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Foram encontradas 243 questões.

2963095 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.


Durante um garimpo esporádico em um bazar de bairro em Osasco, na Grande São Paulo, o estudante Pedro (nome fictício) não acreditou quando viu, intacto dentro de uma caixa perdida de discos de vinil, a obra “Arthur Verocai”, gravada pelo maestro e arranjador carioca de mesmo nome e lançado pela extinta Continental no final de 1972.

Extasiado pelo achado, ele logo se lembrou de que não poderia transmitir afobação ao dono do pequeno estabelecimento que, aparentemente, não sabia que, três anos antes, o mesmo disco tinha sido arrematado em um pregão de um site de leilões por US$ 5,1 mil (aproximadamente R$ 20 mil) — o valor mais alto pago por um vinil brasileiro na história do site.

O proprietário disse a Pedro que não venderia os discos avulsos, mas que aceitava R$ 100 pela caixa inteira. Além do vinil de Verocai, ela continha ainda outra raridade: o primeiro álbum da dupla Jaime e Nair, gravado em 1974 — também objeto de disputa entre colecionadores brasileiros e do exterior.

Poucos meses depois de comprar o disco, Pedro recebeu uma das poucas ofertas para vendê-lo: o filho de Arthur, o também músico Ricardo Verocai, prometeu pagar R$ 1 mil pelo vinil, mas o estudante recusou a proposta. “Se faço isso, não encontro outro nunca mais”, afirma.

A preocupação faz algum sentido: por quatro décadas, as poucas cópias originais do vinil de Verocai eram encontradas em bazares parecidos com o que Pedro comprou o seu. Mesmo quando foi lançado, no começo de 1973, o disco vendeu tão pouco que a Continental logo o tirou das lojas para encher as prateleiras com mais versões do disco dos Secos & Molhados, sensação daquele ano.

Arthur Verocai, que ganhava a vida como arranjador e maestro, ainda teve que conviver com certo desprezo dos clientes pela obra encalhada. “Quando me davam algum trabalho, me diziam: ‘Tenta não repetir aquela loucura que você fez no seu disco, hein?’”, conta hoje o músico. “Eu quase entrei em depressão. Foi uma fase difícil da minha vida. Guardei o vinil no armário e não o ouvi mais por uns bons anos”, completa.

Hoje, 46 anos depois, o disco traz outras “dores de cabeça” a Arthur Verocai: virou sucesso entre rappers europeus e americanos desde a metade dos anos 2000.

O maestro resolveu agora ir atrás de todos os artistas que usaram os arranjos do seu álbum para samples de hip-hop. Segundo o site especializado Who Sampled Who, são 49 músicas registradas pelo mundo, das quais Verocai recebeu os valores dos direitos autorais de apenas quatro. “Não tenho dormido pensando nisso”, admite.

Samples são montagens de melodias já gravadas que são utilizadas pelo hip-hop (e pelo funk carioca posteriormente) como sustentação para novas composições. “É o instrumento musical do rap”, sentencia o professor Walter Garcia Jr., do Instituto de Estudos Brasileiros da USP.


(Vinícius Mendes. “O disco de MPB esnobado em 1973 que virou cult no rap americano atual”. www.bbc.com, 26.08.2018. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que

 

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2963094 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Leia o cartum para responder às questões de números 12 a 14.

Enunciado 3309113-1

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo. 02.04.2018.

http://cultura.estadao.com.br)

A vírgula na frase “Para cada problema, uma solução.” serve ao intuito de

 

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2963093 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Leia o cartum para responder às questões de números 12 a 14.

Enunciado 3309112-1

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo. 02.04.2018.

http://cultura.estadao.com.br)

Assinale a alternativa em que a frase do balconista estará corretamente reformulada, conforme a norma-padrão da língua, na hipótese de haver mais de um cliente.

 

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2963092 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Leia o cartum para responder às questões de números 12 a 14.

Enunciado 3309111-1

(Bob Thaves. Frank & Ernest. O Estado de S.Paulo. 02.04.2018.

http://cultura.estadao.com.br)

Um dos efeitos de humor do cartum está associado ao uso ambíguo do vocábulo solução, ao qual se atribuem, no contexto, os seguintes sentidos:

 

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2963091 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Considere a frase a seguir.

As pessoas desejam chegar à felicidade, mas muitas vezes deixam de considerar que, para alcançar a felicidade, é preciso saber enxergar a felicidade em momentos simples do cotidiano, conferindo a esses momentos simples do cotidiano um valor especial.

Para eliminar as repetições do texto, garantindo a correção da frase, conforme a norma-padrão da língua, as expressões destacadas devem ser, respectivamente, substituídas por:

 

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2963090 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

O trecho “Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa...” (4º parágrafo) está corretamente reescrito, no que se refere à concordância da norma-padrão da língua, em:

 

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2963089 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho destacado em “... tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer...” (3º parágrafo) está corretamente reescrito, conforme a norma-padrão da língua.

 

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2963088 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

No trecho “... tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridadeàs que nos fizeram sofrer.” (3º parágrafo) a expressão destacada encontra substituto correto, quanto à regência da norma-padrão da língua, em:

 

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2963087 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

Após o acréscimo da vírgula, a passagem do texto que fica pontuada corretamente, conforme a norma-padrão da língua, é:

 

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2963086 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

Felicidade

Felicidade é pássaro irrequieto concebido para a liberdade. Mal pousa em nosso espírito, já bate as asas. Contra todas as evidências, no entanto, vivemos na ilusão de um dia aprisioná-lo.

Na infância, a felicidade faz visitas mais demoradas. É a única fase em que conseguimos acordar, passar o dia inteiro e ir para a cama felizes, por dias consecutivos. A primeira da qual tenho lembrança aconteceu aos 7 anos. Nasci num bairro cinzento em que o apito das fábricas marcava a rotina das famílias. Para avistar uma árvore, era preciso andar até o largo na frente da Igreja de Santo Antônio, a vários quarteirões de distância. Naquelas férias de janeiro, meus tios me levaram com meu irmão para uma fazenda a muitas horas de São Paulo, na companhia de seis primos com idades próximas às nossas. Pela primeira vez montei num cavalo, nadei em riacho, senti nos ombros o impacto de uma cachoeira, chupei manga trepado na árvore e joguei bola num gramado.

Como as memórias carregadas de emoção ficam impregnadas nas profundezas da consciência, tendemos a esquecer experiências que trouxeram prazer, para dar prioridade às que nos fizeram sofrer. Lembro de detalhes do dia da morte de minha mãe, com mais nitidez do que da viagem a trabalho que fiz ao Acre, três semanas atrás.

Na vida adulta, a felicidade costuma nos visitar em situações que veem ao encontro de expectativas íntimas. A duração da visita dependerá da intensidade do desejo, do esforço para atingir aquele objetivo, do valor dado a ele e da ansiedade com que aguardávamos o desfecho. Nos adultos, a felicidade chega em ondas de cristas à meia altura, contidas pelo entulho das contradições mesquinhas do cotidiano. Explosões que levam às fronteiras com a loucura, só conhecem os que vivem uma paixão amorosa ou situações excepcionais como a do nascimento de um filho, de uma neta ou a do jogador que faz o gol da vitória na final do campeonato.

A maturidade, no entanto, não me fez desistir de correr atrás da felicidade suprema, embora saiba que ela será episódica e fugaz, fatalmente turvada por pensamentos invasores e pela maldita insatisfação humana, até acabar confinada ao quarto de despejo do subconsciente.

(Drauzio Varella. https://drauziovarella.uol.com.br. Adaptado)

No contexto em que se insere, a forma verbal, flexionada na primeira pessoa do singular, que contribui para imprimir subjetividade ao texto está destacada em:

 

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