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2488323 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Pessoa física; pessoa jurídica: no tocante à prática de condutas lesivas ao meio ambiente, de acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988:

 

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2488295 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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ANTROPOCENO: O TEMPO GEOLÓGICO DO
HOMEM PODE NASCER
A Humanidade se transformou em uma força da natureza tão grande que pode até ter uma época geológica própria: o Antropoceno. Os cientistas debatem quando começou este novo tempo e apontam para meados do século XX, com o nascimento da era atômica.
Ainda vivemos no Holoceno, que começou há 12 mil anos após as últimas glaciações, e cujo clima temperado permitiu aos humanos evoluir e deixar uma marca muito profunda no planeta. Tão profunda que causou extinções e alterou ciclos naturais, e agora se estuda a designação do Antropoceno como escala geológica.
Uma equipe internacional trabalha desde 2009 sobre esse novo conceito e prepara um relatório que será debatido em 2016, em uma reunião da União Internacional de Ciências Geológicas, órgão competente para decidir as idades da Terra.
Khan Zalasiewicz, um paleobiólogo da Universidade de Leicester, no Reino Unido, que dirige o estudo, afirma que o documento irá sugerir que o início da era atômica, em meados de século XX, poderia ser a data de início do Antropoceno. Sua equipe procura evidências do impacto global da Humanidade que possam medir de forma objetiva nos sedimentos e em certos isótopos radioativos libertados pelo homem, sejam testes nucleares ou acidentes como o da central japonesa de Fukushima, como um desses “marcadores”.
“O início da era nuclear é um marco, mas isso não significa que os sinais nucleares sejam mais importantes que outros, mas é por uma razão pragmática, porque podem ser reconhecidos e seguidos”, explica à Agência Efe em Viena durante a reunião anual da União Europeia de Geociências, que termina amanhã.
Outros especialistas propuseram que o Antropoceno começou com a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século XVIII, ou até muito antes, com a aparição da agricultura há 10 mil anos.
O problema é que ambas as datas não constituem fenômenos com impacto global nos sedimentos terrestres. A proliferação de espécies invasoras, a aparição de grandes megalópoles pela explosão demográfica, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera e a acidificação dos oceanos são aspectos da “Grande Aceleração”.
Zalasiewicz assinala que se em um “futuro distante” um geólogo estudasse a pegada da Humanidade do último século sobre o planeta a acharia “tão repentina e profunda quanto o impacto de um asteroide”.
Especialmente preocupante é a acidificação dos oceanos pelo CO2, que prejudica de muitas formas a vida marinha, mas, sobretudo, afeta o desenvolvimento de corais, moluscos e certas formas de fitoplâncton, fundamentais na cadeia trófica.
Zalasiewicz destaca que as cinco extinções maciças, a última há 65 milhões de anos, que acabou com os dinossauros do planeta, estiveram vinculadas à incapacidade dos corais de criar recifes, algo que, se seguir a tendência atual, pode acontecer em “um futuro geológico próximo”.
Para Tony Brown, um paleontólogo e geógrafo físico da Universidade de Southampton, Reino Unido, que também trabalha em outra comissão científica para definir e delimitar o conceito de Antropoceno, vivemos em uma época diferente do Holoceno porque a Humanidade se transformou na maior força de transformação do planeta.
“Os humanos movimentam mais sedimentos no planeta do que os processos naturais, como os rios, por isso não podemos deixar de estudar os humanos como principal agente de transformação”, declarou à imprensa durante a reunião científica em Viena.
John Burrows, um químico atmosférico da Universidade de Bremen, Alemanha, destaca que, além disso, o debate acadêmico e a designação de nosso tempo como Antropoceno podem ajudar a nos conscientizarmos do enorme impacto das nossas ações.
Como exemplo, indicou que a agroindústria de adubos químicos transtornou no último século o ciclo do nitrogênio, e é uma fonte de grande contaminação para os aquíferos e os rios.
(Revista Exame, 02/05/2014.)
“...declarou à imprensa durante a reunião científica em Viena.”
Das alterações feitas na redação do trecho transcrito acima, aquela em que está INCORRETO o emprego do acento indicativo da crase é:
 

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2488145 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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ANTROPOCENO: O TEMPO GEOLÓGICO DO
HOMEM PODE NASCER
A Humanidade se transformou em uma força da natureza tão grande que pode até ter uma época geológica própria: o Antropoceno. Os cientistas debatem quando começou este novo tempo e apontam para meados do século XX, com o nascimento da era atômica.
Ainda vivemos no Holoceno, que começou há 12 mil anos após as últimas glaciações, e cujo clima temperado permitiu aos humanos evoluir e deixar uma marca muito profunda no planeta. Tão profunda que causou extinções e alterou ciclos naturais, e agora se estuda a designação do Antropoceno como escala geológica.
Uma equipe internacional trabalha desde 2009 sobre esse novo conceito e prepara um relatório que será debatido em 2016, em uma reunião da União Internacional de Ciências Geológicas, órgão competente para decidir as idades da Terra.
Khan Zalasiewicz, um paleobiólogo da Universidade de Leicester, no Reino Unido, que dirige o estudo, afirma que o documento irá sugerir que o início da era atômica, em meados de século XX, poderia ser a data de início do Antropoceno. Sua equipe procura evidências do impacto global da Humanidade que possam medir de forma objetiva nos sedimentos e em certos isótopos radioativos libertados pelo homem, sejam testes nucleares ou acidentes como o da central japonesa de Fukushima, como um desses “marcadores”.
“O início da era nuclear é um marco, mas isso não significa que os sinais nucleares sejam mais importantes que outros, mas é por uma razão pragmática, porque podem ser reconhecidos e seguidos”, explica à Agência Efe em Viena durante a reunião anual da União Europeia de Geociências, que termina amanhã.
Outros especialistas propuseram que o Antropoceno começou com a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século XVIII, ou até muito antes, com a aparição da agricultura há 10 mil anos.
O problema é que ambas as datas não constituem fenômenos com impacto global nos sedimentos terrestres. A proliferação de espécies invasoras, a aparição de grandes megalópoles pela explosão demográfica, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera e a acidificação dos oceanos são aspectos da “Grande Aceleração”.
Zalasiewicz assinala que se em um “futuro distante” um geólogo estudasse a pegada da Humanidade do último século sobre o planeta a acharia “tão repentina e profunda quanto o impacto de um asteroide”.
Especialmente preocupante é a acidificação dos oceanos pelo CO2, que prejudica de muitas formas a vida marinha, mas, sobretudo, afeta o desenvolvimento de corais, moluscos e certas formas de fitoplâncton, fundamentais na cadeia trófica.
Zalasiewicz destaca que as cinco extinções maciças, a última há 65 milhões de anos, que acabou com os dinossauros do planeta, estiveram vinculadas à incapacidade dos corais de criar recifes, algo que, se seguir a tendência atual, pode acontecer em “um futuro geológico próximo”.
Para Tony Brown, um paleontólogo e geógrafo físico da Universidade de Southampton, Reino Unido, que também trabalha em outra comissão científica para definir e delimitar o conceito de Antropoceno, vivemos em uma época diferente do Holoceno porque a Humanidade se transformou na maior força de transformação do planeta.
“Os humanos movimentam mais sedimentos no planeta do que os processos naturais, como os rios, por isso não podemos deixar de estudar os humanos como principal agente de transformação”, declarou à imprensa durante a reunião científica em Viena.
John Burrows, um químico atmosférico da Universidade de Bremen, Alemanha, destaca que, além disso, o debate acadêmico e a designação de nosso tempo como Antropoceno podem ajudar a nos conscientizarmos do enorme impacto das nossas ações.
Como exemplo, indicou que a agroindústria de adubos químicos transtornou no último século o ciclo do nitrogênio, e é uma fonte de grande contaminação para os aquíferos e os rios.
(Revista Exame, 02/05/2014.)
“Uma equipe internacional trabalha desde 2009 sobre esse novo conceito e prepara um relatório que será debatido em 2016...”
Das alterações feitas na redação do trecho transcrito acima, houve alteração de sentido em:
 

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2487739 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Em sintonia com as recentes mudanças no cenário nacional e internacional, em que o Estado deixa de ser o provedor absoluto de bens e serviços públicos e o responsável único pela promoção do desenvolvimento econômico e social, passando a adotar estratégias de descentralização, novos atores e arranjos institucionais começam a participar do processo de desenho e implementação de políticas públicas. Nesse contexto, foram criadas as Regiões Integradas de Desenvolvimento – RIDES, como mais uma forma de construção de redes de cooperação.
(Adaptado de: http://www.integracao.gov.br/web/guest/regioes _integradas_rides)
As Regiões Integradas de Desenvolvimento também são regiões metropolitanas que têm como diferencial:
 

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2487655 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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A área geográfica correspondente à Amazônia Legal, de acordo com a Lei nº 12.651/2012, compreende:
 

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2487542 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Em mamíferos, regulação da síntese e da utilização de glicogênio está ligada aos mecanismos reguladores da glicose e do ciclo dos ácidos tricarboxílicos. Um excesso de glicose, refletindo na alta concentração de glicose-6-fosfato, ou um amplo suprimento de outros combustíveis, refletido na alta carga energética, tende a por em ação a:
 

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2487441 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Niterói, o Sistema Municipal de Meio Ambiente é coordenado:

 

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2487360 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Segundo a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, a área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas, é denominada:
 

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2487326 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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A Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA tem como fato gerador:
 

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2487258 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Dentro do Bioma Mata Atlântica, o corte e a supressão de vegetação primária que possua excepcional valor paisagístico, reconhecido pelos órgãos executivos competentes do Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA:
 

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