Foram encontradas 170 questões.
Uma pesquisa foi efetuada com os moradores de um bairro, para identificar a opinião deles com relação a determinada obra a ser realizada. Na tabela, estão identificados alguns resultados dessa pesquisa.
| Homens | Mulheres | Total | |
| Favoráveis | x | 150 | 210 |
| Não favoráveis | 300 | y | z |
| Total | 360 | t | w |
Sabendo-se que o número de mulheres não favoráveis à realização da obra corresponde a 30% do número de homens também não favoráveis à realização da obra, então o número de mulheres pesquisadas corresponde, do número total de pesquisados, a
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Um terreno retangular com perímetro de 56 metros deverá ser dividido por uma de suas diagonais. Sabendo-se que a medida de um dos lados desse terreno é 4 metros menor que a medida do outro lado, a referida diagonal, em relação ao menor lado desse terreno, terá medida maior em
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Joana precisava comprar 4 unidades de um mesmo produto. Para tanto, ela precisaria de mais R$ 15,00, além da quantia que tinha disponível. Para não perder a viagem, ela comprou apenas 3 unidades, e ainda ficou com R$ 3,75. Carlos comprou 5 unidades daquele mesmo produto, ao mesmo preço unitário pago por Joana. Logo, Carlos gastou, naquela compra, o valor de
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Armando, Beatriz e Carla são os únicos atendentes em uma repartição pública. Em determinado dia, Armando atendeu 30 pessoas, Beatriz, 22, e a média de atendimentos por atendente foi de 24 pessoas. Sendo assim, o número de pessoas atendidas por Carla foi
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2221585
Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Determinado bem, no valor de R$ 20.000,00, foi comprado da seguinte forma: 15% do valor à vista, e o restante, financiado em 10 parcelas mensais, com a primeira vencendo 30 dias após o pagamento da parcela à vista, com juros mensais de 15% ao ano, no regime de juros simples. O valor dos juros pagos foi de
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Para a fabricação diária de uma quantidade x de um determinado produto, utiliza-se uma matéria prima A. Geralmente, são utilizadas, em cada unidade do produto, 3,5 gramas dessa matéria prima e, com exatamente 245 gramas de A, consegue-se fazer a produção diária, sem desperdício. A fim de diminuir os custos, mas mantendo boa a qualidade do produto fabricado, observou-se que 3 gramas da matéria prima A, em cada unidade do produto, são suficientes para a fabricação diária das x unidades. Dessa forma, a quantidade da referida matéria prima, em quilogramas, necessária para a fabricação desse produto em um período de 10 dias é igual a
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O gráfico apresenta informações sobre o consumo total de gasolina e etanol, utilizados em certo período, pelos veículos oficiais de uma prefeitura.
Sabendo-se que, nesse período, os veículos abasteceram somente com etanol ou somente com gasolina, e que eles rodaram, em média, 7 km por litro de etanol e 11 km por litro de gasolina, é correto afirmar que o número de quilômetros rodados pelos veículos que abasteceram
com etanol, comparado ao número de quilômetros rodados pelos veículos que abasteceram com gasolina foi
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Emprego sem futuro
A relação entre tecnologia e emprego sempre foi conflituosa. Se, do ponto de vista do observador imparcial, a tecnologia enriquece a sociedade e apenas transforma o emprego, do ponto de vista do sujeito que recebia todo mês um contracheque e foi demitido porque suas funções passaram a ser executadas por um robô, ela mata mesmo.
Os primeiros prejudicados foram os trabalhadores menos qualificados, que desempenhavam tarefas pouco criativas, pesadas e repetitivas. Mas a coisa não parou por aí e máquinas, robôs e computadores continuaram a transformar a produção, tirando o emprego de muita gente.
Do alto de sua soberba, trabalhadores do topo da pirâmide social, que exerciam funções criativas e que exigiam o domínio de grande volume de conhecimento específico, achavam que estavam protegidos. “Minha profissão jamais poderá ser exercida por uma máquina que soma zeros e uns”, pensavam. Mas aí vieram a inteligência artificial e o “big data”.
Hoje, até a medicina está perdendo atribuições para algoritmos inteligentes. Computadores já diagnosticam cânceres melhor do que médicos de carne e osso. Também podem superá-los na prescrição do tratamento, como é o caso do braço oncológico do supercomputador Watson da IBM, que faz análises genéticas comparativas dos tumores como nenhum humano é capaz de fazer.
Algo parecido começa a ocorrer na cardiologia, na oftalmologia e até na psiquiatria, com o desenvolvimento de algoritmos que facilitam diagnósticos e dispositivos que alteram profundamente as práticas correntes.
Parece exagero afirmar que os médicos vão ficar sem emprego, porém eles decerto terão cada vez mais de dividir tarefas com os computadores.
(Hélio Schwartsman. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
colunas/ Acesso em: 11.03.2018.)
Reescrevendo-se as frases:
“Parece exagero afirmar que os médicos vão ficar sem emprego, porém eles decerto terão cada vez mais de dividir tarefas com os computadores”.
“... trabalhadores do topo da pirâmide social, que exerciam funções criativas e que exigiam o domínio de grande volume de conhecimento específico, achavam que estavam protegidos”.
Obtêm-se versão correta, quanto ao padrão de regência nominal e verbal, em:
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Emprego sem futuro
A relação entre tecnologia e emprego sempre foi conflituosa. Se, do ponto de vista do observador imparcial, a tecnologia enriquece a sociedade e apenas transforma o emprego, do ponto de vista do sujeito que recebia todo mês um contracheque e foi demitido porque suas funções passaram a ser executadas por um robô, ela mata mesmo.
Os primeiros prejudicados foram os trabalhadores menos qualificados, que desempenhavam tarefas pouco criativas, pesadas e repetitivas. Mas a coisa não parou por aí e máquinas, robôs e computadores continuaram a transformar a produção, tirando o emprego de muita gente.
Do alto de sua soberba, trabalhadores do topo da pirâmide social, que exerciam funções criativas e que exigiam o domínio de grande volume de conhecimento específico, achavam que estavam protegidos. “Minha profissão jamais poderá ser exercida por uma máquina que soma zeros e uns”, pensavam. Mas aí vieram a inteligência artificial e o “big data”.
Hoje, até a medicina está perdendo atribuições para algoritmos inteligentes. Computadores já diagnosticam cânceres melhor do que médicos de carne e osso. Também podem superá-los na prescrição do tratamento, como é o caso do braço oncológico do supercomputador Watson da IBM, que faz análises genéticas comparativas dos tumores como nenhum humano é capaz de fazer.
Algo parecido começa a ocorrer na cardiologia, na oftalmologia e até na psiquiatria, com o desenvolvimento de algoritmos que facilitam diagnósticos e dispositivos que alteram profundamente as práticas correntes.
Parece exagero afirmar que os médicos vão ficar sem emprego, porém eles decerto terão cada vez mais de dividir tarefas com os computadores.
(Hélio Schwartsman. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
colunas/ Acesso em: 11.03.2018.)
Considere a seguinte frase escrita a partir do texto:
... os trabalhadores menos qualificados, que desempenhavam tarefas pouco criativas, pesadas e repetitivas, foram os primeiros prejudicados.
Substituindo-se a expressão “tarefas pouco criativas, pesadas e repetivas”, fica em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, quanto ao uso e à colocação do pronome, a seguinte redação:
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Emprego sem futuro
A relação entre tecnologia e emprego sempre foi conflituosa. Se, do ponto de vista do observador imparcial, a tecnologia enriquece a sociedade e apenas transforma o emprego, do ponto de vista do sujeito que recebia todo mês um contracheque e foi demitido porque suas funções passaram a ser executadas por um robô, ela mata mesmo.
Os primeiros prejudicados foram os trabalhadores menos qualificados, que desempenhavam tarefas pouco criativas, pesadas e repetitivas. Mas a coisa não parou por aí e máquinas, robôs e computadores continuaram a transformar a produção, tirando o emprego de muita gente.
Do alto de sua soberba, trabalhadores do topo da pirâmide social, que exerciam funções criativas e que exigiam o domínio de grande volume de conhecimento específico, achavam que estavam protegidos. “Minha profissão jamais poderá ser exercida por uma máquina que soma zeros e uns”, pensavam. Mas aí vieram a inteligência artificial e o “big data”.
Hoje, até a medicina está perdendo atribuições para algoritmos inteligentes. Computadores já diagnosticam cânceres melhor do que médicos de carne e osso. Também podem superá-los na prescrição do tratamento, como é o caso do braço oncológico do supercomputador Watson da IBM, que faz análises genéticas comparativas dos tumores como nenhum humano é capaz de fazer.
Algo parecido começa a ocorrer na cardiologia, na oftalmologia e até na psiquiatria, com o desenvolvimento de algoritmos que facilitam diagnósticos e dispositivos que alteram profundamente as práticas correntes.
Parece exagero afirmar que os médicos vão ficar sem emprego, porém eles decerto terão cada vez mais de dividir tarefas com os computadores.
(Hélio Schwartsman. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
colunas/ Acesso em: 11.03.2018.)
Assinale a alternativa em que uma das frases escritas a partir do texto está correta quanto à concordância verbal ou nominal, conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
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