Foram encontradas 645 questões.
Em um recipiente, foram misturados 80 mL de medicamento com 300 mL de soro fisiológico.
Qual a quantidade de medicamento que deve ser acrescentada nesse recipiente, para que a razão entre a quantidade de medicamento e a quantidade de soro fisiológico seja igual a 2/5 ?
Qual a quantidade de medicamento que deve ser acrescentada nesse recipiente, para que a razão entre a quantidade de medicamento e a quantidade de soro fisiológico seja igual a 2/5 ?
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Todos os técnicos de enfermagem de um hospital precisam fazer um determinado curso de atualização. Como
4 desses técnicos já fizeram esse curso, não terão de
fazer novamente. Entre os demais técnicos, 40% farão o
curso nesta semana, e outros 36 técnicos farão o curso
na semana que vem.
O número total de técnicos de enfermagem desse hospital é igual a
O número total de técnicos de enfermagem desse hospital é igual a
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Em uma unidade básica de saúde (UBS), há 180 prontuários de crianças e 260 prontuários de adultos. Todos esses
prontuários serão divididos em pilhas, cada pilha com o
mesmo número de prontuários, sendo esse número o
maior possível.
Sabendo que cada pilha não pode ter prontuários de crianças e prontuários de adultos misturados, o número total de pilhas que serão formadas com todos esses prontuários será igual a
Sabendo que cada pilha não pode ter prontuários de crianças e prontuários de adultos misturados, o número total de pilhas que serão formadas com todos esses prontuários será igual a
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Uma pessoa comprou alguns produtos em uma farmácia,
e o valor total dessa compra foi igual a R$ 90,00.
A tabela a seguir apresenta algumas informações sobre o número de unidades compradas de cada produto e seu respectivo valor unitário:
Quantas unidades de flaconetes de remédio para o fígado foram compradas?
A tabela a seguir apresenta algumas informações sobre o número de unidades compradas de cada produto e seu respectivo valor unitário:
Quantas unidades de flaconetes de remédio para o fígado foram compradas?
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Na sala de espera de uma clínica, havia determinado
número de pessoas. Desse total, 1/3 faria somente
exames de imagem, 1/4 faria somente exames clínicos, e
as 15 pessoas restantes aguardavam somente consultas
médicas.
Quantas pessoas fariam somente exames de imagem?
Quantas pessoas fariam somente exames de imagem?
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Leia a charge a seguir:
(Nani. Disponível em: nanihumor.com)
O principal efeito de sentido da charge é desencadeado pela
(Nani. Disponível em: nanihumor.com)
O principal efeito de sentido da charge é desencadeado pela
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Leia o texto a seguir:
Quando amigas de Charlotte vão _________ aulas de ioga, proporcionam ________ ela a companhia de que precisa. Alentada por isso, ela ministra suas aulas de segunda _________ sexta-feira, sempre _________ 10h.
De acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase, as lacunas são preenchidas respectivamente por:
Quando amigas de Charlotte vão _________ aulas de ioga, proporcionam ________ ela a companhia de que precisa. Alentada por isso, ela ministra suas aulas de segunda _________ sexta-feira, sempre _________ 10h.
De acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase, as lacunas são preenchidas respectivamente por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem-
-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem-
-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem-
-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
• “‘A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem’.” (4° parágrafo)
• “Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando mudou para a pequena cidade.” (5° parágrafo)
Nos contextos em que foram empregados, os termos destacados introduzem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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