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Os avanços da tecnologia e seus impactos na educação
Vivemos em tempos de rápidas mudanças e evoluções tecnológicas que impactam de forma significativa as mais diversas
esferas da sociedade, entre elas a educação. Utilizada com sabedoria, ela nos permite adquirir novos conhecimentos e
potencializa o aprendizado ao longo da vida.
Para entender o impacto da tecnologia e de seus avanços no setor educacional, não precisamos olhar muito longe. Muitos
de nós, ao cursar o ensino básico e/ou superior, dependíamos de livros físicos e enciclopédias para realizarmos pesquisas e
consultas. Hoje, com um simples toque no celular, estudantes têm acesso a uma infinidade de conteúdos, artigos, vídeos
explicativos e inúmeros recursos em questão de segundos. Essa facilidade e praticidade inovaram a forma de estudar,
principalmente a partir da Geração Z, e trouxeram ainda mais possibilidades de explorar e se aprofundar em incontáveis tópicos
que serão vistos pela Geração Alfa e posteriores.
Uma das maiores críticas relacionadas ao uso desse sistema para o aprendizado se diz respeito à falta de moderação na
consulta por parte dos estudantes. Ou seja, as ferramentas que deveriam ser utilizadas como uma forma de orientação e
ampliação de conhecimento muitas vezes são recorridas para cópia de textos e respostas sem qualquer intenção de real análise
crítica e/ou absorção de conhecimento. No entanto, limitar esse problema à tecnologia seria uma ideia equivocada, uma vez
que plagiar um conteúdo não é algo novo, a única diferença é a facilidade com que isso pode ser feito por meio do uso de
Inteligência Artificial. Por outro lado, esses mesmos avanços tecnológicos foram responsáveis por democratizar e ampliar o
acesso a informações didáticas sobre as incontáveis áreas do conhecimento.
Incorporar esses recursos em aula mostrou-se muito mais eficiente para a aprendizagem, ao passo em que proporciona
mais interatividade, autonomia e variedade de metodologias para os estudantes, o que beneficia a experiência individual dos
mesmos e aumenta sua produtividade em sala de aula.
Atualmente, existem até mesmo grupos e comunidades em redes sociais voltadas para os estudos e para o aprendizado.
Internautas utilizam desses espaços digitais para trocarem conhecimentos, tirarem dúvidas entre si, compartilharem técnicas
para melhor aproveitamento, superando barreiras geográficas e sociais. Tal possibilidade, se imaginada três décadas atrás, seria
vista como um cenário praticamente utópico e transformador para a esfera educacional. Hoje, a vivenciamos em tempo real.
Por que não aproveitar dessa realidade em todo o seu potencial?
Foi esse um dos questionamentos que motivaram a criação da Workalove, com a missão de guiar as instituições de ensino
a explorarem a riqueza de seus dados e conexões, por meio de uma plataforma que serve como um elo entre elas, estudantes
e empresas. Com toda tecnologia utilizada, é possível criar um ambiente em que as tendências do mercado de trabalho sejam
aplicadas em sala de aula, preparando de forma mais efetiva o aluno para sua carreira profissional, já que a porta ainda é
estreita para a inserção dos jovens no mercado de trabalho.
À medida que o estudante alimenta a plataforma com dados específicos, os algoritmos aprendem sobre a personalidade,
interesses e valores, para que as instituições recomendem não só os cursos mais alinhados ao perfil dele, mas também as
atividades extracurriculares que irão aumentar o potencial de empregabilidade para este usuário. Toda essa inteligência
contribui não somente para um programa completo de desenvolvimento de carreira, mas com autoconhecimento, mentoria,
networking, curadoria de conteúdos, recomendações das vagas públicas e privadas, acadêmicas e empreendedoras que se
enquadram ao candidato.
Atualmente, mais de 1 milhão e 300 mil estudantes estão sendo impactados pela cultura de carreira da Workalove e os
frutos desse processo serão colhidos por toda a sociedade, que poderá contar com profissionais capacitados e atualizados. Aliar
a tecnologia à educação, portanto, traz benefícios que incluem e não se limitam à aprendizagem, mas também aos resultados
e, principalmente, ao futuro.
(Fernanda Verdolin. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/os-avancos-da-tecnologia-e-seus-impactos-na-educacao/.Acesso em: 30/01/2024.)
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Os avanços da tecnologia e seus impactos na educação
Vivemos em tempos de rápidas mudanças e evoluções tecnológicas que impactam de forma significativa as mais diversas
esferas da sociedade, entre elas a educação. Utilizada com sabedoria, ela nos permite adquirir novos conhecimentos e
potencializa o aprendizado ao longo da vida.
Para entender o impacto da tecnologia e de seus avanços no setor educacional, não precisamos olhar muito longe. Muitos
de nós, ao cursar o ensino básico e/ou superior, dependíamos de livros físicos e enciclopédias para realizarmos pesquisas e
consultas. Hoje, com um simples toque no celular, estudantes têm acesso a uma infinidade de conteúdos, artigos, vídeos
explicativos e inúmeros recursos em questão de segundos. Essa facilidade e praticidade inovaram a forma de estudar,
principalmente a partir da Geração Z, e trouxeram ainda mais possibilidades de explorar e se aprofundar em incontáveis tópicos
que serão vistos pela Geração Alfa e posteriores.
Uma das maiores críticas relacionadas ao uso desse sistema para o aprendizado se diz respeito à falta de moderação na
consulta por parte dos estudantes. Ou seja, as ferramentas que deveriam ser utilizadas como uma forma de orientação e
ampliação de conhecimento muitas vezes são recorridas para cópia de textos e respostas sem qualquer intenção de real análise
crítica e/ou absorção de conhecimento. No entanto, limitar esse problema à tecnologia seria uma ideia equivocada, uma vez
que plagiar um conteúdo não é algo novo, a única diferença é a facilidade com que isso pode ser feito por meio do uso de
Inteligência Artificial. Por outro lado, esses mesmos avanços tecnológicos foram responsáveis por democratizar e ampliar o
acesso a informações didáticas sobre as incontáveis áreas do conhecimento.
Incorporar esses recursos em aula mostrou-se muito mais eficiente para a aprendizagem, ao passo em que proporciona
mais interatividade, autonomia e variedade de metodologias para os estudantes, o que beneficia a experiência individual dos
mesmos e aumenta sua produtividade em sala de aula.
Atualmente, existem até mesmo grupos e comunidades em redes sociais voltadas para os estudos e para o aprendizado.
Internautas utilizam desses espaços digitais para trocarem conhecimentos, tirarem dúvidas entre si, compartilharem técnicas
para melhor aproveitamento, superando barreiras geográficas e sociais. Tal possibilidade, se imaginada três décadas atrás, seria
vista como um cenário praticamente utópico e transformador para a esfera educacional. Hoje, a vivenciamos em tempo real.
Por que não aproveitar dessa realidade em todo o seu potencial?
Foi esse um dos questionamentos que motivaram a criação da Workalove, com a missão de guiar as instituições de ensino
a explorarem a riqueza de seus dados e conexões, por meio de uma plataforma que serve como um elo entre elas, estudantes
e empresas. Com toda tecnologia utilizada, é possível criar um ambiente em que as tendências do mercado de trabalho sejam
aplicadas em sala de aula, preparando de forma mais efetiva o aluno para sua carreira profissional, já que a porta ainda é
estreita para a inserção dos jovens no mercado de trabalho.
À medida que o estudante alimenta a plataforma com dados específicos, os algoritmos aprendem sobre a personalidade,
interesses e valores, para que as instituições recomendem não só os cursos mais alinhados ao perfil dele, mas também as
atividades extracurriculares que irão aumentar o potencial de empregabilidade para este usuário. Toda essa inteligência
contribui não somente para um programa completo de desenvolvimento de carreira, mas com autoconhecimento, mentoria,
networking, curadoria de conteúdos, recomendações das vagas públicas e privadas, acadêmicas e empreendedoras que se
enquadram ao candidato.
Atualmente, mais de 1 milhão e 300 mil estudantes estão sendo impactados pela cultura de carreira da Workalove e os
frutos desse processo serão colhidos por toda a sociedade, que poderá contar com profissionais capacitados e atualizados. Aliar
a tecnologia à educação, portanto, traz benefícios que incluem e não se limitam à aprendizagem, mas também aos resultados
e, principalmente, ao futuro.
(Fernanda Verdolin. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/os-avancos-da-tecnologia-e-seus-impactos-na-educacao/.Acesso em: 30/01/2024.)
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Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito
O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
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Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito
O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
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O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
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O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
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Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito
O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
I. O capacitismo é uma herança cultural. II. A nova legislação se restringe a crimes praticados virtualmente. III. O bullying se tornou uma prática corriqueira que se limita ao ambiente. IV. O capacitismo e o bullying são conceitos diferentes, mas um pode estimular a prática do outro.
Está correto o que se afirma apenas em
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A educação é reconhecida no âmbito internacional como um direito humano, positivado constitucionalmente no âmbito nacional, vinculado aos ideais de fortalecimento da democracia, da Justiça Social, da igualdade e do trabalho. A Declaração Universal
dos Direitos Humanos, de 1948, partiu do pressuposto de que somente através do “ensino e da educação” será possível a
promoção do respeito aos direitos e liberdade por ela proclamados. A educação no Brasil é composta pela educação básica, que
compreende a educação infantil, ensino fundamental e médio e a educação superior. O dever do Estado com a educação será
efetivado, nos termos da Constituição Federal de 1988 e Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB); analise as afirmativas a
seguir.
I. Educação básica: obrigatória e gratuita de zero a dezessete anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria.
II. Educação infantil, em creche e pré-escola: às crianças até cinco anos de idade de forma gratuita.
III. Aluno com deficiência: atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
IV. Ensino noturno regular: oferta adequada às condições do educando.
V. Programas suplementares: atendimento ao educando, no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Educação básica: obrigatória e gratuita de zero a dezessete anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria.
II. Educação infantil, em creche e pré-escola: às crianças até cinco anos de idade de forma gratuita.
III. Aluno com deficiência: atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
IV. Ensino noturno regular: oferta adequada às condições do educando.
V. Programas suplementares: atendimento ao educando, no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.
Está correto o que se afirma apenas em
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Considerando a hierarquia de memória do computador, a memória cache é fundamental para o funcionamento do computador. Em relação às características do funcionamento da memória cache, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para
as falsas.
( ) É uma memória volátil.
( ) Tem como função reduzir o tempo de acesso à memória principal, que é mais lenta em comparação com a CPU.
( ) Pode ter diferentes níveis, denominados L1 (cache de primeiro nível); L2 (cache de segundo nível); e, L3 (cache de terceiro nível).
( ) Cada nível tem sua própria hierarquia e tamanho; a L1 é a mais rápida e menor e a L3 é a mais lenta e maior entre elas.
A sequência está correta em
( ) É uma memória volátil.
( ) Tem como função reduzir o tempo de acesso à memória principal, que é mais lenta em comparação com a CPU.
( ) Pode ter diferentes níveis, denominados L1 (cache de primeiro nível); L2 (cache de segundo nível); e, L3 (cache de terceiro nível).
( ) Cada nível tem sua própria hierarquia e tamanho; a L1 é a mais rápida e menor e a L3 é a mais lenta e maior entre elas.
A sequência está correta em
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Para organizar as bodas de ouro dos seus pais, quatro tarefas distintas, denominadas de A a D, foram distribuídas aos filhos
Roberto, Suzano e Tércia. Considere que cada filho pode receber, no máximo, quatro tarefas e a tarefa B não pode ser designada
a Roberto. De acordo com essas restrições, o número de maneiras distintas de distribuição dessas tarefas entre os quatro filhos
é:
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