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1050853 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

... “de oiro falso”, sintaticamente, é
 

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1050851 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

Numere a Coluna B pela Coluna A, considerando a classificação gramatical das palavras sublinhadas da Coluna B retiradas do texto.

COLUNA A

I. Pronome apassivador.

II. Conjunção comparativa.

III. Advérbio de tempo.

IV. Pronome relativo.

V. Locução adjetiva.

VI. Palavra denotativa.

COLUNA B

( ) ... se douram;

( ) ... sem mistério ...

( ) ... que não foram ...

( ) ... sequer um arrepio ...

( ) ... como ontem,

( ) ... ainda erguida no ar...

Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

 

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1050850 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

[...] “que perdeu os céus” classifica-se, sintaticamente, como uma oração

 

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1050848 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

O sujeito de “desceu”, v. 4 é
 

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1050847 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

O poema mostra que a dor do poeta é
 

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1050844 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Assinale a opção em que a afirmativa apresenta um erro de concordância nominal.
 

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1050840 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

“’Como ontem para mim, hoje é distância” significa que o poeta não
 

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1050837 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Está CORRETA a divisão silábica de todas as palavras da alternativa
 

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1050836 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

A hostilidade da vida em relação ao poeta está expressa no verso
 

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1050834 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
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Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

No último quarteto, o poeta extravasa um sentimento de
 

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