Foram encontradas 504 questões.
O procedimento correto para limpeza da caixa d'água é:
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André foi trabalhar na Fundação Municipal de Educação. Sua tarefa: limpar e arrumar oito salas do 2º andar do prédio. No primeiro dia de trabalho não encontrava produtos de limpeza, vassoura e balde. Resolveu arrumar um espaço para guardar os materiais que usava diariamente e identificou o lugar de cada material com etiquetas. Os procedimentos que André utilizou foram:
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São exemplos de animais e insetos que vivem no lixo e transmitem doenças às pessoas:
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A higiene pessoal e a boa aparência fazem bem ao funcionário e a todos que estão à volta dele. São cuidados higiênicos que devemos ter diariamente:
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hábito de limpeza traz benefícios para a vida de todos. Marque com V (Verdadeiro) ou F (Falso) as afirmativas abaixo que fazem referência aos benefícios da prática da limpeza.
( ) Ambiente de trabalho mais agradável.
( ) Identificação das falhas aparentes nos equipamentos, antes que o problema se agrave.
( ) Melhores condições de saúde.
( ) Diminuição da vida útil dos equipamentos.
A ordem correta, de cima para baixo, é:
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Há ERRO na indicação da função sintática do pronome relativo em:
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Nem sempre é possível reescrever orações subordinadas desenvolvidas como reduzidas, e viceversa. Em relação às orações abaixo, a instrução de reescrita que NÃO pode ser cumprida é:
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Na língua culta, a regência do verbo em destaque, no contexto em que está empregado, é facultativa em:
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Em: "Quando os professores nos limitamos a dar aos alunos temas para redação..." (linhas 6-7), observa-se:
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Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Emprega-se afixo para exprimir conteúdo próprio da função emotiva da linguagem em:
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