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Foram encontradas 489 questões.

1509517 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!
"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.
Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.
A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.
Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.
É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.
Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.
Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.
Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.
(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)
Em "Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção". No período, há uma falha em relação:
 

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1509401 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

Marque a alternativa que transforma a frase "A filha deAna, de 13 anos, chamou a polícia (...)" para a voz passiva:

 

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1509258 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Antivírus são programas de computares que ajudam na proteção de computador, evitando que o mesmo fique lento ou até mesmo pare de funcionar. É exemplo de antivírus:
 

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1509139 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Quantos ossos possuem a região da face?
 

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1506948 Ano: 2017
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Sobre os Programas de auxílio e proteção à familia, eles devem abarcar as seguintes dimensões, exceto:
 

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1506843 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
Para Lévy (2010), o hipertexto é uma tecnologia da inteligência. Ao navegar na internet, podemos acessar ambientes e conteúdos virtuais como recursos tecnológicos a serviço da aprendizagem. A respeito do suporte informático hipertexto, não é correto afirmar que:
 

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1506804 Ano: 2017
Disciplina: Biologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
O uso de microscópios de luz implica encontrar um ponto de foco que permita a visualização da imagem com a mínima distorção Em relação ao foco, é correto afirmar que:
 

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1502057 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Nos termos do art. 2º, os servidores públicos civis integrantes do quadro de cargos criados poresta Lei reger-se-ão pelo(a):
 

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Qual o Montante gerado por um capital inicial de R$5.000,00, aplicado a juros compostos de 2% a/m durante 2 meses?
 

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1497920 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Qual a definição de candidiase de repetição e seu tratamento de primeira linha?
 

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