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Os princípios da vigilância em saúde, conforme
estabelecidos na legislação brasileira, preveem que a
participação comunitária é um elemento facultativo nas
estratégias de prevenção e controle de zoonoses, sendo a
prioridade conferida à atuação técnica dos profissionais de
saúde e à imposição de medidas sanitárias, relegando o
engajamento da população a um papel secundário e não
essencial.
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O monitoramento de áreas de risco para doenças
como a febre amarela silvestre implica a vigilância contínua da
população de mosquitos Haemagogus e Sabethes, bem como a
investigação de epizootias em primatas não humanos, sendo
que a ausência de óbitos de macacos em uma determinada
região por um longo período elimina completamente a
necessidade de vacinação humana na área e o risco de
reurbanização da doença.
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Situação hipotética: Um Agente de Zoonoses, ao
identificar um caso suspeito de raiva em um animal doméstico,
orienta o proprietário a aguardar a evolução dos sintomas para
confirmar a doença antes de qualquer intervenção, a fim de
evitar estresse desnecessário ao animal. Assertiva: Essa
conduta demonstra prudência e está em conformidade com os
protocolos de saúde pública, que preconizam a observação
clínica prévia antes de medidas mais drásticas, dado o caráter
irreversível da doença após o início dos sintomas.
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O controle químico de pragas urbanas, como baratas
e ratos, é uma responsabilidade exclusiva de empresas
especializadas e licenciadas pela vigilância sanitária, não
cabendo ao Agente de Zoonoses qualquer tipo de intervenção
direta ou orientação sobre o uso de produtos ou técnicas para o
controle dessas pragas nos domicílios, limitando-se à
identificação e notificação de problemas sanitários gerais.
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A Lei nº 8.080/1990, ao dispor sobre as condições e
os direitos para a promoção, proteção e recuperação da saúde,
atribui aos municípios a execução exclusiva das ações de
vigilância sanitária e epidemiológica, vedando a colaboração
com os estados e a União em casos específicos, a fim de
garantir a autonomia federativa na gestão local da saúde.
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O preenchimento de formulários e relatórios pelo
Agente de Zoonoses, em campo, deve ser realizado com a
máxima riqueza de detalhes, incluindo informações irrelevantes
para o controle epidemiológico, como opiniões pessoais sobre
o estado de conservação do imóvel, pois qualquer dado, mesmo
que não correlacionado diretamente com a infestação, pode ter
valor em futuras análises estatísticas complexas.
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A dengue, chikungunya e zika vírus, por
compartilharem o mesmo vetor, o Aedes aegypti, devem ser
combatidas com um conjunto de ações padronizadas que
dispensam a distinção entre as especificidades de cada doença,
visto que a eliminação do vetor é a única medida de controle
pertinente e multifuncional para as três arboviroses, tornando
desnecessária a diferenciação epidemiológica.
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Noções de biologia e ecologia de vetores permitem
compreender que a dispersão passiva do Aedes aegypti,
geralmente via transporte de ovos em recipientes, é o principal
mecanismo de reinfestação de áreas controladas, sendo a
dispersão ativa dos mosquitos adultos negligenciável para fins
de planejamento de ações de bloqueio em áreas urbanas
densamente povoadas.
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A educação em saúde, enquanto ferramenta
preventiva, deve restringir-se à informação sobre os sintomas
das doenças transmitidas por vetores, visando à busca precoce
por atendimento médico, mas não deve abordar a complexidade
da biologia dos vetores ou as medidas de manejo ambiental de
amplo espectro, pois tais conteúdos são demasiadamente
técnicos para a compreensão da população leiga.
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O ciclo de vida do Aedes aegypti, compreendendo
as fases de ovo, larva, pupa e adulto, ocorre em um período
fixo de 7 a 10 dias, sendo essa constância uma premissa
fundamental para o planejamento das ações de controle, o que
permite o intervalo exato entre as visitas de casa em casa para a
eliminação de criadouros, independentemente das condições
climáticas locais ou da temperatura da água.
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