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VÍDEO: juiz federal alagoano viraliza nas redes por leveza e bom-humor nas audiências
No Instagram, Kleiton Ferreira compartilha o seu conteúdo com mais de 200 mil seguidores.
Um juiz federal alagoano tem viralizado nas redes sociais pelo modo bem-humorado como conduz as audiências. Kleiton Ferreira nasceu em Arapiraca, Agreste de Alagoas, mas atua fora do estado. No Instagram, ele compartilha seu conteúdo para mais de 200 mil seguidores.
O juiz fala sobre assuntos sérios com linguagem simples e bem-humorada e assim tem conquistado os seguidores. Os vídeos compartilhados por ele mostram trechos das audiências, onde Kleiton brinca para deixar todos confortáveis.
Em um desses momentos, o juiz alagoano questiona a aposentadoria negada pelo INSS a um homem que trabalhou a vida toda na roça, mas tem em seu histórico o trabalho como jogador de futebol profissional.
(Em: g1 AL 05/10/2023.)
Considerando o texto – e contexto – anterior, pode-se afirmar que a caracterização do estabelecimento da comunicação relatada referente à fala do juiz com uma “linguagem simples”, do ponto de vista da linguagem, pode ser relacionado à(ao):
No Instagram, Kleiton Ferreira compartilha o seu conteúdo com mais de 200 mil seguidores.
Um juiz federal alagoano tem viralizado nas redes sociais pelo modo bem-humorado como conduz as audiências. Kleiton Ferreira nasceu em Arapiraca, Agreste de Alagoas, mas atua fora do estado. No Instagram, ele compartilha seu conteúdo para mais de 200 mil seguidores.
O juiz fala sobre assuntos sérios com linguagem simples e bem-humorada e assim tem conquistado os seguidores. Os vídeos compartilhados por ele mostram trechos das audiências, onde Kleiton brinca para deixar todos confortáveis.
Em um desses momentos, o juiz alagoano questiona a aposentadoria negada pelo INSS a um homem que trabalhou a vida toda na roça, mas tem em seu histórico o trabalho como jogador de futebol profissional.
(Em: g1 AL 05/10/2023.)
Considerando o texto – e contexto – anterior, pode-se afirmar que a caracterização do estabelecimento da comunicação relatada referente à fala do juiz com uma “linguagem simples”, do ponto de vista da linguagem, pode ser relacionado à(ao):
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Considerando-se o desenvolvimento do saber léxico-gramatical nas aulas de Língua Portuguesa, assim como sua relevância
no contexto de conhecimento e uso da língua, assinale a afirmativa correta.
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A partir das definições e associações relacionadas a dois tipos de gramática: descritiva e normativa; relacione adequadamente as
colunas a seguir.
1.Gramática descritiva. 2.Gramática normativa.
( ) Natureza científica. ( ) Finalidade pedagógica. ( ) Registro do sistema linguístico em todos os seus aspectos. ( ) Escrita segundo uso e autoridade de escritores, gramáticos e dicionaristas.
A sequência está correta em
1.Gramática descritiva. 2.Gramática normativa.
( ) Natureza científica. ( ) Finalidade pedagógica. ( ) Registro do sistema linguístico em todos os seus aspectos. ( ) Escrita segundo uso e autoridade de escritores, gramáticos e dicionaristas.
A sequência está correta em
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A literatura como ferramenta, ontem e hoje
Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface
entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias
gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao
Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.
Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade
dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter
finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a
centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da
escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.
Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é
simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que
coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)
Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a
década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa
década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em
características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.
Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma
espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além
disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas
literárias, com suas características próprias e engessadas.
Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais
que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros
didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um
direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).
(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
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A literatura como ferramenta, ontem e hoje
Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface
entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias
gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao
Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.
Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade
dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter
finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a
centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da
escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.
Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é
simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que
coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)
Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a
década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa
década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em
características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.
Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma
espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além
disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas
literárias, com suas características próprias e engessadas.
Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais
que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros
didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um
direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).
(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
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A literatura como ferramenta, ontem e hoje
Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface
entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias
gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao
Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.
Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade
dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter
finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a
centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da
escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.
Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é
simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que
coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)
Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a
década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa
década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em
características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.
Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma
espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além
disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas
literárias, com suas características próprias e engessadas.
Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais
que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros
didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um
direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).
(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
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A literatura como ferramenta, ontem e hoje
Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface
entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias
gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao
Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.
Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade
dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter
finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a
centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da
escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.
Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é
simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que
coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)
Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a
década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa
década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em
características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.
Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma
espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além
disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas
literárias, com suas características próprias e engessadas.
Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais
que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros
didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um
direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).
(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
I. Educação. II. Educativa. III. Escola. IV. Estudo.
Completam corretamente o enunciado o que se afirma em
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A literatura como ferramenta, ontem e hoje
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entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias
gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao
Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.
Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade
dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter
finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a
centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da
escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.
Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é
simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que
coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)
Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a
década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa
década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em
características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.
Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma
espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além
disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas
literárias, com suas características próprias e engessadas.
Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais
que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros
didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um
direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).
(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
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3202079
Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Provas:
Taking the meme’s verbal and nonverbal clues into account, it is possible to assert that:

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3202078
Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
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A teacher presented students two groups of words with the didactic aim of introducing questions to guide students’
observations and insights. Choose the item displaying the criterion that justifies the teacher’s word choice in both groups.
GROUP 1
taller-smaller-higher-fancier-wider-harder-closer-fatter
GROUP 2
lawyer-teacher-runner-engineer-driver-waiter-swimmer
GROUP 1
taller-smaller-higher-fancier-wider-harder-closer-fatter
GROUP 2
lawyer-teacher-runner-engineer-driver-waiter-swimmer
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