Foram encontradas 138 questões.
Em relação ao conceito apresentado no fragmento,
assinale com V as afirmativas verdadeiras e com
F as falsas.
( )Os referentes são entidades dinâmicas, ou objetos de discurso, em contínuo processo de reelaboração em todo contexto enunciativo. ( )O que define uma expressão referencial anafórica é seu caráter de retomada de alguma construção de objeto de discurso. ( )O processo de referenciação é atividade textual de reconstrução de referentes. ( )O leitor unicamente reelabora os referentes que devem estar realizados no contexto por expressões referenciais.
Assinale a sequência correta.
( )Os referentes são entidades dinâmicas, ou objetos de discurso, em contínuo processo de reelaboração em todo contexto enunciativo. ( )O que define uma expressão referencial anafórica é seu caráter de retomada de alguma construção de objeto de discurso. ( )O processo de referenciação é atividade textual de reconstrução de referentes. ( )O leitor unicamente reelabora os referentes que devem estar realizados no contexto por expressões referenciais.
Assinale a sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente
saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos
remédios demais, e para tratar gente que passaria bem
sem eles. Frances é professor emérito da Universidade
Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e
1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro
publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria
que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e
faz recomendações de como tratá-los. A equipe que
ele liderou foi a responsável por incluir problemas como
Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno
bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam
atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior
possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente
no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de
doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos
errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas
doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual,
achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis
foram consideradas doentes – e passaram a receber
medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos
pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que
estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele.
Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva
em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365
páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele,
desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia
provocada por problemas alheios a nossa vontade –
como o desemprego ou a instabilidade política em um
país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento
de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os
males da medicalização excessiva, a influência da
indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer
de um transtorno mental questionável: o transtorno da
compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM,
que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o
que é um comportamento normal e o que é um transtorno
mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma
fronteira clara que separe essas duas condições, o que é
normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos
inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual
nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge
ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito
claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos
severos. Temos tratamentos para esses males,
como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes,
mas que recebem pouco financiamento no mundo.
De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas
pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo
quase virtualmente impossível. E, comumente, essa
tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos.
Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis.
Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por
muitos problemas econômicos e políticos recentemente.
Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado
por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem
estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou
mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é
justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com
essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que
existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas
pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta
dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que
a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam
uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não
é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é
resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar.
Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo.
Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida,
quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu
humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que
ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se
fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade,
aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas
pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções
sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções
médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente
leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode
causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
“Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais.”
A palavra destacada poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
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Leia o trecho a seguir.
“Desde a infância, Dalí demonstrou interesse pelas artes plásticas. Iniciou sua educação artística na Escola de Desenho Municipal. Em 1916, durante férias de verão em Cadaquès, descobriu a pintura impressionista. Suas primeiras obras, como “Moça à janela”, enquadradas numa linha naturalista e minuciosa, já produziam uma ambígua sensação de irrealidade, que se acentuaria posteriormente. Em 1921, entra para a Escola de Belas Artes de São Fernando, em Madri, mas acaba por ser expulso da instituição em 1926, pois afirmava que ninguém ali era suficientemente competente para o avaliar.” Disponível em: <https://www.escritoriodearte.com/artista/ salvador-dali>. Acesso em: 29 jul. 2019.
Assinale a alternativa em que os pares de palavras destacadas acentuam-se devido à mesma regra de acentuação.
“Desde a infância, Dalí demonstrou interesse pelas artes plásticas. Iniciou sua educação artística na Escola de Desenho Municipal. Em 1916, durante férias de verão em Cadaquès, descobriu a pintura impressionista. Suas primeiras obras, como “Moça à janela”, enquadradas numa linha naturalista e minuciosa, já produziam uma ambígua sensação de irrealidade, que se acentuaria posteriormente. Em 1921, entra para a Escola de Belas Artes de São Fernando, em Madri, mas acaba por ser expulso da instituição em 1926, pois afirmava que ninguém ali era suficientemente competente para o avaliar.” Disponível em: <https://www.escritoriodearte.com/artista/ salvador-dali>. Acesso em: 29 jul. 2019.
Assinale a alternativa em que os pares de palavras destacadas acentuam-se devido à mesma regra de acentuação.
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Entre as sentenças a seguir, assinale aquela em que os
dois-pontos anunciam um aposto.
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Analise a imagem a seguir.

Disponível em: <https://tinyurl.com/y38dzgvw>. Acesso em: 1º ago. 2019.
A respeito do uso da crase abordado nessa imagem, assinale a alternativa correta.

Disponível em: <https://tinyurl.com/y38dzgvw>. Acesso em: 1º ago. 2019.
A respeito do uso da crase abordado nessa imagem, assinale a alternativa correta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a
opinião dos usuários?
Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao
Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e
motoristas particulares para corridas como os serviços
de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que
acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os
taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com
certeza todos eles terão bons motivos para justificarem
suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém
pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste
serviço, que na sua maioria também são usuários de
táxis?
Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer
vantagens para a sociedade como um todo por ser mais
uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com
trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso
não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião
contrária a este modelo de serviço, por falta de regras
mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado,
também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito
rapidamente em vários aspectos. E os modelos de
negócios também seguem esta tendência de mudanças
gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram
com estas mudanças. Lembram-se das escolas de
datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha
telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha
que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos
lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam
dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando
linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações
do poder público também precisarão ser readequadas a
uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de
quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e
judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é
para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas
opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um
caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei
muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo,
mas não necessariamente todos na sociedade.
Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: .
Acesso em: 24 jul. 2019.
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INSTRUÇÃO: Leia o fragmento a seguir para responder à questão.
Referentes são entidades que construímos e reconstruímos em nossa mente à medida que transcorre qualquer enunciação. [...] Não são realidades concretas do mundo, mas entidades que representamos, cada uma à sua maneira, portanto, em cada contexto enunciativo reflexivo.
CAVALCANTE, In. ELIAS. (org.) Ensino de Língua Portuguesa: oralidade, escrita, leitura. 1ª ed, 1ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2013, p. 183.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a
opinião dos usuários?
Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao
Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e
motoristas particulares para corridas como os serviços
de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que
acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os
taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com
certeza todos eles terão bons motivos para justificarem
suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém
pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste
serviço, que na sua maioria também são usuários de
táxis?
Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer
vantagens para a sociedade como um todo por ser mais
uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com
trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso
não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião
contrária a este modelo de serviço, por falta de regras
mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado,
também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito
rapidamente em vários aspectos. E os modelos de
negócios também seguem esta tendência de mudanças
gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram
com estas mudanças. Lembram-se das escolas de
datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha
telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha
que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos
lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam
dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando
linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações
do poder público também precisarão ser readequadas a
uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de
quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e
judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é
para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas
opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um
caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei
muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo,
mas não necessariamente todos na sociedade.
Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: .
Acesso em: 24 jul. 2019.
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Leia o texto a seguir.
“João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.”
(“Poema tirado de uma notícia de jornal” – Manuel Bandeira) Disponível em: < https://www.escritas.org/pt/t/1634/poema- tirado-de-uma-noticia-de-jornal>. Acesso em: 29 jul. 2019.
A respeito do texto de Manuel Bandeira, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de um poema que aborda aspectos da subjetividade de um personagem. II. Trata-se de uma reportagem que narra um fato real acontecido com uma pessoa. III. O texto mescla elementos narrativos da notíciacom elementos formais que caracterizam o poema.
Está correto o que se afirma em
“João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.”
(“Poema tirado de uma notícia de jornal” – Manuel Bandeira) Disponível em: < https://www.escritas.org/pt/t/1634/poema- tirado-de-uma-noticia-de-jornal>. Acesso em: 29 jul. 2019.
A respeito do texto de Manuel Bandeira, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de um poema que aborda aspectos da subjetividade de um personagem. II. Trata-se de uma reportagem que narra um fato real acontecido com uma pessoa. III. O texto mescla elementos narrativos da notíciacom elementos formais que caracterizam o poema.
Está correto o que se afirma em
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Em “Não me encontrei com Flávia nem com Denise.”,
a conjunção destacada desempenha função
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