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Foram encontradas 138 questões.

160916 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
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Em relação ao conceito apresentado no fragmento, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( )Os referentes são entidades dinâmicas, ou objetos de discurso, em contínuo processo de reelaboração em todo contexto enunciativo. ( )O que define uma expressão referencial anafórica é seu caráter de retomada de alguma construção de objeto de discurso. ( )O processo de referenciação é atividade textual de reconstrução de referentes. ( )O leitor unicamente reelabora os referentes que devem estar realizados no contexto por expressões referenciais.
Assinale a sequência correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos remédios demais, e para tratar gente que passaria bem sem eles. Frances é professor emérito da Universidade Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e 1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e faz recomendações de como tratá-los. A equipe que ele liderou foi a responsável por incluir problemas como Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual, achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis foram consideradas doentes – e passaram a receber medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele. Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365 páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele, desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia provocada por problemas alheios a nossa vontade – como o desemprego ou a instabilidade política em um país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os males da medicalização excessiva, a influência da indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer de um transtorno mental questionável: o transtorno da compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM, que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o que é um comportamento normal e o que é um transtorno mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma fronteira clara que separe essas duas condições, o que é normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos severos. Temos tratamentos para esses males, como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes, mas que recebem pouco financiamento no mundo. De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo quase virtualmente impossível. E, comumente, essa tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos. Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis. Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por muitos problemas econômicos e políticos recentemente. Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar. Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo. Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida, quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade, aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
Releia o trecho a seguir.
“Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais.”
A palavra destacada poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
 

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Leia o trecho a seguir.
“Desde a infância, Dalí demonstrou interesse pelas artes plásticas. Iniciou sua educação artística na Escola de Desenho Municipal. Em 1916, durante férias de verão em Cadaquès, descobriu a pintura impressionista. Suas primeiras obras, como “Moça à janela”, enquadradas numa linha naturalista e minuciosa, já produziam uma ambígua sensação de irrealidade, que se acentuaria posteriormente. Em 1921, entra para a Escola de Belas Artes de São Fernando, em Madri, mas acaba por ser expulso da instituição em 1926, pois afirmava que ninguém ali era suficientemente competente para o avaliar.” Disponível em: <https://www.escritoriodearte.com/artista/ salvador-dali>. Acesso em: 29 jul. 2019.

Assinale a alternativa em que os pares de palavras destacadas acentuam-se devido à mesma regra de acentuação.
 

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Entre as sentenças a seguir, assinale aquela em que os dois-pontos anunciam um aposto.
 

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Analise a imagem a seguir.
enunciado 160912-1

Disponível em: <https://tinyurl.com/y38dzgvw>. Acesso em: 1º ago. 2019.
A respeito do uso da crase abordado nessa imagem, assinale a alternativa correta.
 

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160911 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a opinião dos usuários?

Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e motoristas particulares para corridas como os serviços de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com certeza todos eles terão bons motivos para justificarem suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste serviço, que na sua maioria também são usuários de táxis?
Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer vantagens para a sociedade como um todo por ser mais uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião contrária a este modelo de serviço, por falta de regras mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado, também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito rapidamente em vários aspectos. E os modelos de negócios também seguem esta tendência de mudanças gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram com estas mudanças. Lembram-se das escolas de datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações do poder público também precisarão ser readequadas a uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.
Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: . Acesso em: 24 jul. 2019.
Sobre o posicionamento do texto a respeito do serviço de transporte Uber, é correto afirmar:
 

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160910 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o fragmento a seguir para responder à questão.

Referentes são entidades que construímos e reconstruímos em nossa mente à medida que transcorre qualquer enunciação. [...] Não são realidades concretas do mundo, mas entidades que representamos, cada uma à sua maneira, portanto, em cada contexto enunciativo reflexivo.

CAVALCANTE, In. ELIAS. (org.) Ensino de Língua Portuguesa: oralidade, escrita, leitura. 1ª ed, 1ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2013, p. 183.

As situações comunicativas apresentadas a seguir confirmam a ideia do texto, exceto:
 

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160909 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
Caso UBER – Já pensaram em levar em conta a opinião dos usuários?

Possivelmente, você já leu alguma coisa em relação ao Uber, aquele aplicativo que coloca em contato clientes e motoristas particulares para corridas como os serviços de táxi, porém, com diferenciais bem específicos. [...]
Não pretendo aqui entrar no mérito da discussão que acontece atualmente entre o Uber, o poder público e os taxistas. Tirando o aspecto passional disso tudo, com certeza todos eles terão bons motivos para justificarem suas posições.
Mas a pergunta que faço para eles é simples: Alguém pensou em levar em conta a opinião dos usuários deste serviço, que na sua maioria também são usuários de táxis?
Se, na opinião dos clientes, o serviço do Uber trouxer vantagens para a sociedade como um todo por ser mais uma alternativa de transporte dentro de uma cidade com trânsito e serviços de transporte público caóticos, isso não deveria ser levado em conta? E, se for uma opinião contrária a este modelo de serviço, por falta de regras mais claras que tragam mais equilíbrio de mercado, também não deveria?
O fato é que a nossa sociedade está mudando muito rapidamente em vários aspectos. E os modelos de negócios também seguem esta tendência de mudanças gostem todos ou não. Vários mercados já sofreram com estas mudanças. Lembram-se das escolas de datilografia, dos filmes fotográficos ou de quando a linha telefônica da sua casa era um bem tão caro que tinha que ser declarada no imposto de renda (os mais velhos lembrarão)?.
Nessa época, existiam empresas que ganhavam dinheiro apenas comprando, vendendo ou alugando linhas telefônicas. E era um negócio bem rentável.
Do mesmo modo, cedo ou tarde as regulamentações do poder público também precisarão ser readequadas a uma nova realidade de mercado, com ou sem lobby de quem quer que seja.
O convite que faço para o poder público (prefeitura e judiciário), nossos taxistas e também para o Uber, é para ouvirem de verdade os clientes e conhecerem suas opiniões sobre o assunto. Quem sabe assim, surja um caminho alternativo para o problema.
Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.
Disponível emhttps://outline.com/kuBCXx: . Acesso em: 24 jul. 2019.
Releia o trecho a seguir. “Para reflexão, deixo apenas uma frase da qual gostei muito: Inovações beneficiam a sociedade como um todo, mas não necessariamente todos na sociedade.” Levando em consideração o contexto em que se encontra, é correto afirmar que a frase replicada pelo autor refere-se ao(à)
 

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Leia o texto a seguir.
“João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.”
(“Poema tirado de uma notícia de jornal” – Manuel Bandeira) Disponível em: < https://www.escritas.org/pt/t/1634/poema- tirado-de-uma-noticia-de-jornal>. Acesso em: 29 jul. 2019.

A respeito do texto de Manuel Bandeira, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de um poema que aborda aspectos da subjetividade de um personagem. II. Trata-se de uma reportagem que narra um fato real acontecido com uma pessoa. III. O texto mescla elementos narrativos da notíciacom elementos formais que caracterizam o poema.

Está correto o que se afirma em
 

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160907 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Em “Não me encontrei com Flávia nem com Denise.”, a conjunção destacada desempenha função
 

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