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Para a realização de uma reforma, é preciso que sejam construídos 30 metros de muro em 3 dias de trabalho. Com base numa reforma anterior, sabe-se que 3 pedreiros, trabalhando juntos por 2 dias, são capazes de construir 12 metros de muro. Então, supondo-se iguais as produtividades dos pedreiros, o responsável pela obra deverá contratar
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O futebol do absoluto
Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.
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O futebol do absoluto
Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase atende à concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
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O futebol do absoluto
Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
Sem prejuízo de sentido ao texto e de acordo com a norma- padrão, as passagens do primeiro parágrafo – … disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. – e – … ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo… – estão devidamente reescritas em:
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O futebol do absoluto
Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal atende à norma-padrão.
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O futebol do absoluto
Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
Na passagem “Era o império do relativo, do subjetivo – … daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até alcovas por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo.” (3º parágrafo), os termos destacados significam, correta e respectivamente,
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O futebol do absoluto
Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
Em várias passagens no texto, o autor emite sua opinião, conforme expressa em:
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O futebol do absoluto
Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
De acordo com o autor, a utilização do VAR no futebol
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Era uma vez uma arte chamada futebol, em que 22 sujeitos, divididos em dois grupos, disputavam uma bola que deveria ser mandada para dentro das redes adversárias. Mais ou menos à parte, ficava o juiz, com a função de interromper o espetáculo se um dos adversários fizesse algo contra as regras, como pôr a mão na bola ou aleijar um oponente sem motivo justo.
Ao redor do campo, postavam-se as grandes massas – a torcida –, gritando “Vai! Vai!”, fazendo “Úuu!”, pulando a cada gol de suas cores ou, com frequência, discordando do juiz.
O bonito é que todos ali, jogadores, juiz, espectadores, eram seres humanos, apaixonados, por isso falíveis, sujeitos a erros de interpretação e a ver ou deixar de ver coisas que pareciam óbvias para um ou para o outro lado. Era o império do relativo, do subjetivo – daí o seu fascínio, que fazia com que cada jogo continuasse sendo discutido nos botequins, escritórios e até em casa por dias, semanas e anos, sem que se chegasse a um acordo. Uma bola nas redes, com o juiz apontando e o bandeirinha correndo para o centro do campo, era só o que se precisava para pular, abraçar e beijar quem estivesse do nosso lado na arquiba.
Não mais. Agora, a cada gol, ninguém pula ou se beija ou se abraça, nem os jogadores. Assim que a bola estufa a rede, o juiz leva a mão à orelha e se põe em posição de atenção. Dali, corre em direção a um aparelho de TV fora do campo – o VAR –, diante do qual se demora quatro ou cinco minutos, enquanto nós ficamos aflitos, sôfregos, expectantes. E só então, quando ele volta ao campo e faz esse ou aquele gesto, descobrimos se temos autorização para vibrar ou não.
O futebol se tornou o império do absoluto. Uma máquina tem agora o poder de nos tornar, como diria Nelson Rodrigues, uma multidão de idiotas da objetividade.
(Ruy Castro, “O futebol do absoluto”. Folha de S.Paulo, 26.06.2019. Adaptado)
O autor começa o texto usando a expressão “Era uma vez…”, com a intenção de
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A fala das mulheres revela que elas
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