Foram encontradas 186 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
IA e educação: o que precisamos ensinar hoje para
que nossos filhos se virem amanhã?
A revolução tecnológica e o impacto da IA estão
transformando o mercado de trabalho. Como preparar as
próximas gerações para um futuro incerto? Confira o
artigo de Joice Leite
A revolução tecnológica, impulsionada pela inteligência
artificial (IA), está transformando o mercado de trabalho
a uma velocidade inédita. Hoje, pais e educadores
enfrentam um desafio central: preparar crianças e jovens
para um futuro incerto, no qual muitas das profissões
para as quais estão sendo formados sequer existem.
Como, então, podemos educá-los para esse cenário em
constante evolução?
O impacto da IA e a criação de novas profissões
Nos últimos anos, a ideia de que milhões de empregos
podem desaparecer tem ganhado força, com números
alarmantes reforçando essa previsão. O Fórum
Econômico Mundial aponta que cerca de 83 milhões de
empregos serão eliminados globalmente nos próximos
anos, enquanto 69 milhões de novos postos surgirão. A
IA está no epicentro dessa transformação, com 75% das
empresas previstas para adotar a tecnologia em suas
operações. Apesar das previsões de crescimento de
empregos, 25% das empresas acreditam que a IA pode
reduzir vagas de trabalho.
O impacto da IA, entretanto, vai além da simples
substituição de tarefas repetitivas. Ela está abrindo
oportunidades em áreas completamente novas, que
exigem habilidades contempladas na BNCC. No entanto,
muitas vezes as instituições educacionais não dispõem
dos recursos necessários para implementar na prática as
habilidades do século XXI, como a criatividade, o
pensamento crítico e a resolução de problemas
complexos. Além disso, é crucial que as políticas
públicas invistam em infraestrutura adequada e
tecnologia acessível, garantindo que todos os estudantes
tenham a oportunidade de explorar e integrar a IA em
seu aprendizado, contribuindo assim para uma educação
mais inclusiva e equitativa. Isso exige uma reflexão
urgente sobre o que realmente estamos ensinando aos
nossos filhos.
O papel da educação no preparo para o futuro
As disciplinas que atualmente compõem o currículo
escolar são indiscutivelmente importantes. A matemática,
a história e a gramática continuam a ser pilares
fundamentais do conhecimento humano; porém, à
medida que nos deparamos com um mundo em rápida
transformação, a maneira como essas disciplinas são
ensinadas e aprendidas deve evoluir.
Para preparar os estudantes para os desafios do século
XXI, é crucial que as disciplinas tradicionais não sejam
apenas ensinadas de forma isolada, mas integradas a
metodologias que estimulem o desenvolvimento de
habilidades essenciais. O pensamento crítico, a
resolução de problemas complexos, a criatividade e a
capacidade de adaptação são competências que não
podem ser negligenciadas no ambiente educacional
atual.
Vivemos em tempos nos quais, além de dominar a
tabuada, as crianças precisam aprender a lidar com
incertezas e mudanças rápidas. Profissões como analista
de dados, especialista em cibersegurança e
desenvolvedor de IA, que não existiam há dez anos, são
apenas exemplos de campos que continuarão a emergir.
Para pais e educadores, isso implica uma mudança de
mentalidade: mais do que garantir boas notas, é
necessário incentivar a curiosidade e o desenvolvimento
de habilidades tecnológicas e emocionais.
O papel das escolas e o desenvolvimento de
competências
As escolas, por sua vez, percebem a necessidade de se
adaptar às demandas do futuro. Muitas já estão
conscientes dessas mudanças, buscando ir além do
currículo acadêmico tradicional. Instituições que
estimulam o desenvolvimento de competências
emocionais, tecnológicas e sociais, como empatia,
liderança, pensamento computacional e trabalho
colaborativo, estão preparando melhor seus alunos para
os desafios que virão.
A importância de se adaptar a diferentes cenários,
resolver problemas de maneira criativa e pensar de
forma inovadora não pode ser subestimada. O
desenvolvimento dessas habilidades é essencial para
que os jovens se tornem agentes ativos e preparados
para moldar o mundo em que viverão, e isso não pode
ser feito apenas pela escola; os pais também devem
estar envolvidos nesse processo.
Como os pais podem ajudar a moldar o futuro de
seus filhos
Para os pais, refletir sobre o futuro é especialmente
importante. A educação formal pode ser complementada
por estímulos externos, como atividades
extracurriculares, leitura e incentivo a projetos pessoais.
Essas experiências ajudam a desenvolver o espírito
empreendedor, a criatividade e a capacidade de
inovação, elementos essenciais para atuar em um
mercado de trabalho em constante transformação.
Com profissões emergindo em áreas como
sustentabilidade, energias renováveis, saúde digital e
desenvolvimento de novas tecnologias, as oportunidades
para as próximas gerações são vastas. Porém, elas
exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às
mudanças.
Portanto, é necessário ter coragem para inovar e
determinação para educar para um futuro que já
começou. Ao educar nossas crianças e jovens para
enfrentar desafios que ainda não podemos prever,
estamos, na verdade, abrindo caminho para que eles
liderem essa nova era de inovações e descobertas.
(https://exame.com/bussola/ia-e-educacao-o-que-precisamos-ensinar-hoje-para-que-nossos-filhos-se-virem-amanha/)
O Novo Acordo Ortográfico trouxe mudanças significativas nas regras do uso do hífen. Por exemplo, o termo ' extracurriculares' não é hifenizado, uma vez que o segundo elemento não começa com a letra 'h' e também porque o prefixo não termina com a mesma letra que inicia a segunda palavra. Tendo isso como referência e considerando as diferentes regras que regem o uso do hífen, avalie as afirmativas a seguir:
I.Os vocábulos 'manda-chuva', 'conta-gotas' e 'primeira-dama', são exemplos de palavras hifenizadas por apresentarem elementos de natureza verbal e numeral.
II.Emprega-se o hífen nos topônimos em que o primeiro elemento é verbal e quando os elementos estão ligados por artigos, como exemplificado em 'Passa-Quatro' e 'Trás-os-Montes'.
III.Não se usa o hífen em locuções como 'café da manhã' e 'fim de semana'. Porém, são exceções a essa regra os vocábulos 'arco-da-velha' e 'pé-de-meia'.
IV.As palavras 'para-brisa', 'tira-teima' e 'para-quedas' são palavras que mantiveram o hífen, seguindo a regra das palavras compostas cujos elementos são de natureza verbal.
V.Estão grafadas sem hífen corretamente os vocábulos 'semirreta', 'hiperativo' e 'superabundante'.
Estão corretas:
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que nossos filhos se virem amanhã?
A revolução tecnológica e o impacto da IA estão
transformando o mercado de trabalho. Como preparar as
próximas gerações para um futuro incerto? Confira o
artigo de Joice Leite
A revolução tecnológica, impulsionada pela inteligência
artificial (IA), está transformando o mercado de trabalho
a uma velocidade inédita. Hoje, pais e educadores
enfrentam um desafio central: preparar crianças e jovens
para um futuro incerto, no qual muitas das profissões
para as quais estão sendo formados sequer existem.
Como, então, podemos educá-los para esse cenário em
constante evolução?
O impacto da IA e a criação de novas profissões
Nos últimos anos, a ideia de que milhões de empregos
podem desaparecer tem ganhado força, com números
alarmantes reforçando essa previsão. O Fórum
Econômico Mundial aponta que cerca de 83 milhões de
empregos serão eliminados globalmente nos próximos
anos, enquanto 69 milhões de novos postos surgirão. A
IA está no epicentro dessa transformação, com 75% das
empresas previstas para adotar a tecnologia em suas
operações. Apesar das previsões de crescimento de
empregos, 25% das empresas acreditam que a IA pode
reduzir vagas de trabalho.
O impacto da IA, entretanto, vai além da simples
substituição de tarefas repetitivas. Ela está abrindo
oportunidades em áreas completamente novas, que
exigem habilidades contempladas na BNCC. No entanto,
muitas vezes as instituições educacionais não dispõem
dos recursos necessários para implementar na prática as
habilidades do século XXI, como a criatividade, o
pensamento crítico e a resolução de problemas
complexos. Além disso, é crucial que as políticas
públicas invistam em infraestrutura adequada e
tecnologia acessível, garantindo que todos os estudantes
tenham a oportunidade de explorar e integrar a IA em
seu aprendizado, contribuindo assim para uma educação
mais inclusiva e equitativa. Isso exige uma reflexão
urgente sobre o que realmente estamos ensinando aos
nossos filhos.
O papel da educação no preparo para o futuro
As disciplinas que atualmente compõem o currículo
escolar são indiscutivelmente importantes. A matemática,
a história e a gramática continuam a ser pilares
fundamentais do conhecimento humano; porém, à
medida que nos deparamos com um mundo em rápida
transformação, a maneira como essas disciplinas são
ensinadas e aprendidas deve evoluir.
Para preparar os estudantes para os desafios do século
XXI, é crucial que as disciplinas tradicionais não sejam
apenas ensinadas de forma isolada, mas integradas a
metodologias que estimulem o desenvolvimento de
habilidades essenciais. O pensamento crítico, a
resolução de problemas complexos, a criatividade e a
capacidade de adaptação são competências que não
podem ser negligenciadas no ambiente educacional
atual.
Vivemos em tempos nos quais, além de dominar a
tabuada, as crianças precisam aprender a lidar com
incertezas e mudanças rápidas. Profissões como analista
de dados, especialista em cibersegurança e
desenvolvedor de IA, que não existiam há dez anos, são
apenas exemplos de campos que continuarão a emergir.
Para pais e educadores, isso implica uma mudança de
mentalidade: mais do que garantir boas notas, é
necessário incentivar a curiosidade e o desenvolvimento
de habilidades tecnológicas e emocionais.
O papel das escolas e o desenvolvimento de
competências
As escolas, por sua vez, percebem a necessidade de se
adaptar às demandas do futuro. Muitas já estão
conscientes dessas mudanças, buscando ir além do
currículo acadêmico tradicional. Instituições que
estimulam o desenvolvimento de competências
emocionais, tecnológicas e sociais, como empatia,
liderança, pensamento computacional e trabalho
colaborativo, estão preparando melhor seus alunos para
os desafios que virão.
A importância de se adaptar a diferentes cenários,
resolver problemas de maneira criativa e pensar de
forma inovadora não pode ser subestimada. O
desenvolvimento dessas habilidades é essencial para
que os jovens se tornem agentes ativos e preparados
para moldar o mundo em que viverão, e isso não pode
ser feito apenas pela escola; os pais também devem
estar envolvidos nesse processo.
Como os pais podem ajudar a moldar o futuro de
seus filhos
Para os pais, refletir sobre o futuro é especialmente
importante. A educação formal pode ser complementada
por estímulos externos, como atividades
extracurriculares, leitura e incentivo a projetos pessoais.
Essas experiências ajudam a desenvolver o espírito
empreendedor, a criatividade e a capacidade de
inovação, elementos essenciais para atuar em um
mercado de trabalho em constante transformação.
Com profissões emergindo em áreas como
sustentabilidade, energias renováveis, saúde digital e
desenvolvimento de novas tecnologias, as oportunidades
para as próximas gerações são vastas. Porém, elas
exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às
mudanças.
Portanto, é necessário ter coragem para inovar e
determinação para educar para um futuro que já
começou. Ao educar nossas crianças e jovens para
enfrentar desafios que ainda não podemos prever,
estamos, na verdade, abrindo caminho para que eles
liderem essa nova era de inovações e descobertas.
(https://exame.com/bussola/ia-e-educacao-o-que-precisamos-ensinar-hoje-para-que-nossos-filhos-se-virem-amanha/)
Quanto aos recursos de coesão e coerência, analise a alternativa que apresenta uma informação CORRETA:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
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IA e educação: o que precisamos ensinar hoje para
que nossos filhos se virem amanhã?
A revolução tecnológica e o impacto da IA estão
transformando o mercado de trabalho. Como preparar as
próximas gerações para um futuro incerto? Confira o
artigo de Joice Leite
A revolução tecnológica, impulsionada pela inteligência
artificial (IA), está transformando o mercado de trabalho
a uma velocidade inédita. Hoje, pais e educadores
enfrentam um desafio central: preparar crianças e jovens
para um futuro incerto, no qual muitas das profissões
para as quais estão sendo formados sequer existem.
Como, então, podemos educá-los para esse cenário em
constante evolução?
O impacto da IA e a criação de novas profissões
Nos últimos anos, a ideia de que milhões de empregos
podem desaparecer tem ganhado força, com números
alarmantes reforçando essa previsão. O Fórum
Econômico Mundial aponta que cerca de 83 milhões de
empregos serão eliminados globalmente nos próximos
anos, enquanto 69 milhões de novos postos surgirão. A
IA está no epicentro dessa transformação, com 75% das
empresas previstas para adotar a tecnologia em suas
operações. Apesar das previsões de crescimento de
empregos, 25% das empresas acreditam que a IA pode
reduzir vagas de trabalho.
O impacto da IA, entretanto, vai além da simples
substituição de tarefas repetitivas. Ela está abrindo
oportunidades em áreas completamente novas, que
exigem habilidades contempladas na BNCC. No entanto,
muitas vezes as instituições educacionais não dispõem
dos recursos necessários para implementar na prática as
habilidades do século XXI, como a criatividade, o
pensamento crítico e a resolução de problemas
complexos. Além disso, é crucial que as políticas
públicas invistam em infraestrutura adequada e
tecnologia acessível, garantindo que todos os estudantes
tenham a oportunidade de explorar e integrar a IA em
seu aprendizado, contribuindo assim para uma educação
mais inclusiva e equitativa. Isso exige uma reflexão
urgente sobre o que realmente estamos ensinando aos
nossos filhos.
O papel da educação no preparo para o futuro
As disciplinas que atualmente compõem o currículo
escolar são indiscutivelmente importantes. A matemática,
a história e a gramática continuam a ser pilares
fundamentais do conhecimento humano; porém, à
medida que nos deparamos com um mundo em rápida
transformação, a maneira como essas disciplinas são
ensinadas e aprendidas deve evoluir.
Para preparar os estudantes para os desafios do século
XXI, é crucial que as disciplinas tradicionais não sejam
apenas ensinadas de forma isolada, mas integradas a
metodologias que estimulem o desenvolvimento de
habilidades essenciais. O pensamento crítico, a
resolução de problemas complexos, a criatividade e a
capacidade de adaptação são competências que não
podem ser negligenciadas no ambiente educacional
atual.
Vivemos em tempos nos quais, além de dominar a
tabuada, as crianças precisam aprender a lidar com
incertezas e mudanças rápidas. Profissões como analista
de dados, especialista em cibersegurança e
desenvolvedor de IA, que não existiam há dez anos, são
apenas exemplos de campos que continuarão a emergir.
Para pais e educadores, isso implica uma mudança de
mentalidade: mais do que garantir boas notas, é
necessário incentivar a curiosidade e o desenvolvimento
de habilidades tecnológicas e emocionais.
O papel das escolas e o desenvolvimento de
competências
As escolas, por sua vez, percebem a necessidade de se
adaptar às demandas do futuro. Muitas já estão
conscientes dessas mudanças, buscando ir além do
currículo acadêmico tradicional. Instituições que
estimulam o desenvolvimento de competências
emocionais, tecnológicas e sociais, como empatia,
liderança, pensamento computacional e trabalho
colaborativo, estão preparando melhor seus alunos para
os desafios que virão.
A importância de se adaptar a diferentes cenários,
resolver problemas de maneira criativa e pensar de
forma inovadora não pode ser subestimada. O
desenvolvimento dessas habilidades é essencial para
que os jovens se tornem agentes ativos e preparados
para moldar o mundo em que viverão, e isso não pode
ser feito apenas pela escola; os pais também devem
estar envolvidos nesse processo.
Como os pais podem ajudar a moldar o futuro de
seus filhos
Para os pais, refletir sobre o futuro é especialmente
importante. A educação formal pode ser complementada
por estímulos externos, como atividades
extracurriculares, leitura e incentivo a projetos pessoais.
Essas experiências ajudam a desenvolver o espírito
empreendedor, a criatividade e a capacidade de
inovação, elementos essenciais para atuar em um
mercado de trabalho em constante transformação.
Com profissões emergindo em áreas como
sustentabilidade, energias renováveis, saúde digital e
desenvolvimento de novas tecnologias, as oportunidades
para as próximas gerações são vastas. Porém, elas
exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às
mudanças.
Portanto, é necessário ter coragem para inovar e
determinação para educar para um futuro que já
começou. Ao educar nossas crianças e jovens para
enfrentar desafios que ainda não podemos prever,
estamos, na verdade, abrindo caminho para que eles
liderem essa nova era de inovações e descobertas.
(https://exame.com/bussola/ia-e-educacao-o-que-precisamos-ensinar-hoje-para-que-nossos-filhos-se-virem-amanha/)
I.O vocábulo destacado em "...eles liderem essa nova era de inovações e descobertas", pertence a mesma classe gramatical que o destacado em "A educação formal pode ser complementada por estímulos externos".
II. Em "Isso não pode ser feito apenas pela escola ", o vocábulo destacado tem função de sujeito.
III. Em "Ao educar nossas crianças e jovens para enfrentar desafios que ainda não podemos prever", o verbo 'prever', conjugado na 3ª pessoa do plural do pretérito perfeito e no futuro do presente do modo indicativo, assume as formas 'previram' e 'preverão', respectivamente.
IV. Em "Como, então, podemos educá-los para esse cenário em constante evolução?", a forma pronominal ' los' tem a mesma função sintática do pronome destacado em "Porém, elas exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às mudanças.
V. A forma 'abobra' (abóbora), é um exemplo que confirma que a vogal em posição postônica interna é suscetível de síncope na pronúncia distensa do português.
VI. Na variedade temporal da língua, do português antigo ao contemporâneo, muitos substantivos passaram a ter gêneros diferentes. O substantivo 'mar', por exemplo, atualmente masculino, já foi usado como feminino, como é evidenciado nas formas 'preamar' e 'baixa-mar'.
Estão corretas:
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IA e educação: o que precisamos ensinar hoje para
que nossos filhos se virem amanhã?
A revolução tecnológica e o impacto da IA estão
transformando o mercado de trabalho. Como preparar as
próximas gerações para um futuro incerto? Confira o
artigo de Joice Leite
A revolução tecnológica, impulsionada pela inteligência
artificial (IA), está transformando o mercado de trabalho
a uma velocidade inédita. Hoje, pais e educadores
enfrentam um desafio central: preparar crianças e jovens
para um futuro incerto, no qual muitas das profissões
para as quais estão sendo formados sequer existem.
Como, então, podemos educá-los para esse cenário em
constante evolução?
O impacto da IA e a criação de novas profissões
Nos últimos anos, a ideia de que milhões de empregos
podem desaparecer tem ganhado força, com números
alarmantes reforçando essa previsão. O Fórum
Econômico Mundial aponta que cerca de 83 milhões de
empregos serão eliminados globalmente nos próximos
anos, enquanto 69 milhões de novos postos surgirão. A
IA está no epicentro dessa transformação, com 75% das
empresas previstas para adotar a tecnologia em suas
operações. Apesar das previsões de crescimento de
empregos, 25% das empresas acreditam que a IA pode
reduzir vagas de trabalho.
O impacto da IA, entretanto, vai além da simples
substituição de tarefas repetitivas. Ela está abrindo
oportunidades em áreas completamente novas, que
exigem habilidades contempladas na BNCC. No entanto,
muitas vezes as instituições educacionais não dispõem
dos recursos necessários para implementar na prática as
habilidades do século XXI, como a criatividade, o
pensamento crítico e a resolução de problemas
complexos. Além disso, é crucial que as políticas
públicas invistam em infraestrutura adequada e
tecnologia acessível, garantindo que todos os estudantes
tenham a oportunidade de explorar e integrar a IA em
seu aprendizado, contribuindo assim para uma educação
mais inclusiva e equitativa. Isso exige uma reflexão
urgente sobre o que realmente estamos ensinando aos
nossos filhos.
O papel da educação no preparo para o futuro
As disciplinas que atualmente compõem o currículo
escolar são indiscutivelmente importantes. A matemática,
a história e a gramática continuam a ser pilares
fundamentais do conhecimento humano; porém, à
medida que nos deparamos com um mundo em rápida
transformação, a maneira como essas disciplinas são
ensinadas e aprendidas deve evoluir.
Para preparar os estudantes para os desafios do século
XXI, é crucial que as disciplinas tradicionais não sejam
apenas ensinadas de forma isolada, mas integradas a
metodologias que estimulem o desenvolvimento de
habilidades essenciais. O pensamento crítico, a
resolução de problemas complexos, a criatividade e a
capacidade de adaptação são competências que não
podem ser negligenciadas no ambiente educacional
atual.
Vivemos em tempos nos quais, além de dominar a
tabuada, as crianças precisam aprender a lidar com
incertezas e mudanças rápidas. Profissões como analista
de dados, especialista em cibersegurança e
desenvolvedor de IA, que não existiam há dez anos, são
apenas exemplos de campos que continuarão a emergir.
Para pais e educadores, isso implica uma mudança de
mentalidade: mais do que garantir boas notas, é
necessário incentivar a curiosidade e o desenvolvimento
de habilidades tecnológicas e emocionais.
O papel das escolas e o desenvolvimento de
competências
As escolas, por sua vez, percebem a necessidade de se
adaptar às demandas do futuro. Muitas já estão
conscientes dessas mudanças, buscando ir além do
currículo acadêmico tradicional. Instituições que
estimulam o desenvolvimento de competências
emocionais, tecnológicas e sociais, como empatia,
liderança, pensamento computacional e trabalho
colaborativo, estão preparando melhor seus alunos para
os desafios que virão.
A importância de se adaptar a diferentes cenários,
resolver problemas de maneira criativa e pensar de
forma inovadora não pode ser subestimada. O
desenvolvimento dessas habilidades é essencial para
que os jovens se tornem agentes ativos e preparados
para moldar o mundo em que viverão, e isso não pode
ser feito apenas pela escola; os pais também devem
estar envolvidos nesse processo.
Como os pais podem ajudar a moldar o futuro de
seus filhos
Para os pais, refletir sobre o futuro é especialmente
importante. A educação formal pode ser complementada
por estímulos externos, como atividades
extracurriculares, leitura e incentivo a projetos pessoais.
Essas experiências ajudam a desenvolver o espírito
empreendedor, a criatividade e a capacidade de
inovação, elementos essenciais para atuar em um
mercado de trabalho em constante transformação.
Com profissões emergindo em áreas como
sustentabilidade, energias renováveis, saúde digital e
desenvolvimento de novas tecnologias, as oportunidades
para as próximas gerações são vastas. Porém, elas
exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às
mudanças.
Portanto, é necessário ter coragem para inovar e
determinação para educar para um futuro que já
começou. Ao educar nossas crianças e jovens para
enfrentar desafios que ainda não podemos prever,
estamos, na verdade, abrindo caminho para que eles
liderem essa nova era de inovações e descobertas.
(https://exame.com/bussola/ia-e-educacao-o-que-precisamos-ensinar-hoje-para-que-nossos-filhos-se-virem-amanha/)
A regra de regência verbal foi observada no trecho acima, assim como nos apresentados abaixo, EXCETO em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
IA e educação: o que precisamos ensinar hoje para
que nossos filhos se virem amanhã?
A revolução tecnológica e o impacto da IA estão
transformando o mercado de trabalho. Como preparar as
próximas gerações para um futuro incerto? Confira o
artigo de Joice Leite
A revolução tecnológica, impulsionada pela inteligência
artificial (IA), está transformando o mercado de trabalho
a uma velocidade inédita. Hoje, pais e educadores
enfrentam um desafio central: preparar crianças e jovens
para um futuro incerto, no qual muitas das profissões
para as quais estão sendo formados sequer existem.
Como, então, podemos educá-los para esse cenário em
constante evolução?
O impacto da IA e a criação de novas profissões
Nos últimos anos, a ideia de que milhões de empregos
podem desaparecer tem ganhado força, com números
alarmantes reforçando essa previsão. O Fórum
Econômico Mundial aponta que cerca de 83 milhões de
empregos serão eliminados globalmente nos próximos
anos, enquanto 69 milhões de novos postos surgirão. A
IA está no epicentro dessa transformação, com 75% das
empresas previstas para adotar a tecnologia em suas
operações. Apesar das previsões de crescimento de
empregos, 25% das empresas acreditam que a IA pode
reduzir vagas de trabalho.
O impacto da IA, entretanto, vai além da simples
substituição de tarefas repetitivas. Ela está abrindo
oportunidades em áreas completamente novas, que
exigem habilidades contempladas na BNCC. No entanto,
muitas vezes as instituições educacionais não dispõem
dos recursos necessários para implementar na prática as
habilidades do século XXI, como a criatividade, o
pensamento crítico e a resolução de problemas
complexos. Além disso, é crucial que as políticas
públicas invistam em infraestrutura adequada e
tecnologia acessível, garantindo que todos os estudantes
tenham a oportunidade de explorar e integrar a IA em
seu aprendizado, contribuindo assim para uma educação
mais inclusiva e equitativa. Isso exige uma reflexão
urgente sobre o que realmente estamos ensinando aos
nossos filhos.
O papel da educação no preparo para o futuro
As disciplinas que atualmente compõem o currículo
escolar são indiscutivelmente importantes. A matemática,
a história e a gramática continuam a ser pilares
fundamentais do conhecimento humano; porém, à
medida que nos deparamos com um mundo em rápida
transformação, a maneira como essas disciplinas são
ensinadas e aprendidas deve evoluir.
Para preparar os estudantes para os desafios do século
XXI, é crucial que as disciplinas tradicionais não sejam
apenas ensinadas de forma isolada, mas integradas a
metodologias que estimulem o desenvolvimento de
habilidades essenciais. O pensamento crítico, a
resolução de problemas complexos, a criatividade e a
capacidade de adaptação são competências que não
podem ser negligenciadas no ambiente educacional
atual.
Vivemos em tempos nos quais, além de dominar a
tabuada, as crianças precisam aprender a lidar com
incertezas e mudanças rápidas. Profissões como analista
de dados, especialista em cibersegurança e
desenvolvedor de IA, que não existiam há dez anos, são
apenas exemplos de campos que continuarão a emergir.
Para pais e educadores, isso implica uma mudança de
mentalidade: mais do que garantir boas notas, é
necessário incentivar a curiosidade e o desenvolvimento
de habilidades tecnológicas e emocionais.
O papel das escolas e o desenvolvimento de
competências
As escolas, por sua vez, percebem a necessidade de se
adaptar às demandas do futuro. Muitas já estão
conscientes dessas mudanças, buscando ir além do
currículo acadêmico tradicional. Instituições que
estimulam o desenvolvimento de competências
emocionais, tecnológicas e sociais, como empatia,
liderança, pensamento computacional e trabalho
colaborativo, estão preparando melhor seus alunos para
os desafios que virão.
A importância de se adaptar a diferentes cenários,
resolver problemas de maneira criativa e pensar de
forma inovadora não pode ser subestimada. O
desenvolvimento dessas habilidades é essencial para
que os jovens se tornem agentes ativos e preparados
para moldar o mundo em que viverão, e isso não pode
ser feito apenas pela escola; os pais também devem
estar envolvidos nesse processo.
Como os pais podem ajudar a moldar o futuro de
seus filhos
Para os pais, refletir sobre o futuro é especialmente
importante. A educação formal pode ser complementada
por estímulos externos, como atividades
extracurriculares, leitura e incentivo a projetos pessoais.
Essas experiências ajudam a desenvolver o espírito
empreendedor, a criatividade e a capacidade de
inovação, elementos essenciais para atuar em um
mercado de trabalho em constante transformação.
Com profissões emergindo em áreas como
sustentabilidade, energias renováveis, saúde digital e
desenvolvimento de novas tecnologias, as oportunidades
para as próximas gerações são vastas. Porém, elas
exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às
mudanças.
Portanto, é necessário ter coragem para inovar e
determinação para educar para um futuro que já
começou. Ao educar nossas crianças e jovens para
enfrentar desafios que ainda não podemos prever,
estamos, na verdade, abrindo caminho para que eles
liderem essa nova era de inovações e descobertas.
(https://exame.com/bussola/ia-e-educacao-o-que-precisamos-ensinar-hoje-para-que-nossos-filhos-se-virem-amanha/)
A expressão destacada no trecho acima pode ser substituída, sem perder o sentido, pela apresentada na alternativa:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
IA e educação: o que precisamos ensinar hoje para
que nossos filhos se virem amanhã?
A revolução tecnológica e o impacto da IA estão
transformando o mercado de trabalho. Como preparar as
próximas gerações para um futuro incerto? Confira o
artigo de Joice Leite
A revolução tecnológica, impulsionada pela inteligência
artificial (IA), está transformando o mercado de trabalho
a uma velocidade inédita. Hoje, pais e educadores
enfrentam um desafio central: preparar crianças e jovens
para um futuro incerto, no qual muitas das profissões
para as quais estão sendo formados sequer existem.
Como, então, podemos educá-los para esse cenário em
constante evolução?
O impacto da IA e a criação de novas profissões
Nos últimos anos, a ideia de que milhões de empregos
podem desaparecer tem ganhado força, com números
alarmantes reforçando essa previsão. O Fórum
Econômico Mundial aponta que cerca de 83 milhões de
empregos serão eliminados globalmente nos próximos
anos, enquanto 69 milhões de novos postos surgirão. A
IA está no epicentro dessa transformação, com 75% das
empresas previstas para adotar a tecnologia em suas
operações. Apesar das previsões de crescimento de
empregos, 25% das empresas acreditam que a IA pode
reduzir vagas de trabalho.
O impacto da IA, entretanto, vai além da simples
substituição de tarefas repetitivas. Ela está abrindo
oportunidades em áreas completamente novas, que
exigem habilidades contempladas na BNCC. No entanto,
muitas vezes as instituições educacionais não dispõem
dos recursos necessários para implementar na prática as
habilidades do século XXI, como a criatividade, o
pensamento crítico e a resolução de problemas
complexos. Além disso, é crucial que as políticas
públicas invistam em infraestrutura adequada e
tecnologia acessível, garantindo que todos os estudantes
tenham a oportunidade de explorar e integrar a IA em
seu aprendizado, contribuindo assim para uma educação
mais inclusiva e equitativa. Isso exige uma reflexão
urgente sobre o que realmente estamos ensinando aos
nossos filhos.
O papel da educação no preparo para o futuro
As disciplinas que atualmente compõem o currículo
escolar são indiscutivelmente importantes. A matemática,
a história e a gramática continuam a ser pilares
fundamentais do conhecimento humano; porém, à
medida que nos deparamos com um mundo em rápida
transformação, a maneira como essas disciplinas são
ensinadas e aprendidas deve evoluir.
Para preparar os estudantes para os desafios do século
XXI, é crucial que as disciplinas tradicionais não sejam
apenas ensinadas de forma isolada, mas integradas a
metodologias que estimulem o desenvolvimento de
habilidades essenciais. O pensamento crítico, a
resolução de problemas complexos, a criatividade e a
capacidade de adaptação são competências que não
podem ser negligenciadas no ambiente educacional
atual.
Vivemos em tempos nos quais, além de dominar a
tabuada, as crianças precisam aprender a lidar com
incertezas e mudanças rápidas. Profissões como analista
de dados, especialista em cibersegurança e
desenvolvedor de IA, que não existiam há dez anos, são
apenas exemplos de campos que continuarão a emergir.
Para pais e educadores, isso implica uma mudança de
mentalidade: mais do que garantir boas notas, é
necessário incentivar a curiosidade e o desenvolvimento
de habilidades tecnológicas e emocionais.
O papel das escolas e o desenvolvimento de
competências
As escolas, por sua vez, percebem a necessidade de se
adaptar às demandas do futuro. Muitas já estão
conscientes dessas mudanças, buscando ir além do
currículo acadêmico tradicional. Instituições que
estimulam o desenvolvimento de competências
emocionais, tecnológicas e sociais, como empatia,
liderança, pensamento computacional e trabalho
colaborativo, estão preparando melhor seus alunos para
os desafios que virão.
A importância de se adaptar a diferentes cenários,
resolver problemas de maneira criativa e pensar de
forma inovadora não pode ser subestimada. O
desenvolvimento dessas habilidades é essencial para
que os jovens se tornem agentes ativos e preparados
para moldar o mundo em que viverão, e isso não pode
ser feito apenas pela escola; os pais também devem
estar envolvidos nesse processo.
Como os pais podem ajudar a moldar o futuro de
seus filhos
Para os pais, refletir sobre o futuro é especialmente
importante. A educação formal pode ser complementada
por estímulos externos, como atividades
extracurriculares, leitura e incentivo a projetos pessoais.
Essas experiências ajudam a desenvolver o espírito
empreendedor, a criatividade e a capacidade de
inovação, elementos essenciais para atuar em um
mercado de trabalho em constante transformação.
Com profissões emergindo em áreas como
sustentabilidade, energias renováveis, saúde digital e
desenvolvimento de novas tecnologias, as oportunidades
para as próximas gerações são vastas. Porém, elas
exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às
mudanças.
Portanto, é necessário ter coragem para inovar e
determinação para educar para um futuro que já
começou. Ao educar nossas crianças e jovens para
enfrentar desafios que ainda não podemos prever,
estamos, na verdade, abrindo caminho para que eles
liderem essa nova era de inovações e descobertas.
(https://exame.com/bussola/ia-e-educacao-o-que-precisamos-ensinar-hoje-para-que-nossos-filhos-se-virem-amanha/)
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"NÓS, OS VEREADORES REPRESENTANTES DO POVO DE PARAISO, INTEGRANTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA E DA NAÇÃO BRASILEIRA, CONSTITUÍDOS EM PODER LEGISLATIVO DESTE MUNICÍPIO, REUNIDOS EM CÂMARA MUNICIPAL, COM ATRIBUIÇÕES PREVISTAS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, CONSTITUIÇÃO ESTADUAL E SOB A PROTEÇÃO DE DEUS, VOTAMOS E PROMULGAMOS A SEGUINTE LEI ORGÂNICA."
De acordo com a Lei Orgânica do município de Paraíso, Santa Catarina, é competência da Câmara Municipal de Vereadores:
I.Deliberar sobre obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito, bem como a forma e os meios de pagamento.
II.Decretar, nos termos da lei a desapropriação por necessidade ou utilidade publica, ou por interesse social.
III.Votar o Orçamento Anual e o Plurianual de Investimentos.
IV.Expedir decretos, portarias e outros atos administrativos.
V.Aprovar a lei de diretrizes orçamentárias, bem como autorizar a abertura de créditos suplementares e especiais.
São funções dos vereadores no Município de Paraíso em Santa Catarina:
De acordo com a Lei Orgânica do município de Paraíso, Santa Catarina, é competência da Câmara Municipal de Vereadores:
I.Deliberar sobre obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito, bem como a forma e os meios de pagamento.
II.Decretar, nos termos da lei a desapropriação por necessidade ou utilidade publica, ou por interesse social.
III.Votar o Orçamento Anual e o Plurianual de Investimentos.
IV.Expedir decretos, portarias e outros atos administrativos.
V.Aprovar a lei de diretrizes orçamentárias, bem como autorizar a abertura de créditos suplementares e especiais.
São funções dos vereadores no Município de Paraíso em Santa Catarina:
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3509007
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
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Tragédia no Rio Grande do Sul: é preciso apontar as causas e responsáveis
A irresponsabilidade com a população das autoridades locais é evidente pelas suas próprias declarações
A tragédia no Rio Grande do Sul com as enchentes e alagamentos atingiu 2,3 milhões de pessoas. A cada 10 gaúchos, dois sofrem com o impacto das chuvas. Milhares tiveram suas casas, móveis, eletrodomésticos, livros e memórias destruídos. Morreram 157 pessoas e 88 ainda estão desaparecidas. As cidades atingidas chegaram a 463 (93% do total). Cerca de 180 mil pontos estão sem energia elétrica.
https://www.brasildefato.com.br/2024/05/23/tragedia-no-rio-grande-do-sul-e-preciso-apontar-as-causas-e-responsaveis#:~:text=A%20trag%C3%A9dia%20no%20Rio%20Grande,e%2088%20ainda%20est%C3%A3o%20desaparecidas.
Várias cidades do Rio Grande do Sul decretaram estado de calamidade pública com as chuvas que ocorreram no mês de maio de 2024.
Marque a alternativa que destaca fatores responsáveis pelo agravamento das enchentes.
A irresponsabilidade com a população das autoridades locais é evidente pelas suas próprias declarações
A tragédia no Rio Grande do Sul com as enchentes e alagamentos atingiu 2,3 milhões de pessoas. A cada 10 gaúchos, dois sofrem com o impacto das chuvas. Milhares tiveram suas casas, móveis, eletrodomésticos, livros e memórias destruídos. Morreram 157 pessoas e 88 ainda estão desaparecidas. As cidades atingidas chegaram a 463 (93% do total). Cerca de 180 mil pontos estão sem energia elétrica.
https://www.brasildefato.com.br/2024/05/23/tragedia-no-rio-grande-do-sul-e-preciso-apontar-as-causas-e-responsaveis#:~:text=A%20trag%C3%A9dia%20no%20Rio%20Grande,e%2088%20ainda%20est%C3%A3o%20desaparecidas.
Várias cidades do Rio Grande do Sul decretaram estado de calamidade pública com as chuvas que ocorreram no mês de maio de 2024.
Marque a alternativa que destaca fatores responsáveis pelo agravamento das enchentes.
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3509006
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
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Líderes do Brics aprovam ingresso de 13 países no grupo na condição de 'parceiros'
Nações participarão dos fóruns, mas sem direito a voto; Brasil vetou informalmente ingresso da Venezuela e da Nicarágua
Sem a oposição dos demais membros do grupo, incluindo o Brasil, a presidência russa do Brics conseguiu, nesta quarta-feira (23/10/24), em Kasan, aprovar a entrada de 13 novos parceiros no bloco. Esses países, porém, só serão efetivamente aceitos se concordarem em assumir a condição de "parceiros", ou seja, com uma participação limitada e sem direito a voto.
https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2024/10/23/lideres-do-brics-aprovam-ingresso-de-13-paises-no-grupo-na-condicao-de-parceiros.ghtml
O BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, é um grupo de países emergentes que tem como objetivo:
Nações participarão dos fóruns, mas sem direito a voto; Brasil vetou informalmente ingresso da Venezuela e da Nicarágua
Sem a oposição dos demais membros do grupo, incluindo o Brasil, a presidência russa do Brics conseguiu, nesta quarta-feira (23/10/24), em Kasan, aprovar a entrada de 13 novos parceiros no bloco. Esses países, porém, só serão efetivamente aceitos se concordarem em assumir a condição de "parceiros", ou seja, com uma participação limitada e sem direito a voto.
https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2024/10/23/lideres-do-brics-aprovam-ingresso-de-13-paises-no-grupo-na-condicao-de-parceiros.ghtml
O BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, é um grupo de países emergentes que tem como objetivo:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O dia é 28 de maio do ano 585 a.C., na atual Anatólia, na Turquia.
Os medos, um povo antigo que vivia onde hoje fica o Irã, e os lídios − um reino no sul da atual Turquia − vêm lutando há seis anos.
O historiador grego Heródoto (485-425 a.C.) conta que a guerra mostrava poucos sinais de estar chegando ao fim e nenhum dos lados fazia progressos significativos.
Seria preciso um eclipse solar para pôr fim ao banho de sangue.
Quando a batalha começava a esquentar, o dia subitamente se transformou em noite", escreveu Heródoto. "Quando observaram a mudança, os medos e os lídios pararam de lutar e ficaram ansiosos para definir um acordo de paz."
Talvez não observemos uma reação tão dramática ao eclipse total que passa pela América do Norte em 8 de abril deste ano, mas pesquisas recentes indicam que ele pode causar fortes impactos sobre a nossa psicologia, evocando o nosso deslumbramento.
Existem poucos eventos que despertam mais o nosso deslumbramento do que a série de coincidências celestiais que nos permite experimentar o eclipse solar total. A Lua precisa estar no tamanho correto, na distância exata da Terra e na órbita certa para passar em frente ao Sol e bloquear totalmente a sua luz por alguns momentos.
Presenciar esse evento surpreendente pode nos inspirar a encontrar mais humildade e cuidado pelos outros, segundo as pesquisas.
"As pessoas podem ser mais cooperativas − elas podem dizer que tem laços sociais mais fortes com os outros e se sentir mais conectadas à sua comunidade", afirma o psicólogo Sean Goldy, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, que pesquisou os efeitos psicológicos do eclipse de 2017
(https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2024/04/6833848-)
I.O verbo 'pôr' recebe acento diferenciando-se da preposição 'por'.
II.Devem ser acentuados pela mesma regra de 'órbita' os vocábulos 'canhamo' e 'exodo'.
III.A palavra 'Irã' é uma oxítona, assim como 'Nobel' e 'ureter'.
IV.'distância' e 'coincidência' seguem a mesma regra de acentuação.
V.São paroxítonas 'lua', 'despertem' e 'sentir'.
Estão corretas:
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