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Assinalar a alternativa que apresenta o uso CORRETO da crase.
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Considerando os sinais de pontuação, analisar os itens.
I. Na frase “Machado de Assis, um dos maiores escritores brasileiros, nasceu no Rio de Janeiro.”, as vírgulas separam um aposto explicativo.
II. Utiliza-se ponto de exclamação após interjeições.
III. Na frase “Para a receita, precisamos de três ingredientes: ovos, farinha e leite.”, os dois pontos apresentam uma enumeração.
Está CORRETO o que se afirma:
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A inclusão da Internet na educação e a cibercultura
O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.
A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.
Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.
Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.
Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.
Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para os vocábulos e trechos destacados, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Em “[...] que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI” (1º parágrafo), não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “na qual”.
( ) Em “[...] mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi [...]” (5º parágrafo), não há prejuízo em se substituir a parte destacada por “ainda que a Internet esteja presente na escola”.
( ) Em “Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão” (4º parágrafo), não há prejuízo em se substituir o termo destacado por “tal”.
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A inclusão da Internet na educação e a cibercultura
O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.
A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.
Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.
Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.
Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.
Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Considerar a frase “cada vez mais pessoas dependem da informação on-line”. Assinalar a alternativa cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado.
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemComparação (Figura de Linguagem)
A inclusão da Internet na educação e a cibercultura
O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.
A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.
Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.
Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.
Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.
Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Assinalar a alternativa cujo trecho do texto traz uma comparação.
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A inclusão da Internet na educação e a cibercultura
O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.
A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.
Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.
Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.
Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.
Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Na passagem “[...] a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.” (5º parágrafo), o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
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A inclusão da Internet na educação e a cibercultura
O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.
A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.
Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.
Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.
Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.
Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Nos trechos “Entidades financeiras [...] dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem” (3º parágrafo) e “Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história [...]” (4º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
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A inclusão da Internet na educação e a cibercultura
O uso da Internet na escola é uma exigência da cibercultura, ou seja, do novo ambiente comunicacional e cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Trata-se de um novo espaço de sociabilidade, organização, informação, conhecimento e educação.
A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico e tecnológico, cuja característica geral não se encontra mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica e como novo modo de produção.
Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada. O número de pessoas cujo trabalho é informar on-line cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver. A economia baseia-se na informação on-line. Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os absorvem e desenvolvem. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e, ao mesmo tempo, como infraestrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto, oferecendo flexibilidade e interatividade, características próprias da Internet.
Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo. Por outro lado, estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Não basta apenas indicar um site para promover essa inclusão.
Assim, mesmo com a Internet presente na escola, a educação pode continuar sendo o que sempre foi: uma mera distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição, sem realmente incorporar as dinâmicas interativas e colaborativas da cibercultura.
Fonte: Portal Ministério da Educação. Adaptado.
Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nonoai-RS
Assinalar a alternativa que apresenta uma ação preventiva no combate à violência urbana.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nonoai-RS
A valorização da diversidade cultural:
I. Permite que as pessoas construam identidades individuais e coletivas mais ricas e diversificadas, sem renunciar a seus hábitos tradicionais.
II. Padroniza práticas culturais para maior aceitação global, favorecendo a exclusão de manifestações culturais minoritárias.
III. Reconhece uma variedade de tradições, crenças, valores, línguas e costumes, enriquecendo a experiência humana e promovendo a tolerância e o respeito.
Está CORRETO o que se afirma:
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