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Foram encontradas 177 questões.

359590 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Assinale a alternativa correta, de acordo com a norma culta:
 

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De acordo com a definição de período composto por subordinação, qual a alternativa correta? I. Não quisemos sair porque chovia muito. (Oração subordinada adverbial causal). II. Me parece que nossos livros ainda não chegaram. (Oração subordinada objetiva direta). III. Costumo lavar a louça conforme me ensinou meu tio Luís. (Oração subordinada adjetiva restritiva). IV. Os alunos que não queiram ir ao cinema devem sair pela porta à esquerda. (Oração subordinada adverbial conformativa).
 

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359579 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Leia o texto a seguir com atenção.
“O cotidiano do enfermeiro é marcado pelo conflito de ter que se responsabilizar pelo conjunto de atividades que compõe a dinâmica de funcionamento do centro de saúde e o trabalho específico da ESF. A cobrança que se impõe aos enfermeiros não é proporcional às condições que lhes são dadas para responder com qualidade às prerrogativas da saúde da família e ao atendimento da demanda espontânea. Sendo assim, observa-se a vivência de situações conflituosas nas tomadas de decisões, reconhecendo que alguma atividade será negligenciada para que outra seja realizada [...]
Em estudo acerca do processo de trabalho da enfermeira da saúde da família em relação à realização da puericultura, foi evidenciado que a consulta de enfermagem deixa de ser realizada em algumas situações em decorrência da alta demanda do serviço de saúde. Quando é realizada, encontra-se pautada nas queixas clínicas das mães, não abarcando aspectos de integralidade possíveis com a consulta de enfermagem, bem como mantém o caráter curativista das práticas de saúde.
Aspecto que merece destaque a respeito do impacto da gestão da ESF nas práticas cotidianas dos enfermeiros é a infraestrutura inadequada para o trabalho. A maioria dos enfermeiros cita como grande dificuldade no desempenho de suas funções a ausência de sala para atendimento. Não existem espaços adequados e específicos para que os enfermeiros desenvolvam suas atividades.”
(Caçador, Beatriz Santana et al. Ser enfermeiro na estratégia de saúde da família: desafios e possibilidades. REME, Belo Horizonte, vol. 19, n. 3, 2015. DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415- 2762.20150047)
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta:
 

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359578 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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De acordo com a norma culta do uso de crase, assinale a alternativa correta:
 

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359574 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade da boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito especial para a redação, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. […]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral & escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
No texto temos a seguinte frase: na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir”. Podemos concluir, após a interpretação deste trecho que a palavra CONSUBSTANCIA significa:
 

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Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido [...] Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula [...] "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta.
(Hatoum, M. Dois irmãos.http://dynamicon.com.br/wpcontent/uploads/2017/02/Dois-irm%C3%A3os-de-MiltonHatoum.pdf)
No trecho acima, há um narrador que está contando a história em primeira pessoa, ou seja, uma narrativa onde o narrador também se torna personagem. No entanto, há momentos de onisciência do narrador, o que seria paradoxal nesta definição. Neste caso, podemos afirmar que o foco narrativo do trecho acima é de natureza:
 

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359571 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Leia as assertivas a seguir: I. Deixei arrumada a cama e os armários todos do quarto de visitas. II. Houveram vários casos de hepatite A durante o verão de 2017 na cidade de Canoinhas. III. Se não me engano, faz 12 anos que se aprovou a Lei Maria da Penha. IV. Os rapazes que trabalham com Júlia no escritório são bastante inteligentes. V. Antes de mais nada, temos que verificar se a biblioteca tem bastantes livros em seu acervo principal. De acordo com a norma culta, respeitando-se a concordância nominal e a concordância verbal nas orações acima, assinale a alternativa que corresponda:
 

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359568 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade da boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito especial para a redação, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. […]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral & escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
Em: “necessária à exposição oral” temos o uso da crase. Assinale a alternativa cujo uso da crase esteja INCORRETO:
 

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359566 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade da boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito especial para a redação, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. […]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral & escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
No texto, nossa capacidade de expressão precisa fincar raízes em:
 

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Questão presente nas seguintes provas
Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido [...] Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula [...] "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta.
(Hatoum, M. Dois irmãos.http://dynamicon.com.br/wpcontent/uploads/2017/02/Dois-irm%C3%A3os-de-MiltonHatoum.pdf)
Assinale a alternativa correta, de acordo com o trecho acima:
 

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