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Segundo o PCN de Ciências Naturais, o
desenvolvimento de projetos na escola favorece a
articulação entre saberes de diferentes áreas do
conhecimento, empregados na solução de um dado
problema. (p. 126)
Logo, pode-se afirmar que
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Para o historiador Eduardo França Paiva, [...] as
imagens e a leitura delas podem nos levar e nos auxiliar na
tarefa de melhor compreender nossa história, nosso
comportamento, nossas maneiras de pensar e de agir, enfim,
nossas próprias vidas.
História e Imagens. Belo Horizonte, Autêntica, 2006, p.104
Dessa maneira, a imagem produzida por Debret,
integrante da Missão Artística Francesa, que
documentou aspectos da natureza, do homem e da
sociedade brasileira do início do século XIX, pode ser
utilizada com fins pedagógicos para Provas
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Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a ser ligado ao
construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na
investigação dos processos de aquisição e elaboração de conhecimento pela criança - ou seja, de que modo ela aprende. As
pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos
relacionados à leitura e à escrita.
Disponível em:http://novaescola.org.br/conteudo/338/emilia-ferreiro-estudiosa-que-revolucionou-alfabetizacao. Acesso em: 20 out. 2016. A partir das produções teóricas de Emilia Ferreiro, é possível compreender a escrita infantil. Com base no referencial de Emília Ferreiro, está CORRETA a afirmação contemplada na seguinte alternativa:
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Com relação ao currículo do Ensino Fundamental
com 9 (nove) anos de duração, a Resolução Nº 07 de 14
de dezembro de 2010/CNE/CEB prevê que
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Analise, com base na Lei Nº 12.796 de 04 de abril de
2013 que altera a Lei Nº 9.394 de 20 de dezembro de
1996, as assertivas relacionadas sobre a organização
da Educação Infantil, de acordo com as seguintes
regras comuns:
I. avaliação mediante acompanhamento e registro
do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo
de promoção, exceto para o acesso ao Ensino
Fundamental.
II. carga horária mínima anual de 800 horas,
distribuída por um mínimo de 180 dias de
trabalho educacional.
III. atendimento à criança de, no mínimo, 4 horas
diárias para o tuno parcial e 7 horas para jornada
integral.
Logo, segundo a Lei Nº 12.796 de 04/04/ 2013, estão
contempladas, correta e plenamente, as regras
comuns relacionadas na alternativa
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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola
As escolas das populações do campo, dos povos indígenas e
dos quilombolas, ao contar com a participação ativa das
comunidades locais nas decisões referentes ao currículo,
estarão ampliando as oportunidades de reconhecimento de
seus modos próprios de vida, suas culturas, tradições e
memórias coletivas, como fundamentais para a constituição
da identidade das crianças, adolescentes e adultos.
Parecer Nº11/2010//CNE/CEB
Analise, com base no exposto pelo Parecer Nº
11/2010/CNE/CEB, as seguintes oportunidades a
serem ampliadas: I. valorização dos saberes e do papel dessas populações
na produção de conhecimentos sobre o mundo, seu
ambiente natural e cultural, assim como as práticas
ambientalmente sustentáveis que utilizam.
II. integração das comunidades quilombolas e dos
povos indígenas mediante o acesso ao ensino da
Língua Portuguesa padrão como elemento
importante da reafirmação do pertencimento social.
III. flexibilização, se necessário, do calendário escolar, das
rotinas e atividades, tendo em conta as diferenças
relativas às atividades econômicas e culturais, mantido
o total de horas anuais obrigatórias no currículo.
Portanto, segundo o Parecer Nº11/2010/CNE/CEB ,
as oportunidades de ampliação estão, plena e
corretamente, contempladas na alternativa
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O artigo 9º da Resolução Nº 4 de 13/07/
2010/CNE/CEB expressa que a escola de qualidade
social adota como centralidade o estudante e a
aprendizagem, o que pressupõe o atendimento aos
requisitos a seguir, EXCETO
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Desde o começo, sempre, lá estava a ideologia. E sempre tem estado presente. Muitas vezes, o autor nem tem consciência
dela, e o leitor comum não percebe. Mas nem por isso ela deixa de ser no texto, latente, como uma espécie de lapso
freudiano, que desmascara os motivos inconscientes. Ou talvez mais como um lapso junguiano, já que é cultural e
revela maneiras coletivas de pensar, apontando também para os arquétipos.
Alem do mais, a ideologia de um livro também reflete o conjunto de crenças e opiniões da cultura da época em que o
autor vive. Até recentemente, não se suspeitava da força desse processo. Na verdade, ele só se tornou evidente há muito
pouco tempo, depois do desenvolvimento da psicanálise, do refinamento da crítica textual, do afloramento do orgulho
cultural dos povos e pessoas longamente oprimidos, e do aumento de sensibilidade solidária em relação aos outros,
trazido pelos anos 60, com seu despertar em favor dos direitos das minorias ou de maiorias fracas, sem voz.
Em outras palavras, foi apenas depois de campanhas pelos direitos civis, depois do feminismo, depois da luta dos negros
contra o preconceito e a discriminação, depois da consciência anti-imperialista, depois do movimento verde e de tantas
outras conquistas ideológicas recentes que se tornou evidente que, durante muito tempo, os livros didáticos infantis
vinham moldando os jovens para agirem segundo padrões de comportamento que, frequentemente, eram inadequados,
injustos, imorais e agressivos à dignidade humana.
Dou um exemplo concreto. Sempre gostei muito dos contos das Mil e uma noites, entre as minhas histórias favoritas
desde que eu era pequena. Não foi escrito para crianças, é claro, e é uma dessas obras de adultos que as crianças
adotaram. Li e reli essas histórias muitas vezes, umas mais do que as outras, mas, de qualquer modo, repetidamente com
prazer e encantamento. Mas por uma ou outra razão, nunca as tinha relido depois de adulta. Há dois anos, quando
finalmente mergulhei nessa releitura, fiquei estarrecida com o conteúdo racista e sexista da obra. Mas será que o livro
tinha mudado? Evidentemente, não. Quem mudou fui eu. E só mudei porque a sociedade mudou. Mas, provavelmente,
quando alguém de cultura africana leu esse livro antes, à luz do tratamento vergonhoso que foi inflingido a seu povo
durante séculos, com a sensibilidade apurada pela dor que essa consciência lhe trazia, sem dúvida, detectou com
repugnância e revolta os trechos sobre os escravos negros que eu não conseguia suportar agora em minha releitura. Mas
no meu país, tão devedor à cultura africana havia poucos negros que soubessem ler e tivessem condições de ter acesso a
esses livros. E, mesmo que alguns lá chegassem, ainda era menor o número dos que poderiam verbalizar sua crítica por
escrito e conseguir que ela fosse publicada, de modo que pudessem mostrar aos outros leitores a profundidade dos
preconceitos que jaziam sob a superfície de um clássico desse porte. Igualmente acintoso, aliás, é o tratamento dado por
ele às mulheres e nós líamos sem reparar e sem protestar. Foi preciso que o mundo vivesse uma revolução de
consciência, para que eu conseguisse abrir os olhos e enxergasse tudo isso, envergonhada de minha cegueira anterior.
Quero apenas levantar alguns pontos de natureza mais geral sobre todo esse processo. O primeiro é que já vimos, e
repito apenas para recordar e resumir: não existe objeto escrito que seja ideologicamente inocente. Não dá para esquecer
isso.
O segundo é o seguinte: os livros para crianças são especialmente suscetíveis de serem fortemente usados como veículo
de mensagens ideológicas, porque as crianças não podem se defender, como já dissemos. Mas também porque,
tradicionalmente, esses livros vivem num mundo muito promíscuo, onde são facilmente tocados e molestados por coisas
que não podem ser confundidas com literatura.
MACHADO. Ana Maria. Ideologia e livro infantil. Contracorrente Conversas sobre leitura e política, São Paulo: Ática.
(Texto apresentado no Congresso do IBBY em Sevilla.)
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Quanto à abordagem de diferentes tipos de texto pela
escola, a orientação dos Parâmetros Curriculares
Nacionais (Ciências Naturais, p. 124) indica a
necessidade de que sejam trabalhados textos
informativos desde os anos iniciais do ensino
fundamental.
A afirmação que diverge dessa orientação dos
Parâmetros Curriculares Nacionais está contemplada
na seguinte alternativa :
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Intensificando o processo de inclusão e buscando a
universalização do atendimento, as escolas públicas e
privadas deverão, também, contemplar a melhoria das
condições de acesso e de permanência dos alunos com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades nas classes comuns do ensino regular.
Sobre a questão da Inclusão, o Parecer Nº
11/2010/CNE/CEB expressa que o atendimento
especializado aos alunos da Educação Especial
deverá ser expandido gradativamente, com o apoio
dos órgãos competentes e não substituirá a
escolarização regular, sendo
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