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Foram encontradas 40 questões.

355601 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Conforme estabelece a Lei Orgânica do Município de Nilópolis, compete privativamente ao município
 

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355600 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Nilópolis, analise as assertivas a seguir. I. A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes do Município, obedece exclusivamente aos princípios de legalidade e da moralidade. II. a investidura em cargo ou emprego público depende da aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. III. os cargos em comissão e as funções de confiança devem ser exercidos, preferencialmente, por servidores ocupantes do cargo de carreira técnica ou profissional, nos casos e condições previstas em lei. Portanto, a alternativa que contempla correta e plenamente as assertivas verdadeiras é a seguinte:
 

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355599 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Numa caixa de bombons, a quantidade de bombons crocantes é o triplo da quantidade de bombons de caramelo. Se tirarmos 21 bombons crocantes e acrescentarmos 9 bombons de caramelo à caixa, a quantidade de bombons de cada sabor ficará igual. Então, a quantidade inicial de bombons crocantes e de caramelo, respectivamente, era igual a
 

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355598 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Após decompor o numeral 162.704, usando o princípio multiplicativo, analise as afirmativas a seguir, identificando-as como V(verdadeira) ou F (falsa) dentro de cada parênteses. ( ) Não possui dezenas. ( ) Possui mais de 105 unidades simples. ( ) Possui 4 x 1000 unidades simples. ( ) Pode ser escrito como 162 x 103 + 704 x 100 .
Logo, a ordem correta de preenchimento do parênteses, de cima para baixo, é a seguinte:
 

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355597 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Ser deficiente é privilégio de ser diferente
Uma cena usual no dia a dia de um parampa (que é como os paraplégicos paulistas se denominam, melhorzinho que o metálico chumbado, termo preferido pelos cariocas): num estacionamento, esperando o manobrista número um trazer o carro. Se aproxima o manobrista número dois, olha minha cadeira de rodas, o horizonte, e pergunta na lata: Foi acidente? Olho rápido para a rua e devolvo: Onde? Algum ferido? Melhor chamar uma ambulância! Vocês têm telefone?
Outra cena: numa fila de espera, se aproxima um sujeito, aponta a cadeira de rodas e diz: É duro, né? Minha resposta: Não, é até confortável. Quer experimentar? Mais uma: uma criança brincando pelos corredores de um shopping me vê na cadeira e pergunta: Por que você está na cadeira de rodas? Devolvo: Porque eu quero. E você, por que não está na sua? Já vi crianças me apontando e dizendo para os pais: Quero uma igual àquela! Quando o pai vem se desculpar (e não sei por quê, sempre se desculpar), eu logo interrompo: Compre logo uma para ele. Sem contar os incontáveis comentários tipo Tem que se conformar, O que se pode fazer?, A vida tem dessas coisas...
Peculiar curiosidade essa de saber se um paraplégico é um acidentado ou de nascença. À beira da piscina de um hotel, lá vem o hóspede. Para ao meu lado e solta um Foi acidente?. Antes que eu vem exibisse minha grosseria e impaciência, ele foi avisando: Sou ortopedista. Costumo operar casos como o seu. Aqui na região há muitos motoqueiros que se acidentam... Entramos numa conversa técnica que até poderia render se ele não dissesse, me olhando nos olhos: Jesus cura isso aí.Antes que eu perguntasse o endereço do consultório desse Jesus, ele continuou: Você pode não acreditar, mas já o vi curando muitos iguais a você. Eu não quero ser curado. Eu estou bem assim costuma ser minha resposta que, se não me engano, é verdadeira.
Aliás, Paulo Roberto, paraplégico, professor de filosofia de Brasília, anunciou seu novo enunciado: “Nós não devemos ser curados. Seria um trauma maior que o próprio acidente. Não conseguiríamos reconstruir uma terceira identidade. Não saberíamos administrar nossa falta de diferença. O homem cultural, diferente do homem natural, é aquele que constrói a si próprio, pelo respeito ao que possa ter de igual e de diferente.” Foi minha última e definitiva revelação nesses 13 anos de paraplegia. Se alguém me ouvisse, um dia, nas ruas do centro, dizendo a mim mesmo Que sorte ter ficado paraplégico, não acreditaria. Mas eu disse: Conheço um mundo que poucos conhecem. Sou diferente. Sou um privilegiado.

PAIVA, Marcelo Rubens. Crônicas para ler na escola. Seleção Regina Zilberman. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.
No período [...] Olho rápido para a rua e devolvo: [...], a palavra destacada assume o valor gramatical de um
 

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355596 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Ser deficiente é privilégio de ser diferente
Uma cena usual no dia a dia de um parampa (que é como os paraplégicos paulistas se denominam, melhorzinho que o metálico chumbado, termo preferido pelos cariocas): num estacionamento, esperando o manobrista número um trazer o carro. Se aproxima o manobrista número dois, olha minha cadeira de rodas, o horizonte, e pergunta na lata: Foi acidente? Olho rápido para a rua e devolvo: Onde? Algum ferido? Melhor chamar uma ambulância! Vocês têm telefone?
Outra cena: numa fila de espera, se aproxima um sujeito, aponta a cadeira de rodas e diz: É duro, né? Minha resposta: Não, é até confortável. Quer experimentar? Mais uma: uma criança brincando pelos corredores de um shopping me vê na cadeira e pergunta: Por que você está na cadeira de rodas? Devolvo: Porque eu quero. E você, por que não está na sua? Já vi crianças me apontando e dizendo para os pais: Quero uma igual àquela! Quando o pai vem se desculpar (e não sei por quê, sempre se desculpar), eu logo interrompo: Compre logo uma para ele. Sem contar os incontáveis comentários tipo Tem que se conformar, O que se pode fazer?, A vida tem dessas coisas...
Peculiar curiosidade essa de saber se um paraplégico é um acidentado ou de nascença. À beira da piscina de um hotel, lá vem o hóspede. Para ao meu lado e solta um Foi acidente?. Antes que eu vem exibisse minha grosseria e impaciência, ele foi avisando: Sou ortopedista. Costumo operar casos como o seu. Aqui na região há muitos motoqueiros que se acidentam... Entramos numa conversa técnica que até poderia render se ele não dissesse, me olhando nos olhos: Jesus cura isso aí.Antes que eu perguntasse o endereço do consultório desse Jesus, ele continuou: Você pode não acreditar, mas já o vi curando muitos iguais a você. Eu não quero ser curado. Eu estou bem assim costuma ser minha resposta que, se não me engano, é verdadeira.
Aliás, Paulo Roberto, paraplégico, professor de filosofia de Brasília, anunciou seu novo enunciado: “Nós não devemos ser curados. Seria um trauma maior que o próprio acidente. Não conseguiríamos reconstruir uma terceira identidade. Não saberíamos administrar nossa falta de diferença. O homem cultural, diferente do homem natural, é aquele que constrói a si próprio, pelo respeito ao que possa ter de igual e de diferente.” Foi minha última e definitiva revelação nesses 13 anos de paraplegia. Se alguém me ouvisse, um dia, nas ruas do centro, dizendo a mim mesmo Que sorte ter ficado paraplégico, não acreditaria. Mas eu disse: Conheço um mundo que poucos conhecem. Sou diferente. Sou um privilegiado.

PAIVA, Marcelo Rubens. Crônicas para ler na escola. Seleção Regina Zilberman. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.
Eu não quero ser curado. Eu estou bem assim [...] Caso quiséssemos unir essas duas orações do texto em um período composto, a conjunção apropriada seria
 

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355595 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Ser deficiente é privilégio de ser diferente
Uma cena usual no dia a dia de um parampa (que é como os paraplégicos paulistas se denominam, melhorzinho que o metálico chumbado, termo preferido pelos cariocas): num estacionamento, esperando o manobrista número um trazer o carro. Se aproxima o manobrista número dois, olha minha cadeira de rodas, o horizonte, e pergunta na lata: Foi acidente? Olho rápido para a rua e devolvo: Onde? Algum ferido? Melhor chamar uma ambulância! Vocês têm telefone?
Outra cena: numa fila de espera, se aproxima um sujeito, aponta a cadeira de rodas e diz: É duro, né? Minha resposta: Não, é até confortável. Quer experimentar? Mais uma: uma criança brincando pelos corredores de um shopping me vê na cadeira e pergunta: Por que você está na cadeira de rodas? Devolvo: Porque eu quero. E você, por que não está na sua? Já vi crianças me apontando e dizendo para os pais: Quero uma igual àquela! Quando o pai vem se desculpar (e não sei por quê, sempre se desculpar), eu logo interrompo: Compre logo uma para ele. Sem contar os incontáveis comentários tipo Tem que se conformar, O que se pode fazer?, A vida tem dessas coisas...
Peculiar curiosidade essa de saber se um paraplégico é um acidentado ou de nascença. À beira da piscina de um hotel, lá vem o hóspede. Para ao meu lado e solta um Foi acidente?. Antes que eu vem exibisse minha grosseria e impaciência, ele foi avisando: Sou ortopedista. Costumo operar casos como o seu. Aqui na região há muitos motoqueiros que se acidentam... Entramos numa conversa técnica que até poderia render se ele não dissesse, me olhando nos olhos: Jesus cura isso aí.Antes que eu perguntasse o endereço do consultório desse Jesus, ele continuou: Você pode não acreditar, mas já o vi curando muitos iguais a você. Eu não quero ser curado. Eu estou bem assim costuma ser minha resposta que, se não me engano, é verdadeira.
Aliás, Paulo Roberto, paraplégico, professor de filosofia de Brasília, anunciou seu novo enunciado: “Nós não devemos ser curados. Seria um trauma maior que o próprio acidente. Não conseguiríamos reconstruir uma terceira identidade. Não saberíamos administrar nossa falta de diferença. O homem cultural, diferente do homem natural, é aquele que constrói a si próprio, pelo respeito ao que possa ter de igual e de diferente.” Foi minha última e definitiva revelação nesses 13 anos de paraplegia. Se alguém me ouvisse, um dia, nas ruas do centro, dizendo a mim mesmo Que sorte ter ficado paraplégico, não acreditaria. Mas eu disse: Conheço um mundo que poucos conhecem. Sou diferente. Sou um privilegiado.

PAIVA, Marcelo Rubens. Crônicas para ler na escola. Seleção Regina Zilberman. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.
Quando o pai vem se desculpar [...], eu logo interrompo: [...], a palavra em negrito poderia ser substituída, nesse contexto, por
 

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355594 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Ser deficiente é privilégio de ser diferente
Uma cena usual no dia a dia de um parampa (que é como os paraplégicos paulistas se denominam, melhorzinho que o metálico chumbado, termo preferido pelos cariocas): num estacionamento, esperando o manobrista número um trazer o carro. Se aproxima o manobrista número dois, olha minha cadeira de rodas, o horizonte, e pergunta na lata: Foi acidente? Olho rápido para a rua e devolvo: Onde? Algum ferido? Melhor chamar uma ambulância! Vocês têm telefone?
Outra cena: numa fila de espera, se aproxima um sujeito, aponta a cadeira de rodas e diz: É duro, né? Minha resposta: Não, é até confortável. Quer experimentar? Mais uma: uma criança brincando pelos corredores de um shopping me vê na cadeira e pergunta: Por que você está na cadeira de rodas? Devolvo: Porque eu quero. E você, por que não está na sua? Já vi crianças me apontando e dizendo para os pais: Quero uma igual àquela! Quando o pai vem se desculpar (e não sei por quê, sempre se desculpar), eu logo interrompo: Compre logo uma para ele. Sem contar os incontáveis comentários tipo Tem que se conformar, O que se pode fazer?, A vida tem dessas coisas...
Peculiar curiosidade essa de saber se um paraplégico é um acidentado ou de nascença. À beira da piscina de um hotel, lá vem o hóspede. Para ao meu lado e solta um Foi acidente?. Antes que eu vem exibisse minha grosseria e impaciência, ele foi avisando: Sou ortopedista. Costumo operar casos como o seu. Aqui na região há muitos motoqueiros que se acidentam... Entramos numa conversa técnica que até poderia render se ele não dissesse, me olhando nos olhos: Jesus cura isso aí.Antes que eu perguntasse o endereço do consultório desse Jesus, ele continuou: Você pode não acreditar, mas já o vi curando muitos iguais a você. Eu não quero ser curado. Eu estou bem assim costuma ser minha resposta que, se não me engano, é verdadeira.
Aliás, Paulo Roberto, paraplégico, professor de filosofia de Brasília, anunciou seu novo enunciado: “Nós não devemos ser curados. Seria um trauma maior que o próprio acidente. Não conseguiríamos reconstruir uma terceira identidade. Não saberíamos administrar nossa falta de diferença. O homem cultural, diferente do homem natural, é aquele que constrói a si próprio, pelo respeito ao que possa ter de igual e de diferente.” Foi minha última e definitiva revelação nesses 13 anos de paraplegia. Se alguém me ouvisse, um dia, nas ruas do centro, dizendo a mim mesmo Que sorte ter ficado paraplégico, não acreditaria. Mas eu disse: Conheço um mundo que poucos conhecem. Sou diferente. Sou um privilegiado.

PAIVA, Marcelo Rubens. Crônicas para ler na escola. Seleção Regina Zilberman. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.
Peculiar curiosidade essa de saber se um paraplégico é um acidentado ou “de nascença”.[...] Nesse período, a segunda oração, em relação à primeira, tem uma função
 

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2758970 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Atualmente a internet tem possibilitado o contato de pessoas em diferentes partes do mundo, a qualquer hora. Isso favorece a realização de toda a sorte de intercâmbio para estudos, e trabalho, além de facilitar o contato social entre familiares e amigos. Marcos, que está num país de UTC +7 vai ligar às 20h do dia 11 para Joana, que mora numa localidade de UTC -3.
(UTC – Universal Coordinated Time) Horário mundial ou Tempo Coordenado Universal, também conhecido como tempo civil,. É o fuso horário de referência a partir do qual se calculam todas as outras zonas horárias do mundo. É a hora zero.
Então, Joana estará recebendo a ligação de Marcos nos seguintes dia e hora, respectivamente,
Questão Anulada

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2758969 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Nilópolis-RJ
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Vergnaud (2009) afirma que conceitos não podem ser compreendidos de modo isolado, mas sim a partir de campos conceituais. PNAIC, 2014, caderno nº4, p. 17 Leia as seguintes assertivas: Isso implica considerar que...

(    ) ... conceitos, como por exemplo, de adição e de subtração envolvem e são envolvidos por situações, estruturas de pensamento que se relacionam entre si. (PNAIC, 2014, caderno 4, p. 17)
(    ) ... adição e multiplicação fazem parte do mesmo campo conceitual.
(    ) ... para o desenvolvimento do raciocínio aditivo e multiplicativo é importante propor aos alunos problemas variados. Isso é trabalhar com a resolução de problemas para desenvolver o conceito das operações que envolvem diferentes situações que compõem os campos conceituais.
(    ) ... o raciocínio multiplicativo é diferente do raciocínio aditivo.

Então, indique, entre parênteses, as assertivas falsas com (F) e as verdadeiras com (V). Logo, a ordem correta dos parênteses, lida de cima para baixo, é a seguinte:

Questão Anulada

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