Foram encontradas 504 questões.
Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Usam-se aspas em "fertilizarmos" (linha 9) para chamar a atenção do leitor para:
Provas
Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Possuem o mesmo valor relacional que "desde que" (linha 21) todos os conectivos relacionados em:
Provas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Para marcar lingüisticamente a relação entre "A experiência nos ensina..." (linha 34) e a orientação discursiva dada anteriormente ao parágrafo, o autor poderia ter empregado:
Provas
Hoje o trabalho em creches e pré-escolas conta com uma aprovação social infinitamente maior do que há alguns anos. Nesse momento, os debates apontam para a necessidade de que as creches promovam um tipo de trabalho que:
Provas
Quando se considera o fator prevenção na cozinha e na alimentação de uma creche, leva-se em conta que:
Provas
Falar de educação infantil de qualidade, hoje, é falar de:
Provas
A busca e a opção pela criação coletiva de crianças em instituições de educação infantil, desde o berçário, vêm aumentando muito nos últimos 20 anos, não só junto à população de baixa renda como também junto às camadas mais favorecidas. Essa tendência ocorre por vários fatores. Dois deles são:
Provas
De acordo com a abordagem interacionista, um dos aspectos que devem ser levados em conta pelo educador e que contribui para o sucesso de novas aprendizagens é:
Provas
- Educação InfantilOrganização do tempo e do espaço na educação infantil
- Temas Educacionais Pedagógicos
Muito se tem discutido sobre a rotina no cotidiano das instituições de educação infantil. Sobre ela podese dizer que:
Provas
A nova L.D.B., promulgada em dezembro de 1996, estipula que os profissionais que atuam diretamente junto a crianças de 0 a 6 anos devem ser professores (modalidade normal médio) e/ou ter formação superior. Além dessas formações, é consenso que os educadores devem receber uma formação continuada em seu próprio local de trabalho. A formação em serviço deve:
Provas
Caderno Container