Foram encontradas 50 questões.
- Sintaxe
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Grande parte do progresso na imunologia veio quando fomos obrigados a lidar com os vírus
da imunodeficiência humana (HIV) infecções que eram conhecidas apenas como absolutas
raridades ficaram mais frequentes, tornaram-se mais bem avaliadas e tratadas. As dimensões
da variedade sexual humana nas nossas sociedades se revelaram. Um cientista social disse que
a infecção pelo HIV funcionou como revelador fotográfico – ainda existe isso ou é tudo
digital? – mostrando aspectos sociais e comportamentais que antes estavam ignorados.
Desconhecidos, não, pois sabia-se que existiam, mas não eram discutidos ou considerados em
políticas públicas. A aids obrigou que o fossem.
O maior avanço, na nossa opinião, refere-se aos conhecimentos em imunidade celular, algo
complexo e cujos detalhes foram bem esmiuçados com o estímulo da doença desencadeada
pelo HIV. Até hoje aparecem novidades nesse setor. A última parece coisa de ficção científica
e foi recentemente publicada no New England Journal of Medicine. Um cidadão contaminado
por HIV desenvolveu um tumor maligno. Até aí, nada novo, é conhecida a propensão dos
infectados a cânceres – mais a linfomas e a sarcoma de Kaposi, mas também a outros. Esse
senhor tinha nódulos malignos no pulmão e gânglios cervicais. Os gânglios e o pulmão foram
biopsiados e evidenciaram um tumor estranho, de células muito pequenas e que se fundiam
ocasionalmente. Após uma investigação completa, incluindo análise do DNA do tumor,
definiu-se que ele não era de origem humana, e sim de um parasita, Hymenolepis nana. Esse
verme em geral não causa sintomas no ser humano, que não é seu hospedeiro habitual.
A Hymenolepis é tênia de rato. Ao contrário das demais que acometem os humanos, ela não
precisa de hospedeiro intermediário para completar seu ciclo, podendo levar à autoinfestação.
Quem identificou esse caso único imagina que a falta de resposta imune tenha levado à
proliferação do parasita no hospedeiro e uma dessas tênias teve um câncer que se disseminou
no indivíduo, mais uma vez por absoluta falta de resposta imune. É a primeira descrição de
câncer de parasita se desenvolvendo em hospedeiro humano. A gente pergunta se não
ocorreram outros casos desconhecidos.
Seria longa a enumeração dos meandros imunológicos descobertos como subproduto da
investigação da fisiopatologia da aids. Também se aprendeu bastante no âmbito das ciências
humanas. A aids levou a espécie humana a mostrar o que tem de melhor, como solidariedade
e cuidado no tratamento de seus doentes e o que tem de pior: a discriminação, o pânico mal
motivado, a vigarice. Ainda há, pasmem, malandros que acreditam na cura via medidas
espirituais, de diferentes origens. A aids levou governos a políticas esclarecidas e o Brasil, por
exceção à sua História, foi um dos mais lúcidos em ações públicas referentes a essa doença.
Adaptado de O Estado em 30 de novembro de 2015.
Provas
Grande parte do progresso na imunologia veio quando fomos obrigados a lidar com os vírus
da imunodeficiência humana (HIV) infecções que eram conhecidas apenas como absolutas
raridades ficaram mais frequentes, tornaram-se mais bem avaliadas e tratadas. As dimensões
da variedade sexual humana nas nossas sociedades se revelaram. Um cientista social disse que
a infecção pelo HIV funcionou como revelador fotográfico – ainda existe isso ou é tudo
digital? – mostrando aspectos sociais e comportamentais que antes estavam ignorados.
Desconhecidos, não, pois sabia-se que existiam, mas não eram discutidos ou considerados em
políticas públicas. A aids obrigou que o fossem.
O maior avanço, na nossa opinião, refere-se aos conhecimentos em imunidade celular, algo
complexo e cujos detalhes foram bem esmiuçados com o estímulo da doença desencadeada
pelo HIV. Até hoje aparecem novidades nesse setor. A última parece coisa de ficção científica
e foi recentemente publicada no New England Journal of Medicine. Um cidadão contaminado
por HIV desenvolveu um tumor maligno. Até aí, nada novo, é conhecida a propensão dos
infectados a cânceres – mais a linfomas e a sarcoma de Kaposi, mas também a outros. Esse
senhor tinha nódulos malignos no pulmão e gânglios cervicais. Os gânglios e o pulmão foram
biopsiados e evidenciaram um tumor estranho, de células muito pequenas e que se fundiam
ocasionalmente. Após uma investigação completa, incluindo análise do DNA do tumor,
definiu-se que ele não era de origem humana, e sim de um parasita, Hymenolepis nana. Esse
verme em geral não causa sintomas no ser humano, que não é seu hospedeiro habitual.
A Hymenolepis é tênia de rato. Ao contrário das demais que acometem os humanos, ela não
precisa de hospedeiro intermediário para completar seu ciclo, podendo levar à autoinfestação.
Quem identificou esse caso único imagina que a falta de resposta imune tenha levado à
proliferação do parasita no hospedeiro e uma dessas tênias teve um câncer que se disseminou
no indivíduo, mais uma vez por absoluta falta de resposta imune. É a primeira descrição de
câncer de parasita se desenvolvendo em hospedeiro humano. A gente pergunta se não
ocorreram outros casos desconhecidos.
Seria longa a enumeração dos meandros imunológicos descobertos como subproduto da
investigação da fisiopatologia da aids. Também se aprendeu bastante no âmbito das ciências
humanas. A aids levou a espécie humana a mostrar o que tem de melhor, como solidariedade
e cuidado no tratamento de seus doentes e o que tem de pior: a discriminação, o pânico mal
motivado, a vigarice. Ainda há, pasmem, malandros que acreditam na cura via medidas
espirituais, de diferentes origens. A aids levou governos a políticas esclarecidas e o Brasil, por
exceção à sua História, foi um dos mais lúcidos em ações públicas referentes a essa doença.
Adaptado de O Estado em 30 de novembro de 2015.
Provas
- Ortografia
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Grande parte do progresso na imunologia veio quando fomos obrigados a lidar com os vírus
da imunodeficiência humana (HIV) infecções que eram conhecidas apenas como absolutas
raridades ficaram mais frequentes, tornaram-se mais bem avaliadas e tratadas. As dimensões
da variedade sexual humana nas nossas sociedades se revelaram. Um cientista social disse que
a infecção pelo HIV funcionou como revelador fotográfico – ainda existe isso ou é tudo
digital? – mostrando aspectos sociais e comportamentais que antes estavam ignorados.
Desconhecidos, não, pois sabia-se que existiam, mas não eram discutidos ou considerados em
políticas públicas. A aids obrigou que o fossem.
O maior avanço, na nossa opinião, refere-se aos conhecimentos em imunidade celular, algo
complexo e cujos detalhes foram bem esmiuçados com o estímulo da doença desencadeada
pelo HIV. Até hoje aparecem novidades nesse setor. A última parece coisa de ficção científica
e foi recentemente publicada no New England Journal of Medicine. Um cidadão contaminado
por HIV desenvolveu um tumor maligno. Até aí, nada novo, é conhecida a propensão dos
infectados a cânceres – mais a linfomas e a sarcoma de Kaposi, mas também a outros. Esse
senhor tinha nódulos malignos no pulmão e gânglios cervicais. Os gânglios e o pulmão foram
biopsiados e evidenciaram um tumor estranho, de células muito pequenas e que se fundiam
ocasionalmente. Após uma investigação completa, incluindo análise do DNA do tumor,
definiu-se que ele não era de origem humana, e sim de um parasita, Hymenolepis nana. Esse
verme em geral não causa sintomas no ser humano, que não é seu hospedeiro habitual.
A Hymenolepis é tênia de rato. Ao contrário das demais que acometem os humanos, ela não
precisa de hospedeiro intermediário para completar seu ciclo, podendo levar à autoinfestação.
Quem identificou esse caso único imagina que a falta de resposta imune tenha levado à
proliferação do parasita no hospedeiro e uma dessas tênias teve um câncer que se disseminou
no indivíduo, mais uma vez por absoluta falta de resposta imune. É a primeira descrição de
câncer de parasita se desenvolvendo em hospedeiro humano. A gente pergunta se não
ocorreram outros casos desconhecidos.
Seria longa a enumeração dos meandros imunológicos descobertos como subproduto da
investigação da fisiopatologia da aids. Também se aprendeu bastante no âmbito das ciências
humanas. A aids levou a espécie humana a mostrar o que tem de melhor, como solidariedade
e cuidado no tratamento de seus doentes e o que tem de pior: a discriminação, o pânico mal
motivado, a vigarice. Ainda há, pasmem, malandros que acreditam na cura via medidas
espirituais, de diferentes origens. A aids levou governos a políticas esclarecidas e o Brasil, por
exceção à sua História, foi um dos mais lúcidos em ações públicas referentes a essa doença.
Adaptado de O Estado em 30 de novembro de 2015.
“Até aí, nada novo, é conhecida a propensão dos infectados a cânceres – mais a linfomas e a sarcoma de Kaposi, mas também a outros.”
Provas
Grande parte do progresso na imunologia veio quando fomos obrigados a lidar com os vírus
da imunodeficiência humana (HIV) infecções que eram conhecidas apenas como absolutas
raridades ficaram mais frequentes, tornaram-se mais bem avaliadas e tratadas. As dimensões
da variedade sexual humana nas nossas sociedades se revelaram. Um cientista social disse que
a infecção pelo HIV funcionou como revelador fotográfico – ainda existe isso ou é tudo
digital? – mostrando aspectos sociais e comportamentais que antes estavam ignorados.
Desconhecidos, não, pois sabia-se que existiam, mas não eram discutidos ou considerados em
políticas públicas. A aids obrigou que o fossem.
O maior avanço, na nossa opinião, refere-se aos conhecimentos em imunidade celular, algo
complexo e cujos detalhes foram bem esmiuçados com o estímulo da doença desencadeada
pelo HIV. Até hoje aparecem novidades nesse setor. A última parece coisa de ficção científica
e foi recentemente publicada no New England Journal of Medicine. Um cidadão contaminado
por HIV desenvolveu um tumor maligno. Até aí, nada novo, é conhecida a propensão dos
infectados a cânceres – mais a linfomas e a sarcoma de Kaposi, mas também a outros. Esse
senhor tinha nódulos malignos no pulmão e gânglios cervicais. Os gânglios e o pulmão foram
biopsiados e evidenciaram um tumor estranho, de células muito pequenas e que se fundiam
ocasionalmente. Após uma investigação completa, incluindo análise do DNA do tumor,
definiu-se que ele não era de origem humana, e sim de um parasita, Hymenolepis nana. Esse
verme em geral não causa sintomas no ser humano, que não é seu hospedeiro habitual.
A Hymenolepis é tênia de rato. Ao contrário das demais que acometem os humanos, ela não
precisa de hospedeiro intermediário para completar seu ciclo, podendo levar à autoinfestação.
Quem identificou esse caso único imagina que a falta de resposta imune tenha levado à
proliferação do parasita no hospedeiro e uma dessas tênias teve um câncer que se disseminou
no indivíduo, mais uma vez por absoluta falta de resposta imune. É a primeira descrição de
câncer de parasita se desenvolvendo em hospedeiro humano. A gente pergunta se não
ocorreram outros casos desconhecidos.
Seria longa a enumeração dos meandros imunológicos descobertos como subproduto da
investigação da fisiopatologia da aids. Também se aprendeu bastante no âmbito das ciências
humanas. A aids levou a espécie humana a mostrar o que tem de melhor, como solidariedade
e cuidado no tratamento de seus doentes e o que tem de pior: a discriminação, o pânico mal
motivado, a vigarice. Ainda há, pasmem, malandros que acreditam na cura via medidas
espirituais, de diferentes origens. A aids levou governos a políticas esclarecidas e o Brasil, por
exceção à sua História, foi um dos mais lúcidos em ações públicas referentes a essa doença.
Adaptado de O Estado em 30 de novembro de 2015.
Provas
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Nova Olinda-CE
Provas
Disciplina: Teoria Geral, Filosofia e Sociologia Jurídica
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Nova Olinda-CE
Analise as asserções a seguir:
I - A ideia de representação é que responde pela origem e desenvolvimento do Poder Legislativo.
II - Se formos buscar no recesso da história a explicação e os fundamentos do Poder Legislativo, poderíamos afirmar que todas as suas funções são funções de controle, pois ele se desenvolveu como órgão de representação proposto a controlar o poder do soberano.
Essas afirmações:
Provas
Grande parte do progresso na imunologia veio quando fomos obrigados a lidar com os vírus
da imunodeficiência humana (HIV) infecções que eram conhecidas apenas como absolutas
raridades ficaram mais frequentes, tornaram-se mais bem avaliadas e tratadas. As dimensões
da variedade sexual humana nas nossas sociedades se revelaram. Um cientista social disse que
a infecção pelo HIV funcionou como revelador fotográfico – ainda existe isso ou é tudo
digital? – mostrando aspectos sociais e comportamentais que antes estavam ignorados.
Desconhecidos, não, pois sabia-se que existiam, mas não eram discutidos ou considerados em
políticas públicas. A aids obrigou que o fossem.
O maior avanço, na nossa opinião, refere-se aos conhecimentos em imunidade celular, algo
complexo e cujos detalhes foram bem esmiuçados com o estímulo da doença desencadeada
pelo HIV. Até hoje aparecem novidades nesse setor. A última parece coisa de ficção científica
e foi recentemente publicada no New England Journal of Medicine. Um cidadão contaminado
por HIV desenvolveu um tumor maligno. Até aí, nada novo, é conhecida a propensão dos
infectados a cânceres – mais a linfomas e a sarcoma de Kaposi, mas também a outros. Esse
senhor tinha nódulos malignos no pulmão e gânglios cervicais. Os gânglios e o pulmão foram
biopsiados e evidenciaram um tumor estranho, de células muito pequenas e que se fundiam
ocasionalmente. Após uma investigação completa, incluindo análise do DNA do tumor,
definiu-se que ele não era de origem humana, e sim de um parasita, Hymenolepis nana. Esse
verme em geral não causa sintomas no ser humano, que não é seu hospedeiro habitual.
A Hymenolepis é tênia de rato. Ao contrário das demais que acometem os humanos, ela não
precisa de hospedeiro intermediário para completar seu ciclo, podendo levar à autoinfestação.
Quem identificou esse caso único imagina que a falta de resposta imune tenha levado à
proliferação do parasita no hospedeiro e uma dessas tênias teve um câncer que se disseminou
no indivíduo, mais uma vez por absoluta falta de resposta imune. É a primeira descrição de
câncer de parasita se desenvolvendo em hospedeiro humano. A gente pergunta se não
ocorreram outros casos desconhecidos.
Seria longa a enumeração dos meandros imunológicos descobertos como subproduto da
investigação da fisiopatologia da aids. Também se aprendeu bastante no âmbito das ciências
humanas. A aids levou a espécie humana a mostrar o que tem de melhor, como solidariedade
e cuidado no tratamento de seus doentes e o que tem de pior: a discriminação, o pânico mal
motivado, a vigarice. Ainda há, pasmem, malandros que acreditam na cura via medidas
espirituais, de diferentes origens. A aids levou governos a políticas esclarecidas e o Brasil, por
exceção à sua História, foi um dos mais lúcidos em ações públicas referentes a essa doença.
Adaptado de O Estado em 30 de novembro de 2015.
Provas
Grande parte do progresso na imunologia veio quando fomos obrigados a lidar com os vírus
da imunodeficiência humana (HIV) infecções que eram conhecidas apenas como absolutas
raridades ficaram mais frequentes, tornaram-se mais bem avaliadas e tratadas. As dimensões
da variedade sexual humana nas nossas sociedades se revelaram. Um cientista social disse que
a infecção pelo HIV funcionou como revelador fotográfico – ainda existe isso ou é tudo
digital? – mostrando aspectos sociais e comportamentais que antes estavam ignorados.
Desconhecidos, não, pois sabia-se que existiam, mas não eram discutidos ou considerados em
políticas públicas. A aids obrigou que o fossem.
O maior avanço, na nossa opinião, refere-se aos conhecimentos em imunidade celular, algo
complexo e cujos detalhes foram bem esmiuçados com o estímulo da doença desencadeada
pelo HIV. Até hoje aparecem novidades nesse setor. A última parece coisa de ficção científica
e foi recentemente publicada no New England Journal of Medicine. Um cidadão contaminado
por HIV desenvolveu um tumor maligno. Até aí, nada novo, é conhecida a propensão dos
infectados a cânceres – mais a linfomas e a sarcoma de Kaposi, mas também a outros. Esse
senhor tinha nódulos malignos no pulmão e gânglios cervicais. Os gânglios e o pulmão foram
biopsiados e evidenciaram um tumor estranho, de células muito pequenas e que se fundiam
ocasionalmente. Após uma investigação completa, incluindo análise do DNA do tumor,
definiu-se que ele não era de origem humana, e sim de um parasita, Hymenolepis nana. Esse
verme em geral não causa sintomas no ser humano, que não é seu hospedeiro habitual.
A Hymenolepis é tênia de rato. Ao contrário das demais que acometem os humanos, ela não
precisa de hospedeiro intermediário para completar seu ciclo, podendo levar à autoinfestação.
Quem identificou esse caso único imagina que a falta de resposta imune tenha levado à
proliferação do parasita no hospedeiro e uma dessas tênias teve um câncer que se disseminou
no indivíduo, mais uma vez por absoluta falta de resposta imune. É a primeira descrição de
câncer de parasita se desenvolvendo em hospedeiro humano. A gente pergunta se não
ocorreram outros casos desconhecidos.
Seria longa a enumeração dos meandros imunológicos descobertos como subproduto da
investigação da fisiopatologia da aids. Também se aprendeu bastante no âmbito das ciências
humanas. A aids levou a espécie humana a mostrar o que tem de melhor, como solidariedade
e cuidado no tratamento de seus doentes e o que tem de pior: a discriminação, o pânico mal
motivado, a vigarice. Ainda há, pasmem, malandros que acreditam na cura via medidas
espirituais, de diferentes origens. A aids levou governos a políticas esclarecidas e o Brasil, por
exceção à sua História, foi um dos mais lúcidos em ações públicas referentes a essa doença.
Adaptado de O Estado em 30 de novembro de 2015.
I. A palavra “gânglios” (linha 15) é acentuada devido à seguinte regra: acentuam-se todas as palavras proparoxítonas. II. A partícula “que” (linha 25) é um pronome relativo e exerce a função sintática de sujeito da oração a que pertence. III. Em “pergunta se” (linha 27), a partícula “se” é uma conjunção condicional e não tem função sintática.
Provas
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Nova Olinda-CE
- Duração do TrabalhoDa Jornada de TrabalhoTrabalho extraordinário
- Duração do TrabalhoEfeitos e duração do trabalho nos contratos de emprego
- Remuneração e Salário
Provas
I - À definição de áreas prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico, atendendo aos interesses da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios. II - À preservação e restauração dos recursos ambientais com vistas à sua utilização racional e disponibilidade permanente, concorrendo para a manutenção do equilíbrio ecológico propício à vida. III - Ao desenvolvimento de pesquisas e de tecnologias nacionais orientadas para o uso racional de recursos ambientais.
Estão CORRETOS os itens:
Provas
Caderno Container