Foram encontradas 60 questões.
Em qual afirmação todas as classificações estão
CORRETAS?
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Leia a afirmativa a seguir.
“Você sabe _____ ele faltou? Não veio trabalhar ______ estava doente; foi esse o _____ da ausência. E, no fim do dia, ele explicou o motivo.”
Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
“Você sabe _____ ele faltou? Não veio trabalhar ______ estava doente; foi esse o _____ da ausência. E, no fim do dia, ele explicou o motivo.”
Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
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Marque a alternativa em que todas as palavras estão
grafadas segundo o Novo Acordo Ortográfico.
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Leia o texto e responda à questão.
Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento,
metas e escolhas conscientes
Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para
hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com
base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a
ferramenta central desse processo. Ele registra entradas
(salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação,
transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo
dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você
descobre onde ajustar e o que priorizar.
Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel,
mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de
distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples:
planilha, app ou caderno – o importante é registrar com
constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas
variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar
uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do
carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso
semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer
mais do que mudanças radicais e passageiras.
No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar,
compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e
considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a
compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as
de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando
necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis
para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança:
mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas
milagrosas e exija canais oficiais para transações.
Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da
cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler
contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e
gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que
ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas
como poupança, crédito e consumo consciente. Com
organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento
deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que
você direcione recursos para o que realmente importa.
No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver
sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra
imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua
realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior
tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e
celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados
duradouros.
Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento -
Adaptado.
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Leia o texto e responda à questão.
Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento,
metas e escolhas conscientes
Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para
hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com
base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a
ferramenta central desse processo. Ele registra entradas
(salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação,
transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo
dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você
descobre onde ajustar e o que priorizar.
Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel,
mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de
distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples:
planilha, app ou caderno – o importante é registrar com
constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas
variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar
uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do
carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso
semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer
mais do que mudanças radicais e passageiras.
No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar,
compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e
considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a
compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as
de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando
necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis
para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança:
mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas
milagrosas e exija canais oficiais para transações.
Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da
cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler
contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e
gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que
ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas
como poupança, crédito e consumo consciente. Com
organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento
deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que
você direcione recursos para o que realmente importa.
No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver
sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra
imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua
realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior
tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e
celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados
duradouros.
Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento -
Adaptado.
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Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento,
metas e escolhas conscientes
Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para
hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com
base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a
ferramenta central desse processo. Ele registra entradas
(salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação,
transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo
dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você
descobre onde ajustar e o que priorizar.
Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel,
mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de
distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples:
planilha, app ou caderno – o importante é registrar com
constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas
variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar
uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do
carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso
semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer
mais do que mudanças radicais e passageiras.
No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar,
compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e
considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a
compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as
de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando
necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis
para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança:
mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas
milagrosas e exija canais oficiais para transações.
Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da
cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler
contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e
gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que
ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas
como poupança, crédito e consumo consciente. Com
organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento
deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que
você direcione recursos para o que realmente importa.
No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver
sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra
imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua
realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior
tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e
celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados
duradouros.
Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento -
Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento,
metas e escolhas conscientes
Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para
hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com
base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a
ferramenta central desse processo. Ele registra entradas
(salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação,
transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo
dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você
descobre onde ajustar e o que priorizar.
Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel,
mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de
distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples:
planilha, app ou caderno – o importante é registrar com
constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas
variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar
uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do
carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso
semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer
mais do que mudanças radicais e passageiras.
No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar,
compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e
considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a
compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as
de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando
necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis
para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança:
mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas
milagrosas e exija canais oficiais para transações.
Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da
cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler
contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e
gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que
ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas
como poupança, crédito e consumo consciente. Com
organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento
deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que
você direcione recursos para o que realmente importa.
No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver
sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra
imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua
realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior
tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e
celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados
duradouros.
Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento -
Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento,
metas e escolhas conscientes
Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para
hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com
base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a
ferramenta central desse processo. Ele registra entradas
(salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação,
transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo
dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você
descobre onde ajustar e o que priorizar.
Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel,
mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de
distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples:
planilha, app ou caderno – o importante é registrar com
constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas
variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar
uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do
carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso
semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer
mais do que mudanças radicais e passageiras.
No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar,
compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e
considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a
compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as
de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando
necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis
para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança:
mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas
milagrosas e exija canais oficiais para transações.
Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da
cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler
contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e
gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que
ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas
como poupança, crédito e consumo consciente. Com
organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento
deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que
você direcione recursos para o que realmente importa.
No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver
sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra
imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua
realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior
tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e
celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados
duradouros.
Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento -
Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento,
metas e escolhas conscientes
Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para
hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com
base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a
ferramenta central desse processo. Ele registra entradas
(salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação,
transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo
dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você
descobre onde ajustar e o que priorizar.
Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel,
mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de
distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples:
planilha, app ou caderno – o importante é registrar com
constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas
variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar
uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do
carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso
semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer
mais do que mudanças radicais e passageiras.
No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar,
compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e
considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a
compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as
de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando
necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis
para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança:
mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas
milagrosas e exija canais oficiais para transações.
Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da
cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler
contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e
gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que
ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas
como poupança, crédito e consumo consciente. Com
organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento
deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que
você direcione recursos para o que realmente importa.
No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver
sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra
imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua
realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior
tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e
celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados
duradouros.
Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento -
Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento,
metas e escolhas conscientes
Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para
hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com
base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a
ferramenta central desse processo. Ele registra entradas
(salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação,
transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo
dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você
descobre onde ajustar e o que priorizar.
Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel,
mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de
distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples:
planilha, app ou caderno – o importante é registrar com
constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas
variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar
uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do
carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso
semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer
mais do que mudanças radicais e passageiras.
No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar,
compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e
considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a
compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as
de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando
necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis
para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança:
mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas
milagrosas e exija canais oficiais para transações.
Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da
cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler
contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e
gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que
ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas
como poupança, crédito e consumo consciente. Com
organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento
deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que
você direcione recursos para o que realmente importa.
No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver
sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra
imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua
realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior
tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e
celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados
duradouros.
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