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Foram encontradas 489 questões.

1415172 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Conforme a Lei n.º 7,498/1986, Regulamentada pelo Decreto 94.406/1987:
 

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1339142 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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No que se refere ao psicodiagnóstico, marque a alternativa errada:
 

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1321064 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Nos termos do art. 40, o Poder Executivo Municipal regulamentará o processo de avaliação de desempenho dos servidores municipais, para fins da:
 

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1317428 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

O sujeito da oração não está destacado corretamente em:

 

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1313571 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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São atribuições da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica (Resolução CFP n.0003/2017), exceto:
 

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1302358 Ano: 2017
Disciplina: Odontologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Em relação às unidades de medida em radiologia odontológica, a unidade usada para comparar os efeitos biológicos de tipos diferentes de radiação em um tecido ou órgão é denominada:
 

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De acordo com o art. 33 da Lei Municipal n.º1.936/2017, são considerados requisitos cumulativos para a posse em cargo do quadro permanente:
I - ser brasileiro, nos termos da Constituição;
II - ter dezesseis anos completos;
III - estar em pleno exercício dos direitos politicos e em dia com as obrigações eleitorais e militares;
IV - possuir a escolaridade exigida para o exercício do cargo;
V - não haver sofrido sanção impeditiva do exercício de cargo público;
VI - não exercer outro cargo ou emprego que caracterize acumulação lícita.
Após a análise dos itens, marque a alternativa correta.
 

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1281999 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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O sistema respiratório é considerado um dos elos mais importantes entre organismo humano e meio ambiente, entrando em contato constante e direto com o ar e seus constituintes. As doenças pulmonares devem-se à inalação de partículas nocivas, nuvens, vapores ou gases no local de trabalho. Um trabalhador exposto às poeiras de sílica durante muitos anos, que causaram uma formação permanente de tecido cicatricial nos pulmões, apresenta qual doença profissional?
 

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1263957 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Sobre os fios utilizados em cirurgia dermatológica, assinale a alternativa incorreta:
 

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"Todos estamos deitados na sarjeta, só que alguns estão olhando para as estrelas."
Esta citação foi tirada de O leque de lady Windermere, uma obra de teatro de Oscar Wilde que estreou em Londres em 1892. Ela nos faz lembrar que, independentemente de nossa situação, o que importa é a perspectiva que mantemos.
Há pessoas que aparentemente têm tudo na vida - saúde, beleza, dinheiro, liberdade - e são infelizes. Isso acontece porque elas fíxam a atenção naquilo que lhes falta ou simplesmente não sabem o que querem da vida.
Outras, ao contrário, vivem situações penosas, mas são capazes de enxergar um cantinho do jardim onde bate um raio de sol.
A escritora, filósofa e conferencista norte-americana Helen Keller, que ficou cega e surda ainda muito jovem, explicava assim seu segredo para nunca deixar de ver as estrelas:
Abro as portas do meu ser a tudo o que é bom e as fecho cuidadosamente diante do que é ruim. Essa força tão bela e persistente me permite enfrentar qualquer obstáculo. Nunca me sinto desanimada, pensando que me faltam coisas boas. A dúvida e a insegurança são apenas o pânico gerado por uma mente fraca. Com um coração firme e uma mente aberta, tudo se torna possível.
(Fonte: PERCY,Allan. OscarWilde para inquietos. p.10.)
"Ela nos faz lembrar (...)", o pronome pessoal do caso reto remete ao termo:
 

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