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Texto 2
Os desafios para reinserir um milhão de crianças e
adolescentes nas escolas
Ana Luiza Basilio
As escolas brasileiras começam o ano letivo de
2023 com uma ausência injustificável: ao menos um
milhão de crianças e adolescentes não estão presentes
nas aulas por terem deixado de fazer parte dos sistemas
de ensino. Dados do Censo Escolar da Educação Básica
2022 apontam que 1,04 milhão de estudantes dos 4 aos 17
anos estavam fora da escola.
Os maiores níveis de exclusão escolar se
concentram entre crianças de 4 anos: 399.290. Entre as
faixas de 5 e 6, o total chega a 151.985. Também são
expressivas as taxas de evasão entre os adolescentes de
17 anos: 241.641 deixaram a escola antes de completar o
Ensino Fundamental ou o Ensino Médio. Dos 14 aos 16
anos, a soma dos que deixaram a escola nas mesmas
condições é de 250.497. [...].
Além de uma questão de oferta, no entanto, a
exclusão escolar é determinada por outros marcadores
sociais que atravessam as famílias brasileiras, sobretudo
as mais vulneráveis, e impedem que crianças e
adolescentes finalizem a jornada no sistema de ensino.
Um dos principais obstáculos é a pobreza. Dados
da pesquisa do Unicef – “As Múltiplas Dimensões da
Pobreza na Infância e na Adolescência no Brasil” –
divulgados em fevereiro mostram que, em 2019, ao
menos 32 milhões de meninos e meninas (63% do total)
viviam a pobreza em suas múltiplas dimensões, a
englobar renda, educação, trabalho infantil, moradia,
água, saneamento e informação. [...].
“Não há como assegurar o direito à educação sem
garantirmos o direito ao transporte, à saúde, à moradia e
à renda. Uma coisa não funciona sem a outra”, observa a
doutora em Ciências Sociais Julia Ventura, gestora
estratégica da ONG Cidade Escola Aprendiz. “Você não
consegue garantir que uma criança permaneça na escola
se a mãe não tiver dinheiro para pegar um ônibus e levála ou se essa família enfrenta outras necessidades
básicas, como falta de alimentos” [...].
Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/educacao/os-desafiospara-reinserir-um-milhao-de-criancas-e-adolescentes-nas-escolas/> .
Acesso em: 18 abr. 2023. [Adaptado].
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Os desafios para reinserir um milhão de crianças e
adolescentes nas escolas
Ana Luiza Basilio
As escolas brasileiras começam o ano letivo de
2023 com uma ausência injustificável: ao menos um
milhão de crianças e adolescentes não estão presentes
nas aulas por terem deixado de fazer parte dos sistemas
de ensino. Dados do Censo Escolar da Educação Básica
2022 apontam que 1,04 milhão de estudantes dos 4 aos 17
anos estavam fora da escola.
Os maiores níveis de exclusão escolar se
concentram entre crianças de 4 anos: 399.290. Entre as
faixas de 5 e 6, o total chega a 151.985. Também são
expressivas as taxas de evasão entre os adolescentes de
17 anos: 241.641 deixaram a escola antes de completar o
Ensino Fundamental ou o Ensino Médio. Dos 14 aos 16
anos, a soma dos que deixaram a escola nas mesmas
condições é de 250.497. [...].
Além de uma questão de oferta, no entanto, a
exclusão escolar é determinada por outros marcadores
sociais que atravessam as famílias brasileiras, sobretudo
as mais vulneráveis, e impedem que crianças e
adolescentes finalizem a jornada no sistema de ensino.
Um dos principais obstáculos é a pobreza. Dados
da pesquisa do Unicef – “As Múltiplas Dimensões da
Pobreza na Infância e na Adolescência no Brasil” –
divulgados em fevereiro mostram que, em 2019, ao
menos 32 milhões de meninos e meninas (63% do total)
viviam a pobreza em suas múltiplas dimensões, a
englobar renda, educação, trabalho infantil, moradia,
água, saneamento e informação. [...].
“Não há como assegurar o direito à educação sem
garantirmos o direito ao transporte, à saúde, à moradia e
à renda. Uma coisa não funciona sem a outra”, observa a
doutora em Ciências Sociais Julia Ventura, gestora
estratégica da ONG Cidade Escola Aprendiz. “Você não
consegue garantir que uma criança permaneça na escola
se a mãe não tiver dinheiro para pegar um ônibus e levála ou se essa família enfrenta outras necessidades
básicas, como falta de alimentos” [...].
Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/educacao/os-desafiospara-reinserir-um-milhao-de-criancas-e-adolescentes-nas-escolas/> .
Acesso em: 18 abr. 2023. [Adaptado].
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Os desafios para reinserir um milhão de crianças e
adolescentes nas escolas
Ana Luiza Basilio
As escolas brasileiras começam o ano letivo de
2023 com uma ausência injustificável: ao menos um
milhão de crianças e adolescentes não estão presentes
nas aulas por terem deixado de fazer parte dos sistemas
de ensino. Dados do Censo Escolar da Educação Básica
2022 apontam que 1,04 milhão de estudantes dos 4 aos 17
anos estavam fora da escola.
Os maiores níveis de exclusão escolar se
concentram entre crianças de 4 anos: 399.290. Entre as
faixas de 5 e 6, o total chega a 151.985. Também são
expressivas as taxas de evasão entre os adolescentes de
17 anos: 241.641 deixaram a escola antes de completar o
Ensino Fundamental ou o Ensino Médio. Dos 14 aos 16
anos, a soma dos que deixaram a escola nas mesmas
condições é de 250.497. [...].
Além de uma questão de oferta, no entanto, a
exclusão escolar é determinada por outros marcadores
sociais que atravessam as famílias brasileiras, sobretudo
as mais vulneráveis, e impedem que crianças e
adolescentes finalizem a jornada no sistema de ensino.
Um dos principais obstáculos é a pobreza. Dados
da pesquisa do Unicef – “As Múltiplas Dimensões da
Pobreza na Infância e na Adolescência no Brasil” –
divulgados em fevereiro mostram que, em 2019, ao
menos 32 milhões de meninos e meninas (63% do total)
viviam a pobreza em suas múltiplas dimensões, a
englobar renda, educação, trabalho infantil, moradia,
água, saneamento e informação. [...].
“Não há como assegurar o direito à educação sem
garantirmos o direito ao transporte, à saúde, à moradia e
à renda. Uma coisa não funciona sem a outra”, observa a
doutora em Ciências Sociais Julia Ventura, gestora
estratégica da ONG Cidade Escola Aprendiz. “Você não
consegue garantir que uma criança permaneça na escola
se a mãe não tiver dinheiro para pegar um ônibus e levála ou se essa família enfrenta outras necessidades
básicas, como falta de alimentos” [...].
Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/educacao/os-desafiospara-reinserir-um-milhao-de-criancas-e-adolescentes-nas-escolas/> .
Acesso em: 18 abr. 2023. [Adaptado].
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Texto 1
Biodiversidade em crise
Houve um declínio médio de 69% entre 1970 e 2018
nas populações de animais selvagens monitorados pela
WWF em todo o mundo. População é um grupo de
animais que pertencem à mesma espécie, vivendo no
mesmo local em um determinado momento. Portanto, a
alteração na taxa de abundância de 31.821 populações,
representando 5.230 espécies, teve um declínio de 69%
em cinco décadas. [...].
Entre os animais analisados no relatório da WWF,
10% das populações e um quinto das espécies são
brasileiras. A América Latina e o Caribe registraram a
maior diminuição de tamanho das populações de animais
monitorados entre 1970 e 2018, totalizando 94%. Já a
América do Norte, 20%. [...].
Os peixes e as aves representam mais da metade
dos animais sob risco de extinção no Brasil, segundo
levantamento do ICMBio com dados do Ministério do
Meio Ambiente, dos 1.249 animais na lista, são 257
espécies de aves, 59 de anfíbios, 71 de répteis, 102 de
mamíferos, 97 de peixes marinhos, 291 de peixes
continentais, 97 de invertebrados aquáticos e 275 de
invertebrados terrestres. [...].
Os anfíbios foram os que mais perderam vegetação
nativa na Amazônia e no Cerrado até 2019, seguido por
lagartos e serpentes, mamíferos e aves. Cerca de 43% do
habitat original dos anfíbios foi perdido e convertido em
outros usos do solo, principalmente pela produção de
soja ou criação de bois. [...].
GORZIZA, Amanda; BUONO, Renata. Biodiversidade em crise. Piauí: 20 fev.
2013. [Adaptado].
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Biodiversidade em crise
Houve um declínio médio de 69% entre 1970 e 2018
nas populações de animais selvagens monitorados pela
WWF em todo o mundo. População é um grupo de
animais que pertencem à mesma espécie, vivendo no
mesmo local em um determinado momento. Portanto, a
alteração na taxa de abundância de 31.821 populações,
representando 5.230 espécies, teve um declínio de 69%
em cinco décadas. [...].
Entre os animais analisados no relatório da WWF,
10% das populações e um quinto das espécies são
brasileiras. A América Latina e o Caribe registraram a
maior diminuição de tamanho das populações de animais
monitorados entre 1970 e 2018, totalizando 94%. Já a
América do Norte, 20%. [...].
Os peixes e as aves representam mais da metade
dos animais sob risco de extinção no Brasil, segundo
levantamento do ICMBio com dados do Ministério do
Meio Ambiente, dos 1.249 animais na lista, são 257
espécies de aves, 59 de anfíbios, 71 de répteis, 102 de
mamíferos, 97 de peixes marinhos, 291 de peixes
continentais, 97 de invertebrados aquáticos e 275 de
invertebrados terrestres. [...].
Os anfíbios foram os que mais perderam vegetação
nativa na Amazônia e no Cerrado até 2019, seguido por
lagartos e serpentes, mamíferos e aves. Cerca de 43% do
habitat original dos anfíbios foi perdido e convertido em
outros usos do solo, principalmente pela produção de
soja ou criação de bois. [...].
GORZIZA, Amanda; BUONO, Renata. Biodiversidade em crise. Piauí: 20 fev.
2013. [Adaptado].
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Texto 1
Biodiversidade em crise
Houve um declínio médio de 69% entre 1970 e 2018
nas populações de animais selvagens monitorados pela
WWF em todo o mundo. População é um grupo de
animais que pertencem à mesma espécie, vivendo no
mesmo local em um determinado momento. Portanto, a
alteração na taxa de abundância de 31.821 populações,
representando 5.230 espécies, teve um declínio de 69%
em cinco décadas. [...].
Entre os animais analisados no relatório da WWF,
10% das populações e um quinto das espécies são
brasileiras. A América Latina e o Caribe registraram a
maior diminuição de tamanho das populações de animais
monitorados entre 1970 e 2018, totalizando 94%. Já a
América do Norte, 20%. [...].
Os peixes e as aves representam mais da metade
dos animais sob risco de extinção no Brasil, segundo
levantamento do ICMBio com dados do Ministério do
Meio Ambiente, dos 1.249 animais na lista, são 257
espécies de aves, 59 de anfíbios, 71 de répteis, 102 de
mamíferos, 97 de peixes marinhos, 291 de peixes
continentais, 97 de invertebrados aquáticos e 275 de
invertebrados terrestres. [...].
Os anfíbios foram os que mais perderam vegetação
nativa na Amazônia e no Cerrado até 2019, seguido por
lagartos e serpentes, mamíferos e aves. Cerca de 43% do
habitat original dos anfíbios foi perdido e convertido em
outros usos do solo, principalmente pela produção de
soja ou criação de bois. [...].
GORZIZA, Amanda; BUONO, Renata. Biodiversidade em crise. Piauí: 20 fev.
2013. [Adaptado].
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2932203
Ano: 2023
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Morrinhos-GO
Provas:
Uma mulher recebe um salário de R$ 5.500,00 por mês, e
resolveu fazer aportes mensais de 24% do seu salário em um
fundo de investimento que possui um rendimento a juros
compostos com taxa de 5,5% ao mês. Após 3 meses, qual
será o valor aproximado que ela terá nesse investimento?
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De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de
Enfermagem, a infração de provocar, ser conivente ou
omisso frente a qualquer forma de violência contra a pessoa,
família e coletividade, tem como pena
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Conforme o Calendário Vacinal do Programa Nacional de
Imunizações (PNI), a composição da vacina trivalente protege
contra
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Qual é a legislação estadual que institui a Política Estadual
de Resíduos Sólidos em Goiás?
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Cadernos
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