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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem-
-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
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Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
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-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
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Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
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-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Tais informações equivalem a dizer que ela é, portanto, uma senhora
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Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
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Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
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Na obra A matemática nos anos iniciais do ensino fundamental: tecendo fios do ensinar e do aprender (2019),
Nacarato, Passos e Mengali enfatizam a importância de
se criar um ambiente para ensinar e aprender matemática, reconhecendo sua “natureza crítica”.
As autoras destacam que, para auxiliar nos processos de comunicação e argumentação de alunos e de professores, é relevante o papel
As autoras destacam que, para auxiliar nos processos de comunicação e argumentação de alunos e de professores, é relevante o papel
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A professora Márcia vai, com alunos do 1º
ano do Ensino
Fundamental, trabalhar objetos de conhecimento em
matemática: noção de acaso; coleta e organizações de
informações; registros pessoais para comunicação de
informações coletadas.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018), esses objetos de conhecimento fazem parte da unidade temática de
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018), esses objetos de conhecimento fazem parte da unidade temática de
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- Educação InfantilAlfabetização e Letramento
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
A alfabetização é o foco dos trabalhos de Sasseron e
Carvalho (2011), Alfabetização científica: uma revisão
bibliográfica, os quais destacam a relevância do ensino
de Ciências em toda a formação básica, pois esse tipo de
conhecimento está largamente presente na atual sociedade científica e tecnológica. Em conformidade com
essa perspectiva, Frade, Araújo e Glória (2018) abordam
a Multimodalidade na alfabetização: usos da leitura e da
escrita digital por crianças em contexto escolar e, concluem “que as crianças, em período de apropriação do
sistema de escrita alfabética, interagem com a escrita e a
leitura de textos verbais e não verbais”.
A partir de uma “mediação adequada de professores e de colegas”, os autores entendem que esse “ambiente digital, ampliou e aguçou as crianças a se envolverem nessas práticas da cultura escrita digital,” de modo a
A partir de uma “mediação adequada de professores e de colegas”, os autores entendem que esse “ambiente digital, ampliou e aguçou as crianças a se envolverem nessas práticas da cultura escrita digital,” de modo a
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Em sua obra Reflexões sobre alfabetização (2010), Emília Ferreiro traz importantes contribuições à prática da
alfabetização, tendo em vista as pesquisas realizadas
sobre essa temática. Ela faz críticas quanto à utilização
de métodos tradicionais, pois o processo de alfabetização nada tem de mecânico do ponto de vista da criança
que aprende. Para Ferreiro, o desenvolvimento da lecto-escrita começa antes da escola, sendo que “a aprendizagem da leitura e escrita é muito mais que aprender a
conduzir-se de modo ‘apropriado’ com este tipo de objeto
cultural (...).
É muito mais do que isto, exatamente porque envolve a
É muito mais do que isto, exatamente porque envolve a
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A obra de Sotero, Pereira e Santos sobre Pedagogias negras: o antirracismo, o bem viver e a corporeidade (2021) respeita o art. 10 da Resolução
CNE/CEB nº 07/2010, que estabelece o currículo do
Ensino Fundamental e apresenta uma base nacional
comum e outra parte diversificada. A referida obra propicia abordar a questão da transversalidade que constitui
uma das maneiras de trabalhar os componentes curriculares, as áreas de conhecimento e os temas sociais em
uma perspectiva integrada.
Das muitas expressões das pedagogias negras, os autores elegem três para apresentar os modos pelos quais elas problematizam o “aprender-ensinar-criar” e “abrem
Das muitas expressões das pedagogias negras, os autores elegem três para apresentar os modos pelos quais elas problematizam o “aprender-ensinar-criar” e “abrem
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