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Felicidade em excesso pode fazer mal
Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais
procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.
Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de
autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções
positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida – os três pilares da felicidade. No entanto, essa história
também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não.
Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes.
Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E
encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas
em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de
sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.
Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito
autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social.
O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a
felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço
que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis,
essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação
em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A
tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
(Superinteressante. June Gruber. Em: janeiro de 2012.)
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Felicidade em excesso pode fazer mal
Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais
procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.
Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de
autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções
positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida – os três pilares da felicidade. No entanto, essa história
também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não.
Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes.
Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E
encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas
em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de
sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.
Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito
autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social.
O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a
felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço
que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis,
essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação
em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A
tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
(Superinteressante. June Gruber. Em: janeiro de 2012.)
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Felicidade em excesso pode fazer mal
Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais
procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.
Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de
autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções
positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida – os três pilares da felicidade. No entanto, essa história
também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não.
Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes.
Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E
encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas
em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de
sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.
Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito
autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social.
O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a
felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço
que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis,
essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação
em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A
tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
(Superinteressante. June Gruber. Em: janeiro de 2012.)
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Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais
procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.
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autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções
positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida – os três pilares da felicidade. No entanto, essa história
também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não.
Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes.
Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E
encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas
em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de
sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.
Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito
autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social.
O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.
A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a
felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço
que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis,
essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação
em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A
tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.
Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
(Superinteressante. June Gruber. Em: janeiro de 2012.)
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O Conselho Federal de Psicologia produziu vários documentos norteadores para a atuação do psicólogo escolar. Dentre eselestes,
encontram-se as Referências Técnicas para Atuação de Psicólogos na Educação Básica. De acordo com tais referências, a construção
de projetos pedagógicos da escola desenvolve sua prática a partir desse documento e que a dimensão política do projeto
pedagógico refere-se a valores e metas, que permeiam o conjunto de práticas na escola. Sobre o trabalho do psicólogo e o
projeto pedagógico da escola, assinale a afirmativa correta.
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3201852
Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
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O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é considerado o maior símbolo dessa nova forma de se tratar a infância e a
adolescência no país; pode-se dizer que o ECA inovou ao trazer a proteção integral, na qual crianças e adolescentes são vistos
como sujeitos de direitos, em condição peculiar de desenvolvimento e com prioridade absoluta.
(Brasil, ECA 1990.)
Sobre as contribuições do ECA na garantia dos modos de tratamento da infância e adolescência, analise as afirmativas a seguir.
I. O ECA possibilitou a reafirmação da responsabilidade da família, sociedade e Estado de garantir as condições para o pleno desenvolvimento dessa população, além de colocá-la a salvo de toda a forma de discriminação, exploração e violência.
II. Para garantir a efetivação da proteção integral, governo e sociedade civil trabalham em conjunto por meio dos conselhos municipais, estaduais, distrital e nacional dos direitos da criança e do adolescente.
III. O ECA é fruto de uma construção coletiva, que envolveu parlamentares, governo, movimentos sociais, pesquisadores, instituições de defesa dos direitos da criança e do adolescente, organismos internacionais, instituições e lideranças religiosas, dentre outros atores.
IV. Os avanços preconizados na Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas trouxeram o caminho para se concretizar o Art. 227 da Constituição Federal, que determinou que os direitos e garantias fundamentais às crianças e adolescentes; foi incorporado a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Está correto o que se afirma em
(Brasil, ECA 1990.)
Sobre as contribuições do ECA na garantia dos modos de tratamento da infância e adolescência, analise as afirmativas a seguir.
I. O ECA possibilitou a reafirmação da responsabilidade da família, sociedade e Estado de garantir as condições para o pleno desenvolvimento dessa população, além de colocá-la a salvo de toda a forma de discriminação, exploração e violência.
II. Para garantir a efetivação da proteção integral, governo e sociedade civil trabalham em conjunto por meio dos conselhos municipais, estaduais, distrital e nacional dos direitos da criança e do adolescente.
III. O ECA é fruto de uma construção coletiva, que envolveu parlamentares, governo, movimentos sociais, pesquisadores, instituições de defesa dos direitos da criança e do adolescente, organismos internacionais, instituições e lideranças religiosas, dentre outros atores.
IV. Os avanços preconizados na Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas trouxeram o caminho para se concretizar o Art. 227 da Constituição Federal, que determinou que os direitos e garantias fundamentais às crianças e adolescentes; foi incorporado a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Está correto o que se afirma em
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No que se refere às funções de avalição da aprendizagem é importante ressaltar que essa avaliação permite o julgamento e,
consequentemente, a classificação; contudo, essa não é a sua função constitutiva.
(Luckesi, 2005.)
Sobre as funções da avaliação de aprendizagem, assinale a afirmativa correta.
(Luckesi, 2005.)
Sobre as funções da avaliação de aprendizagem, assinale a afirmativa correta.
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A Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) é uma abordagem diretiva, ativa, estruturada e este processo pode ter prazo limitado.
Seu objetivo é ajudar o paciente a reconhecer e modificar padrões de pensamento distorcidos e comportamentos disfuncionais.
(Cordioli, 2008, p. 746.)
Baseado na TCC, no que se refere à influência dos pensamentos e das crenças parentais nas condutas dos filhos, NÃO é correto afirmar que:
(Cordioli, 2008, p. 746.)
Baseado na TCC, no que se refere à influência dos pensamentos e das crenças parentais nas condutas dos filhos, NÃO é correto afirmar que:
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Sobre o processo psicodiagnóstico sabemos que a avaliação prospectiva, quando se trata de contexto psicológico, e inclusive
realizada o mais precocemente possível, é concebida sempre em termos probabilísticos. Sobre esse contexto, assinale a
afirmativa correta.
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O psicólogo educacional deve, em sua rotina diária de trabalho, desempenhar o papel de mediador de aprendizagens necessárias
ao professor, assim como orientar de acordo com sua função e ética os professores e demais profissionais sobre fatores relacionados
ao problema de aprendizagem, com objetivo de, em equipe, elaborar estratégias para que o aluno possa evoluir, considerando a
sua singularidade. Considerando as informações expostas, analise as afirmativas a seguir.
I. Os fatores fundamentais que precisam ser levados em consideração no diagnóstico de um problema de aprendizagem são: fatores orgânicos; fatores específicos; fatores psicogênicos; e, fatores ambientais.
II. Podemos considerar o problema de aprendizagem como um sintoma, no sentido de que o não aprender não configura um quadro permanente, mais ingressa em uma constelação peculiar de comportamentos, nos quais se destaca como sinal de descompensação.
III. A origem de toda aprendizagem está nos esquemas de ação desdobrados mediante o corpo; esse fator pode ser considerado específico.
Está correto o que se afirma em
I. Os fatores fundamentais que precisam ser levados em consideração no diagnóstico de um problema de aprendizagem são: fatores orgânicos; fatores específicos; fatores psicogênicos; e, fatores ambientais.
II. Podemos considerar o problema de aprendizagem como um sintoma, no sentido de que o não aprender não configura um quadro permanente, mais ingressa em uma constelação peculiar de comportamentos, nos quais se destaca como sinal de descompensação.
III. A origem de toda aprendizagem está nos esquemas de ação desdobrados mediante o corpo; esse fator pode ser considerado específico.
Está correto o que se afirma em
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