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Foram encontradas 365 questões.

1816688 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Nos últimos anos, a descentralização passou a ser uma tendência em muitas organizações como forma de torná-las mais flexíveis e adequadas a um contexto de mercado cada vez mais dinâmico e competitivo. No entanto, outras organizações preferiram manter o modelo centralizado devido a características próprias ou de mercado. Ambos os modelos, centralização ou descentralização, possuem pontos positivos e negativos que devem ser avaliados pelos gestores organizacionais. Sobre algumas das características relacionadas aos modelos decisórios centralizados ou descentralizadas, assinale a alternativa correta.
 

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Texto para responder à questão.
Mídias sociais ampliam oportunidades
Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais
rompem bolha social ao democratizar experiências,
compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico.
Nas ruas dos grandes centros urbanos, a cena se repete. No metrô, no ônibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita atenção ao que acontece ao redor. Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada(I) à internet, segundo a última Pesquisa por Amostra Nacional de Domicílios Contínua (PNAD). E 62% têm um smartphone, de acordo com estudo do Google Consumer Barometer, de 2017. Houve um boom de conectividade(III) via celular nos últimos seis anos – em 2012, apenas 14% dos brasileiros(II) possuíam telefones desse tipo.
“No passado, só tinham acesso à internet as classes A e B. Nos anos 1990, por exemplo, isso era coisa de jovem, estudante, branco, nerd e geralmente homem”, conta o antropólogo Juliano Spyer, autor de estudo realizado para a University College London (UCL), no Reino Unido, recém-publicado no livro Mídias sociais no Brasil emergente – Como a internet afeta a mobilidade social (Educ/UCL Press). “Foi a partir de meados dos anos 2000, por intermédio do Orkut, que a rede se popularizou.” No caso do Brasil, a estabilidade política e o desenvolvimento econômico experimentados nos últimos 20 anos propiciaram o acesso da população a computadores domésticos e dispositivos móveis, como tablets e smartphones.
Intrigado com a popularização de ferramentas de acesso à internet, Spyer dedicou-se a compreender esse processo. Em abril de 2013, fechou sua casa, em São Paulo, e se mudou para uma vila-dormitório para trabalhadores de baixa renda, com 15 mil habitantes, na Bahia, onde morou até maio de 2014. Para resguardar a identidade dos entrevistados, o pesquisador deu ao local o nome fictício de Balduíno.
Antes de iniciar a pesquisa de campo, Spyer e outros oito antropólogos passaram sete meses se preparando, sob a orientação do antropólogo e arqueólogo Daniel Miller, da UCL. Após revisar a bibliografia correlata ao tema, estabeleceram as principais questões a serem abordadas na investigação: a razão do uso das redes sociais, sua utilidade prática, o grau de interferência na educação, o papel político que desempenham e o quão aproximam – ou distanciam – as pessoas.
“Depois de seis meses em Balduíno, eu já estava integrado ao local”, conta Spyer. A partir daí, o antropólogo passou a acompanhar, via Facebook, WhatsApp e também fora da internet a vida de 250 pessoas, que espontaneamente se tornaram suas “amigas” na rede social. Para aprofundar a pesquisa, 50 delas, de distintos perfis sociais e idades, foram selecionadas de modo a refletir a população local. “Não quisemos uma pesquisa só com adolescentes porque o uso da internet por quem tem menos experiência on-line não é menos relevante”, diz Spyer.
Em Balduíno, as pessoas ganham a vida trabalhando como faxineiras, motoristas, jardineiras e cozinheiras, principalmente em hotéis e em outros negócios do polo turístico ao norte da cidade de Salvador. “Suas aspirações de consumo incluem roupas de grifes internacionais, motocicleta, carro e computador. Aliás, hoje o computador ocupa, na sala, o lugar físico e simbólico ocupado antes pela TV, para ser exibido aos amigos e vizinhos”, diz Spyer. “A pesquisa constatou que, na população de baixa renda, saber usar a internet indica que a pessoa faz parte da modernidade e tem uma capacidade de comunicação mais avançada, característica de alguém que teve alguma formação”, explica. “Mas, paradoxalmente, a comunicação digital também fortalece redes tradicionais de ajuda mútua que estavam se diluindo por causa da urbanização.”
A investigação levou Spyer a descontruir alguns estereótipos sobre o comportamento de usuários da internet que habitam as periferias das cidades brasileiras. Entre eles, o de que viveriam em realidades distintas, uma virtual e outra real. “Em meados dos anos 2000, recebia pacientes no consultório que criavam perfis falsos, completamente diferentes do que eles eram off-line”, recorda a psicanalista Patrícia Ferreira, pós-doutoranda em psicologia clínica na Universidade de São Paulo (USP). “Hoje, as postagens mudaram e surgem como a confirmação do ‘eu’ que se idealiza ser, a selfie perfeita.”
Patrícia pesquisa a apropriação política exteriorizada na retórica das mídias sociais a partir das manifestações de junho de 2013, quando explodiram protestos em todas as capitais do país, inicialmente contra o aumento das tarifas de transporte público. Utilizando ferramentas da psicanálise, ela realiza o que define como “escuta do coletivo” com informações publicadas em perfis e discussões em grupos com posições opostas. Apesar de ainda não estar concluído, o estudo tem evidenciado a função “protetora” da tela, que encoraja os usuários a dizerem o que pensam, quase sempre ignorando a responsabilidade e o efeito das palavras.
(Valéria França, edição 273. Nov. 2018. Comunicação
Educação. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2018/11/ 19/midias-sociais-ampliam-oportunidades.)
Concernente aos aspectos linguísticos do texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Em “Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada” o “está” pode ser substituído por “estão conectados”.
II. Dada a variação de gênero, caso “brasileiros” fosse substituído por “brasileiras”, no primeiro parágrafo, apalavra “meio” seria alterada para que a concordância fosse estabelecida.
III. A coerência e correção gramatical seriam preservadas caso a forma verbal “houve” fosse substituída por “haveria” em “Houve um boom de conectividade”, dada a impessoalidade do verbo “haver”.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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1816642 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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O digiSUS é a estratégia do Ministério da Saúde (MS) de incorporação da saúde digital (e-Saúde) como uma dimensão fundamental para o Sistema Único de Saúde (SUS). Em relação ao digiSUS, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A disponibilização e uso das informações abrangentes, de forma precisa e segura, visa à melhoria constante da qualidade dos serviços, dos processos e da atenção à saúde.
( ) Trata-se de uma iniciativa formada a partir de experiências historicamente acumuladas por um conjunto de atores (gestores, especialistas, pesquisadores, representantes de entidades e de conselhos de classe) envolvidos no desenvolvimento de Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC) em saúde.
( ) A estratégia e-Saúde do Brasil foi embasada no método proposto pelo National eHealth Strategy Toolkit, publicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em conjunto com a União Internacional de Telecomunicações (UIT).
( ) É possível mensurar, organizar e redistribuir a fragmentação das iniciativas do e-Saúde no SUS e aprimorar a governança da estratégia.
A sequência está correta em
 

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1816630 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Para Moreira (2011), teoria de aprendizagem significa uma construção humana para interpretar sistematicamente a área de conhecimento chamada de aprendizagem, uma maneira particular de ver as coisas, de explicar e prever observações, de resolver problemas. Considerando a teoria de aprendizagem Behaviorista, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1816626 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Bullying é um termo proveniente do idioma inglês, provindo de bullying, que tem o significado de “valentão”, se referindo a todas as formas de atitude agressivas, verbais ou físicas, intencionadas e repetitivas, que são feitas sem qualquer motivação e praticadas por indivíduos contra outros. O bullying tem como principal objetivo intimidar ou agredir pessoas que não tenham condições de se defender, criando uma relação de poder contra os mais fracos. Podemos dividir o bullying em duas categorias; assinale-as.
 

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Mídias sociais ampliam oportunidades
Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais
rompem bolha social ao democratizar experiências,
compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico.
Nas ruas dos grandes centros urbanos, a cena se repete. No metrô, no ônibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita atenção ao que acontece ao redor. Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada à internet, segundo a última Pesquisa por Amostra Nacional de Domicílios Contínua (PNAC). E 62% têm um smartphone, de acordo com estudo do Google Consumer Barometer, de 2017. Houve um boom de conectividade via celular nos últimos seis anos – em 2012, apenas 14% dos brasileiros possuíam telefones desse tipo.
“No passado, só tinham acesso à internet as classes A e B. Nos anos 1990, por exemplo, isso era coisa de jovem, estudante, branco, nerd e geralmente homem”, conta o antropólogo Juliano Spyer, autor de estudo realizado para a University College London (UCL), no Reino Unido, recém-publicado no livro Mídias sociais no Brasil emergente – Como a internet afeta a mobilidade social (Educ/UCL Press). “Foi a partir de meados dos anos 2000, por intermédio do Orkut, que a rede se popularizou.” No caso do Brasil, a estabilidade política e o desenvolvimento econômico experimentados nos últimos 20 anos propiciaram o acesso da população a computadores domésticos e dispositivos móveis, como tablets e smartphones.
Intrigado com a popularização de ferramentas de acesso à internet, Spyer dedicou-se a compreender esse processo. Em abril de 2013, fechou sua casa, em São Paulo, e se mudou para uma vila-dormitório para trabalhadores de baixa renda, com 15 mil habitantes, na Bahia, onde morou até maio de 2014. Para resguardar a identidade dos entrevistados, o pesquisador deu ao local o nome fictício de Balduíno.
Antes de iniciar a pesquisa de campo, Spyer e outros oito antropólogos passaram sete meses se preparando, sob a orientação do antropólogo e arqueólogo Daniel Miller, da UCL. Após revisar a bibliografia correlata ao tema, estabeleceram as principais questões a serem abordadas na investigação: a razão do uso das redes sociais, sua utilidade prática, o grau de interferência na educação, o papel político que desempenham e o quão aproximam – ou distanciam – as pessoas.
“Depois de seis meses em Balduíno, eu já estava integrado ao local”, conta Spyer. A partir daí, o antropólogo passou a acompanhar, via Facebook, WhatsApp e também fora da internet a vida de 250 pessoas, que espontaneamente se tornaram suas “amigas” na rede social. Para aprofundar a pesquisa, 50 delas, de distintos perfis sociais e idades, foram selecionadas de modo a refletir a população local. “Não quisemos uma pesquisa só com adolescentes porque o uso da internet por quem tem menos experiência on-line não é menos relevante”, diz Spyer.
Em Balduíno, as pessoas ganham a vida trabalhando como faxineiras, motoristas, jardineiras e cozinheiras, principalmente em hotéis e em outros negócios do polo turístico ao norte da cidade de Salvador. “Suas aspirações de consumo incluem roupas de grifes internacionais, motocicleta, carro e computador. Aliás, hoje o computador ocupa, na sala, o lugar físico e simbólico ocupado antes pela TV, para ser exibido aos amigos e vizinhos”, diz Spyer. “A pesquisa constatou que, na população de baixa renda, saber usar a internet indica que a pessoa faz parte da modernidade e tem uma capacidade de comunicação mais avançada, característica de alguém que teve alguma formação”, explica. “Mas, paradoxalmente, a comunicação digital também fortalece redes tradicionais de ajuda mútua que estavam se diluindo por causa da urbanização.”
A investigação levou Spyer a descontruir alguns estereótipos sobre o comportamento de usuários da internet que habitam as periferias das cidades brasileiras. Entre eles, o de que viveriam em realidades distintas, uma virtual e outra real. “Em meados dos anos 2000, recebia pacientes no consultório que criavam perfis falsos, completamente diferentes do que eles eram off-line”, recorda a psicanalista Patrícia Ferreira, pós-doutoranda em psicologia clínica na Universidade de São Paulo (USP). “Hoje, as postagens mudaram e surgem como a confirmação do ‘eu’ que se idealiza ser, a selfie perfeita.”
Patrícia pesquisa a apropriação política exteriorizada na retórica das mídias sociais a partir das manifestações de junho de 2013, quando explodiram protestos em todas as capitais do país, inicialmente contra o aumento das tarifas de transporte público. Utilizando ferramentas da psicanálise, ela realiza o que define como “escuta do coletivo” com informações publicadas em perfis e discussões em grupos com posições opostas. Apesar de ainda não estar concluído, o estudo tem evidenciado a função “protetora” da tela, que encoraja os usuários a dizerem o que pensam, quase sempre ignorando a responsabilidade e o efeito das palavras.
(Valéria França, edição 273. Nov. 2018. Comunicação
Educação. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2018/11/ 19/midias-sociais-ampliam-oportunidades.)
O título poderia ser reescrito sem que houvesse alteração de seu sentido básico ou vício de ambiguidade conforme apresentado em:
 

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1816544 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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A teoria comportamental, baseada nos estudos de Douglas McGregor, apresenta uma explicação simples e direta sobre a visão do administrador a respeito da natureza das pessoas. Os estilos de direção, baseados nessa teoria, demonstram o antagonismo entre dois tipos de visão: a teoria X e a teoria Y. Considerando tais teorias, relacione adequadamente as colunas a seguir.
( ) Detestam o trabalho e procuram evitá-lo sempre.
( ) São imaginativas e criativas.
( ) São aplicadas e têm iniciativa.
( ) Evitam a responsabilidade.
A sequência está correta em
 

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1816481 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Identity and globalization
Krasimira Mineva -Burgas Free University.
During the recent decades, intensity of relations between different cultures and different regions of the world has been increasing, due to the rapid development of telecommunications. The increasing economic and financial independence has its impact on the new opportunities for mobility and communications amongst different cultures. The development of the global market, the large volumes of production and exports enable the consumption of new, unfamiliar products. The economic aspects of the processes developing on a global scale are characterized by free movement of capital, search for new markets for goods and services, exported manufacturing facilities seeking cheaper labor markets, collision between local producers and powerful international corporations. The economic processes encourage the development of a new global culture, the basis for it being standards such as consumption, consumer attitudes and ultimate individualism. The effects of globalization have been described as: aculturalism, the mutual influence among cultures and their gradual convergence and unification; migration processes due to the collapse of local economies; increased number of illegal immigrants; marginalization and prejudice; spread of individualism and consumer attitude which undermine the values of traditional society; increased exchange of information and ideas, information on global scale doubles its volume every two years; individual consciousness is overloaded with information but behaviors which might alter culture become even more uniform.
(Available in: https://www.researchgate.net. Adapted.)
Mark the item which matches the text.
 

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1813305 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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De acordo com alguns autores da área da administração, a liderança pode ser entendida como uma espécie de poder pessoal. A capacidade de influenciar pessoas tem uma estreita relação com o conceito de poder e autoridade. O poder é o potencial de influência de uma pessoa sobre a outra. Sobre os tipos de poder que um líder pode possuir, relacione adequadamente as colunas a seguir.
Bases de Poder
Bases Tipos
1. Temor ( ) Referência
2. Necessidade ( ) Legitimado
3. Cargo ( ) Coercitivo
4. Respeito ( ) Recompensa
5. Carisma ( ) Competência
A sequência está correta em
 

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1813044 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Vários tipos de insulinas estão disponíveis para o tratamento da Diabetes mellitus, tendo variação, além da indicação, no tempo de ação e na posologia. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. A insulina ultrarrápida deve ser administrada imediatamente após as refeições.
II. A insulina NPH pode ser administrada pelas vias subcutânea e endovenosa.
III. A insulina regular é considerada de efeito rápido por ter seu efeito iniciado com cerca de 30 minutos após a injeção.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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