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"Com efeito, se pensarmos em termos de costumes, arte ou ideologia, como comprovar um fim, um esgotamento, uma ruptura? De acordo com as propostas da Escola dos Annales, o que ocorre no período de transição da Antiguidade para a Idade Média é uma renovação, o surgimento de uma nova cultura a partir da fusão de valores clássicos com valores cristãos. Por conta disso, elabora-se um novo conceito com a finalidade de exprimir toda a originalidade e vigor das transformações sociais que atingiram o Império Romano do III ao V século, principalmente após a Anarquia Militar: o de Antiguidade Tardia, oriundo do alemão Spatantike (Martin, 1976: 261), e que teve em Peter Brown (1972) e Henri-Irénèe Marrou (1980) dois notáveis defensores".
Fonte (adaptada): SILVA, G. V. O fim do mundo antigo: uma discussão historiográfica. Mirabilia 01, Dec 2001, p. 68.
De acordo com essa perspectiva e seguindo as reflexões propostas pela Escola dos Annales, o fim do Império Romano deve ser visto como um período de:
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A pirâmide de alimentos tem a intenção de promover uma alimentação mais saudável para a população, mostrando os grupos de alimentos a serem consumidos e quantidades. Portanto, dentre os grupos que compõem a pirâmide de alimentos, marque a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958
Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.
Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.
O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.
O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.
Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.
Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.
Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios.
Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958
Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.
Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.
O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.
O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.
Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.
Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.
Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.
Segundo cronistas espanhóis, além de aves, feras e animais, havia um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza.
Assinale a opção CORRETA quanto às regras vigentes de acentuação.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958
Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.
Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.
O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.
O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.
Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.
Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.
Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
Assinale a opção quanto ao número correto das classes de palavras apresentadas.
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No ambiente de trabalho existem diferentes tipos de pessoas com diversas bagagens culturais e personalidades distintas que possuem a necessidade de conviverem harmoniosamente, configurando, portanto, o relacionamento interpessoal. Dentre os perfis abaixo, qual deles que está entre os perfis que mais facilmente cria laços e pontes nos relacionamentos pessoais e que, portanto, pode ser um espelho para os demais colaboradores no ambiente de trabalho? Marque a alternativa CORRETA.
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Segundo Nelson Mandela: "Pessoas são pessoas através de outras pessoas".
Fonte: Rossetti-Ferreira (2003, p. 10) apud O Cuidado e a Educação Enquanto Práticas Indissociáveis na Educação Infantil. MACÊDO, Lenilda Cordeiro de. Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
A frase dita por Nelson Mandela traz uma reflexão importante acerca da humanidade no que concerne ao relacionamento interpessoal. Marque a alternativa que a expressa corretamente.
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As noções de higiene pessoal e coletiva possuem diversos benefícios, dentre eles, o de diminuir o contágio das doenças. Dessa forma, sobre o ato de lavar as mãos, marque a alternativa onde NÃO seria necessário lavar as mãos.
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Na fase pré-escolar, entre dois anos e sete anos incompletos, é uma das que mais necessita cuidados, em função do desenvolvimento infantil que é influenciado pelos fatores nutricionais. Essa fase caracteriza-se por uma estabilização do crescimento estrutural e do ganho de peso. As crianças dessa faixa etária podem apresentar uma relutância em consumir alimentos novos prontamente (neofobia).
Fonte: Fernandes, S.B. et al. Cartilha de Orientação Nutricional Infantil.
O que pode ser realizado no ambiente escolar/casa a respeito dessa situação? Marque a alternativa CORRETA.
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As noções éticas e morais estão envolvidas com a cidadania, visto que, muitas ações coletivas dos seres humanos devem estar embutidas e cerceadas pela ética e pela moral. Abaixo estão alguns exemplos, marque a alternativa INCORRETA.
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