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Detox Digital

Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos mais incríveis, felizes, inesquecíveis de um ano para cá. Sim, é para parar de ler e pensar a respeito.

Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

Atente-se para o uso dos travessões no trecho seguinte.

“O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio.”

A informação alocada entre os travessões tem valor de:

 

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Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos mais incríveis, felizes, inesquecíveis de um ano para cá. Sim, é para parar de ler e pensar a respeito.

Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

Retome as construções verbais em destaque no fragmento a seguir.

Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos [...]”.

Marque a alternativa CORRETA.

O modo imperativo, nessas duas ocorrências, expressa

 

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Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos mais incríveis, felizes, inesquecíveis de um ano para cá. Sim, é para parar de ler e pensar a respeito.

Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

Releia o trecho a seguir.

“A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso”.

Marque a alternativa CORRETA.

Como vemos, “porquê” está acompanhado de artigo. Assim, é substantivo e significa “o motivo”. Nesse fragmento, ele se refere à razão de:

 

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Detox Digital

Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos mais incríveis, felizes, inesquecíveis de um ano para cá. Sim, é para parar de ler e pensar a respeito.

Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora.(I) Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook,(II) ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

Ao longo do texto, o autor empregou o pronome “você” em vários trechos, conforme destacado nos fragmentos a seguir.

I. “Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora.”

II.Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook [...]”

A respeito do uso desse pronome no texto, marque a alternativa INCORRETA.

 

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Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos mais incríveis, felizes, inesquecíveis de um ano para cá. Sim, é para parar de ler e pensar a respeito.

Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

Marque a alternativa CORRETA.

No que se refere à tipologia do texto citado de Pedro Burgos, ele é predominantemente

 

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Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos mais incríveis, felizes, inesquecíveis de um ano para cá. Sim, é para parar de ler e pensar a respeito.

Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

Marque a alternativa CORRETA.

O texto citado de Pedro Burgos tem como objetivo:

 

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Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

Marque a alternativa CORRETA.

“Aparato”, nesse contexto, tem significado semelhante a:

 

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Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

A partir da interpretação do trecho, marque a alternativa CORRETA.

 

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Pare um pouco e tente se lembrar dos momentos mais incríveis, felizes, inesquecíveis de um ano para cá. Sim, é para parar de ler e pensar a respeito.

Eu posso tentar adivinhar que tipo de coisa traz o sorriso que você tem no rosto agora. Uma noite incrível com alguém. Um dia na praia. Um encontro com amigos que você não via há tempos. Ou algo banal, tipo um gato fazendo coisas engraçadas na frente da sua família. Você deve conseguir se lembrar de alguns detalhes, dos cheiros à roupa que vestia.

Ok. Talvez não seja nada disso. Mas eu tenho uma chance melhor de acertar as coisas que não foram inesquecíveis no seu último ano, por mais que você tenha investido tempo – e dinheiro – nelas e as tenha feito com pessoas queridas. Quer ver? Você provavelmente não se lembra de tantos detalhes do momento em que passou da fase 35 de Candy Crush e qual amigo te deu a vida salvadora, ou como era a foto que você curtiu da sua prima grávida no Facebook, ou com quem estava discutindo nos comentários sobre os “vândalos” nas manifestações, ou os vídeos que seus amigos compartilharam naquele grupo do WhatsApp...

A lista se estende. O que quero demonstrar com esse exercício – que as coisas “reais” costumam ser mais marcantes que as experiências mediadas pela tecnologia – soa óbvio. É óbvio.

Mas, claro, também fazemos um monte de coisa legal com o computador e um monte de coisa chata sem nenhuma tela por perto. A questão é: por que estamos gastando tanto da nossa vida digital com tarefas nada marcantes? Dizemos que não temos tempo para um monte de coisa que julgamos importantes, mas se você somar tudo o que gastou com coisas bobas conectadas, é fácil identificar o porquê. No fundo, você sabe disso.

O mundo hoje nos empurra para a conexão total e ininterrupta. As mensagens possuem sinal de recebimento – para você poder mandar outra dizendo “e aí, leu?”. Os sites nos oferecem notícias, e-mail, aplicativos, tudo gratuito, se dermos em troca muitos cliques para que a nossa privacidade seja vendida por publicidade. Uma operadora usa como slogan “compartilhe cada momento”, a outra diz “conectados vivemos melhor”, e vamos internalizando esses discursos, achando que estarmos junto de todos nos faz melhores e mais felizes. Mas todo esse aparato é inútil se não acharmos dentro da gente o que importa. O que faz a gente crescer. Ainda não inventaram um aplicativo para isso.

BURGOS, Pedro. Detox Digital. Superinteressante, São Paulo, n. 331, p. 50-55, abr. 2014. Fragmento adaptado.

A partir da leitura do texto “Detox Digital”, é CORRETO afirmar que:

 

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455809 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO
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A morte da pena de morte

Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital,(b) as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.

Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).

Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.

Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão(d) pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.

Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu(a) obter liberdade condicional.(c)

A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta o plural INCORRETO para a palavra retirada do texto.

 

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