Foram encontradas 270 questões.
1428727
Ano: 2018
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Provas:
Tendo em vista que o estágio supervisionado objetiva capacitar o(a) aluno(a) para o exercício profissional, por meio da realização das mediações entre o conhecimento apreendido na formação acadêmica e a realidade social, analise as afirmativas abaixo:
I. O estágio realiza-se sob supervisão direta de um(a) profissional Assistente Social atuante na instituição onde ocorre o estágio, comumente designado de “supervisor(a) de campo” e de professor Assistente Social vinculado à Instituição de Ensino Superior, comumente designado “supervisor(a) acadêmico(a)”.
II. A Resolução CFESS nº 533/2008 regulamenta a Supervisão Direta de Estágio em Serviço Social, atribuição privativa da(o) Assistente Social.
III. O Estágio Supervisionado é uma atividade curricular de caráter opcional, que se configura a partir da inserção do aluno no espaço socioinstitucional, objetivando capacitá-lo para o exercício profissional, o que pressupõe supervisão sistemática.
IV. Aprovada em 2009, a Política Nacional de Estágio (PNE) afirma o estágio como possibilidade concreta de materialização da lógica curricular, na perspectiva das diretrizes curriculares da ABEPSS de 1996.
V. Os princípios gerais do Código de Ética profissional devem orientar todas as atividades e atribuições profissionais, incluindo a supervisão direta realizada pelo(a) supervisor(a) de campo e supervisor(a) acadêmico.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segunda Fase do Modernismo
A segunda fase do modernismo, que iniciou em 1930 e terminou em 1945, é repleta de obras literárias com domínio da prova de quase absoluta!$ ^{I)} !$ ficção. Foi nesse período também que as novas formas de arte apresentadas na primeira fase do movimento começaram, de fato, a se espalhar entre os artistas, fato este que faz com que a segunda fase seja conhecida, também, pela alcunha de “Fase da Consolidação”, ou seja, os ideais modernistas passaram a ser difundidos e as suas estruturas começaram a ser edificadas na cultura do país. Nesse momento, em que o Brasil vivia sob o governo de Getúlio Vargas e o viu instituir um golpe de estado no país sob a argumentação de que o Brasil estava ameaçado de um golpe comunista!$ ^{II)} !$ (o Plano Cohen), o modernismo seguiu sendo uma referência no mundo das artes, ainda mais, pela sua consolidação como tal. É válido lembrar que essa época era de enorme turbulência para todo o mundo, visto que o planeta estava em plena época da Segunda Guerra Mundial, que terminou, justamente, em 1945, quando a segunda fase do modernismo também se encerrou.
(Fonte: http://cultura.culturamix.com/literatura/fases-do-modernismo - fragmento adaptado)
Sobre fonética, analise as afirmações que seguem:
I. No vocábulo ‘absoluta’, identifica-se o encontro consonantal bs, o qual, na pronúncia despreocupada, tende a constituir mais uma sílaba visto que ocorre a intercalação de uma vogal.
II. Dígrafo é o emprego de duas letras para a representação gráfica de um só fonema, conforme se evidencia em ‘comunista’.
III. Considerando-se que ditongo é o encontro de uma vogal e de uma semivogal, ou vice-versa, na mesma sílaba; pode-se afirmar que em ‘turbulência’ e ‘terminou’ ocorrem exemplos desse tipo de encontro.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1428704
Ano: 2018
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Provas:
Em relação a algoritmos de hashes criptográficos, analise as assertivas abaixo:
I. O MD5 e o SHA-1 geram hashes com tamanho 128 bits.
II. O SHA-512 gera hash com tamanho 64 bytes.
III. Algoritmos de hash não possuem chave de criptografia.
IV. O AES-256 é um algoritmo de hash obsoleto.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
O título ‘A teimosia do cérebro’ é _______________ pelas informações contidas no texto.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1428493
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Provas:
Considere o disposto na Lei Municipal nº 950/2009, que estabelece o Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Monte Belo Do Sul.
A carreira do magistério público municipal é constituída pelo conjunto de cargos. Nesse contexto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os cargos às suas definições.
Coluna 1
1. Professor.
2. Pedagogo.
3. Coordenador.
Coluna 2
( ) Profissional da educação com formação em curso superior de graduação ou pós-graduação para o exercício das funções de apoio pedagógico.
( ) Profissional da educação com habilitação específica para o exercício das funções docentes.
( ) Profissional da educação com formação em curso superior de graduação ou pós-graduação em pedagogia, com habilitação específica para o exercício das funções de apoio técnico-pedagógico à docência, indicadas pelo art. 64 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as seguintes afirmativas em relação à icterícia:
I. A detecção de esplenomegalia pode implicar acometimento hepático ou ser sinal de mononucleose, doenças hemolíticas ou neoplasias.
II. O achado de vesícula biliar palpável em uma pessoa com icterícia, denominado sinal de Courvosier, foi considerado um sinal muito sensível e específico de colestase por neoplasia de trato biliar ou cabeça do pâncreas.
III. Considera-se pseudoicterícia quando há coloração amarela na pele na presença de hiperbilirrubinemia, o que pode ocorrer em pessoas com uremia ou xantodermia.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Escutatória
Por Rubem Alves
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás duas mulheres conversavam. Uma delas!$ ^{A)} !$ contava para a amiga os seus sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia – a enfermeira nunca acertava – dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra!$ ^{A)} !$ que, supostamente, ouvia. Contudo, o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada…” A segunda iniciou, então, uma história!$ ^{B)} !$ de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira!$ ^{B)} !$.
Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro!$ ^{C)} !$ diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele!$ ^{C)} !$ diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos…
Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs. Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber. Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia. Não ter obrigação de falar é uma felicidade. Mas logo fui informado que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã, ao meio dia e às 6 da tarde. Estremeci de medo. Mas obedeci. O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira!$ ^{D)} !$, ali!$ ^{D)} !$ colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo. Uns poucos bancos arranjados em “U” definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete. Cheguei alguns minutos antes da hora marcada. Era um grande silêncio. Estranhei. Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer. Ninguém que se levantasse para dizer: “Meus irmãos, vamos cantar o hino…” Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes. As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Me veio agora a ideia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa – quando ficamos mudos, sem fala. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia que de tão linda nos faz chorar. Pra mim Deus é isso: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros!$ ^{E)} !$: a beleza mora lá!$ ^{E)} !$ também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto…
Disponível em: http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/escutatoria-3/ - texto adaptado.
Considerando o emprego dos recursos coesivos, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Escutatória
Por Rubem Alves
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia – a enfermeira nunca acertava – dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Contudo, o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada…” A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos…
Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs. Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber. Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia. Não ter obrigação de falar é uma felicidade. Mas logo fui informado que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã, ao meio dia e às 6 da tarde. Estremeci de medo. Mas obedeci. O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira, ali colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo. Uns poucos bancos arranjados em “U” definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete. Cheguei alguns minutos antes da hora marcada. Era um grande silêncio. Estranhei. Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer. Ninguém que se levantasse para dizer: “Meus irmãos, vamos cantar o hino…” Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes. As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Me veio agora a ideia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa – quando ficamos mudos, sem fala. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia que de tão linda nos faz chorar. Pra mim Deus é isso: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto…
Disponível em: http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/escutatoria-3/ - texto adaptado.
No texto, temos o seguinte enunciado: “Não ter obrigação de falar é uma felicidade”. A expressão sublinhada pode ser classificada, sintaticamente, como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1428333
Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Provas:
Após a confirmação dos primeiros casos autóctones da febre Chikungunya, ela está se espalhando consideravelmente. Segundo o Ministério da Saúde, muitas pessoas foram infectadas. Dados mais atuais apontam que os casos vêm aumentando. Os sintomas da doença são febre, mal-estar, dores fortes nas articulações e manchas vermelhas. Sobre a epidemia Chikungunya, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma equipe de agentes de saúde promoveu uma palestra para a comunidade sobre o planejamento familiar. Considerando que o auditório do centro comunitário tem capacidade máxima de 135 lugares e que foram utilizados 3/5 do total de sua capacidade, a quantidade de pessoas que participou da palestra é igual a:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container