Foram encontradas 138 questões.
Analise as sentenças a seguir.
I. Hoje ___ dois anos que aquele casal está junto.
II. Talvez não pareça, mas _____ motivos para que
ela se irritasse.
III. _____ pessoas que não possuem empatia para
com os outros.
Assinale a alternativa que completa correta e
respectivamente as lacunas anteriores.
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Assinale a alternativa que apresenta o comentário
sintático incorreto sobre as orações e / ou seus termos
destacados nos períodos.
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Leia a sentença a seguir.
A principal causa da transmissão de doenças ____ a
recusa dos pais na vacinação dos filhos. Isso fez com
que doenças como o sarampo ____ a preocupar os
médicos. _____ de doenças que devem ser observadas
de perto.
Assinale a alternativa que completa correta e
respectivamente as lacunas anteriores.
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Leia o trecho a seguir.
“Apesar de você Amanhã há de ser outro dia Eu pergunto a você onde vai se esconder Da enorme euforia?”
(“Apesar de você” – Chico Buarque)
A conjunção destacada na letra dessa música tem valor
“Apesar de você Amanhã há de ser outro dia Eu pergunto a você onde vai se esconder Da enorme euforia?”
(“Apesar de você” – Chico Buarque)
A conjunção destacada na letra dessa música tem valor
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Assinale a alternativa em que a concordância do verbo
está em desacordo com a norma-padrão.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente
saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos
remédios demais, e para tratar gente que passaria bem
sem eles. Frances é professor emérito da Universidade
Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e
1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro
publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria
que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e
faz recomendações de como tratá-los. A equipe que
ele liderou foi a responsável por incluir problemas como
Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno
bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam
atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior
possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente
no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de
doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos
errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas
doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual,
achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis
foram consideradas doentes – e passaram a receber
medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos
pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que
estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele.
Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva
em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365
páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele,
desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia
provocada por problemas alheios a nossa vontade –
como o desemprego ou a instabilidade política em um
país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento
de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os
males da medicalização excessiva, a influência da
indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer
de um transtorno mental questionável: o transtorno da
compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM,
que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o
que é um comportamento normal e o que é um transtorno
mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma
fronteira clara que separe essas duas condições, o que é
normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos
inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual
nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge
ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito
claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos
severos. Temos tratamentos para esses males,
como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes,
mas que recebem pouco financiamento no mundo.
De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas
pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo
quase virtualmente impossível. E, comumente, essa
tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos.
Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis.
Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por
muitos problemas econômicos e políticos recentemente.
Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado
por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem
estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou
mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é
justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com
essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que
existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas
pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta
dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que
a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam
uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não
é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é
resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar.
Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo.
Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida,
quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu
humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que
ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se
fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade,
aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas
pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções
sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções
médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente
leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode
causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
Tal crítica está corretamente sintetizada em:
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Papel temático é a relação semântica que existe entre o
verbo (ou também o nominal ou ainda o advérbio) e os
diversos sintagmas que co-ocorrem com ele na oração;
ou seja, é uma função semântica. (Perini, 2010, Adaptação).
Considere as relações seguintes.
I. Quebrei a porta com um tijolo. → papel temático instrumento II. Tardiamente, ele chegou em São Paulo. → papel temático meta III. Esses bancos ficavam na praça. → papel temático localizando IV. José ama Maria. → papel temático experienciador
Os papéis temáticos estão corretamente identificados em:
Considere as relações seguintes.
I. Quebrei a porta com um tijolo. → papel temático instrumento II. Tardiamente, ele chegou em São Paulo. → papel temático meta III. Esses bancos ficavam na praça. → papel temático localizando IV. José ama Maria. → papel temático experienciador
Os papéis temáticos estão corretamente identificados em:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente
saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos
remédios demais, e para tratar gente que passaria bem
sem eles. Frances é professor emérito da Universidade
Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e
1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro
publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria
que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e
faz recomendações de como tratá-los. A equipe que
ele liderou foi a responsável por incluir problemas como
Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno
bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam
atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior
possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente
no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de
doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos
errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas
doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual,
achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis
foram consideradas doentes – e passaram a receber
medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos
pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que
estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele.
Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva
em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365
páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele,
desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia
provocada por problemas alheios a nossa vontade –
como o desemprego ou a instabilidade política em um
país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento
de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os
males da medicalização excessiva, a influência da
indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer
de um transtorno mental questionável: o transtorno da
compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM,
que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o
que é um comportamento normal e o que é um transtorno
mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma
fronteira clara que separe essas duas condições, o que é
normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos
inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual
nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge
ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito
claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos
severos. Temos tratamentos para esses males,
como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes,
mas que recebem pouco financiamento no mundo.
De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas
pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo
quase virtualmente impossível. E, comumente, essa
tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos.
Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis.
Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por
muitos problemas econômicos e políticos recentemente.
Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado
por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem
estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou
mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é
justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com
essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que
existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas
pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta
dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que
a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam
uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não
é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é
resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar.
Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo.
Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida,
quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu
humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que
ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se
fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade,
aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas
pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções
sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções
médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente
leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode
causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
“O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos remédios demais, e para tratar gente que passaria bem sem eles.”
A ideia sintetizada nesse trecho também está presente em:
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INSTRUÇÃO: Leia o fragmento a seguir para responder à questão.
Referentes são entidades que construímos e reconstruímos em nossa mente à medida que transcorre qualquer enunciação. [...] Não são realidades concretas do mundo, mas entidades que representamos, cada uma à sua maneira, portanto, em cada contexto enunciativo reflexivo.
CAVALCANTE, In. ELIAS. (org.) Ensino de Língua Portuguesa: oralidade, escrita, leitura. 1ª ed, 1ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2013, p. 183.
ALMEIRA. In: GERALDI. (org) O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2001, p. 14.
Trazem confirmações da ideia defendida no fragmento, exceto:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente
saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos
remédios demais, e para tratar gente que passaria bem
sem eles. Frances é professor emérito da Universidade
Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e
1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro
publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria
que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e
faz recomendações de como tratá-los. A equipe que
ele liderou foi a responsável por incluir problemas como
Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno
bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam
atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior
possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente
no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de
doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos
errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas
doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual,
achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis
foram consideradas doentes – e passaram a receber
medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos
pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que
estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele.
Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva
em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365
páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele,
desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia
provocada por problemas alheios a nossa vontade –
como o desemprego ou a instabilidade política em um
país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento
de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os
males da medicalização excessiva, a influência da
indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer
de um transtorno mental questionável: o transtorno da
compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM,
que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o
que é um comportamento normal e o que é um transtorno
mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma
fronteira clara que separe essas duas condições, o que é
normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos
inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual
nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge
ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito
claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos
severos. Temos tratamentos para esses males,
como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes,
mas que recebem pouco financiamento no mundo.
De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas
pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo
quase virtualmente impossível. E, comumente, essa
tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos.
Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis.
Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por
muitos problemas econômicos e políticos recentemente.
Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado
por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem
estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou
mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é
justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com
essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que
existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas
pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta
dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que
a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam
uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não
é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é
resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar.
Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo.
Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida,
quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu
humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que
ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se
fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade,
aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas
pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções
sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções
médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente
leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode
causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
São causas dessa melhora, exceto:
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