Foram encontradas 40 questões.
Muito se fala sobre as novidades introduzidas pelo Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) e pelo Novo Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015) no que diz respeito aos mecanismos mais ágeis disponíveis aos usuários da internet para reparar eventuais danos causados pelo uso indevido de imagem e divulgação de conteúdo inverídico, principalmente no âmbito das redes sociais. Dentre estas novidades, destaca-se a tutela antecipada requerida em caráter antecedente (artigo 403 do CPC de 15), por meio da qual é possível obter a cessação imediata da propagação de veiculação indevida da imagem do usuário sem o seu consentimento, o que permite, num segundo momento, após o conteúdo ter sido removido, requerer a indenização pelos danos morais e/ou materiais causados. [...]
Como o direito de imagem é irrenunciável, inalienável, intransmissível, porém disponível, sem a devida autorização/licença de uso de seu titular, não poderá um terceiro fazer uso de imagem que não seja a sua própria. No âmbito das relações havidas por meios eletrônicos, pode-se dizer que ninguém poderá publicar, em um provedor como Facebook ou Instagram, por exemplo, a imagem desautorizada de outro usuário. Não obstante, não é incomum que terceiros se utilizem da imagem desautorizada alheia e, por vezes meramente por desconhecimento da legislação vigente, cometam infrações passíveis de indenização, com reflexos também na esfera criminal.
(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2017-fev-13/leis-recentes-facilitaram-remocao-uso-indevido-imagem-rede. Acesso em: 08/07/23). Fragmento.
( ) No texto em análise, a intertextualidade se estabelece por meio da referência explicita ao texto fonte com o qual dialoga.
( ) Na frase Dentre estas novidades, destaca-se a tutela antecipada requerida em caráter antecedente, a forma verbal destaca-se concorda em número e pessoa com o sujeito a tutela.
( ) Em ... sem a devida autorização/licença de uso de seu titular, não poderá um terceiro fazer uso de imagem que não seja a sua própria, os adjetivos devida e própria concordam em número e gênero com os substantivos autorização e imagem, respectivamente.
( ) No trecho Não obstante, não é incomum que terceiros se utilizem da imagem desautorizada alheia, a locução Não obstante expressa valor concessivo.
Assinale a sequência correta.
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Os algoritmos estão em toda parte. Quando a bolsa sobe ou desce, eles geralmente estão envolvidos.
Segundo dados divulgados em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), robôs
investidores programados para reagir instantaneamente ante determinadas situações são responsáveis por
mais de 40% das decisões de compra e venda no mercado de ações no país – nos Estados Unidos, o
percentual chegou a 70%. O sucesso de uma simples pesquisa no Google depende de uma dessas receitas
escritas em linguagem de programação computacional, que é capaz de filtrar em segundos bilhões de
páginas na web – a importância de uma página, definida por um algoritmo, baseia-se na quantidade e na boa
procedência de links que remetem a ela. [...]
Embora influenciem até mesmo atividades cotidianas prosaicas, como a procura de atalhos no trânsito com a
ajuda de aplicativos de celular, os algoritmos costumam ser vistos como objetos intangíveis pela população
em geral – que sente seus efeitos, mas não conhece ou compreende seu formato e modo de ação. Um
algoritmo nada mais é do que uma sequência de etapas para resolver um problema ou realizar uma tarefa de
forma automática, quer ele tenha apenas uma dezena de linhas de programação ou milhões delas empilhadas
em uma espécie de pergaminho virtual. “É o átomo de qualquer processo computacional”, define o cientista
da computação Roberto Marcondes Cesar Junior, pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística da
Universidade de São Paulo (IME-USP).
Tome-se o exemplo da sequência de passos realizada pelo algoritmo do Facebook. A escolha do que vai
aparecer no feed de notícias de um usuário depende, em primeiro lugar, do conjunto de postagens
produzidas ou que circulam entre os amigos. Em linhas gerais, o algoritmo analisa essas informações,
descarta posts denunciados como de conteúdo violento ou impróprio, os que pareçam spam ou os que
tenham uma linguagem identificada como “caça-cliques”, com exageros de marketing. Por fim, o algoritmo
atribui uma nota para cada uma das publicações com base no histórico da atividade do usuário, tentando
supor o quanto ele seria suscetível a curtir ou compartilhar aquela informação.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-mundo-mediado-por-algoritmos/. Acesso em: 05/07/2022)
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Os algoritmos estão em toda parte. Quando a bolsa sobe ou desce, eles geralmente estão envolvidos.
Segundo dados divulgados em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), robôs
investidores programados para reagir instantaneamente ante determinadas situações são responsáveis por
mais de 40% das decisões de compra e venda no mercado de ações no país – nos Estados Unidos, o
percentual chegou a 70%. O sucesso de uma simples pesquisa no Google depende de uma dessas receitas
escritas em linguagem de programação computacional, que é capaz de filtrar em segundos bilhões de
páginas na web – a importância de uma página, definida por um algoritmo, baseia-se na quantidade e na boa
procedência de links que remetem a ela. [...]
Embora influenciem até mesmo atividades cotidianas prosaicas, como a procura de atalhos no trânsito com a
ajuda de aplicativos de celular, os algoritmos costumam ser vistos como objetos intangíveis pela população
em geral – que sente seus efeitos, mas não conhece ou compreende seu formato e modo de ação. Um
algoritmo nada mais é do que uma sequência de etapas para resolver um problema ou realizar uma tarefa de
forma automática, quer ele tenha apenas uma dezena de linhas de programação ou milhões delas empilhadas
em uma espécie de pergaminho virtual. “É o átomo de qualquer processo computacional”, define o cientista
da computação Roberto Marcondes Cesar Junior, pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística da
Universidade de São Paulo (IME-USP).
Tome-se o exemplo da sequência de passos realizada pelo algoritmo do Facebook. A escolha do que vai
aparecer no feed de notícias de um usuário depende, em primeiro lugar, do conjunto de postagens
produzidas ou que circulam entre os amigos. Em linhas gerais, o algoritmo analisa essas informações,
descarta posts denunciados como de conteúdo violento ou impróprio, os que pareçam spam ou os que
tenham uma linguagem identificada como “caça-cliques”, com exageros de marketing. Por fim, o algoritmo
atribui uma nota para cada uma das publicações com base no histórico da atividade do usuário, tentando
supor o quanto ele seria suscetível a curtir ou compartilhar aquela informação.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-mundo-mediado-por-algoritmos/. Acesso em: 05/07/2022)
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Segundo dados divulgados em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), robôs
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mais de 40% das decisões de compra e venda no mercado de ações no país – nos Estados Unidos, o
percentual chegou a 70%. O sucesso de uma simples pesquisa no Google depende de uma dessas receitas
escritas em linguagem de programação computacional, que é capaz de filtrar em segundos bilhões de
páginas na web – a importância de uma página, definida por um algoritmo, baseia-se na quantidade e na boa
procedência de links que remetem a ela. [...]
Embora influenciem até mesmo atividades cotidianas prosaicas, como a procura de atalhos no trânsito com a
ajuda de aplicativos de celular, os algoritmos costumam ser vistos como objetos intangíveis pela população
em geral – que sente seus efeitos, mas não conhece ou compreende seu formato e modo de ação. Um
algoritmo nada mais é do que uma sequência de etapas para resolver um problema ou realizar uma tarefa de
forma automática, quer ele tenha apenas uma dezena de linhas de programação ou milhões delas empilhadas
em uma espécie de pergaminho virtual. “É o átomo de qualquer processo computacional”, define o cientista
da computação Roberto Marcondes Cesar Junior, pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística da
Universidade de São Paulo (IME-USP).
Tome-se o exemplo da sequência de passos realizada pelo algoritmo do Facebook. A escolha do que vai
aparecer no feed de notícias de um usuário depende, em primeiro lugar, do conjunto de postagens
produzidas ou que circulam entre os amigos. Em linhas gerais, o algoritmo analisa essas informações,
descarta posts denunciados como de conteúdo violento ou impróprio, os que pareçam spam ou os que
tenham uma linguagem identificada como “caça-cliques”, com exageros de marketing. Por fim, o algoritmo
atribui uma nota para cada uma das publicações com base no histórico da atividade do usuário, tentando
supor o quanto ele seria suscetível a curtir ou compartilhar aquela informação.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-mundo-mediado-por-algoritmos/. Acesso em: 05/07/2022)
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Os algoritmos estão em toda parte. Quando a bolsa sobe ou desce, eles geralmente estão envolvidos.
Segundo dados divulgados em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), robôs
investidores programados para reagir instantaneamente ante determinadas situações são responsáveis por
mais de 40% das decisões de compra e venda no mercado de ações no país – nos Estados Unidos, o
percentual chegou a 70%. O sucesso de uma simples pesquisa no Google depende de uma dessas receitas
escritas em linguagem de programação computacional, que é capaz de filtrar em segundos bilhões de
páginas na web – a importância de uma página, definida por um algoritmo, baseia-se na quantidade e na boa
procedência de links que remetem a ela. [...]
Embora influenciem até mesmo atividades cotidianas prosaicas, como a procura de atalhos no trânsito com a
ajuda de aplicativos de celular, os algoritmos costumam ser vistos como objetos intangíveis pela população
em geral – que sente seus efeitos, mas não conhece ou compreende seu formato e modo de ação. Um
algoritmo nada mais é do que uma sequência de etapas para resolver um problema ou realizar uma tarefa de
forma automática, quer ele tenha apenas uma dezena de linhas de programação ou milhões delas empilhadas
em uma espécie de pergaminho virtual. “É o átomo de qualquer processo computacional”, define o cientista
da computação Roberto Marcondes Cesar Junior, pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística da
Universidade de São Paulo (IME-USP).
Tome-se o exemplo da sequência de passos realizada pelo algoritmo do Facebook. A escolha do que vai
aparecer no feed de notícias de um usuário depende, em primeiro lugar, do conjunto de postagens
produzidas ou que circulam entre os amigos. Em linhas gerais, o algoritmo analisa essas informações,
descarta posts denunciados como de conteúdo violento ou impróprio, os que pareçam spam ou os que
tenham uma linguagem identificada como “caça-cliques”, com exageros de marketing. Por fim, o algoritmo
atribui uma nota para cada uma das publicações com base no histórico da atividade do usuário, tentando
supor o quanto ele seria suscetível a curtir ou compartilhar aquela informação.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-mundo-mediado-por-algoritmos/. Acesso em: 05/07/2022)
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Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails, ou a acusar
Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
( ) Em ... encontram aqui pelo menos parte da resposta., o elemento sublinhado faz referência ao contexto situacional.
( ) No terceiro parágrafo, os elementos esse modelo de negócio retomam todas as informações apresentadas no segundo parágrafo, sintetizando-as.
( ) No período ... o Facebook tem mais de 2 bilhões de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso., os elementos referenciais quase isso retomam o trecho 2 bilhões de usuários em todo o mundo, relativizando-o.
( ) A conjunção No entanto estabelece entre o segundo e terceiro parágrafo uma relação de adversidade.
Assinale a sequência correta.
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Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails, ou a acusar
Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
I - No primeiro parágrafo, a forma verbal tagarelar sugere discurso falacioso.
II - Em o Facebook tem mais de 2 bilhões de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso., a segunda vírgula indica a supressão da forma verbal tem.
III - No período Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails , o pronome interrogativo Quem exerce a função de sujeito , e o pronome pessoal oblíquo se, usado para expressar ação reflexiva, exerce a função de objeto indireto da forma verbal pergunta.
IV - Em as informações pesquisadas e verificadas das mídias estabelecidas desaparecem, a forma verbal desaparecem concorda em número e pessoa com o sujeito mídias.
Está correto o que se afirma em
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Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails, ou a acusar
Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
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Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
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A figura abaixo apresenta uma planilha no Microsoft Excel com algumas células preenchidas.

A coluna da esquerda apresenta fórmulas aplicadas na planilha e a da direita, os resultados produzidos por cada uma delas. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1. =SOMASE(A1:B3;"<4") ( ) 66
2. =SOMA(A1;B3) ( ) 11
3. =MÉDIA(A1:B3) ( ) 9
4. =SOMA(A1:B3) ( ) 0
5. =MÉDIA(A1;B3) ( ) 18
Marque a sequência correta.
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