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Foram encontradas 270 questões.

1424832 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Vasopressores são fármacos cuja ação característica é o aumento da pressão arterial e frequência cardíaca através da vasoconstrição arterial e venosa. Assinale a alternativa que corresponde, exclusivamente, aos vasopressores:
 

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1424831 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Analise as seguintes afirmativas em relação às arritmias:
I. Os bloqueios atrioventriculares podem ser causa de bradiarritmias.
II. A prevalência de fibrilação atrial é progressivamente maior nas faixas etárias mais avançadas.
III. O principal objetivo do tratamento de pacientes com fibrilação atrial é a prevenção de eventos tromboembólicos.
Quais estão corretas?
 

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Considere a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Os conteúdos curriculares da educação básica observarão as seguintes diretrizes:
I. A difusão de valores essenciais ao interesse político, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem.
II. Consideração das condições de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento.
III. Orientação para trabalhos acadêmicos.
IV. Promoção do desporto educacional e apoio às práticas desportivas não formais.
Quais estão INCORRETAS?
 

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1424788 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Ao longo dos anos, percebe-se que o tratamento da infância tem evoluído e se modificado. Zabalza (1998) considera o currículo um dos eixos do desenvolvimento da educação infantil e apresenta pontos que se referem, de forma mais concreta, aos desafios do currículo para a escola infantil. São eles:
 

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Saúde e tecnologia, uma relação complexa
Uma coisa não se pode negar, o mundo evoluiu tecnologicamente nas últimas cinco décadas muito mais que nos demais séculos juntos. E os impactos dessa evolução tecnológica tem transformado a vida em sociedade e acarretado efeitos positivos e negativos.
Se por um lado, com um pequenino delay, se pode conversar por vídeo com alguém que esteja do outro lado do mundo usando um aparelho que muitas pessoas têm no bolso, existem pessoas que estando na mesma mesa não trocam duas palavras durante uma refeição conjunta, pois estão constantemente usando um smartphone.
Viagens de muitos quilômetros que duravam dias, de trem ou carro de boi, hoje podem ser feitas em algumas horas num automóvel comum. Mas há também quem não vá até a padaria ou ao mercadinho a 100 metros de sua residência sem usar um carro ou motocicleta.
A tecnologia, como tudo na vida, tem prós e contras e quem pode maximizar ou minimizar seus impactos somos nós, que decidimos como usá-la. Mas e como saber qual o ponto de equilíbrio? Simples, quando começam a haver prejuízos diretos na saúde pessoal e coletiva, que poderiam ser evitados com mudanças comportamentais no cotidiano.
Quem não conhece pais, professoras e gestores preocupados com uso excessivo de smartphones e mídias sociais entre seus grupos cotidianos, por entenderem que podem trazer prejuízo ao seu desempenho? Ou quem pense em usar menos o automóvel para resolver problemas de excesso de peso e outras doenças que geralmente são associadas a ele?
O fato é que quando o uso de tecnologias passa a prejudicar a saúde, as habilidades sociais e mesmo o desempenho laboral precisam ser revistos. Movimentos nesse sentido têm sido feitos por grupos de amigos que ao se encontrarem, desligam ou guardam os celulares para aproveitar melhor interagir face a face.
Algumas famílias têm colocado regras de uso de celular durante refeições e atividades em conjunto. Empresas têm, quanto ao uso de smartphone durante o expediente, restringido e flexibilizado horários para auxiliar quem utiliza esquemas coletivos de carona ou bicicleta, como formas de transporte no roteiro casa-trabalho-casa.
Duas décadas atrás foi preciso regrar o uso do cigarro e do celular, para manter a convivência coletiva em níveis aceitáveis, privilegiando o bem comum. O caminho agora, também precisa ser construído coletivamente, procurando o equilíbrio e buscando utilizar a tecnologia como instrumento de crescimento e não de deterioração das relações, da saúde e do meio ambiente.
(Fonte: Renan da Cunha Soares Júnior, campograndenews.com.br/artigos/saude-e-tecnologia-uma-relacao-complexa, publicado em 09-06-2017 – texto adaptado.)
Sobre as ideias contidas no texto, analise as assertivas abaixo:
I. É evidente o avanço tecnológico por que passa a sociedade, entretanto é possível dizer que as relações humanas, e até a saúde, têm sido bastante afetadas negativamente por isso.
II. O celular, o computador e o cigarro têm regras específicas para seu uso no cotidiano, visto que regeneram as relações humanas.
III. A saúde e a tecnologia são aspectos excludentes no cotidiano atual, visto que se evidenciam apenas prejuízos nessa relação.
Quais estão corretas?
 

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De acordo com a Resolução nº 04/2010, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, no Ensino Fundamental será destinado, pelo menos, ____ do total da carga horária anual ao conjunto de programas e projetos interdisciplinares eletivos criados pela escola, previsto no projeto pedagógico, de modo que os estudantes possam escolher com que se identifiquem e que lhes permitam melhor lidar com o conhecimento e a experiência.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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1424545 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Meirieu (1998) aponta uma série de reflexões e informações sobre a construção da aprendizagem. Uma afirmação que ele considera INCORRETA é:
 

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Considere as teorias de Vasconcellos sobre Planejamento Escolar.
O educador pode colaborar para a ação significativa do educando, procurando interagir com ele na:
I. Criação da necessidade.
II. Geração da finalidade.
III. Elaboração do plano de ação.
Quais estão corretas?
 

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1424543 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Analise as seguintes assertivas sobre bioestatística e epidemiologia clínica:

I. Se o médico inferir que existe diferença entre dois tratamentos indicados a um paciente, quando ela de fato não existe, estará cometendo um erro tipo II ou erro beta.

II. A probabilidade de ocorrência do erro beta é dada pelo valor P ou alfa.

III. O limiar de significância de um teste estatístico pode ser definido de forma arbitrária como menor que 0,05 (5%), porém outros valores podem ser considerados.

Quais estão corretas?

 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
A substituição do vocábulo ‘o’ (segunda ocorrência) por alguns:
I. Não provocaria alteração de sentido nem necessidade de ajustes na estrutura frasal.
II. Provocaria a necessidade de alteração de outros quatro vocábulos visando à correção gramatical do período.
III. Provocaria alteração de sentido bem como a necessidade de ajustes na frase.
Quais estão INCORRETAS?
 

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