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“BBB” é melhor forma de merchandising da televisão Ivana Bentes – Folha de São Paulo, 1/4/2010.
(...)
Um recorde de participação mundial entre os reality shows do mundo que deve parte de seu sucesso no Brasil à entrada pesada dos usuários das redes sociais e ferramentas de postagem on-line como Twitter, Facebook, Orkut e blogs.
O que parecia ser um fenômeno limitado à TV aberta foi ressignificado com uma sobrevida on-line, na qual mesmo quem não assiste ao programa ouve falar dele e se posiciona sobre os “desacontecimentos” do laboratório televisivo.
Durante três meses, ou pelo menos nas últimas semanas, o BBB abduz e mobiliza um contingente de telespectadores/ consumidores que migra de atração em atração, paredão a paredão, num comportamento randômico, mas previsível.
Daí a necessidade de “empacotar”, “glamourizar” esse cotidiano amesquinhado em “atrações” ultraeditadas e editorializadas: clipes de bundas malhadas, corpos ensaboados, músculos, festas a fantasia e figurinos escolhidos, choros copiosos, gritos, sussurros, orgias plastificadas, no meio do que realmente importa: merchandising e comercial sem fim. Não são os BBBs que valorizam as marcas, mas as marcas que dão subjetividade e singularidade aos participantes do BBB!!!
É o telespectador-produtor de audiência, a mobilização da vida que dá “alma”, com suas participações, ao vazio das atrações. Afinal, logo os brothers serão esquecidos. Ou ganharão sobrevida em pontas de novelas, festas de “presença”, programas de fofocas e comerciais do varejo. (...)
O dispositivo televisivo descobriu a melhor forma de venda. Em vez de teledramaturgia com intervalos comerciais, um megacomercial de carro, computador, televisor, refrigerante, protetor solar, creme de cabelo, detergente, tira-mancha, cartão de crédito, moto, celular, no meio de uma tempestade hormonal/emocional.
A telenovela do real não vale um milhão e meio para o vencedor, vale um passe-celebridade provisório para que alguns possam acumular capital social antes de desaparecer no limbo televisivo, substituídos pelo próximo “viral”. Vale milhões em ligações telefônicas, merchandising, publicidade, audiência para a emissora. Vale zilhões de subjetividades potenciais capturáveis para dar sentido, encanto, fetiche aos brothers despotencializados e “agregar valor”, “vida” às mercadorias.
Ivana Bentes é professora e pesquisadora do Programa de
Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ e diretora da
ECO-UFRJ. (texto adaptado).
Levando-se em conta as informações do texto, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso nas afirmações a seguir:
( ) Um dos motivos pelos quais o programa BBB teve sucesso foi o fato de ter havido uma grande participação dos usuários das redes sociais e ferramentas de postagem on-line.
( ) Apesar de o programa BBB ser comentado exclusivamente apenas pelos que assistem a ele, trata-se de algo que foi ressignificado com uma sobrevida on-line.
( ) A expressão “num comportamento randômico, mas previsível” significa que, apesar de o comportamento ser aleatório, é possível ser previsto.
( ) O trecho “É o telespectador-produtor de audiência, a mobilização da vida que dá ‘alma’, com suas participações, ao vazio das atrações.” mostra uma contraposição e quase uma inversão de valores, pois é o telespectador quem efetivamente preenche o espetáculo, que é visto como “vazio”.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Você prefere os obedientes ou os rebeldes?
CONTARDO CALLIGARIS
(...)
Todos queremos que filhos ou alunos respeitem nossa autoridade. Agora, todos também consideramos que nossa tarefa de pais ou educadores só será cumprida quando filhos e alunos pensarem por conta própria, ou seja, quando eles sejam capazes de desconsiderar nossos conselhos e desobedecer a nossas ordens.
Seria cômodo se, como nas sociedades tradicionais, a gente dispusesse de ritos de passagem sancionando a entrada na idade adulta: aos 15 anos e um dia, saia sozinho pela savana, armado de uma lança, e só volte tendo matado seu primeiro leão. A partir de então, você será autônomo.
Infelizmente, para nós, o tempo de se tornar adulto se estende sem limites definidos: não sabemos quando ele acaba e, mais problemático ainda, não sabemos quando começa. Consequência: pais e educadores podem sofrer, exasperados pela rebeldia de moleques e meninas incontroláveis e, ao mesmo tempo, deliciar-se ao relatar as travessuras de filhos e alunos. Qualquer terapeuta já atendeu pais “desesperados” com a insubordinação dos filhos, mas que, de repente, abrem um sorriso extasiado na hora de contar “o horror” que é sua vida com esses descendentes que os desrespeitam.
Eis o problema que torna educar quase impossível, em nossa cultura: a autonomia, para nós, é um valor tão importante que ela precisa ser confirmada pela desobediência. Com isso, qualquer pai prefere, no fundo, lidar com um filho revoltado a imaginar que o filho possa ter uma vida servil e, portanto, medíocre.
(...)
Folha de São Paulo – 6/5/2010.
Assinale o comentário correto a respeito dos trechos retirados do texto de Calligaris:
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A caixa d’água de uma residência possui o volume de 1 m³. Se num determinado dia exatamente 40% de sua capacidade estava sendo utilizada, então, em litros, a quantidade de água utilizada era:
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Assinale a alternativa que contém a palavra que deve preencher o espaço do texto do terceiro quadrinho:
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As configurações de margens de um documento do Microsoft Word 2003 podem ser realizadas através das réguas, porém também são encontradas através da opção que se encontra em qual alternativa?
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Nova mídia, velha moda
Marcio Aith – Folha de São Paulo, 3/4/2010.
Só um ingênuo desprezaria o impacto potencial da internet nas eleições. Afinal, ao lado do celular, redes sociais e e-mails aproximam candidatos e eleitores, campanhas e financiadores.
Parece haver uma dose de exagero, salpicada de modismo, na suposição de que a Internet será prioritária nas eleições brasileiras de 2010, assim como o foi na campanha de Barack Obama. Por um motivo: o sistema eleitoral americano está para o brasileiro assim como o golfe está para o baralho.
Nos Estados Unidos, o voto não é obrigatório, e os eleitores, em sua esmagadora maioria, são registrados a partidos políticos. Ganha, então, o candidato que convencer o eleitor de seu próprio partido a levantar-se da poltrona. E qual é a melhor forma de fazer isso? Com mensagens, pela Internet e pelo celular, direcionadas ao eleitor cativo nos dias que antecedem o pleito. Já no Brasil, onde o voto é obrigatório, eleitores formam filas sem que ninguém, além das autoridades, os convença a sair de casa.
Nos EUA, onde não há horário eleitoral gratuito na TV, candidatos rebolam para financiar inserções nas grandes redes. E parte do dinheiro vem de contribuições feitas pela Internet. Ou seja, novas mídias ajudam a financiar a velha mídia.
No Brasil, onde 97% dos domicílios têm acesso à TV aberta (contra 18% da Internet), emissoras são obrigadas a reservar horários entre programas de maior audiência para o cumprimento da propaganda eleitoral gratuita. (...)
Isso não tira a utilidade da Internet. A rede será útil a candidatos com menos tempo na TV, espalhará ataques pessoais e formará, entre os jovens, nas candidaturas mais moderninhas, um clima de “pertencimento”. Não muito além disso.
Assinale a alternativa em que NÃO houve a reescrita adequada do trecho I em II:
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1365178
Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Provas:
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisKernel
- LinuxManipulação de Arquivos e Pastas (Shell)pwd
- LinuxManipulação de Texto (Shell)cat
- LinuxManipulação de Texto (Shell)vi/vim (Editor)
- LinuxUsuários e Grupos no Linuxw/who/whoami
Entre os sistemas operacionais do mercado, encontramos o Linux. Considerando as características do Linux, assinale a alternativa correta:
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1364957
Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Provas:
Com relação a conceitos de segurança de computadores e malwares, assinale a alternativa correta:
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1364871
Ano: 2010
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Provas:
O processador é um circuito integrado composto por diversos itens. Ele também pode ser chamado de microprocessador, devido a sua forma compacta; outras nomenclaturas também são utilizadas como CPU (Central Processing Unit) ou em português como UCP (Unidade Central de Processamento). Ele é considerado o “cérebro” do computador, pois acaba recebendo diversos dados transformando- os em informações fundamentais para o funcionamento do sistema.
Com base em conceitos de hardware e o texto acima, assinale a alternativa correta:
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Nova mídia, velha moda
Marcio Aith – Folha de São Paulo, 3/4/2010.
Só um ingênuo desprezaria o impacto potencial da internet nas eleições. Afinal, ao lado do celular, redes sociais e e-mails aproximam candidatos e eleitores, campanhas e financiadores.
Parece haver uma dose de exagero, salpicada de modismo, na suposição de que a Internet será prioritária nas eleições brasileiras de 2010, assim como o foi na campanha de Barack Obama. Por um motivo: o sistema eleitoral americano está para o brasileiro assim como o golfe está para o baralho.
Nos Estados Unidos, o voto não é obrigatório, e os eleitores, em sua esmagadora maioria, são registrados a partidos políticos. Ganha, então, o candidato que convencer o eleitor de seu próprio partido a levantar-se da poltrona. E qual é a melhor forma de fazer isso? Com mensagens, pela Internet e pelo celular, direcionadas ao eleitor cativo nos dias que antecedem o pleito. Já no Brasil, onde o voto é obrigatório, eleitores formam filas sem que ninguém, além das autoridades, os convença a sair de casa.
Nos EUA, onde não há horário eleitoral gratuito na TV, candidatos rebolam para financiar inserções nas grandes redes. E parte do dinheiro vem de contribuições feitas pela Internet. Ou seja, novas mídias ajudam a financiar a velha mídia.
No Brasil, onde 97% dos domicílios têm acesso à TV aberta (contra 18% da Internet), emissoras são obrigadas a reservar horários entre programas de maior audiência para o cumprimento da propaganda eleitoral gratuita. (...)
Isso não tira a utilidade da Internet. A rede será útil a candidatos com menos tempo na TV, espalhará ataques pessoais e formará, entre os jovens, nas candidaturas mais moderninhas, um clima de “pertencimento”. Não muito além disso.
Levando-se em consideração as informações do texto, analise os comentários a seguir:
I. Na frase “Nos EUA, onde não há horário eleitoral gratuito na TV, candidatos rebolam para financiar inserções nas grandes redes.”, a expressão “rebolam” está no seu sentido conotativo.
II. O dinheiro ganho nas grandes redes de televisão impulsionam a divulgação do candidato pela Internet.
III. Apesar de, no Brasil, a Internet não ter utilidade alguma, ela servirá para espalhar ataques pessoais e formará, entre os jovens, um clima de ‘pertencimento’.
Está(ão) correto(s):
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