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Foram encontradas 504 questões.

1490099 Ano: 2003
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ

O procedimento correto para limpeza da caixa d'água é:

 

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1490098 Ano: 2003
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ

André foi trabalhar na Fundação Municipal de Educação. Sua tarefa: limpar e arrumar oito salas do 2º andar do prédio. No primeiro dia de trabalho não encontrava produtos de limpeza, vassoura e balde. Resolveu arrumar um espaço para guardar os materiais que usava diariamente e identificou o lugar de cada material com etiquetas. Os procedimentos que André utilizou foram:

 

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1490097 Ano: 2003
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ

São exemplos de animais e insetos que vivem no lixo e transmitem doenças às pessoas:

 

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1490096 Ano: 2003
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ

A higiene pessoal e a boa aparência fazem bem ao funcionário e a todos que estão à volta dele. São cuidados higiênicos que devemos ter diariamente:

 

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1490095 Ano: 2003
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ

hábito de limpeza traz benefícios para a vida de todos. Marque com V (Verdadeiro) ou F (Falso) as afirmativas abaixo que fazem referência aos benefícios da prática da limpeza.

( ) Ambiente de trabalho mais agradável.

( ) Identificação das falhas aparentes nos equipamentos, antes que o problema se agrave.

( ) Melhores condições de saúde.

( ) Diminuição da vida útil dos equipamentos.

A ordem correta, de cima para baixo, é:

 

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1490094 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas


Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Há ERRO na indicação da função sintática do pronome relativo em:

 

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1490093 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas


Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Nem sempre é possível reescrever orações subordinadas desenvolvidas como reduzidas, e viceversa. Em relação às orações abaixo, a instrução de reescrita que NÃO pode ser cumprida é:

 

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1490092 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas


Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Na língua culta, a regência do verbo em destaque, no contexto em que está empregado, é facultativa em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1490091 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:

Leia os textos abaixo e responda às questões propostas


Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Em: "Quando os professores nos limitamos a dar aos alunos temas para redação..." (linhas 6-7), observa-se:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1490090 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:

Leia os textos abaixo e responda às questões propostas


Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Emprega-se afixo para exprimir conteúdo próprio da função emotiva da linguagem em:

 

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