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Foram encontradas 270 questões.

1576004 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
A autora inicia a crônica nos contando que foi em Praga que surgiu o hábito do café “pendente”, que consiste em:
 

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Se V representa a verdade e F a falsidade, analise os valores lógicos ocultos da última coluna da tabela-verdade abaixo.
P Q R S !$ P\rightarrow Q\lor R\leftrightarrow S\land\sim P\rightarrow R\ !$
V V F V
F V F F
V F F F F
F F V V
V F V F
F V F V
Indique a alternativa que responde CORRETAMENTE:
 

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1543799 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto que segue para responder à questão.
Enunciado 1543799-1
(<https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=AwrJ7JnExcVcWZ8ApwPz6Qt.;_ylu=X3oDMTByMjB0aG5zBGNvbG8
?p=charge+dona+isauraTira_Dona_Isaura_00124_juniao_27_agosto_2014_72.jpg&action=click> Data da consulta 23/01/19)
Comprar bonde
1 Bras. Gír. Ser enganado em negócio; cair no conto do vigário.
Pegar o bonde andando
1 Bras. Pop. Entrar em conversa sem saber o que se falou antes, chegar em algum evento depois de este ter começado.
Tocar o bonde
1 Bras. Pop. Seguir com o trabalho, programa, projeto, atividade etc.
Tomar o bonde errado
1 Bras. Gír. Enganar-se (por ter mal avaliado) ao entrar em negócio, atividade etc., e com isso ter mau resultado.
(Disponível em <http://www.aulete.com.br/bonde> Data da consulta 21/01/19)
I- as expressões “comprar bonde”, “pegar o bonde andando”, “tocar o bonde” e “tomar o bonde errado” são expressões resultantes de variação linguística, empregadas pelos falantes em situações do dia a dia, marcadas por uma época e pelo grupo social de que fazem parte.
II- as expressões em destaque são gírias que devem ser evitadas em qualquer situação comunicativa.
III- as expressões em destaque marcam a língua coloquial, ou seja, trata-se de uma variante formal, utilizada nas relações cotidianas entre os falantes.
IV- o emprego de gírias só é aceitável entre falantes sem escolarização.
A proposição que completa o enunciado está indicada na alternativa:
 

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1540377 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Nessa crônica, a autora, com base em uma experiência, expõe ao leitor:
 

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A Paraíba é uma das 27 Unidades Federativas do Brasil, considerada uma das mais pobres e composta por 223 munícipios. O município mais populoso do Estado que tem no turismo uma das suas principais fontes de renda é:

 

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Classifique cada uma das afirmativas a seguir como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) Chama-se de conjunção de duas proposições p e q a proposição cujo valor lógico é a verdade quando as proposições p e q são ambas verdadeiras e a falsidade nos demais casos.
( ) A bicondicional !$ p\leftrightarrow q !$ e a conjunção !$ (p\rightarrow q)\land(q\rightarrow p) !$ são proposições compostas equivalentes.
( ) Se T é uma tautologia e C é uma contradição, então a disjunção PC é uma contingência.
( ) O Princípio da Identidade diz que uma proposição não pode ser simultaneamente verdadeira e falsa.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:
 

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A República Federativa do Brasil é um país que abriga três poderes que atuam de forma independente.
Associe as duas colunas, relacionando os poderes instituídos a algumas de suas respectivas funções.
1 - Poder Executivo ( ) Criar e aprovar leis em benefício da população e fiscalizar as medidas e ações do Poder Executivo.
2 - Poder Legislativo ( ) Administrar o governo e sancionar leis aprovadas pelo Congresso Nacional.
3 - Poder Judiciário ( ) Garantir o cumprimento das leis no país e o respeito à Constituição.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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1520028 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Provas:
TEXT V
Strategic behavior in digital reading in English as a second/foreign language: a literature review
(Juliana do Amaral, Marília Camponogara Torres, Lêda Maria Braga Tomitch).
“[...] It is essential that teachers acknowledge the fact that reading hypertexts is a more cognitively demanding process which requires skills such as navigating through hyperlinks and constructing meaning from multiple sources. Besides, teachers need to develop students’ awareness when reading digital texts by showing them that the strategies employed in this space might be borrowed from traditional forms of reading, but, many times, should be selected from a pool of specific strategies that are unique to the digital environment. In this way, fostering the students’ metacognition in reading in a second/foreign language is essential to improve their competence as readers of both printed and digital texts.” (p. 143)
Choose the correct information according to the text.
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
TEXTO 7
Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade.
O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos. Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos. (III) De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6% da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito. A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos, enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de reprodução do capital. Como afirma Harvey:
O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades (…) (IV) O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente (II), quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital. (I) (HARVEY, 2011, p. 1).
Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”. (HARVEY, 2013, p. 43).
Releia o texto e analise as proposições seguintes:
I- A oração: “Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital.”, é conclusiva em relação às anteriores, visto que arremata o ponto de vista defendido pelo autor.
II- No período: “O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente”, a segunda oração apresenta uma relação sintática de consequência em relação à primeira.
III- Em “Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos.”, a oração destacada introduz uma relação sintática de temporalidade.
IV- No período: “O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades (...)”, a oração destacada em negrito é explicativa em relação à oração anterior.
Quanto às relações sintáticas entre as orações do referido trecho, é CORRETO o que se afirma em:
 

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1509153 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
No trecho “A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de café do próximo”, o sujeito do verbo adotar é:
 

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