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Foram encontradas 175 questões.

2364130 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia um trecho da crônica “Lembra-se”, de Ivan Angelo, para responder a questão.

Falar ao telefone era uma coisa discreta. Em aparelho público de esquina ou de corredor de shopping, falava-se baixo. Quando ligava de um posto da companhia telefônica, a pessoa fechava-se numa cabine. Trocavam-se palavras necessárias, pois dava trabalho deslocar-se até um aparelho.

Agora, na era do celular, todo mundo fala alto e até com espalhafato nas ruas, nos ônibus, nos corredores, nos restaurantes e, pela banalidade, os assuntos não despertam qualquer interesse.

Dava-se corda nos relógios. Era tranquilo caminhar pelas ruas à noite. Helicóptero não era transporte urbano. Motocicleta era diversão dos fins de semana. Os bancos lucravam bilhões e não cobravam mensalidade para você deixar seu dinheiro com eles. A corujinha da TV mandava as crianças para a cama às 9 da noite. Os jovens iam para os bares com livros debaixo do braço e parecia que liam, pois discutiam e se dividiam a respeito das ideias. Não havia hipótese de silicone. A escola era pública, a rua era pública, a saúde era pública, a opinião era pública. Privada era outra coisa. Havia garoa. O beijo era uma intimidade, não um espetáculo. Pizza não era coisa feia.

(Coleção Melhores Crônicas – Ivan Angelo. Seleção Humberto Werneck. Global editora, 2007. Adaptado)

Assinale a alternativa que está de acordo com a concordância verbal determinada pela norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2364129 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia um trecho da crônica “Lembra-se”, de Ivan Angelo, para responder a questão.

Falar ao telefone era uma coisa discreta. Em aparelho público de esquina ou de corredor de shopping, falava-se baixo. Quando ligava de um posto da companhia telefônica, a pessoa fechava-se numa cabine. Trocavam-se palavras necessárias, pois dava trabalho deslocar-se até um aparelho.

Agora, na era do celular, todo mundo fala alto e até com espalhafato nas ruas, nos ônibus, nos corredores, nos restaurantes e, pela banalidade, os assuntos não despertam qualquer interesse.

Dava-se corda nos relógios. Era tranquilo caminhar pelas ruas à noite. Helicóptero não era transporte urbano. Motocicleta era diversão dos fins de semana. Os bancos lucravam bilhões e não cobravam mensalidade para você deixar seu dinheiro com eles. A corujinha da TV mandava as crianças para a cama às 9 da noite. Os jovens iam para os bares com livros debaixo do braço e parecia que liam, pois discutiam e se dividiam a respeito das ideias. Não havia hipótese de silicone. A escola era pública, a rua era pública, a saúde era pública, a opinião era pública. Privada era outra coisa. Havia garoa. O beijo era uma intimidade, não um espetáculo. Pizza não era coisa feia.

(Coleção Melhores Crônicas – Ivan Angelo. Seleção Humberto Werneck. Global editora, 2007. Adaptado)

O sinal indicativo de crase foi empregado corretamente na alternativa:

 

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2364128 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia um trecho da crônica “Lembra-se”, de Ivan Angelo, para responder a questão.

Falar ao telefone era uma coisa discreta. Em aparelho público de esquina ou de corredor de shopping, falava-se baixo. Quando ligava de um posto da companhia telefônica, a pessoa fechava-se numa cabine. Trocavam-se palavras necessárias, pois dava trabalho deslocar-se até um aparelho.

Agora, na era do celular, todo mundo fala alto e até com espalhafato nas ruas, nos ônibus, nos corredores, nos restaurantes e, pela banalidade, os assuntos não despertam qualquer interesse.

Dava-se corda nos relógios. Era tranquilo caminhar pelas ruas à noite. Helicóptero não era transporte urbano. Motocicleta era diversão dos fins de semana. Os bancos lucravam bilhões e não cobravam mensalidade para você deixar seu dinheiro com eles. A corujinha da TV mandava as crianças para a cama às 9 da noite. Os jovens iam para os bares com livros debaixo do braço e parecia que liam, pois discutiam e se dividiam a respeito das ideias. Não havia hipótese de silicone. A escola era pública, a rua era pública, a saúde era pública, a opinião era pública. Privada era outra coisa. Havia garoa. O beijo era uma intimidade, não um espetáculo. Pizza não era coisa feia.

(Coleção Melhores Crônicas – Ivan Angelo. Seleção Humberto Werneck. Global editora, 2007. Adaptado)

Tendo por base a afirmação “Pizza não era coisa feia”, é possível estabelecer uma relação com a palavra “pizza” empregada em

 

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2364127 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia um trecho da crônica “Lembra-se”, de Ivan Angelo, para responder a questão.

Falar ao telefone era uma coisa discreta. Em aparelho público de esquina ou de corredor de shopping, falava-se baixo. Quando ligava de um posto da companhia telefônica, a pessoa fechava-se numa cabine. Trocavam-se palavras necessárias, pois dava trabalho deslocar-se até um aparelho.

Agora, na era do celular, todo mundo fala alto e até com espalhafato nas ruas, nos ônibus, nos corredores, nos restaurantes e, pela banalidade, os assuntos não despertam qualquer interesse.

Dava-se corda nos relógios. Era tranquilo caminhar pelas ruas à noite. Helicóptero não era transporte urbano. Motocicleta era diversão dos fins de semana. Os bancos lucravam bilhões e não cobravam mensalidade para você deixar seu dinheiro com eles. A corujinha da TV mandava as crianças para a cama às 9 da noite. Os jovens iam para os bares com livros debaixo do braço e parecia que liam, pois discutiam e se dividiam a respeito das ideias. Não havia hipótese de silicone. A escola era pública, a rua era pública, a saúde era pública, a opinião era pública. Privada era outra coisa. Havia garoa. O beijo era uma intimidade, não um espetáculo. Pizza não era coisa feia.

(Coleção Melhores Crônicas – Ivan Angelo. Seleção Humberto Werneck. Global editora, 2007. Adaptado)

Pelos comentários feitos pelo cronista, pode-se afirmar corretamente que

 

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2364126 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia o texto para responder a questão.

Perdendo o sono

Nos últimos anos, caí numa rotina de dormir entre cinco e seis horas por noite. Achava que estava bem adaptado a esse regime, até ler “Por Que Nós Dormimos”, do neurocientista Matthew Walker (Universidade da Califórnia, Berkeley). Ele me deu um susto.

A tese principal de Walker é simples. Todos os animais até hoje estudados dormem. Até mamíferos aquáticos, que não conseguiriam respirar caso parassem de nadar, desenvolveram um modo de dormir com metade do cérebro de cada vez e assim manter-se em movimento. Daí dá para concluir que o sono tem um papel evolucionário bastante significativo.

Walker põe-se então a destrinchar as diferentes fases do sono e suas múltiplas funções. O sono REM (sigla inglesa para “movimento rápido dos olhos”, aquele em que sonhamos) é importante para trabalharmos nossas emoções negativas, aprimorarmos habilidades sociais e para a criatividade e solução de problemas. Já o sono NREM (mais profundo, sem sonhos) é crucial na consolidação das memórias e de habilidades motoras, sem mencionar a regulação de processos fisiológicos.

Walker é também um militante. Ele está convencido de que a modernidade nos lançou numa epidemia de falta de sono com consequências tão graves como obesidade ou tabagismo. Munido de um estoque quase inesgotável de estudos, ele liga o sono subótimo* a problemas cardíacos, câncer, diabetes, obesidade, demência e até aos mais inocentes resfriados. No plano psicológico, relaciona dormir pouco a piora do desempenho cognitivo, irritabilidade, cansaço e, por decorrência, a boa parte dos acidentes automobilísticos.

Para Walker, as pessoas que acham que podem dormir pouco estão tão enganadas que nem sequer conseguem perceber os prejuízos que já sofrem com o sono insuficiente. Segundo o autor, a quase totalidade dos seres humanos precisa dormir oito horas por dia – e, de preferência, fazer também uma “siesta”.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 10.03.2019. Adaptado)

*subótimo: que não atinge a mais alta qualidade.

Considere as frases.

• Muitas pessoas querem saber mais a respeito das etapas pelas quais passamos enquanto dormimos, e, em seu livro, o neurocientista de forma detalhada para os leitores.

• O hábito de dormir poucas horas é apontado como uma das causas dos acidentes automobilísticos, portanto, os motoristas que deveriam repensar suas atitudes.

Considerando o emprego e a colocação de pronomes estabelecidos pela norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, por:

 

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2364125 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia o texto para responder a questão.

Perdendo o sono

Nos últimos anos, caí numa rotina de dormir entre cinco e seis horas por noite. Achava que estava bem adaptado a esse regime, até ler “Por Que Nós Dormimos”, do neurocientista Matthew Walker (Universidade da Califórnia, Berkeley). Ele me deu um susto.

A tese principal de Walker é simples. Todos os animais até hoje estudados dormem. Até mamíferos aquáticos, que não conseguiriam respirar caso parassem de nadar, desenvolveram um modo de dormir com metade do cérebro de cada vez e assim manter-se em movimento. Daí dá para concluir que o sono tem um papel evolucionário bastante significativo.

Walker põe-se então a destrinchar as diferentes fases do sono e suas múltiplas funções. O sono REM (sigla inglesa para “movimento rápido dos olhos”, aquele em que sonhamos) é importante para trabalharmos nossas emoções negativas, aprimorarmos habilidades sociais e para a criatividade e solução de problemas. Já o sono NREM (mais profundo, sem sonhos) é crucial na consolidação das memórias e de habilidades motoras, sem mencionar a regulação de processos fisiológicos.

Walker é também um militante. Ele está convencido de que a modernidade nos lançou numa epidemia de falta de sono com consequências tão graves como obesidade ou tabagismo. Munido de um estoque quase inesgotável de estudos, ele liga o sono subótimo* a problemas cardíacos, câncer, diabetes, obesidade, demência e até aos mais inocentes resfriados. No plano psicológico, relaciona dormir pouco a piora do desempenho cognitivo, irritabilidade, cansaço e, por decorrência, a boa parte dos acidentes automobilísticos.

Para Walker, as pessoas que acham que podem dormir pouco estão tão enganadas que nem sequer conseguem perceber os prejuízos que já sofrem com o sono insuficiente. Segundo o autor, a quase totalidade dos seres humanos precisa dormir oito horas por dia – e, de preferência, fazer também uma “siesta”.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 10.03.2019. Adaptado)

*subótimo: que não atinge a mais alta qualidade.

Em – Ele está convencido de que a modernidade nos lançou numa epidemia de falta de sono com consequências tão graves como obesidade... –, os trechos destacados na frase podem ser substituídos, sem alteração do sentido original, por:

 

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2364124 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia o texto para responder a questão.

Perdendo o sono

Nos últimos anos, caí numa rotina de dormir entre cinco e seis horas por noite. Achava que estava bem adaptado a esse regime, até ler “Por Que Nós Dormimos”, do neurocientista Matthew Walker (Universidade da Califórnia, Berkeley). Ele me deu um susto.

A tese principal de Walker é simples. Todos os animais até hoje estudados dormem. Até mamíferos aquáticos, que não conseguiriam respirar caso parassem de nadar, desenvolveram um modo de dormir com metade do cérebro de cada vez e assim manter-se em movimento. Daí dá para concluir que o sono tem um papel evolucionário bastante significativo.

Walker põe-se então a destrinchar as diferentes fases do sono e suas múltiplas funções. O sono REM (sigla inglesa para “movimento rápido dos olhos”, aquele em que sonhamos) é importante para trabalharmos nossas emoções negativas, aprimorarmos habilidades sociais e para a criatividade e solução de problemas. Já o sono NREM (mais profundo, sem sonhos) é crucial na consolidação das memórias e de habilidades motoras, sem mencionar a regulação de processos fisiológicos.

Walker é também um militante. Ele está convencido de que a modernidade nos lançou numa epidemia de falta de sono com consequências tão graves como obesidade ou tabagismo. Munido de um estoque quase inesgotável de estudos, ele liga o sono subótimo* a problemas cardíacos, câncer, diabetes, obesidade, demência e até aos mais inocentes resfriados. No plano psicológico, relaciona dormir pouco a piora do desempenho cognitivo, irritabilidade, cansaço e, por decorrência, a boa parte dos acidentes automobilísticos.

Para Walker, as pessoas que acham que podem dormir pouco estão tão enganadas que nem sequer conseguem perceber os prejuízos que já sofrem com o sono insuficiente. Segundo o autor, a quase totalidade dos seres humanos precisa dormir oito horas por dia – e, de preferência, fazer também uma “siesta”.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 10.03.2019. Adaptado)

*subótimo: que não atinge a mais alta qualidade.

Assinale a alternativa em que está correta a relação entre ideias e entre tempos e modos verbais.

 

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2364123 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia o texto para responder a questão.

Perdendo o sono

Nos últimos anos, caí numa rotina de dormir entre cinco e seis horas por noite. Achava que estava bem adaptado a esse regime, até ler “Por Que Nós Dormimos”, do neurocientista Matthew Walker (Universidade da Califórnia, Berkeley). Ele me deu um susto.

A tese principal de Walker é simples. Todos os animais até hoje estudados dormem. Até mamíferos aquáticos, que não conseguiriam respirar caso parassem de nadar, desenvolveram um modo de dormir com metade do cérebro de cada vez e assim manter-se em movimento. Daí dá para concluir que o sono tem um papel evolucionário bastante significativo.

Walker põe-se então a destrinchar as diferentes fases do sono e suas múltiplas funções. O sono REM (sigla inglesa para “movimento rápido dos olhos”, aquele em que sonhamos) é importante para trabalharmos nossas emoções negativas, aprimorarmos habilidades sociais e para a criatividade e solução de problemas. Já o sono NREM (mais profundo, sem sonhos) é crucial na consolidação das memórias e de habilidades motoras, sem mencionar a regulação de processos fisiológicos.

Walker é também um militante. Ele está convencido de que a modernidade nos lançou numa epidemia de falta de sono com consequências tão graves como obesidade ou tabagismo. Munido de um estoque quase inesgotável de estudos, ele liga o sono subótimo* a problemas cardíacos, câncer, diabetes, obesidade, demência e até aos mais inocentes resfriados. No plano psicológico, relaciona dormir pouco a piora do desempenho cognitivo, irritabilidade, cansaço e, por decorrência, a boa parte dos acidentes automobilísticos.

Para Walker, as pessoas que acham que podem dormir pouco estão tão enganadas que nem sequer conseguem perceber os prejuízos que já sofrem com o sono insuficiente. Segundo o autor, a quase totalidade dos seres humanos precisa dormir oito horas por dia – e, de preferência, fazer também uma “siesta”.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 10.03.2019. Adaptado)

*subótimo: que não atinge a mais alta qualidade.

Considere os trechos do texto.

• Achava que estava bem adaptado a esse regime, até ler “Por Que Nós Dormimos”, do neurocientista Matthew Walker... (1º parágrafo)

o sono NREM (mais profundo, sem sonhos) é crucial na consolidação das memórias e de habilidades motoras... (3º parágrafo)

• ... que nem sequer conseguem perceber os prejuízos que sofrem com o sono insuficiente. (último parágrafo)

Os termos destacados nos trechos passam, respectivamente, a noção de

 

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2364122 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia o texto para responder a questão.

Perdendo o sono

Nos últimos anos, caí numa rotina de dormir entre cinco e seis horas por noite. Achava que estava bem adaptado a esse regime, até ler “Por Que Nós Dormimos”, do neurocientista Matthew Walker (Universidade da Califórnia, Berkeley). Ele me deu um susto.

A tese principal de Walker é simples. Todos os animais até hoje estudados dormem. Até mamíferos aquáticos, que não conseguiriam respirar caso parassem de nadar, desenvolveram um modo de dormir com metade do cérebro de cada vez e assim manter-se em movimento. Daí dá para concluir que o sono tem um papel evolucionário bastante significativo.

Walker põe-se então a destrinchar as diferentes fases do sono e suas múltiplas funções. O sono REM (sigla inglesa para “movimento rápido dos olhos”, aquele em que sonhamos) é importante para trabalharmos nossas emoções negativas, aprimorarmos habilidades sociais e para a criatividade e solução de problemas. Já o sono NREM (mais profundo, sem sonhos) é crucial na consolidação das memórias e de habilidades motoras, sem mencionar a regulação de processos fisiológicos.

Walker é também um militante. Ele está convencido de que a modernidade nos lançou numa epidemia de falta de sono com consequências tão graves como obesidade ou tabagismo. Munido de um estoque quase inesgotável de estudos, ele liga o sono subótimo* a problemas cardíacos, câncer, diabetes, obesidade, demência e até aos mais inocentes resfriados. No plano psicológico, relaciona dormir pouco a piora do desempenho cognitivo, irritabilidade, cansaço e, por decorrência, a boa parte dos acidentes automobilísticos.

Para Walker, as pessoas que acham que podem dormir pouco estão tão enganadas que nem sequer conseguem perceber os prejuízos que já sofrem com o sono insuficiente. Segundo o autor, a quase totalidade dos seres humanos precisa dormir oito horas por dia – e, de preferência, fazer também uma “siesta”.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 10.03.2019. Adaptado)

*subótimo: que não atinge a mais alta qualidade.

Assinale a alternativa em que os termos destacados contribuam para expressar, respectivamente, condição e intensidade.

 

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2364121 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia o texto para responder a questão.

Perdendo o sono

Nos últimos anos, caí numa rotina de dormir entre cinco e seis horas por noite. Achava que estava bem adaptado a esse regime, até ler “Por Que Nós Dormimos”, do neurocientista Matthew Walker (Universidade da Califórnia, Berkeley). Ele me deu um susto.

A tese principal de Walker é simples. Todos os animais até hoje estudados dormem. Até mamíferos aquáticos, que não conseguiriam respirar caso parassem de nadar, desenvolveram um modo de dormir com metade do cérebro de cada vez e assim manter-se em movimento. Daí dá para concluir que o sono tem um papel evolucionário bastante significativo.

Walker põe-se então a destrinchar as diferentes fases do sono e suas múltiplas funções. O sono REM (sigla inglesa para “movimento rápido dos olhos”, aquele em que sonhamos) é importante para trabalharmos nossas emoções negativas, aprimorarmos habilidades sociais e para a criatividade e solução de problemas. Já o sono NREM (mais profundo, sem sonhos) é crucial na consolidação das memórias e de habilidades motoras, sem mencionar a regulação de processos fisiológicos.

Walker é também um militante. Ele está convencido de que a modernidade nos lançou numa epidemia de falta de sono com consequências tão graves como obesidade ou tabagismo. Munido de um estoque quase inesgotável de estudos, ele liga o sono subótimo* a problemas cardíacos, câncer, diabetes, obesidade, demência e até aos mais inocentes resfriados. No plano psicológico, relaciona dormir pouco a piora do desempenho cognitivo, irritabilidade, cansaço e, por decorrência, a boa parte dos acidentes automobilísticos.

Para Walker, as pessoas que acham que podem dormir pouco estão tão enganadas que nem sequer conseguem perceber os prejuízos que já sofrem com o sono insuficiente. Segundo o autor, a quase totalidade dos seres humanos precisa dormir oito horas por dia – e, de preferência, fazer também uma “siesta”.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 10.03.2019. Adaptado)

*subótimo: que não atinge a mais alta qualidade.

De acordo com o conteúdo do texto, é correto afirmar que

 

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