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Foram encontradas 720 questões.

3201736 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Certa loja oferece duas opções de pagamento para seus clientes. Nas compras à vista, o cliente ganha um desconto de 8% sobre o valor total da compra. Caso queira comprar a prazo, o valor total da compra tem um acréscimo de 5% e o cliente pode dividir em até 3 parcelas iguais. Determinado cliente decidiu pagar sua compra a prazo, pois não tinha o valor integral para realizar o pagamento à vista. Sabendo-se que ele dividiu a compra em duas parcelas de R$ 420,00, qual o valor o cliente pagaria, caso fizesse a compra à vista?
 

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3201735 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Em determinada empresa trabalham 100 funcionários. Sabe-se que 53 funcionários são homens, sendo que, 27 deles têm o ensino fundamental completo. Além disso, do total de 100 funcionários, 43 têm ensino fundamental incompleto. Supondo que todos os 100 funcionários possuem o ensino fundamental completo ou incompleto, o número de funcionárias mulheres que têm o ensino fundamental completo é:
 

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3201734 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Para levantar um muro, o pedreiro tinha à sua disposição duas opções de materiais:

I. Bloco de concreto retangular com 20 centímetros de altura e 35 centímetros de comprimento;

II. Tijolo de barro quadrado com 18 centímetros de altura e 18 centímetros de comprimento. 


Suponha que a largura (espessura) de ambas as opções são as mesmas e que não estamos considerando os espaços entre os materiais. Qual a diferença entre a quantidade tijolo de barro e bloco de cimento necessária para levantar um muro de 1,8 metro de altura e 6,3 metros de comprimento?
 

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3201733 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Beijos
      Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
     – Essa eu beijo?
      Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
    A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
        – Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
       – Beijo todas!
       – Mas quatro beijos!
       – Me passei na conta.
       Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
        Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
         Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
         – Você enlouqueceu?
         – Me descontrolei, pronto.
         – Você beijou todo mundo.
        – Todo mundo estava beijando todo mundo.
        – Você beijou homem na boca.
        – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
        – Mas logo o padre!
        Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)
Segundo o conto de Luís Fernando Veríssimo – “Beijos”, assinale a afirmativa INDEVIDA.
 

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3201732 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Beijos
      Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
     – Essa eu beijo?
      Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
    A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
        – Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
       – Beijo todas!
       – Mas quatro beijos!
       – Me passei na conta.
       Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
        Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
         Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
         – Você enlouqueceu?
         – Me descontrolei, pronto.
         – Você beijou todo mundo.
        – Todo mundo estava beijando todo mundo.
        – Você beijou homem na boca.
        – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
        – Mas logo o padre!
        Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)
“A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três.” (4º§) A palavra em destaque tem valor semântico de
 

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3201731 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Beijos
      Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
     – Essa eu beijo?
      Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
    A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
        – Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
       – Beijo todas!
       – Mas quatro beijos!
       – Me passei na conta.
       Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
        Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
         Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
         – Você enlouqueceu?
         – Me descontrolei, pronto.
         – Você beijou todo mundo.
        – Todo mundo estava beijando todo mundo.
        – Você beijou homem na boca.
        – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
        – Mas logo o padre!
        Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)
Quanto à classe gramatical das palavras sublinhadas, tem-se a correspondência INDEVIDA em:
 

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3201730 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Beijos
      Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
     – Essa eu beijo?
      Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
    A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
        – Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
       – Beijo todas!
       – Mas quatro beijos!
       – Me passei na conta.
       Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
        Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
         Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
         – Você enlouqueceu?
         – Me descontrolei, pronto.
         – Você beijou todo mundo.
        – Todo mundo estava beijando todo mundo.
        – Você beijou homem na boca.
        – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
        – Mas logo o padre!
        Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)
No excerto “– Você enlouqueceu?” (12º§), é possível afirmar que a interrogativa revela:
 

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3201729 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Beijos
      Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
     – Essa eu beijo?
      Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
    A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
        – Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
       – Beijo todas!
       – Mas quatro beijos!
       – Me passei na conta.
       Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
        Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
         Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
         – Você enlouqueceu?
         – Me descontrolei, pronto.
         – Você beijou todo mundo.
        – Todo mundo estava beijando todo mundo.
        – Você beijou homem na boca.
        – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
        – Mas logo o padre!
        Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)
“Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.” (19º§) As ações verbais grifadas, nesse contexto, indicam:
 

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3201728 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Beijos
      Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
     – Essa eu beijo?
      Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
    A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
        – Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
       – Beijo todas!
       – Mas quatro beijos!
       – Me passei na conta.
       Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
        Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
         Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
         – Você enlouqueceu?
         – Me descontrolei, pronto.
         – Você beijou todo mundo.
        – Todo mundo estava beijando todo mundo.
        – Você beijou homem na boca.
        – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
        – Mas logo o padre!
        Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)
A alternativa em que a oração assinalada expressa ideia de comparação é:
 

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3201727 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Beijos
      Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
     – Essa eu beijo?
      Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
    A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
        – Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
       – Beijo todas!
       – Mas quatro beijos!
       – Me passei na conta.
       Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
        Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
         Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
         – Você enlouqueceu?
         – Me descontrolei, pronto.
         – Você beijou todo mundo.
        – Todo mundo estava beijando todo mundo.
        – Você beijou homem na boca.
        – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
        – Mas logo o padre!
        Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)
“Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:” (1º§) É possível deduzir que o personagem do conto, ao perguntar “com o canto da boca”, agiu de maneira
 

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