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A disartria é a perda da capacidade de articular as
palavras de forma normal. É uma condição neurológica
que causa uma alteração na pronúncia ou articulação
da fala. Uma pessoa com disartria não consegue
articular e pronunciar bem as palavras devido a uma
alteração no sistema responsável pela fala, envolvendo
músculos da boca, língua, laringe ou cordas vocais, o
que pode proporcionar dificuldades na comunicação,
engolir alimentos e o isolamento social.
É correto afirmar sobre os seus tipos:
I. Disartria espástica: também costuma provocar uma voz anasalada, com consoantes imprecisas, além de vogais distorcidas, gerando uma voz tensa e “estrangulada”. Pode estar acompanhada de espasticidade e reflexos anormais dos músculos da face. Mais frequente em lesões do nervo motor superior, como acontece em um traumatismo crânioencefálico. II. Disartria flácida: ocorre uma distorção na articulação das vogais, provocando uma voz áspera e com interrupção na articulação das palavras. Pode acontecer em casos de lesão do sistema nervoso extrapiramidal, frequentes em casos de coréia ou distonia, por exemplo. III. Disartria atáxica: esta disartria pode provocar uma voz áspera, com variações na entonação dos acentos, havendo uma fala lentificada e um tremor nos lábios e língua. Pode lembrar a fala de alguém alcoolizado. Costuma surgir nas situações em que há lesões relacionadas à região do cerebelo. IV. Disartria hipocinética: há uma voz rouca, soprosa e trêmula, com imprecisão na articulação, havendo também alteração na velocidade da fala e tremor de lábio e língua. Pode ocorrer em doenças que provocam alterações na região do cérebro chamada gânglios da base, mais comum na doença de Parkinson.
A sequência correta é:
I. Disartria espástica: também costuma provocar uma voz anasalada, com consoantes imprecisas, além de vogais distorcidas, gerando uma voz tensa e “estrangulada”. Pode estar acompanhada de espasticidade e reflexos anormais dos músculos da face. Mais frequente em lesões do nervo motor superior, como acontece em um traumatismo crânioencefálico. II. Disartria flácida: ocorre uma distorção na articulação das vogais, provocando uma voz áspera e com interrupção na articulação das palavras. Pode acontecer em casos de lesão do sistema nervoso extrapiramidal, frequentes em casos de coréia ou distonia, por exemplo. III. Disartria atáxica: esta disartria pode provocar uma voz áspera, com variações na entonação dos acentos, havendo uma fala lentificada e um tremor nos lábios e língua. Pode lembrar a fala de alguém alcoolizado. Costuma surgir nas situações em que há lesões relacionadas à região do cerebelo. IV. Disartria hipocinética: há uma voz rouca, soprosa e trêmula, com imprecisão na articulação, havendo também alteração na velocidade da fala e tremor de lábio e língua. Pode ocorrer em doenças que provocam alterações na região do cérebro chamada gânglios da base, mais comum na doença de Parkinson.
A sequência correta é:
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É um nervo motor e controla os músculos da língua que
permitem a fala e a deglutição. Os músculos
extrínsecos da língua ajudam esse órgão a se mover
em direções diferentes, enquanto os músculos
intrínsecos a ajudam a fazer movimentos como enrola
Assinale a alternativa que corresponde ao nervo citado acima:
Assinale a alternativa que corresponde ao nervo citado acima:
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Em 2004 foi instituída a Política Nacional de Atenção à
Saúde Auditiva no SUS, que previu articulação dos três
níveis de gestão (federal, estadual e municipal) e
determinou a organização de uma linha de cuidados
integrais perpassando todos os níveis de atenção. Para
tanto apontou como necessário o desenvolvimento de
estratégias de promoção de qualidade de vida,
educação, proteção e recuperação da saúde auditiva e
prevenção de danos, com objetivo de proteger e
desenvolver a autonomia e a equidade de indivíduos.
Assinale V para verdadeiro ou F para falso:
( ) O cuidado à pessoa com deficiência auditiva deve ser prestado em todos os níveis de atenção à saúde, de maneira integral e centrado nas necessidades das pessoas. ( ) Sendo a atenção básica porta de entrada do usuário no SUS, e o primeiro nível de atenção da rede à pessoa com deficiência, esta deve estar pronta para organizar e ordenar os recursos do sistema de saúde e atender às necessidades da pessoa com deficiência auditiva ( ) O acesso da população com deficiência auditiva às UBS deve representar a entrada desse paciente na rede de cuidados à pessoa com deficiência, funcionando como ponto de inclusão e condução à uma atenção integral e continuada em cuidados auditivos. ( ) A saúde auditiva no Brasil está organizada para atender à pessoa com deficiência auditiva desde o diagnóstico até a terapia fonoaudiológica. Por isso, não é necessário envolvimento da atenção básica nas ações de saúde auditiva para que se tornem efetivas.
A sequência correta é:
Assinale V para verdadeiro ou F para falso:
( ) O cuidado à pessoa com deficiência auditiva deve ser prestado em todos os níveis de atenção à saúde, de maneira integral e centrado nas necessidades das pessoas. ( ) Sendo a atenção básica porta de entrada do usuário no SUS, e o primeiro nível de atenção da rede à pessoa com deficiência, esta deve estar pronta para organizar e ordenar os recursos do sistema de saúde e atender às necessidades da pessoa com deficiência auditiva ( ) O acesso da população com deficiência auditiva às UBS deve representar a entrada desse paciente na rede de cuidados à pessoa com deficiência, funcionando como ponto de inclusão e condução à uma atenção integral e continuada em cuidados auditivos. ( ) A saúde auditiva no Brasil está organizada para atender à pessoa com deficiência auditiva desde o diagnóstico até a terapia fonoaudiológica. Por isso, não é necessário envolvimento da atenção básica nas ações de saúde auditiva para que se tornem efetivas.
A sequência correta é:
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O nível de perda auditiva pode ser classificado como
leve, moderado, severo ou profundo, de acordo com a
dBNA que pode ser ouvida. A perda auditiva
neurossensorial descreve dois problemas diferentes:
perda sensorial que afeta a orelha interna e perda
neural que afeta o nervo auditivo. Causada por um
problema na (o) e/ou no (a) ,
que é a parte interna do ouvido que converte o som em
informação elétrica e o envia para o cérebro. As causas
da perda auditiva neurossensorial são diversas, mas,
em geral, podem ser classificadas em duas categorias:
congênita e adquirida.
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas acima.
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas acima.
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Durante uma avaliação de Fisioterapia respiratória o
paciente apresenta sibilos expiratórios na ausculta
pulmonar, este não modifica com a tosse ou com
manobras. De acordo com o relato o que este paciente
apresenta. Assinale a alternativa correta.
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A avaliação do paciente é de fundamental importância
para se ter um bom tratamento, durante uma avaliação
o Fisioterapeuta observa-se que o paciente apresenta
diminuição do fluxo expiratório. O que o Fisioterapeuta
usou para avaliar e chegar a este diagnóstico. Assinale
a alternativa correta.
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Farmacocinética é o termo usado para descrever o percurso de um fármaco no organismo desde que é administrado. A absorção dos fármacos ocorre através de inúmeros mecanismos para exploração e rompimento de barreiras. Uma vez absorvido, o fármaco utiliza sistemas de distribuição dentro do organismo, ao exemplo do sistema linfático e hematopoiético, a fim de alcançar seu órgão-alvo numa concentração apropriada. Disponível em: ZAMITH, Maria Novais Barbosa Forrester. Interação fármaco-nutriente em doentes oncológicos. Ciclo de estudo: 1º Ciclo de Ciências da Nutrição. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto - Porto, 2019. Assume-se, numa situação hipotética, que três fármacos (X, Y e Z) com a mesma biodisponibilidade, volume de distribuição e depuração foram administrados à um paciente em doses idênticas, conforme gráfico abaixo:
Observando o gráfico acima pode-se dizer que:
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No que diz respeito à Norma Operacional da
Assistência à Saúde, responda com a alternativa
correta:
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O termo “automedicação” é definido como a iniciativa
do indivíduo ou de seu responsável de obter ou usar
um produto que trará benefícios no tratamento de
doenças ou alívio de sintomas sem a indicação de um
prescritor, que pode ser o médico ou odontólogo. Tendo
em vista que nenhum medicamento é 100% eficaz e
totalmente seguro, a automedicação pode ser
considerada uma prática potencialmente nociva à
saúde e um problema associado aos medicamentos,
sobretudo nos idosos.
Disponível em: SECOLI, Silvia Regina et al. Tendência da prática de automedicação entre idosos brasileiros entre 2006 e 2010: Estudo SABE. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 21, p. e180007, 2019.
Tendo em vista que um idoso, hipertenso, utilizando de Captopril 50mg, passou por um processo cirúrgico e utiliza Varfarina 2,5mg como anticoagulante, encontrase passando por um processo gripal com inflamação de garanta, solicita ao farmacêutico o medicamento de venda livre Ibuprofeno, o profissional deverá orientar o idoso a:
Disponível em: SECOLI, Silvia Regina et al. Tendência da prática de automedicação entre idosos brasileiros entre 2006 e 2010: Estudo SABE. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 21, p. e180007, 2019.
Tendo em vista que um idoso, hipertenso, utilizando de Captopril 50mg, passou por um processo cirúrgico e utiliza Varfarina 2,5mg como anticoagulante, encontrase passando por um processo gripal com inflamação de garanta, solicita ao farmacêutico o medicamento de venda livre Ibuprofeno, o profissional deverá orientar o idoso a:
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As intoxicações são definidas como um conjunto de
sinais e sintomas tóxicos ou apenas bioquímicos
provocados pela interação de um agente químico com o
sistema biológico, ou seja, um desequilíbrio orgânico ou
estado patológico resultante da exposição a
substâncias químicas encontradas no ambiente –
plantas, animais peçonhentos ou venenosos,
agrotóxicos, medicamentos, produtos de uso industrial,
produtos de uso domiciliar – sendo considerados como
acidentes comuns na infância.
Disponível em: TAVARES, Érika Okuda et al. Fatores associados à intoxicação infantil. Escola Anna Nery, v. 17, n. 1, p. 31-37, 2013.
Uma criança, ao ingerir raticida, sofrerá um processo de intoxicação composto por 4 fases que se encontram determinadas na sessão I, as definições de cada fase estão descritas na sessão II, logo, analise as sessões a seguir:
Sessão I . Fase de Exposição II. Fase de Toxicocinética III. Fase de Toxicodinâmica I V. Fase Clínica
Sessão II A. Nesta fase ocorrem as etapas de absorção, distribuição, armazenamento, biotransformação e excreção das substâncias químicas. As propriedades físico-químicas do agente tóxico determinam o grau de acesso aos órgãos alvos, assim como a velocidade de eliminação. B. Fase em que se tem sinais e sintomas ou alterações patológicas detectáveis por exames diagnósticos, caracterizando os efeitos nocivos provocados pela interação do agente tóxico com o organismo. C. Fase em que as superfícies do organismo entram em contato com o agente tóxico, sendo que a via de introdução, a frequência e a duração da exposição, além de outros fatores físico-químicos, devam ser consideradas. D. Fase em que ocorre interação entre as moléculas do agente tóxico e os sítios alvo, específicos ou não, dos órgãos e, como consequência o aparecimento de desequilíbrio homeostático.
Das opções abaixo aquela que contêm a associação correta entre as assertivas das sessões I e II é:
Disponível em: TAVARES, Érika Okuda et al. Fatores associados à intoxicação infantil. Escola Anna Nery, v. 17, n. 1, p. 31-37, 2013.
Uma criança, ao ingerir raticida, sofrerá um processo de intoxicação composto por 4 fases que se encontram determinadas na sessão I, as definições de cada fase estão descritas na sessão II, logo, analise as sessões a seguir:
Sessão I . Fase de Exposição II. Fase de Toxicocinética III. Fase de Toxicodinâmica I V. Fase Clínica
Sessão II A. Nesta fase ocorrem as etapas de absorção, distribuição, armazenamento, biotransformação e excreção das substâncias químicas. As propriedades físico-químicas do agente tóxico determinam o grau de acesso aos órgãos alvos, assim como a velocidade de eliminação. B. Fase em que se tem sinais e sintomas ou alterações patológicas detectáveis por exames diagnósticos, caracterizando os efeitos nocivos provocados pela interação do agente tóxico com o organismo. C. Fase em que as superfícies do organismo entram em contato com o agente tóxico, sendo que a via de introdução, a frequência e a duração da exposição, além de outros fatores físico-químicos, devam ser consideradas. D. Fase em que ocorre interação entre as moléculas do agente tóxico e os sítios alvo, específicos ou não, dos órgãos e, como consequência o aparecimento de desequilíbrio homeostático.
Das opções abaixo aquela que contêm a associação correta entre as assertivas das sessões I e II é:
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