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Diversas podem ser as retas a serem traçadas em um plano
cartesiano, bem como é possível se estabelecer a equação que
rege essas retas. A partir dessa premissa, considere que
existem dois pontos os quais fazem parte de uma reta: o ponto
de coordenadas (4, 10) e o ponto de coordenadas (8, 18). Nesse
sentido, qual das alternativas apresenta a equação reduzida da
reta que passa por esses dois pontos, importante parâmetro
para que, por exemplo, novos pontos possam ser solicitados e
se garanta estarem presentes nessa mesma reta?
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Abaixo é possível se observar uma matriz que possui 5
colunas e apenas 3 linhas, sendo que a matriz X deve ser
entendida como as três primeiras colunas apenas; a matriz Y
deve ser entendida como as três colunas centrais apenas, ou
seja, desconsidera a primeira e a última colunas; e a matriz Z
deve ser entendida como as três últimos colunas apenas.
Qual das alternativas apresenta o resultado aproximado da divisão entre: a soma do determinante de X com o determinante de Y; e o determinante de Z?
Qual das alternativas apresenta o resultado aproximado da divisão entre: a soma do determinante de X com o determinante de Y; e o determinante de Z?
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O tempo pode ser mensurado em diferentes unidades,
sendo que a escolha dessa unidade depende do que se trata:
por exemplo, para a duração de um filme, pode-se utilizar horas
e minutos, enquanto a quantidade de tempo de inscrição em
um concurso é mensurada em dias. A partir disso, quando se
afirma que determinado processo biológico demora 0,25
semana para se desenvolver, e que esse processo tem um
parâmetro registrado a cada 15 segundos, quantos registros
são feitos ao longo desse processo biológico?
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Analise as assertivas a seguir, considerando uma progressão que possui como primeiro elemento o número - 50, e como razão, o número 6.
I. Caso a progressão seja geométrica, pode-se afirmar que, considerando um número par de termos, metade deles serão positivos, e metade serão negativos.
II. Caso a progressão seja aritmética, são necessários, no mínimo, os primeiros 18 termos, para que a soma de todos os termos considerados seja positiva.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
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Sabe-se que, geralmente, um dado é indicado com números
de 1 a 6 em seus lados, ou seja, um algarismo em cada uma de
suas faces, desde 1 até 6. Qual das alternativas apresenta,
aproximada e respectivamente, em um lançamento do dado: a
probabilidade de o número ser primo; a probabilidade de o
número ser par e primo; a probabilidade de o número ser
ímpar; a probabilidade do número, quando somado a 9,
resultar em um divisível por 2; e a probabilidade de ser um
número natural.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de
Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da
população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas
capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por
noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da
Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia,
com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens
(26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco
em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que
o sono não é só um processo fisiológico, mas que também
envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre
as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai
sobre a população feminina porque existe uma pressão social
para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso,
a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na
menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça,
ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso
comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de
estar em um momento mais pressionado da vida”, disse
Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se
desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que
nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A
recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul,
como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar
em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono
aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono
de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo
exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que
dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas
acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também
porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução
inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a
pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo
pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que
aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para
estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho,
maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o
que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de
sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe
mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando
também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de
dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e
atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar
melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia
depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque
são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido
pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de
melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-comomelhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de
Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da
população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas
capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por
noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da
Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia,
com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens
(26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco
em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que
o sono não é só um processo fisiológico, mas que também
envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre
as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai
sobre a população feminina porque existe uma pressão social
para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso,
a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na
menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça,
ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso
comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de
estar em um momento mais pressionado da vida”, disse
Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se
desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que
nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A
recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul,
como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar
em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono
aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono
de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo
exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que
dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas
acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também
porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução
inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a
pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo
pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que
aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para
estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho,
maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o
que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de
sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe
mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando
também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de
dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e
atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar
melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia
depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque
são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido
pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de
melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-comomelhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de
Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da
população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas
capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por
noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da
Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia,
com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens
(26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco
em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que
o sono não é só um processo fisiológico, mas que também
envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre
as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai
sobre a população feminina porque existe uma pressão social
para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso,
a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na
menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça,
ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso
comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de
estar em um momento mais pressionado da vida”, disse
Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se
desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que
nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A
recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul,
como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar
em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono
aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono
de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo
exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que
dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas
acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também
porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução
inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a
pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo
pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que
aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para
estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho,
maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o
que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de
sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe
mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando
também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de
dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e
atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar
melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia
depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque
são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido
pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de
melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-comomelhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de
Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da
população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas
capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por
noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da
Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia,
com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens
(26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco
em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que
o sono não é só um processo fisiológico, mas que também
envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre
as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai
sobre a população feminina porque existe uma pressão social
para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso,
a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na
menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça,
ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso
comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de
estar em um momento mais pressionado da vida”, disse
Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se
desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que
nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A
recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul,
como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar
em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono
aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono
de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo
exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que
dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas
acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também
porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução
inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a
pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo
pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que
aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para
estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho,
maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o
que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de
sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe
mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando
também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de
dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e
atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar
melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia
depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque
são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido
pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de
melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-comomelhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Saiba como melhorar a qualidade do sono
Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de
Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da
população brasileira.
Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas
capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por
noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da
Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia,
com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens
(26,2%).
A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco
em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que
o sono não é só um processo fisiológico, mas que também
envolve aspectos psicossociais.
Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre
as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai
sobre a população feminina porque existe uma pressão social
para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso,
a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na
menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.
A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça,
ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso
comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de
estar em um momento mais pressionado da vida”, disse
Renata.
Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se
desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que
nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A
recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul,
como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar
em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono
aconteça.
A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono
de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo
exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que
dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas
acabam atrapalhando a qualidade do sono”.
Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também
porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução
inicial do sono).
Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a
pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo
pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que
aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para
estar em estado de alerta”.
Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho,
maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o
que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de
sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe
mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando
também esse processo”, afirmou Fabiola.
Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de
dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e
atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar
melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.
Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia
depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque
são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido
pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de
melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-comomelhorar-qualidade-do-sono (adaptado).
I. O sono é apresentado como um processo que envolve não apenas aspectos fisiológicos, mas também fatores psicossociais e culturais.
II. A maior prevalência de sono de má qualidade entre mulheres é atribuída exclusivamente à alimentação inadequada e ao consumo de cafeína.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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