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Assinale a alternativa correta, de acordo com a norma
culta:
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De acordo com a definição de período composto por
subordinação, qual a alternativa correta?
I. Não quisemos sair porque chovia muito. (Oração
subordinada adverbial causal).
II. Me parece que nossos livros ainda não chegaram.
(Oração subordinada objetiva direta).
III. Costumo lavar a louça conforme me ensinou meu tio
Luís. (Oração subordinada adjetiva restritiva).
IV. Os alunos que não queiram ir ao cinema devem sair
pela porta à esquerda. (Oração subordinada
adverbial conformativa).
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Leia o texto a seguir com atenção.
“O cotidiano do enfermeiro é marcado pelo conflito de ter que se responsabilizar pelo conjunto de atividades que compõe a dinâmica de funcionamento do centro de saúde e o trabalho específico da ESF. A cobrança que se impõe aos enfermeiros não é proporcional às condições que lhes são dadas para responder com qualidade às prerrogativas da saúde da família e ao atendimento da demanda espontânea. Sendo assim, observa-se a vivência de situações conflituosas nas tomadas de decisões, reconhecendo que alguma atividade será negligenciada para que outra seja realizada [...]
Em estudo acerca do processo de trabalho da enfermeira da saúde da família em relação à realização da puericultura, foi evidenciado que a consulta de enfermagem deixa de ser realizada em algumas situações em decorrência da alta demanda do serviço de saúde. Quando é realizada, encontra-se pautada nas queixas clínicas das mães, não abarcando aspectos de integralidade possíveis com a consulta de enfermagem, bem como mantém o caráter curativista das práticas de saúde.
Aspecto que merece destaque a respeito do impacto da gestão da ESF nas práticas cotidianas dos enfermeiros é a infraestrutura inadequada para o trabalho. A maioria dos enfermeiros cita como grande dificuldade no desempenho de suas funções a ausência de sala para atendimento. Não existem espaços adequados e específicos para que os enfermeiros desenvolvam suas atividades.”
(Caçador, Beatriz Santana et al. Ser enfermeiro na estratégia de saúde da família: desafios e possibilidades. REME, Belo Horizonte, vol. 19, n. 3, 2015. DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415- 2762.20150047)
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De acordo com a norma culta do uso de crase, assinale
a alternativa correta:
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a
redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma
atividade social indispensável, para a qual falta, não
obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais
fácil na medida em que se beneficia da prática da fala
cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a
exposição oral e a escrita é a necessidade da boa
composição, isto é, uma distribuição metódica e
compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo
definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe
bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a
redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio
amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da
redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a
importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da
nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de
mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em
princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito
especial para a redação, ao contrário do que muita gente
pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o
esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em
que consubstancia a nossa capacidade de expressão do
pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria
personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho
nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[…]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade
preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um
hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende
muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental
adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do
que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral &
escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
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Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido [...] Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula [...] "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta.
(Hatoum, M. Dois irmãos.http://dynamicon.com.br/wpcontent/uploads/2017/02/Dois-irm%C3%A3os-de-MiltonHatoum.pdf)
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Leia as assertivas a seguir:
I. Deixei arrumada a cama e os armários todos do
quarto de visitas.
II. Houveram vários casos de hepatite A durante o verão
de 2017 na cidade de Canoinhas.
III. Se não me engano, faz 12 anos que se aprovou a Lei
Maria da Penha.
IV. Os rapazes que trabalham com Júlia no escritório são
bastante inteligentes.
V. Antes de mais nada, temos que verificar se a
biblioteca tem bastantes livros em seu acervo
principal.
De acordo com a norma culta, respeitando-se a
concordância nominal e a concordância verbal nas
orações acima, assinale a alternativa que corresponda:
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a
redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma
atividade social indispensável, para a qual falta, não
obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais
fácil na medida em que se beneficia da prática da fala
cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a
exposição oral e a escrita é a necessidade da boa
composição, isto é, uma distribuição metódica e
compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo
definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe
bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a
redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio
amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da
redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a
importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da
nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de
mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em
princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito
especial para a redação, ao contrário do que muita gente
pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o
esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em
que consubstancia a nossa capacidade de expressão do
pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria
personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho
nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[…]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade
preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um
hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende
muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental
adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do
que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral &
escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a
redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma
atividade social indispensável, para a qual falta, não
obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais
fácil na medida em que se beneficia da prática da fala
cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a
exposição oral e a escrita é a necessidade da boa
composição, isto é, uma distribuição metódica e
compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo
definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe
bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a
redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio
amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da
redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a
importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da
nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de
mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em
princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito
especial para a redação, ao contrário do que muita gente
pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o
esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em
que consubstancia a nossa capacidade de expressão do
pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria
personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho
nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[…]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade
preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um
hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende
muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental
adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do
que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral &
escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
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Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido [...] Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula [...] "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta.
(Hatoum, M. Dois irmãos.http://dynamicon.com.br/wpcontent/uploads/2017/02/Dois-irm%C3%A3os-de-MiltonHatoum.pdf)
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