Foram encontradas 30 questões.
Leia os textos A e B e a seguir responda à pergunta:
A)
Silvana:
Não se esqueça de organizar os EPIs até o final de outubro. Os colaboradores farão a retirada contigo. Se precisar de ajuda conte comigo.
Abraço

B) Senhores colaboradores:
Solicitamos que retirem seus EPIs no setor de manutenção, até o dia 05 de novembro de 2024, e assinem a lista de retirada. Lembramos que nenhum colaborador poderá realizar suas atividades sem seu EPI. A sua segurança é a segurança de todos.
Abraço
Sobre os textos, assinale a alternativa correta:
A)
Silvana:
Não se esqueça de organizar os EPIs até o final de outubro. Os colaboradores farão a retirada contigo. Se precisar de ajuda conte comigo.
Abraço

B) Senhores colaboradores:
Solicitamos que retirem seus EPIs no setor de manutenção, até o dia 05 de novembro de 2024, e assinem a lista de retirada. Lembramos que nenhum colaborador poderá realizar suas atividades sem seu EPI. A sua segurança é a segurança de todos.
Abraço

Sobre os textos, assinale a alternativa correta:
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A palavra em destaque é um substantivo próprio na frase:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão separadas corretamente:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão no plural.
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Assinale a alternativa em que a palavra em destaque é feminina.
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Cadê a floresta que estava aqui?
A paisagem da Terra mudou muito com a interferência humana. [...] Nós eliminamos áreas
de floresta para plantar o que comemos, para criar animais, para construir nossas moradias, nossas
cidades, as estradas… Também inundamos grandes áreas verdes para construir as usinas
hidrelétricas, que geram energia para o nosso bem-estar. Com essas ações, o nosso planeta perdeu e
segue perdendo muitos ambientes naturais. E como fica o futuro?
O nosso planeta é cheio de vida! Há plantas, animais, fungos, bactérias… Há seres
adaptados à vida na terra firme, na água e no ar. Todos, não importa a forma ou o tamanho, têm
papel importante no seu lugar de origem, isto é, no seu hábitat. Mas, quando nós, humanos,
interferimos nesses hábitats, algumas espécies podem perder a capacidade de manter suas
populações e, pouco a pouco, desaparecer.
O desaparecimento ou eliminação da espécie e de sua “casa”, ou melhor, do seu ambiente
natural, recebe o nome de extirpação da população. Se você pensa que o desaparecimento de
algumas plantas ou de alguns animais não é lá coisa muito grave, vamos entender melhor…
Um exemplo dos efeitos da perda do hábitat natural na biodiversidade é quando pensamos
em uma floresta que é derrubada e substituída por plantações, pastos, estradas ou construções. Isso
aconteceu, por exemplo, de forma drástica nos arredores do Parque Nacional do Xingu, no Mato
Grosso. Trinta anos atrás, a região era praticamente toda de florestas. Mas, com o passar do tempo,
foram aumentando os desmatamentos, e a paisagem mudou no entorno do Parque. Hoje, o ambiente
natural só está preservado lá dentro por se tratar de uma reserva, um espaço protegido da
devastação por lei.
(Texto adaptado especialmente para essa prova. de Tatiana Motta-Tavares Carlos Frederico Duarte Rocha - Depto
de Ecologia Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Revista CHC. Ed 355. Acesso em 02/09/2024)
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Cadê a floresta que estava aqui?
A paisagem da Terra mudou muito com a interferência humana. [...] Nós eliminamos áreas
de floresta para plantar o que comemos, para criar animais, para construir nossas moradias, nossas
cidades, as estradas… Também inundamos grandes áreas verdes para construir as usinas
hidrelétricas, que geram energia para o nosso bem-estar. Com essas ações, o nosso planeta perdeu e
segue perdendo muitos ambientes naturais. E como fica o futuro?
O nosso planeta é cheio de vida! Há plantas, animais, fungos, bactérias… Há seres
adaptados à vida na terra firme, na água e no ar. Todos, não importa a forma ou o tamanho, têm
papel importante no seu lugar de origem, isto é, no seu hábitat. Mas, quando nós, humanos,
interferimos nesses hábitats, algumas espécies podem perder a capacidade de manter suas
populações e, pouco a pouco, desaparecer.
O desaparecimento ou eliminação da espécie e de sua “casa”, ou melhor, do seu ambiente
natural, recebe o nome de extirpação da população. Se você pensa que o desaparecimento de
algumas plantas ou de alguns animais não é lá coisa muito grave, vamos entender melhor…
Um exemplo dos efeitos da perda do hábitat natural na biodiversidade é quando pensamos
em uma floresta que é derrubada e substituída por plantações, pastos, estradas ou construções. Isso
aconteceu, por exemplo, de forma drástica nos arredores do Parque Nacional do Xingu, no Mato
Grosso. Trinta anos atrás, a região era praticamente toda de florestas. Mas, com o passar do tempo,
foram aumentando os desmatamentos, e a paisagem mudou no entorno do Parque. Hoje, o ambiente
natural só está preservado lá dentro por se tratar de uma reserva, um espaço protegido da
devastação por lei.
(Texto adaptado especialmente para essa prova. de Tatiana Motta-Tavares Carlos Frederico Duarte Rocha - Depto
de Ecologia Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Revista CHC. Ed 355. Acesso em 02/09/2024)
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Cadê a floresta que estava aqui?
A paisagem da Terra mudou muito com a interferência humana. [...] Nós eliminamos áreas
de floresta para plantar o que comemos, para criar animais, para construir nossas moradias, nossas
cidades, as estradas… Também inundamos grandes áreas verdes para construir as usinas
hidrelétricas, que geram energia para o nosso bem-estar. Com essas ações, o nosso planeta perdeu e
segue perdendo muitos ambientes naturais. E como fica o futuro?
O nosso planeta é cheio de vida! Há plantas, animais, fungos, bactérias… Há seres
adaptados à vida na terra firme, na água e no ar. Todos, não importa a forma ou o tamanho, têm
papel importante no seu lugar de origem, isto é, no seu hábitat. Mas, quando nós, humanos,
interferimos nesses hábitats, algumas espécies podem perder a capacidade de manter suas
populações e, pouco a pouco, desaparecer.
O desaparecimento ou eliminação da espécie e de sua “casa”, ou melhor, do seu ambiente
natural, recebe o nome de extirpação da população. Se você pensa que o desaparecimento de
algumas plantas ou de alguns animais não é lá coisa muito grave, vamos entender melhor…
Um exemplo dos efeitos da perda do hábitat natural na biodiversidade é quando pensamos
em uma floresta que é derrubada e substituída por plantações, pastos, estradas ou construções. Isso
aconteceu, por exemplo, de forma drástica nos arredores do Parque Nacional do Xingu, no Mato
Grosso. Trinta anos atrás, a região era praticamente toda de florestas. Mas, com o passar do tempo,
foram aumentando os desmatamentos, e a paisagem mudou no entorno do Parque. Hoje, o ambiente
natural só está preservado lá dentro por se tratar de uma reserva, um espaço protegido da
devastação por lei.
(Texto adaptado especialmente para essa prova. de Tatiana Motta-Tavares Carlos Frederico Duarte Rocha - Depto
de Ecologia Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Revista CHC. Ed 355. Acesso em 02/09/2024)
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Cadê a floresta que estava aqui?
A paisagem da Terra mudou muito com a interferência humana. [...] Nós eliminamos áreas
de floresta para plantar o que comemos, para criar animais, para construir nossas moradias, nossas
cidades, as estradas… Também inundamos grandes áreas verdes para construir as usinas
hidrelétricas, que geram energia para o nosso bem-estar. Com essas ações, o nosso planeta perdeu e
segue perdendo muitos ambientes naturais. E como fica o futuro?
O nosso planeta é cheio de vida! Há plantas, animais, fungos, bactérias… Há seres
adaptados à vida na terra firme, na água e no ar. Todos, não importa a forma ou o tamanho, têm
papel importante no seu lugar de origem, isto é, no seu hábitat. Mas, quando nós, humanos,
interferimos nesses hábitats, algumas espécies podem perder a capacidade de manter suas
populações e, pouco a pouco, desaparecer.
O desaparecimento ou eliminação da espécie e de sua “casa”, ou melhor, do seu ambiente
natural, recebe o nome de extirpação da população. Se você pensa que o desaparecimento de
algumas plantas ou de alguns animais não é lá coisa muito grave, vamos entender melhor…
Um exemplo dos efeitos da perda do hábitat natural na biodiversidade é quando pensamos
em uma floresta que é derrubada e substituída por plantações, pastos, estradas ou construções. Isso
aconteceu, por exemplo, de forma drástica nos arredores do Parque Nacional do Xingu, no Mato
Grosso. Trinta anos atrás, a região era praticamente toda de florestas. Mas, com o passar do tempo,
foram aumentando os desmatamentos, e a paisagem mudou no entorno do Parque. Hoje, o ambiente
natural só está preservado lá dentro por se tratar de uma reserva, um espaço protegido da
devastação por lei.
(Texto adaptado especialmente para essa prova. de Tatiana Motta-Tavares Carlos Frederico Duarte Rocha - Depto
de Ecologia Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Revista CHC. Ed 355. Acesso em 02/09/2024)
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Cadê a floresta que estava aqui?
A paisagem da Terra mudou muito com a interferência humana. [...] Nós eliminamos áreas
de floresta para plantar o que comemos, para criar animais, para construir nossas moradias, nossas
cidades, as estradas… Também inundamos grandes áreas verdes para construir as usinas
hidrelétricas, que geram energia para o nosso bem-estar. Com essas ações, o nosso planeta perdeu e
segue perdendo muitos ambientes naturais. E como fica o futuro?
O nosso planeta é cheio de vida! Há plantas, animais, fungos, bactérias… Há seres
adaptados à vida na terra firme, na água e no ar. Todos, não importa a forma ou o tamanho, têm
papel importante no seu lugar de origem, isto é, no seu hábitat. Mas, quando nós, humanos,
interferimos nesses hábitats, algumas espécies podem perder a capacidade de manter suas
populações e, pouco a pouco, desaparecer.
O desaparecimento ou eliminação da espécie e de sua “casa”, ou melhor, do seu ambiente
natural, recebe o nome de extirpação da população. Se você pensa que o desaparecimento de
algumas plantas ou de alguns animais não é lá coisa muito grave, vamos entender melhor…
Um exemplo dos efeitos da perda do hábitat natural na biodiversidade é quando pensamos
em uma floresta que é derrubada e substituída por plantações, pastos, estradas ou construções. Isso
aconteceu, por exemplo, de forma drástica nos arredores do Parque Nacional do Xingu, no Mato
Grosso. Trinta anos atrás, a região era praticamente toda de florestas. Mas, com o passar do tempo,
foram aumentando os desmatamentos, e a paisagem mudou no entorno do Parque. Hoje, o ambiente
natural só está preservado lá dentro por se tratar de uma reserva, um espaço protegido da
devastação por lei.
(Texto adaptado especialmente para essa prova. de Tatiana Motta-Tavares Carlos Frederico Duarte Rocha - Depto
de Ecologia Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Revista CHC. Ed 355. Acesso em 02/09/2024)
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