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1723033
Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
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TEXT I
The teaching of English as a foreign language in the context of Brazilian regular schools: a retrospective and prospective view of policies and practices.
(Ricardo Luiz Teixeira de Almeida).
(…) A brief overview of the recent history of ELT in Brazilian regular schools
During the 1970s, the so-called audiolingual method, based on behaviorist and structuralist assumptions, was still considered the only scientific way of teaching a foreign language. Its emphasis on the oral skills and on the exhaustive repetition of structural exercises seemed to work well in the contexts of private language institutes. Those contexts were characterized by the gathering of small numbers of highly motivated students per class, a weekly time-table superior in the number of hours to the one adopted in regular schools, and plenty of audiovisual resources. Questionable in itself, both because of its results (which in time were revealed to be less efficient than believed, especially in terms of fluency) and its theoretical assumptions, the method ended up being adopted by regular schools due to its positive reputation at the time. The failure of the methodology in this context would soon become evident, generating extreme frustration both amongst teachers and students.
From the 1980s on, with the spread of ideas connected to the so-called communicative approach and the growth of English for Specific Purposes (ESP), the community of researchers and teachers interested in the context of regular schools started reviewing the assumptions and logic of English Language Teaching (ELT). Recognizing that each and every school discipline needs to justify its presence in the curriculum socially and educationally, this movement identified the skill of reading as the most relevant one for the students attending the majority of Brazilian regular schools. This understanding was achieved by considering not only the possibility of real use outside school, but also the role this approach could play in the achievement of other educational goals, such as the improvement of student's reading abilities in Portuguese as a mother tongue (MOITA LOPES, 1996)*. This movement reached its climax with the publication of the Brazilian National Curricular Parameters (PCN) for the teaching of foreign languages at basic education level by the end of the 1990s. The document recommended the focus on the teaching of reading within a view of language as discourse. However, it did not close the door on the teaching of any other skill, as long as the context made it possible and relevant.
It is important at this point to clarify a few things about the emergence of this educational policy. First of all, it was not formulated apart from the community of teachers and researchers and then imposed upon them. On the contrary, great names in Brazilian Applied Linguistics, such as Luiz Paulo da Moita Lopes and Maria Antonieta Celani among others, were involved in the formulation of the Parameters. Even more important than that, a lot of teachers, individually or collectively, with or without supervision, were already trying the focus on reading as an alternative to the failure of previous practices before the Parameters were elaborated. Two well-known examples are those from Rio de Janeiro and São Paulo during the late 1980s and early 1990s. In São Paulo, The Catholic University (PUCSP) became a national center for foreign language teacher education, through the development of a Brazilian ESP project focusing on reading (CELANI, 2005)**. In Rio de Janeiro, a discussion conducted by the city educational authorities and the teachers in public schools (concerning the contents and methodology of each school discipline), during the administrations of Saturnino Braga and Marcelo Alencar, led to the proposition that the focus on reading for foreign language teaching reflected the will of most teachers who participated in the discussion.
Another important characteristic of the Parameters that should not be overlooked is their emphasis on teacher's autonomy. This emphasis can be seen clearly in the fact that no content or method is imposed upon the teachers. What one can find are suggestions and relevant information for teachers to make their own decisions, taking into consideration the context within which they work. In other words, the Parameters do not force any teacher to limit their focus on the teaching of reading, if they believe they can go further than that.
In spite of all these positive points, since their publication, it is possible to identify a strong resistance to the focus on reading on the part of many teachers. The reasons for this resistance will be discussed in the following sections of this paper. […] (p.333-334)
*MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Oficina de Lingüística Aplicada: a natureza social e educacional
dos processos de ensino / aprendizagem de línguas. Campinas: Mercado de Letras, 1996.
**CELANI, M. A. Introduction. In: CELANI, M. A. et al. ESP in Brazil: 25 years of evolution and
**CELANI, M. A. Introduction. In: CELANI, M. A. et al. ESP in Brazil: 25 years of evolution and
reflection. Campinas-SP: Mercado de Letras, São Paulo: Educ, 2005. p. 13-26.
(Adapted from: Revista Brasileira de Linguística Aplicada. vol.12. nº.2. Belo Horizonte. Apr./June 2012, p. 331-348. Available at:
(Adapted from: Revista Brasileira de Linguística Aplicada. vol.12. nº.2. Belo Horizonte. Apr./June 2012, p. 331-348. Available at:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-63982012000200006 Accessed on April 15th, 2019)
Answer question according to TEXT I.
Some relevant theoretical assumptions underlying Brazilian National Curricular Parameters (PCN) concerning ELT are:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Feita a leitura das sentenças abaixo, analise as afirmações em torno da sua organização sintática.
Excerto 01
“Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta.”
“Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta.”
Excerto 02
“Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.”
“Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.”
Excerto 03
Esperar alguma atitude vinda de Brasília?
Esperar alguma atitude vinda de Brasília?
I- O uso do verbo “estende” no singular está em harmonia com o sujeito “a gente”.
II- O verbo “vai”, nas duas ocorrências, apresenta o mesmo sujeito.
III- O sujeito do verbo “mexe” tanto quanto do verbo “esperar” é indeterminado conforme a tradição gramatical.
IV- Todos os sujeitos que aparecem nas sentenças acima são compostos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Leia a tirinha e, em seguida, responda ao que se pede.

(<https://www.google.com/search?rlz=1C1PRFI_enBR830BR830&biw=1242&bih=568&tbm=isch&sa=
1&ei=px3LXKDwAqjH5OUPnuiYqAs&q=figuras+de+linguagem+%22> Data de consulta 13/01/19).
O humor do texto é construído por meio do jogo da linguagem. O principal recurso de sentido usado, portanto, foi:
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Uma equação conhecida como Noyes-Whitney (abaixo) foi desenvolvida para definir a dissolução de uma partícula esférica simples.
!$ \large{{dm\over dt}={k_1A(C_s~-~C)\over h}} !$
|
!$ \mathrm{\large{dm\over dt}}\Rightarrow !$ Velocidade de dissolução
k1 !$ \Rightarrow !$ coeficiente de difusão
Cs !$ \Rightarrow !$ concentração de soluto na camada de solução
C !$ \Rightarrow !$ coenctração de soluto na solução
h !$ \Rightarrow !$ espessura da camada de difusão
|
Analise as proposições, tendo por base a equação acima.
I- A velocidade de dissolução é diretamente proporcional à área superficial do sólido dissolvido.
II- Quanto maior for a diferença entre Cs e C, menor será a velocidade de dissolução.
III- A espessura da camada de difusão é inversamente proporcional à velocidade de dissolução.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
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Sobre a “Consulta de Enfermagem”, marque a alternativa que responde CORRETAMENTE, tendo como parâmetro a resolução COFEN 358/2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem nas instituições de Saúde Brasileira:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. B) Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. C) Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. E) Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. A) Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. D) Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Ao mesmo tempo em que demonstra aceitação ao esquema adotado no estabelecimento, a autora da crônica antecipa um possível argumento contrário ao seu ponto de vista. Indique-o:
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Em uma padaria o preço do pão é representado pela função f (x) = 0,2x, onde x representa a quantidade de pães e f (x) o valor a ser pago em reais. Se uma pessoa comprou cinquenta pães, quanto irá pagar?
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Acerca do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro pode-se afirmar que:
I- Trata-se do conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e Instituições públicas Federais, Estaduais e Municipais, da Administração Direta e Indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público.
II- Estão incluídas as Instituições Públicas Federais, Estaduais e Municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.
III- A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter, apenas, suplementar.
IV- São objetivos a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde; a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Leia a charge e em seguida responda ao que se pede:

(Disponível em <(Disponível em <https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=charge+isaura&fr=mcafee&imgurl=http%3A%2 %2Fwww.juniao.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2014%2F08%2FTira_Dona_Isaura_00118_juniao_17_agosto_2014_72.jpg#id=45&iurl=http%3A%2 %2Fwww.juniao.com.br%2Fwp-
content%2Fuploads%2F2013%2F01%2FDP_charge_19_08_2009a72.jpg&action=click> Data da consulta 29/04/19)> Data da consulta 29/04/19)
Estabeleça a relação entre as palavras da primeira coluna e a categoria gramatical correspondente na segunda coluna.
| 1. Muito. | ( ) Adjetivo. |
| 2. Metido. | ( ) Substantivo. |
| 3. Esse. | ( ) Pronome. |
| 4. Bolt. | ( ) Advérbio. |
A sequência de preenchimento CORRETO dos parênteses é:
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A espectrofotometria é o método de análises óptico mais utilizado nas investigações biológicas e físico-químicas. Baseia-se na medida quantitativa da absorção da luz pelas soluções, em que a concentração na solução da substância absorvente é proporcional à quantidade de luz absorvida. Estas medidas são efetuadas por equipamentos denominados espectrofotômetros.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Espectrofotometria, acessado em 06 de maio de 2019.
Sabe-se, pois, que a lei Beer-Lamber pode ser representada pela equação a seguir:
!$ \mathrm{Abs=\varepsilon~1~C} !$
|
Abs !$ \Rightarrow !$ absorbância
!$ \varepsilon\Rightarrow !$ coeficiente de extinção molar
1 !$ \Rightarrow !$ caminho óptico
C !$ \Rightarrow !$ concentração da amostra
|
Analise as proposições abaixo acerca do doseamento/quantificação de insumos farmacêuticos ativos (IFA):
I- O caminho óptico não tem interferência na absorbância, pois é sempre o mesmo (1 cm) e corresponde ao tamanho da cubeta de análise.
II- Quanto maior for a concentração do IFA, maior será a absorbância na análise espectrofotométrica.
III- O coeficiente de extinção molar é uma propriedade intrínseca das substâncias.
É CORRETO o que se afirma em:
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