Foram encontradas 40 questões.
(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
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(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
Complete corretamente as lacunas das frases abaixo e assinale a opção correspondente, na ordem em que aparecem:
I. ___ anos não volto ___ minha cidade.
II. Quero ir, logo após ___ refeição, ___ escola.
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(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
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- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeConectivos
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
Analise as opções de reescrita do trecho abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
“O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe política.” (linhas 21 a 23)
I. O fato dos brasileiros estarem insatisfeitos, com os representantes de cujos eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe política.
II. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes os quais eles mesmos escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe política.
III. O fato de os brasileiros estarem não satisfeitos com os representantes - que eles próprios escolheram - dá uma ideia: da insatisfação geral com a chamada classe política.
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(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
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(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Nova Olinda-CE
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Preenchas as lacunas abaixo, tomando por parâmetros, as disposições da Lei Federal Nº 11.343/2006 para, ao final, escolher a alternativa CORRETA:
I - O indiciado ou acusado que colaborar voluntariamente com a investigação policial e o processo criminal na identificação dos demais coautores ou partícipes do crime e na recuperação total ou parcial do produto do crime, no caso de condenação, terá pena reduzida de ____________.
II - As multas, que em caso de concurso de crimes serão impostas sempre cumulativamente, podem ser aumentadas até o _______ se, em virtude da situação econômica do acusado, considerálas o juiz ineficazes, ainda que aplicadas no máximo.
III - ___________ o agente que, em razão da dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso fortuito ou força maior, de droga, era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que tenha sido a infração penal praticada, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Nova Olinda-CE
Quanto ao exigido segundo o Código Brasileiro de trânsito, NÃO podemos afirmar:
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