Foram encontradas 280 questões.
A leptospirose é uma doença que afeta o homem e várias espécies animais, e suas manifestações clínicas e patológicas são variáveis, de acordo com o sorotipo e espécie animal afetada.
Com relação a essa doença, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) As leptospiras podem permanecer viáveis por longos períodos em ambientes secos e, quando expostas ao calor, permanecendo fora do animal, viáveis na urina, por vários dias.
( ) O sorotipo icterohaemorrhagiae é adquirido geralmente de gatos, os quais eliminam o microrganismo na urina, sem apresentarem nenhum sinal da doença.
( ) A vaca, quando se infecta na gestação, quase sempre há abortos, natimortalidade ou nascimento de bezerros fracos.
( ) Os antimicrobianos penicilina e doxiciclina podem ser indicados para o tratamento da leptospirose em cães.
Assinale a sequência correta.
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As leishmanioses compreendem um grupo de doenças parasitárias, presentes em países tropicais e subtropicais, variando em gravidade, desde formas cutâneas até infecções nas vísceras, de grande importância em saúde pública.
A respeito dessa zoonose, assinale a alternativa incorreta.
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A piometra é o acúmulo de material purulento no interior do útero de cadelas e gatas, sendo uma condição que coloca em risco a vida do animal.
Com relação a essa patologia e seu tratamento, assinale a alternativa incorreta.
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A técnica de ovário-histerectomia é muito utilizada para promover a esterilização em cadelas e gatas.
Com relação a essa técnica cirúrgica, assinale a alternativa correta.
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Projeto institui “Junho Vermelho” para estimular doações de sangue
O Projeto de Lei nº 205/22 institui a campanha de saúde pública “Junho Vermelho”, mês escolhido por ser aquele em que se comemora o Dia Mundial do Doador de Sangue. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Pela proposta, as atividades promovidas pelo poder público deverão incluir, sem prejuízo de outras, a criação e divulgação de material didático sobre a doação de sangue; as ações educativas e os eventos públicos para conscientização popular; a iluminação de prédios públicos, na cor vermelha, durante o mês de junho. Todas essas atividades têm como intuito estimular a doação de sangue, uma vez que os bancos de sangue têm apresentado estoque muito baixo, principalmente do tipo sanguíneo mais utilizado.
Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/855977- projeto-institui-junho-vermelho-para-estimular-doacoes-de-sangue/. Acesso em: 25 abr. 2022 (adaptado).
O baixo estoque de sangue torna necessária a campanha porque
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Projeto da UEL usa bactérias em mudas de árvores neotropicais para aumentar resistência à seca
“Com a aplicação das bactérias, já pudemos observar que há uma redução do estresse hídrico nessas plantas. Houve um aumento do processo de germinação, inclusive já mostrado em TCCs e teses de estudantes, que evidenciam o aumento da resistência da planta à intempérie da seca”, afirmou Halley.
Disponível em: https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Projeto-da-UEL-usa-bacterias-em-mudas-de-arvores-neotropicais-para-aumentar-resistencia. Acesso em: 25 abr. 2022 (adaptado).
A relação apresentada entre as plantas e bactérias é classificada como
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Contaminação de folhas de alface
A alface está entre as hortaliças mais consumidas no Brasil e estudos têm demonstrado a contaminação dessa hortaliça por diferentes parasitas. Nesta pesquisa de campo foram analisadas 50 amostras de alface provenientes de feiras-livres de diferentes regiões de Ribeirão Preto, demonstrando a ocorrência de parasitas em 94% das amostras analisadas, sendo Ascaris lumbricoides e Taenia sp, os parasitas de maior incidência em 2 regiões de Ribeirão Preto (leste e oeste). Esses resultados são de grande importância e podem ser usados para conscientização de produtores e consumidores de alfaces, diminuindo a possibilidade de transmissão desses parasitas.
Disponível em: https://www.revistarebram.com/index.php/revistauniara/article/view/673. Acesso em: 25 abr. 2022 (adaptado).
Os parasitas encontrados como contaminantes da alface são
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Espécies resgatadas do tráfico vão para o Jardim Botânico (RJ)
Final feliz para as espécies vegetais raras da Mata Atlântica que foram resgatadas em uma operação de combate ao tráfico internacional de espécies ameaçadas de extinção. As 28 filodendron que foram interceptadas no Aeroporto Internacional do Acre com destino à Bolívia, chegaram no Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ). Elas possuem folhas lustrosas e resistentes, algumas com formato de coração (cordiforme), outras são pontiagudas como lança (lanceolada) e ainda há as que contam com muitas nervuras (palminérveas). As inflorescências são compostas por minúsculas flores que se apinham sobre um bastão carnudo e espesso, que lembra uma espiga de milho pequena.
Disponível em: https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/noticias/2021/especies-resgatadas-do-trafico-vao-para-o-jardim-botanico-rj.ghtml. Acesso em: 25 abr. 2022 (adaptado).
As plantas resgatadas do tráfico pertencem ao grupo das
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Sul e Sudeste voltam a ter mortes de macacos com febre amarela
Ao menos 38 macacos morreram por febre amarela de julho de 2019 a 8 de janeiro deste ano e mais de 1 mil mortes suspeitas de primatas foram investigadas, de acordo com um boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Ministério da Saúde. A maior parte das mortes (89,5%) foi registrada no Paraná, que teve 34 casos. São Paulo registrou 7,9% dos casos e Santa Catarina 2,6%. A morte dos animais serve como alerta de que a doença pode voltar a afetar os moradores da região Sul e Sudeste. Segundo o ministério, os três estados tiveram baixa cobertura vacinal, o que pode facilitar o surgimento de novos casos após a temporada de chuvas.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/01/15/ministerio-da-saude-alerta-para-novas-ocorrencias-de-febre-amarela-nas-regioes-sul-e-sudeste.ghtml. Acesso em: 25 abr. 2022 (adaptado).
Novos casos da doença, após a temporada de chuvas, podem surgir porque
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões 24 e 25.
Casos de leptospirose disparam em Petrópolis após desastre natural
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) alerta para o risco de leptospirose após as fortes chuvas que atingem o Rio de Janeiro: pessoas que tiveram contato com a água ou lama de enchentes e que apresentarem febre associada a dores de cabeça ou a dores musculares devem procurar uma unidade de saúde. O objetivo do alerta é evitar casos graves e óbitos provocados pela doença, que tem sua incidência aumentada após alagamentos. A cidade de Petrópolis, devastada após fortes chuvas em fevereiro, registrou, nos três primeiros meses do ano, 99 casos prováveis da doença. No mesmo período do ano passado, foram 3 notificações.
Disponível em: https://www.saude.rj.gov.br/noticias/2022/04/casos-de-leptospirose-disparam-em-petropolis-apos-desastre-natural. Acesso em: 24 abr. 2022 (adaptado).
Para diminuir os casos da doença, a população deve
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