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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência.(a) A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções(d) letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer.(b) Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções,(c) já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
O substantivo é a palavra que usamos para nomear os seres, as ações, os sentimentos e outros. Já o adjetivo é o termo que dá qualidade ao ser; por isso, acompanha o substantivo. Por sua vez, o verbo pode indicar ação, estado, fenômenos naturais, desejos, sendo flexionado em tempo, modo, número, pessoa e voz.
Assinale a alternativa CORRETA em que os termos destacados são adjetivo, verbo e substantivo, nessa ordem.
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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações(c) à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência.(b) A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos(a) também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas(d) têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que propõe a divisão silábica CORRETA para a palavra retirada do texto.
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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Assinale a alternativa CORRETA.
Uma mesma palavra pode ter diversos significados. Releia o trecho a seguir, atentando-se para o sentido do termo destacado: “Além disso, para grandes males, grandes remédios [...].”.
Nesse caso, “grandes” refere-se:
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A morte da pena de morte(I)
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas.(II) Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções.(III) É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade.(IV) Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Analise as sentenças a seguir, atentando-se para as palavras destacadas.
I. “A morte da pena de morte”.
II. “A pena de morte está nas últimas.”.
III. “Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções.”.
IV. “Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade.”.
Marque a alternativa CORRETA.
Uma palavra está em sentido figurado quando não pode ser compreendia “ao pé da letra”, ou seja, conforme seu significado literal e exato. Dentre os termos destacados nas frases anteriores, estão em sentido figurado apenas:
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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Marque a alternativa CORRETA de acordo com o texto.
Na frase “O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas”, a expressão destacada tem sentido igual a
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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Marque a alternativa CORRETA de acordo com o texto “A morte da pena de morte”.
Na frase “Mas não pelos motivos que você imagina.”, o pronome “você” refere-se ao leitor do texto.
Por essa frase, entende-se que o leitor:
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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
De acordo com o texto “A morte da pena de morte”, são argumentos para o fim da pena de morte, EXCETO:
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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
A partir da leitura do texto descrito, é CORRETO afirmar que:
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A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Assinale a alternativa CORRETA.
O texto “A morte da pena de morte” tem como objetivo:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO
A maior parte do Estado do Tocantins é constituída pelo bioma cerrado. O Estado apresenta áreas de preservação ambiental distribuídas em várias localidades.
Assinale a alternativa CORRETA.
São parques estaduais do Tocantins:
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