Foram encontradas 40 questões.
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa
CORRETA:
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Considerando-se o uso dos porquês, numerar a 2ª coluna
de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que
apresenta a sequência CORRETA:
(1) Por quê
(2) Por que
(3) Porque
(_) você contou isso a ele?
(_) Ele sorriu sabia que estava sendo observado.
(_) Não menti, ?
(1) Por quê
(2) Por que
(3) Porque
(_) você contou isso a ele?
(_) Ele sorriu sabia que estava sendo observado.
(_) Não menti, ?
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Quanto à presença de conjunção ou locução conjuntiva
do tipo aditiva, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação ao uso da crase, assinalar a alternativa
CORRETA:
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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