremidos nos ônibus.
E o principal responsável por esse sofrimento são os automóveis que ocupam as ruas e avenidas das cidades.
Para acomodar o crescente número de automóveis, casas são demolidas, ruas são alargadas, avenidas e viadutos são construídos, e os estacionamentos invadem praças e parques, com a derrubada de árvores centenárias e monumentos históricos. Vale tudo para dar passagem a esse deus dos tempos modernos.
Apesar de causarem tantos transtornos, os automóveis carregam menor número de pessoas que os transportes coletivos. Cada automóvel costuma circular com uma ou duas pessoas, enquanto um ônibus transporta, nas horas de movimento, até oitenta passageiros em cada viagem.
Os ônibus são o melhor transporte para as cidades, e deles depende a maioria da população. Apesar disso, as linhas são insuficientes, são mal conservadas e os motoristas, mal pagos. O pior é que o preço das passagens consome boa parte do salário dos trabalhadores.
(Fragmento adaptado).
(Rocicler Martins Rodrigues. Cidades brasileiras : o passado e o presente. São Paulo : Martins Fontes, 1992, p. 64.)
De acordo com o texto o “automóvel” é:
I- responsável pelo alargamento de ruas e avenidas, novos viadutos e estacionamentos.
II- o “deus dos tempos modernos.”
As afirmações I e II são, respectivamente:
 

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As Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação da Infância – Mogi das Cruzes - têm como pressuposto que a educação é um meio de:
I- transformação da realidade, visando superar desigualdades e diferenças que levem a processos de exclusão.
II- manutenção social da realidade, em que a escola é um espaço de encontro das mais variadas etnias, grupos sociais, pessoas com diferentes potencialidades, dificuldades, modos de aprender, ver e ler o mundo.
É correto afirmar que:
 

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913888 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Provas:
Correlacione corretamente os planos e eixos anatômicos relacionados abaixo.
1- Sagital. A- Anterposterior.
2- Frontal. B- Laterolateral.
3- Transversal. C- Craniocaudal.
A correlação correta se estabelece em:
 

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913886 Ano: 2015
Disciplina: Psiquiatria
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
A Naltrexona é um agente antagonista opioide que tem sido utilizado na tentativa de controlar hiperatividade e comportamento autodestrutivo em crianças com autismo e também com retardo mental. Sobre o uso deste fármaco NÃO é correta a seguinte frase:
 

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913884 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Um pequeno estabelecimento comercial quer testar um programa para vendas via internet. Para isso, pretende criar para seus clientes senhas com cinco dígitos, sendo os três primeiros com vogais distintas e os dois últimos com números distintos, variando de 0 a 9. O número total de senhas que essa casa comercial poderá criar utilizando-se dessa estrutura é:
 

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913882 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Ponha um tubarão no seu tanque
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar.
Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante um ambiente desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.
Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
“Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”.
A.D.
O texto lido é:
 

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